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Revisão de Simulado de Literatura

Revisão de simulado de Literatura Portuguesa e Africanas de Expressão Portuguesa. Contém questões de múltipla escolha sobre Gil Vicente (trecho do Auto da Barca do Inferno, O pranto de Maria Parda), características do teatro vicentino e temas do Renascimento/Humanismo.

Ferramentas de estudo

Questões resolvidas

Leia o texto abaixo, um trecho do Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, para assinalar a alternativa correta no que se refere à obra desse autor e ao Humanismo em Portugal. Nota: foram feitas pequenas alterações no trecho para facilitar a leitura. Vem um Frade com uma Moça pela mão, e um broquel e uma espada na outra, e um casco debaixo do capelo; e, ele mesmo fazendo a baixa, começou de dançar, dizendo: FRADE Tai-rai-rai-ra-rã; ta-ri-ri-rã; ta-rai-rai-rai-rã; tai-ri-ri-rã: tã-tã; ta-ri-rim-rim-rã. Huhá! DIABO Que é isso, padre?! Que vai lá? FRADE Deo gratias! Sou cortesão. DIABO Sabes também o tordião? FRADE Por que não? Como ora sei! DIABO Pois entrai! Eu tangerei e faremos um serão. Essa dama é ela vossa? FRADE Por minha a tenho eu, e sempre a tive de meu DIABO Fizestes bem, que é formosa! E não vos punham lá grosa no vosso convento santo? FRADE E eles fazem outro tanto! DIABO Que cousa tão preciosa... Entrai, padre reverendo! FRADE Para onde levais gente? DIABO Pera aquele fogo ardente que não temestes vivendo. FRADE Juro a Deus que não te entendo! E este hábito não me vale? DIABO Gentil padre mundanal, a Belzebu vos encomendo!
A) O destino do frade é exemplar no que se refere à principal característica da obra de Gil Vicente: a crítica severa, de sabor renascentista, à Igreja Católica, de cuja moral se distancia a obra do dramaturgo.
B) O frade terá como destino o inferno porque é homem “mundanal”, ligado aos gozos do mundo material, em cujo pano de fundo percebe-se o sistema de valores do homem medieval, para o qual não há salvação após a morte.
C) O sistema de valores que pode ser entrevisto nas peças de Gil Vicente, e especialmente no Auto da Barca do Inferno, revela uma mentalidade avessa aos valores da Idade Média.
D) A proposta do teatro vicentino alegórico – especialmente a Trilogia das Barcas – era a montagem de peças complexas, de linguagem rebuscada, distante do falar popular, para criticar, nos termos da moral medieval, os homens do povo.
E) A imagem cômica, mas condenável, de um frade que canta, dança e namora, trazendo consigo uma dama, é exemplo cabal do pressuposto das peças de Gil Vicente de que, rindo, é possível corrigir os costumes.

O argumento da peça A Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente, consiste na demonstração do refrão popular “Mais quero asno que me carregue que cavalo que me derrube”. Identifique a alternativa que não corresponde ao provérbio, na construção da farsa.

a) A segunda parte do provérbio ilustra a experiência desastrosa do primeiro casamento.
b) O escudeiro Brás da Mata corresponde ao cavalo, animal nobre, que a derruba.
c) O segundo casamento exemplifica o primeiro termo, asno que a carrega.
d) O asno corresponde a Pero Marques, primeiro pretendente e segundo marido de Inês.
e) Cavalo e asno identificam a mesma personagem em diferentes momentos de sua vida conjugal.

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Questões resolvidas

Leia o texto abaixo, um trecho do Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, para assinalar a alternativa correta no que se refere à obra desse autor e ao Humanismo em Portugal. Nota: foram feitas pequenas alterações no trecho para facilitar a leitura. Vem um Frade com uma Moça pela mão, e um broquel e uma espada na outra, e um casco debaixo do capelo; e, ele mesmo fazendo a baixa, começou de dançar, dizendo: FRADE Tai-rai-rai-ra-rã; ta-ri-ri-rã; ta-rai-rai-rai-rã; tai-ri-ri-rã: tã-tã; ta-ri-rim-rim-rã. Huhá! DIABO Que é isso, padre?! Que vai lá? FRADE Deo gratias! Sou cortesão. DIABO Sabes também o tordião? FRADE Por que não? Como ora sei! DIABO Pois entrai! Eu tangerei e faremos um serão. Essa dama é ela vossa? FRADE Por minha a tenho eu, e sempre a tive de meu DIABO Fizestes bem, que é formosa! E não vos punham lá grosa no vosso convento santo? FRADE E eles fazem outro tanto! DIABO Que cousa tão preciosa... Entrai, padre reverendo! FRADE Para onde levais gente? DIABO Pera aquele fogo ardente que não temestes vivendo. FRADE Juro a Deus que não te entendo! E este hábito não me vale? DIABO Gentil padre mundanal, a Belzebu vos encomendo!
A) O destino do frade é exemplar no que se refere à principal característica da obra de Gil Vicente: a crítica severa, de sabor renascentista, à Igreja Católica, de cuja moral se distancia a obra do dramaturgo.
B) O frade terá como destino o inferno porque é homem “mundanal”, ligado aos gozos do mundo material, em cujo pano de fundo percebe-se o sistema de valores do homem medieval, para o qual não há salvação após a morte.
C) O sistema de valores que pode ser entrevisto nas peças de Gil Vicente, e especialmente no Auto da Barca do Inferno, revela uma mentalidade avessa aos valores da Idade Média.
D) A proposta do teatro vicentino alegórico – especialmente a Trilogia das Barcas – era a montagem de peças complexas, de linguagem rebuscada, distante do falar popular, para criticar, nos termos da moral medieval, os homens do povo.
E) A imagem cômica, mas condenável, de um frade que canta, dança e namora, trazendo consigo uma dama, é exemplo cabal do pressuposto das peças de Gil Vicente de que, rindo, é possível corrigir os costumes.

O argumento da peça A Farsa de Inês Pereira, de Gil Vicente, consiste na demonstração do refrão popular “Mais quero asno que me carregue que cavalo que me derrube”. Identifique a alternativa que não corresponde ao provérbio, na construção da farsa.

a) A segunda parte do provérbio ilustra a experiência desastrosa do primeiro casamento.
b) O escudeiro Brás da Mata corresponde ao cavalo, animal nobre, que a derruba.
c) O segundo casamento exemplifica o primeiro termo, asno que a carrega.
d) O asno corresponde a Pero Marques, primeiro pretendente e segundo marido de Inês.
e) Cavalo e asno identificam a mesma personagem em diferentes momentos de sua vida conjugal.

Prévia do material em texto

03/01/2025 20:31:00 1/4
REVISÃO DE SIMULADO
Nome:
ADAUTO MENDES DE FREITAS
Disciplina:
Literatura Portuguesa e Africanas de Expressão Portuguesa
Respostas corretas são marcadas em amarelo X Respostas marcardas por você.
Questão
001 (IFSP 2016). Leia o texto abaixo, um trecho do Auto da Barca do Inferno, de Gil Vicente, para assinalar a
alternativa correta no que se refere à obra desse autor e ao Humanismo em Portugal.
Nota: foram feitas pequenas alterações no trecho para facilitar a leitura.
Vem um Frade com uma Moça pela mão, e um 1broquel e uma espada na outra, e um 1casco debaixo do
2capelo; e, ele mesmo fazendo a baixa, começou de dançar, dizendo:
FRADE Tai-rai-rai-ra-rã; ta-ri-ri-rã;
ta-rai-rai-rai-rã; tai-ri-ri-rã: tã-tã;
ta-ri-rim-rim-rã. Huhá!
DIABO Que é isso, padre?! Que vai lá?
FRADE Deo gratias! Sou cortesão.
DIABO Sabes também o tordião?
FRADE Por que não? Como ora sei!
DIABO Pois entrai! Eu tangerei
e faremos um serão.
Essa dama é ela vossa?
FRADE Por minha a tenho eu,
e sempre a tive de meu
DIABO
Fizestes bem, que é formosa!
E não vos punham lá 3grosa
no vosso convento santo?
FRADE E eles fazem outro tanto!
DIABO Que cousa tão preciosa...
Entrai, padre reverendo!
FRADE Para onde levais gente?
DIABO Pera aquele fogo ardente
que não temestes vivendo.
FRADE Juro a Deus que não te entendo!
E este hábito não me vale?
DIABO Gentil padre mundanal,
a Belzebu vos encomendo!
1 - broquel e casco – respectivamente, escudo e armadura para cabeça – são elementos por meio dos quais o
autor descreve o frade.
2 - capelo – chapéu ou capuz usado pelos religiosos.
3 - pôr grosa – censurar.
X A) O destino do frade é exemplar no que se refere à principal característica da obra de Gil Vicente: a crítica
severa, de sabor renascentista, à Igreja Católica, de cuja moral se distancia a obra do dramaturgo.
B) O frade terá como destino o inferno porque é homem “mundanal”, ligado aos gozos do mundo material, em
cujo pano de fundo percebe-se o sistema de valores do homem medieval, para o qual não há salvação após a
morte.
C) O sistema de valores que pode ser entrevisto nas peças de Gil Vicente, e especialmente no Auto da Barca do
Inferno, revela uma mentalidade avessa aos valores da Idade Média.
D) A proposta do teatro vicentino alegórico – especialmente a Trilogia das Barcas – era a montagem de peças
complexas, de linguagem rebuscada, distante do falar popular, para criticar, nos termos da moral medieval,
os homens do povo.
E) A imagem cômica, mas condenável, de um frade que canta, dança e namora, trazendo consigo uma dama, é
exemplo cabal do pressuposto das peças de Gil Vicente de que, rindo, é possível corrigir os costumes.
03/01/2025 20:31:00 2/4
Questão
002 (UFN) “Nos séculos XV e XVI, houve no mundo universitário [europeu] um intenso debate filosófico (...) com o
resgate do platonismo, que estava associado à inquietação de muitos religiosos e teólogos em relação ao
rigor doutrinário e institucional da Igreja. Assim como os artistas, eles desejavam humanizar a religião e o
divino.”
(VAINFAS, Ronaldo e outros. História – vol. 1. SP: Saraiva, 2010. p. 236).
A partir do trecho acima, relativo ao Renascimento e ao Humanismo, considere as afirmativas:
I. O resgate de filosofia da Antiguidade Clássica visava à renovação de uma sociedade transformada pelo
crescimento urbano e comercial.
II. Os humanistas, orientados pelo pensamento greco-romano, criticavam a Igreja, mas não se colocavam
como anticristãos.
III. A Igreja abrigava a inquietação dos humanistas, como bem demonstra a pintura de Michelangelo nas
paredes do Vaticano.
IV. A valorização do humano, pelos pensadores humanistas, não abalou a crença na existência de Deus.
Estão corretas
X A) I,II,III e IV.
B) Apenas III e IV.
C) apenas I e II.
D) apenas II e IV.
E) apenas II e III.
Questão
003 O teatro de Gil Vicente é caracterizado por
A) elaborar cenas primorosas.
X B) situações de cunho humano e sacro.
C) explorar por conceitos universais.
D) ter obras escritas em prosa.
E) se rebelar contra o cristianismo.
Questão
004 (UFPA 2012). O monólogo dramático “O pranto de Maria Parda”, de Gil Vicente, é um desses textos
emblemáticos da produção de um dos mais respeitáveis autores portugueses. A peça dispõe de um conteúdo
pelo qual perpassam variados sentidos, ligados a problemas sociais, a preconceito, à paródia, ao grotesco,
enfim, nela se encontra uma espécie de mosaico de informações de toda ordem. A riqueza de questões
suscitadas no monólogo ainda hoje pode ser considerada, como é da natureza do texto vicentino, de
atualidade indiscutível.
Com base no comentário acima, é correto afirmar, relativamente à linguagem e ao conteúdo da peça de Gil
Vicente, que
X A) a linguagem da peça é rica de lamentos, pragas, pedidos, promessas e muitas exclamações apelativas.
B) Gil Vicente cria um personagem com as características referidas aqui: doente, envelhecida, “sem gota de
sangue nas veias”, de corpo “tão seco”.
C) Maria Parda – mestiça, atrevida e sexualmente livre – é um personagem que representa a base da pirâmide
social lisboeta da época.
D) há, na peça, uma enfática oposição ao uso de vinho, manifesta no discurso de sacerdotes, escudeiros e
barqueiros.
E) os taberneiros de Lisboa constituem uma espécie de coro, na peça, com a função de comentar os lamentos
expressos nas falas de Maria Parda.
Questão
005 Considere toda a peça Auto da Barca do Inferno e indique a alternativa mais adequada à proposta do Teatro
Vicentino.
A) As figuras de anjos e demônios, embora alegóricas, não estabelecem distinção entre o bem e o mal no
mundo maniqueísta.
B) As personagens desta peça de Gil Vicente têm perfis apresentados na Terra, mas apenas Onzeneiro e Parvo
têm os instrumentos da sua culpa.
X C) Gil Vicente está comprometido com os valores cristãos e se esforça para atingir a consciência humana,
lembrando-lhe que tem uma alma que deve ser salva.
D) Entre as características da dramaturgia de Gil Vicente, destaca-se sua estrita adesão aos cânones teatrais
clássicos.
E) Gil Vicente apresenta um quadro crítico da sociedade portuguesa da época, mas por razões ideológicas e
políticas omite a igreja e a nobreza.
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Questão
006 Para responder à questão a seguir, leia o excerto de Auto da Barca do Inferno do escritor português Gil
Vicente (1465?-1536?). A peça prefigura o destino das almas que chegam a um braço de mar onde se
encontram duas barcas (embarcações): uma destinada ao Paraíso, comandada pelo anjo, e outra destinada
ao Inferno, comandada pelo diabo.
Vem um Frade com uma Moça pela mão […]; e ele mesmo fazendo a 1baixa começou a dançar, dizendo
Frade: Tai-rai-rai-ra-rãta-ri-ri-rã;
Tai-rai-rai-ra-rãta-ri-ri-rã;
Tã-tã-ta-ri-rim-rim-rã, huha!
Diabo: Que é isso, padre? Quem vai lá?
Frade: 2Deo gratias! Sou cortesão.
Diabo: Danças também o 3tordião?
Frade: Por que não? Vê como sei.
Diabo: Pois entrai, eu 4tangerei
e faremos um serão.
E essa dama, porventura?
Frade: Por minha a tenho eu,
e sempre a tive de meu.
Diabo: Fizeste bem, que é lindura!
Não vos punham lá censura
no vosso convento santo?
Frade: E eles fazem outro tanto!
Diabo: Que preciosa 5clausura!
Entrai, padre reverendo!
Frade: Para onde levais gente?
Diabo: Para aquele fogo ardente
que não temestes vivendo.
Frade: Juro a Deus que não te entendo!
E este 6hábito não me 7val?
Diabo: Gentil padre 8mundanal,
a Belzebu vos encomendo!
Frade: Corpo de Deus consagrado!
Pela fé de Jesus Cristo,
que eu não posso entender isto!
Eu hei de ser condenado?
Um padre tão namorado
e tanto dado à virtude?
Assim Deus me dê saúde,
que eu estou maravilhado!
Diabo: Não façamos mais 9detença
embarcai e partiremos;
tomareis um par de remos.
Frade: Não ficou isso na 10avença.
Diabo: Pois dada está já a sentença!
Frade: Por Deus! Essa seria ela?
Não vai em tal caravela
minha senhora Florença?
Como? Por ser namorado
e folgar c’uma mulher?
Se há um frade de perder,
com tanto salmo rezado?!
Diabo: Ora estás bem arranjado!
Frade: Mas estás tu bem servido.
Diabo: Devoto padre e marido,
haveis de sercá 11pingado…
(Auto da Barca do Inferno, 2007.)
1 - baixa: dança popular no século XVI.
2 - Deo gratias: graças a Deus.
3 - tordião: outra dança popular no século XVI.
4 - tanger: fazer soar um instrumento.
5 - clausura: convento.
6 - hábito: traje religioso.
7 - val: vale.
8 - mundanal: mundano.
9 - detença: demora.
10 - avença: acordo.
11 - ser pingado: ser pingado com gotas de gordura fervendo (segundo o imaginário popular, processo de
tortura que ocorreria no inferno).
(UNESP - 2017). No excerto, o escritor satiriza, sobretudo,
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X A) a concessão do perdão a almas pecadoras.
B) a compra do perdão para os pecados cometidos.
C) o desmantelamento da hierarquia eclesiástica.
D) preocupação do clero com a riqueza material.
E) o relaxamento dos costumes do clero.
Questão
007 (IFSP 2016) Considere o trecho para responder à questão.
No final do século XV, a Europa passava por grandes mudanças provocadas por invenções como a bússola,
pela expansão marítima que incrementou a indústria naval e o desenvolvimento do comércio com a
substituição da economia de subsistência, levando a agricultura a se tornar mais intensiva e regular. Deu-se
o crescimento urbano, especialmente das cidades portuárias, o florescimento de pequenas indústrias e todas
as demais mudanças econômicas do mercantilismo, inclusive o surgimento da burguesia.
Tomando-se por base o contexto histórico da época e os conhecimentos a respeito do Humanismo, marque
(V) para verdadeiro ou (F) para falso e assinale a alternativa correta.
( ) O Humanismo é o nome que se dá à produção escrita e literária do final da Idade Média e início da
moderna, ou seja, parte do século XV e início do XVI.
( ) Fernão Lopes é um importante prosador do Humanismo português. Destacam-se entre suas obras: Crônica
Del-Rei D. Pedro I, Crônica Del-Rei Fernando e Crônica de El-Rei D. João.
( ) Gil Vicente é um importante autor do teatro português e suas principais obras são: Auto da Barca do
Inferno e Farsa de Inês Pereira.
( ) Gil Vicente é um autor não reconhecido em Portugal, em virtude de sua prosa e documentação histórica
não participarem da cultura portuguesa.
X A) V, V, F, F.
B) F, V, V, F.
C) V, V, V, F.
D) V, F, F, V.
E) V, F, V, V.
Questão
008 O argumento da peça "A Farsa de Inês Pereira", de Gil Vicente, consiste na demonstração do refrão popular
"Mais quero asno que me carregue que cavalo que me derrube". Identifique a alternativa que NÃO
corresponde ao provérbio, na construção da farsa.
X A) O segundo casamento exemplifica o primeiro termo, asno que a carrega.
B) O escudeiro Brás da Mata corresponde ao cavalo, animal nobre, que a derruba.
C) Cavalo e asno identificam a mesma personagem em diferentes momentos de sua vida conjugal.
D) O asno corresponde a Pero Marques, primeiro pretendente e segundo marido de Inês.
E) A segunda parte do provérbio ilustra a experiência desastrosa do primeiro casamento.

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