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FUNDAMENTOS DA RELIGIÃO
NOSSA HISTÓRIA
A nossa história inicia com a realização do sonho de um grupo de empre-
sários, em atender à crescente demanda de alunos para cursos de Graduação
e Pós-Graduação. Com isso foi criado a nossa instituição, como entidade ofere-
cendo serviços educacionais em nível superior.
A instituição tem por objetivo formar diplomados nas diferentes áreas de
conhecimento, aptos para a inserção em setores profissionais e para a partici-
pação no desenvolvimento da sociedade brasileira, e colaborar na sua formação
contínua. Além de promover a divulgação de conhecimentos culturais, científicos
e técnicos que constituem patrimônio da humanidade e comunicar o saber atra-
vés do ensino, de publicação ou outras normas de comunicação.
A nossa missão é oferecer qualidade em conhecimento e cultura de forma
confiável e eficiente para que o aluno tenha oportunidade de construir uma base
profissional e ética. Dessa forma, conquistando o espaço de uma das instituições
modelo no país na oferta de cursos, primando sempre pela inovação tecnológica,
excelência no atendimento e valor do serviço oferecido.
Sumário
FUNDAMENTOS DA RELIGIÃO ........................................................................ 1
NOSSA HISTÓRIA ............................................................................................. 2
Introdução ao conceito de religião ...................................................................... 4
Religiões africanas ............................................................................................. 7
Religião Budista ............................................................................................... 16
Religião Islâmica .............................................................................................. 19
Religião católica ............................................................................................... 23
Religião Evangélica .......................................................................................... 30
Referências ...................................................................................................... 31
file:///C:/Users/Cliente/Desktop/FUNDAMENTOS%20DA%20RELIGIÃO.docx%23_Toc57378975
Introdução ao conceito de religião
O fenômeno religioso é uma variante importante dos relacionamentos hu-
manos e está intrinsicamente relacionado com esta, por isso muitas vezes é fe-
nômenos históricos para compreender as religiões.
A palavra “religião” tem origem no idioma latino e vem da expressão “reli-
gio”, cujo significado concreto e sua exata referência são alvos de debate. De
toda forma, a teoria mais aceita é de que a palavra “religio” fazia menção à ideia
de religar. Sendo assim, a religião seria um uma forma de religação dos homens
com os deuses e com o sagrado.
A religião surgiu durante os períodos Paleolítico e Neolítico, junto com
as primeiras agrupações humanas organizadas de maneira sedentária. Essas
manifestações estavam relacionadas com os fenômenos da natureza, portanto,
eram panteístas. Nesse sentido, os fenômenos da natureza eram entendidos
como uma manifestação divina.
De uma maneira geral, as religiões podem ser classificadas da seguinte
maneira:
Politeístas: caracterizadas pela crença em mais de um
deus. Exemplo: religião antiga dos gregos.
Monoteístas: caracterizadas pela crença em apenas um
deus. Exemplo: islamismo.
Panteístas: caracterizadas pela crença em espíritos da na-
tureza. Nessas religiões, a força da natureza é entendida como uma ma-
nifestação de uma divindade.
Formas de atuar de uma religião em uma sociedade
Determina as identidades sociais (ex: na antiga nação yu-
goslava, os croatas, os servios e os yugoslavosfalam a mesma língua,
mas estão separados pela religião; na Índia a parte muçulmana sente-se
diferente, por isso acabasse sendo Pakistan).
Pode atuar como norma social, isto é, algumas práticas ha-
bituais, podem ser mau vistas, inclusive castigadas, por ser mau conside-
radas pela religião (ex: mães solteiras foram em uma época mau vistas,
por ser considerado pecaminoso pela religião cristã). Também faz com
que determinadas profissões se considerem de segunda e inclusive de
terceira classe (ex: budistas, veem aos carniceiros de segunda ou terceira
classe por matar animais).
Também pode atuar como inspiradora da legislação, isto é,
atua de forma normativa (ex: as sociedades que proíbem a poligamia são
de tipo religioso). Também pode atuar como poder político, já que tinha
monarquias que fundamentavam sua autoridade no poder divino.
Estrutura socialmente as sociedades, em função de critérios
religiosos: por pureza, gêneros, classes sociais… (ex: as castas indianas
estruturam-se socialmente pela pureza ritual; no judaísmo a pureza ritual
determina as diferentes classes). Também tem uma estrutura atribuída
aos diferentes papéis, aos diferentes gêneros… (ex: no cristianismo e o
Islã à mulher dás-lhe o papel de mãe e esposa e ao homem dás-lhe um
âmbito político).
Que é a religião?
As definições utilizadas historicamente entram em dois tipos:
Definições substantivas
As que caracterizam o que é uma religião definindo sua essência, ten-
tando definir o que são.
Para Edward Taylor, a religião é “uma crença em seres es-
pirituais”. Mas esta definição tem o problema real de que deixa fossem
muitos elementos importantes das religiões como as práticas, que em
ocasiões são mais importantes que as crenças. O problema irreal é que
deixa fosse religiões tão importantes como o budismo, em concreto
em budismo theravada, já que nesta religião não creem em seres espiri-
tuais (o professor não está de acordo com a crítica do irreal, já que se
admite aos seres sobre naturales).
Emile Durkheim define a religião como “um sistema unifi-
cado de crenças e práticas relativas às coisas sagradas, isto é, coisas
postas a parte e proibidas, crenças e práticas que unem em uma comuni-
dade moral chamada igreja a todos aqueles que se unem a elas”. A van-
tagem desta definição é que introduz as práticas e que define a religião
não só pelo que é, senão por como funciona dentro da sociedade.
O problema é que define como objeto da religião as coisas sagradas sem
que ofereça outra definição do que são, salvo dizer que são coisas a parte e
proibidas, isto é, só existiriam coisas sagradas e profanas. Muitos antropólogos
não encontram essa separação funcionando na religião que eles estudam, isto
é, em muitas religiões, não funciona na realidade.
Para G. Vão der Leeuw, a religião são “as expressões de
uma faculdade inata no homem culturalmente determinada”. Esta defini-
ção afirma que os seres humanos sempre temos a necessidade de crer
em um ser supremo, mas isto exclui e os ateus.
Definições funcionalistas
Descrevem as religiões pelo que fazem dentro de uma sociedade. Afir-
mam que a religião fornece identidade, dá sentido, esperança… O problema é
que são muito amplas pelo que dentro delas poderíamos introduzir fenômenos
que normalmente não poderíamos introduzir como religiosos. Por exemplo, Yin-
ger afirma que “a religião é um sistema de crença e pratica, por médio do qual,
um grupo de gente luta com os problemas úteis da vida humana”. As religiões
cumprem estas condições, mas também há fenômenos, como os sistemas filo-
sóficos que se adaptam a esta definição.
As religiões possuem em comum alguns aspectos como:
Caráter público,
Hierarquias clericais,
Reuniões regulares,
Estabelecimento de limites entre o sacro e profano,
A sacralização de determinados locais, veneração de divindades.
Escrituras sagradas ou tradição oral,
Sacrifícios, festas, serviços funerários e matrimoniais, Meditação, arte, calendários religiosos e
Um sistema de crenças no sobrenatural, geralmente explicando a
vida após a morte ou a origem do Universo.
Religiões africanas
Quem trouxe o candomblé para o Brasil foram os negros que vieram
como escravos da África. Entre eles se destacavam dois grupos: os bantos (que
vinham de regiões como o Congo, Angola e Moçambique) e os sudaneses, que
vinham da Nigéria e do Benin (e que são os iorubas, ou nagôs, e os jêjes).
Porém, a religião oficial no Brasil era o catolicismo, trazido pelos brancos,
de origem portuguesa. O candomblé - culto africano que se tornou afro-brasi-
leiro - era encarado como bruxaria. Por isso era proibido e sua prática reprimida
pelas autoridades policiais. Assim, os negros passaram a cultuar suas divinda-
des e seguir seus costumes religiosos secretamente. Para disfarçar, identifica-
vam seus deuses com os santos da religião católica. Por exemplo, quando reza-
vam em sua língua para Santa Bárbara, estavam cultuando Iansã. Quando se
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1702u62.jhtm
http://educacao.uol.com.br/disciplinas/cultura-brasileira/raizes-negras-cultura-dos-escravos-contribuiu-para-a-formacao-do-brasil.htm
http://educacao.uol.com.br/disciplinas/cultura-brasileira/raizes-negras-cultura-dos-escravos-contribuiu-para-a-formacao-do-brasil.htm
dirigiam a Nossa Senhora da Conceição, estavam falando com Iemanjá. Esse
processo foi chamado de sincretismo religioso.
Candomblé retratado para a Unesco, pelo artista Carybé, argentino radi-
cado na Bahia
Candomblé
O Candomblé é a prática das crenças africanas trazidas para o Brasil pe-
las pessoas escravizadas. Portanto, não é uma religião africana e sim afro-bra-
sileira.
Por isso, a história do Candomblé se mistura com a do Catolicismo. Proi-
bidos de continuar com sua religião, os escravos usavam as imagens dos santos
para escapar da censura imposta pela Igreja. Isto explica o sincretismo encon-
trado no Candomblé no Brasil, algo que não se verifica na África.
Nos dias de hoje, porém, muitas casas de candomblé não aceitam o sin-
cretismo e buscam retornar às origens africanas. Igualmente, na versão brasi-
leira, temos uma mistura de orixás de várias regiões do continente africano.
https://www.todamateria.com.br/catolicismo/
https://www.todamateria.com.br/religiao-conceito-tipos/
Isto se deve ao fato dos negros que desembarcaram para serem escravos
eram de várias partes da África. Cada Orixá representa uma força ou personifi-
cação da natureza e também um povo ou uma nação
O Candomblé, como prática religiosa, ganhou contornos nítidos na Bahia
em meados do século XVIII e definiu-se durante o século XX. Atualmente, exis-
tem milhões de praticantes em todo Brasil, podendo chegar a mais de 1,5% da
população nacional.
A fim de preservar esta herança da cultura africana, a Lei Federal 6292,
de 15 de dezembro de 1975, tornou certos terreiros de candomblé patrimônio
material ou imaterial passível de tombamento.
Orixás do Candomblé
Os Orixás são entidades que representam a energia e a força da natureza.
Desempenham um papel fundamental no culto quando são incorporados pelos
praticantes mais experientes.
Possuem personalidades, habilidades, preferências rituais e fenômenos
naturais específicos, o que lhes conferem qualidades e forças distintas.
Os Orixás são entidades que representam a energia e a força da natureza.
Desempenham um papel fundamental no culto quando são incorporados pelos
praticantes mais experientes.
Possuem personalidades, habilidades, preferências rituais e fenômenos
naturais específicos, o que lhes conferem qualidades e forças distintas.
Fé Candomblecista
A crença do Candomblé é baseada no monoteísmo, embora alguns de-
fendam a ideia de culto a vários deuses, cada nação do Candomblé cultua apena
um deus. Existem três nações candomblecistas e cada uma cultua um deus.
A nação Ketu cultua Olorum, a nação Bantu, NZambi e a nação Jeje cul-
tua Mawu. No Brasil, devido ao sincretismo, alguns participantes consideram o
mesmo deus da Igreja Católica. Os candomblecistas acreditam na vida após a
morte e na predestinação.
Umbanda
No início do século 20, algumas décadas depois da abolição da escrava-
tura no Brasil, originou-se na cidade de Niterói, no Rio de Janeiro, um culto afro-
brasileiro muito importante: a umbanda. Ela incorpora práticas do candomblé, do
catolicismo e do espiritismo. É um culto mais brasileiro, mais simples e mais
https://www.educamaisbrasil.com.br/enem/religiao/monoteismo
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u46.jhtm
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1689u46.jhtm
popular, até porque seu idioma é o português e não as línguas ou dialetos afri-
canos. Mas a umbanda também sofreu perseguições. Muitos terreiros foram in-
vadidos pela polícia e os rituais foram proibidos.
No entanto, com a Proclamação da República, a Igreja e o Estado se se-
pararam. A partir daí, tornou-se um contrassenso a polícia discriminar uma reli-
gião. Além disso, com o movimento modernista e a valorização da cultura popu-
lar, as religiões afro-brasileiras tornaram-se objeto de interesse e estudo de in-
telectuais que saíram em sua defesa.
Desse modo, a umbanda deixou de ser perseguida e foi conquistando
muitos seguidores. Para a umbanda, o universo está povoado de entidades es-
pirituais que são chamadas guias e se comunicam através de uma pessoa inici-
ada, o médium. As guias se apresentam como pomba-gira, caboclo ou preto-
velho. O caboclo é a representação do índio brasileiro e o preto-velho representa
o negro no cativeiro. Existem muitas diferenças na maneira como a religião é
praticada nos diversos templos e terreiros de umbanda e nas diversas regiões
do Brasil.
A Origem da Umbanda (Bantu/Ameríndia)
Uma religião espiritualista, cristã, monoteísta e 100% brasileira.
Podemos começar explicando porque se diz que a Umbanda é brasileira
se possui tantos elementos vindos de outros lugares como, por exemplo, a
África.
O brasileiro (individuo nascido no Brasil) também traz traços e influências
de nossos antepassados e esses eram africanos, europeus e indígenas. A bra-
sileira umbanda é exatamente isso.
A religião, oficializada em 1908 (ano da primeira tenda registada em
cartório com o termo "Umbanda") teve suas origens muito antes disso.
É difícil traçar com exatidão um paralelo entre as diversas histórias que
poderiam ser consideradas como a verdade sobre o surgimento da Umbanda. A
maior Influência foi africana, mas também recebeu influências europeias, quer
seja do francês Kardecismo ou da romana igreja católica, entre outras que apor-
taram aqui no país depois do descobrimento.
http://educacao.uol.com.br/historia-brasil/ult1702u58.jhtm
http://educacao.uol.com.br/portugues/ult1706u30.jhtm
O mais importante é lembrar que chegaram "apenas" depois de 1500, e
que antes disso já viviam por aqui os índios, que já possuíam suas próprias cren-
ças, a maioria das tribos e etnias já acreditavam na existência da vida após a
morte e na comunicação com os espíritos.
Esses índios tiveram contato com os primeiros africanos escravizados, o
povo bantu.
O povo bantu começou a chegar do sul da África, mais precisamente da
região de Angola a partir de 1560, (diferente dos nagôs, povo Ioruba, que aportou
por aqui a partir de 1800 vindos do norte, região da Nigéria).
Esses escravos bantus acreditavam na incorporação e comunicação de
eguns (espíritos de antepassados desencarnados), assim como nossos índios
tupiniquins.
Porém, se na Umbanda, chamamos nossos Orixás de "Orixás" e não de
Vodus ou Inquices, se nosso Orixá do Trovão é Xangô e não Quevioso ou Nzazi,
estamos falando na língua Ioruba, que é a língua na nação Ketu/Nagô, e este
é sem dúvida o culto de nação do qual mais herdamos elementosna nossa litur-
gia, a exemplo da própria teogonia.
Isso porque, como já dissemos, o povo nagô, que fala ioruba, chegou aqui
no Brasil em uma época bem diferente do povo bantu. Foi por volta de 1800,
portanto, já no século onde se chegaria à Lei Áurea. Com isso, foi um povo que
teve menos dificuldade para se organizar e preservar melhor sua língua e cultura
que acabou se tornando a língua do axé afro-brasileiro de um modo geral.
Mas os Iorubas não acreditam na comunicação com os eguns, os Bantu
e os índios brasileiros sim, os Iorubas acreditam que somente o Orixá incor-
pora e somente o contato com estes é benéfico, enquanto os Bantu e os Índios
brasileiros acreditam que espíritos de nossos antepassados também podem se
comunicar pelos meios do transe.
Neste caso, podemos afirmar que somos mais parecidos com o povo
Bantu, ou melhor dizendo, que a origem da Umbanda se deu do encontro do
escravo Bantu com o índio nativo, este último já catequizado pelos portugue-
ses, portanto meio "acaboclado" como se dizia na época, e desse encontro cul-
tos populares que misturavam santos católicos, crenças indígenas e práticas
africanas foram aparecendo.
O catimbó nordestino, a jurema dos mestres, os batuques cariocas e su-
listas, são exemplos do resultado desse encontro.
Podemos dizer que o candomblé ketu/nagô dos iorubas ficou preservado
e repete no Brasil a forma como se cultuava na África. Já a crença dos escravos
bantu quase se perderam, ou melhor, se misturaram com as crenças de nossos
índios/caboclos mais ou menos convertidos ao cristianismo, dando origem aos
primeiros cultos que futuramente se conheceria como a grande religião popular
e 100% brasileira chamada Umbanda.
A própria palavra Umbanda ou "embanda" são oriundos da língua quim-
bunda de Angola, significando "magia", "arte de curar" Também era conhecida a
palavra "mbanda" significando "a arte de curar" ou "o culto pelo qual o sacerdote
curava", sendo que "mbanda" quer dizer "o Além, onde moram os espíritos".
Local de Culto da Umbanda
O local para a realização das cerimônias da umbanda chama-se Casa,
Terreiro ou Barracão. Igualmente, são feitas várias celebrações ao ar livre, junto
à natureza, em rios, cachoeiras ou na praia.
Essas cerimônias são presididas por um “pai” ou “mãe”, um sacerdote que
dirige os ritos e comanda a casa. Também é responsável por ensinar a doutrina
e os segredos da umbanda aos seus discípulos.
Cerimônias da Umbanda
Nestes locais realizam-se sessões de “passe”, no qual a entidade reorga-
niza o “campo energético astral” da pessoa.
Igualmente são feitas sessões de “descarrego”, quando é captada a ener-
gia negativa da pessoa e transferida para os fundamentos do templo. Note que
não é permitido qualquer tipo de remuneração por esses trabalhos espirituais.
As vestes mais usadas nestas cerimônias são de cor branca porque é a
cor neutra que agrada todos os orixás e guias.
Na Umbanda não se pratica o sacrifício de animais e se celebra rituais de
batizado, consagração e casamento.
Pontos de Umbanda
Os pontos de umbanda são cantigas para louvar, chamar e se despedir
do orixá e as linhas de entidades.
Acompanhadas por instrumentos de percussão como o atabaque é impor-
tante conhecer o ritmo de cada orixá/entidade. Este aprendizado começa na in-
fância do iniciado. Igualmente é preciso saber uma infinidade de canções.
Os pontos de umbanda e do candomblé influenciaram diretamente a mú-
sica popular brasileira.
Símbolos da Umbanda
Antes de iniciar as cerimônias na Umbanda é comum uma pessoa iniciada
riscar o chão com símbolos diversos: estrelas, cruzes, tridentes, traços retos ou
curvos, etc.
Estes podem variar de acordo com a casa de Umbanda, mas o sentido é
o mesmo. Ou seja, chamar as entidades que vão ser trabalhadas, garantir a che-
gada dos guias a serem incorporados, homenagear os orixás, trazer bons fluidos
e energias aos participantes.
https://www.todamateria.com.br/candomble/
É preciso observar que estes traços são apenas alguns dos muitos sím-
bolos que existem na Umbanda.
Crenças da Umbanda
A umbanda é um religião monoteísta, onde existe o conceito de um Deus
supremo, denominado “Olorum” ou “Oxalá”. Creem na imortalidade da alma, na
reencarnação e nas leis kármicas.
Acreditam em orixás, personificações de elementos da natureza e de
energia, e em guias espirituais, podem se incorporar durante certas cerimônias
e vir a Terra para ajudar as pessoas que necessitam.
Os guias são denominados “entidades” e cada orixá possui uma linha de
entidades que o auxilia.
Aqui listamos as principais entidades que se manifestam na Umbanda.
Caboclos: espíritos de índios que voltam ao mundo terreno
para ajudar pessoas com problemas de saúde.
Pretos velhos: pessoas que foram trazidos da África para
serem escravos no Brasil. Apesar de terem sofrido em vida, agora são
espíritos ditos evoluídos que dão ótimos conselhos a quem os procuram.
Baianos: pessoas que viveram na Bahia e que escolheram
serem guias e ajudar a quem precisa. Trabalham com emprego, saúde,
força moral.
Marinheiros/Marujos: em algumas regiões essa linha não
existe. Trabalham com limpeza psicológica, física, espiritual, e sempre fa-
lam a verdade. Estão sempre balançando por que vem do mar, tiveram
uma vida sofrida, mas de muito aprendizado.
Erês: são os espíritos das crianças. Risonhos e adoram
brincar. Consolam os aflitos, os pais e mães e, às vezes, cometem algu-
mas travessuras.
Malandros: são aquelas pessoas tiveram que usar de sua
esperteza para sobreviver. Um dos mais conhecidos é Zé Pelintra. Ficou
órfão de pai e mãe e para sobreviver começou a realizar pequenos roubos
e trapaças. Cuida das mulheres viciadas, das maltratadas, das prostitutas,
esquecidas.
https://www.todamateria.com.br/orixas-do-brasil/
Pomba-gira: são mulheres que em vida lutaram contra a si-
tuação opressora feminina e por isso, agora ajudam àquelas que passam
por problemas. Uma delas foi Maria Padilha, amante do rei Dom Pedro I
de Castela (1334-1369), retratada como mulher sensual, bem-vestida e
sedutora.
Religião Budista
Fundamentos do Budismo
O budismo surgiu na Índia, com Sidarta Gautama, conhecido como Buda
(o Iluminado), por volta do século VI a.C. Buda é visto pelos seus adeptos como
um guia espiritual e não como um Deus. Ele ensinava que o sofrimento que
ocorre muitas vezes em nossa vida vem do desejo de possuir. Para alcançar a
paz é importante suprimir todo desejo egoísta levando uma vida sem violência.
Um dos livros sagrados do budismo chama-se os Três Cestos, que conta
a vida de Buda e reúne seus sermões. Alguns budistas têm em seus lares um
butsudan: um pequeno altar diante do qual a família reza, onde há uma imagem
de Buda, placas com os nomes dos ancestrais, bastões de incenso, entre outros
elementos. O templo onde fazem oferendas de alimentos à Buda chama-se pa-
gode. Os monges vivem em mosteiros.
A base dos ensinamentos do Budismo é o sofrimento e a sua consequente
extinção. Siddharta Gautama teve a compreensão de que o sofrimento é decor-
rente do desejo em todas as suas formas. Quando se deseja algo e não se obtêm
a frustração gera o sofrimento, assim como quando se obtém o que se deseja
há o desejo de manter o objeto do desejo. Para Siddharta, o desejo deve ser
purificado de forma a eliminar o sofrimento. Siddharta codificou o mecanismo do
sofrimento nas Quatro Verdades Nobres, e como purificar o desejo no Nobre
Caminho Óctuplo.
Justamente por ter um aspecto prático, existem muitos debates se o Bu-
dismo deve ser considerado uma religião ou não. O Budismo originalmente pre-
ocupa-se apenas com a extinção do sofrimento humano, e não busca nenhuma
interpretação religiosa ou metafísica do universo, apesar das diversas escolas
budistas terem assimilados rituais,cultos e divindades de outras religiões para
expressar suas interpretações do budismo através dos tempos. Por isto é co-
mum que muitos praticantes de outras religiões também pratiquem doutrinas do
budismo. O judaísmo por exemplo não considera o Budismo em si como uma
forma de idolatria.
Ensinamentos do budismo
Os ensinamentos de Gautama, proferidos no parque da cidade de Bena-
res, definiu os caminhos a seguir para chegar à sabedoria da moderação e da
igualdade.
Segundo o budismo, existem Quatro Verdades:
1. A vida é sofrimento;
2. O sofrimento é fruto do desejo;
3. Ele acaba quando termina o desejo,
4. Ele é alcançado quando se segue os ensinados pelo Buda.
Com essas "Quatro Verdades Nobres", o homem dispõe dos elementos
básicos para enveredar pela "Senda das Oito Trilhas".
Dele exigirão pureza de fé, de vontade, de linguagem, de ação, de vida,
de aplicação, de memória e de meditação.
Da terceira e quarta trilhas, os seguidores de Buda extraíram cinco pre-
ceitos, parecidos com os mandamentos judaico cristão, pois aconselhavam a
não matar, não roubar, não cometer atos impuros, não mentir e não beber líqui-
dos inebriantes.
Características do Budismo
Os seguidores do Budismo acreditam que a doutrina contribui para en-
contrar da felicidade passageira (saúde, inteligência, prosperidade, beleza) e
também da definitiva (iluminação). Para obter esse objetivo, é necessário alcan-
çar o nirvana, ou seja, o estado de paz e tranquilidade. Somente com ele pode-
se dar fim aos sofrimentos.
O budismo crê na reencarnação e por isso prega o respeito e bondade
para com todos os elementos da Terra e seres vivos, pois na próxima vida a
pessoa pode experimentar estas outras formas. O ciclo das reencarnações, no
entanto, é definido por “Samsara” (fluxo contínuo de renascimentos) que toma
como base os carmas de cada indivíduo. O processo somente é interrompido
com o alcance da iluminação.
Assim como as más ações, boas ações e atitudes positivas geram carmas
para as próximas reencarnações. O "Caminho do Meio" é a única maneira de
impedir a reencarnação, pois o indivíduo teria controle sobre seus impulsos du-
rante a vivência na Terra.
O budismo não aprecia a devoção e adoração. Buda é considerado ape-
nas um guia ou professor. A doutrina é dividida em quatro escolas: Nyingma
Kagyu, Sakya e Gelupa. Cada uma delas tem suas próprias características, mas
se baseiam nos Três Tesouros ou Refúgios:
• Buda: o guia, o iluminado;
• Dharma: a lei soberana;
• Sangha: grupo de discípulos.
Oito Trilhas
Ao mesmo tempo, outro conceito muito importante do Budismo, são as
três marcas da existência: Insatisfação, a impermanência e a falta de um ‘eu’
autônomo. Dito isto, ainda existem a “Senda das Oito Trilhas”, que após seguir
as quatros verdades, se torna possível alcançar os caminhos da pureza. São
eles:
1. Pureza de Fé;
2. Vontade;
3. Linguagem;
4. Ação;
5. Vida;
6. Aplicação;
7. Memória;
8. Meditação.
Nesse ínterim, as escolas budistas mais conhecidas atualmente são:
Nyingma, Kagyu, Sakya e Gelupa. Portando, as quatro ensinam o caminho da
libertação pelas Três Joias: O Buda (como guia), o Dharma (lei ou doutrina pre-
gada por Buda) e o Sangha (discípulos do Budismo).
Religião Islâmica
Fundamentos do Islamismo
A religião muçulmana foi fundada pelo profeta Muhammad (Maomé). Seus
fundamentos estão escritos no livro sagrado chamado Alcorão ou Corão.
Muhammad (Maomé) nasceu no ano de 570 d.C., em Meca, numa família
de comerciantes. Aos 40 anos, segundo a tradição religiosa islâmica, Muham-
mad (Maomé) recebeu a visita do anjo Gabriel que lhe transmitiu a existência de
um único Deus (Alá). Inicia-se então a fase de pregação desta doutrina que é
monoteísta.
Inicialmente, em sua cidade natal, Muhammad encontrou grande resistên-
cia e oposição à sua pregação e acabou sendo perseguido, tendo que migrar
para a cidade vizinha de Medina no ano de 622 d.C. Este acontecimento é co-
nhecido como Hégira, marco inicial do calendário muçulmano.
Foi em Medina que Muhammad (Maomé) foi reconhecido como líder reli-
gioso capaz de unificar e estabelecer a paz entre as tribos árabes e implantar a
religião monoteísta.
O Islamismo é uma religião monoteísta, ou seja, acredita na existência de
um único Deus; é fundamentada nos ensinamentos de Mohammed, ou Muham-
mad, chamado pelos ocidentais de Maomé. Nascido em Meca, no ano 570, Ma-
omé começou sua pregação aos 40 anos, na região onde atualmente corres-
ponde ao território da Arábia Saudita. Conforme a tradição, o arcanjo Gabriel
revelou-lhe a existência de um Deus único.
A palavra islã significa submeter-se e exprime a obediência à lei e à von-
tade de Alá (Allah, Deus em árabe). Seus seguidores são os muçulmanos (Mus-
lim, em árabe), aquele que se subordina a Deus. Atualmente, é a religião que
mais se expande no mundo, está presente em mais de 80 países.
Alcorão, livro sagrado do Islamismo
O livro sagrado do Islamismo é o alcorão (do árabe alqur´rãn, leitura),
consiste na coletânea das revelações divinas recebidas por Maomé de 610 a
632. Seus principais ensinamentos são a onipotência de Deus e a necessidade
de bondade, generosidade e justiça nas relações entre os seres humanos.
O livro sagrado do Islamismo é chamado de "Alcorão" ou "Corão". Nele,
estão reunidas as palavras de Deus, reveladas ao profeta Maomé. Algumas ca-
racterísticas do islamismo são:
A crença na unidade de Deus;
Os livros sagrados que Deus revelou para guiar a humanidade;
Os profetas;
Os anjos;
O fatalismo.
Dentre os vários princípios do Islamismo, cinco são regras fundamentais
para os mulçumanos:
Crer em Alá, o único Deus, e em Maomé, seu profeta;
-Realizar cinco orações diárias comunitárias (sãlat);
-Ser generoso para com os pobres e dar esmolas;
-Obedecer ao jejum religioso durante o ramadã (mês anual de jejum);
- Ir em peregrinação à Meca pelo menos uma vez durante a vida (hajj).
Oração dos mulçumanos
Após a morte de Maomé, a religião islâmica sofreu ramificações, ocor-
rendo divisão em diversas vertentes com características distintas. As vertentes
do Islamismo que possuem maior quantidade de seguidores são a dos sunitas
(maioria) e a dos xiitas. Xiita significa “partidário de Ali” – Ali Abu Talib, califa
(soberano muçulmano) que se casou com Fátima, filha de Maomé, e acabou
assassinado. Os sunitas defenderam o califado de Abu Bakr, um dos primeiros
convertidos ao Islã e discípulo de Maomé. As principais características são:
Sunitas – defendem que o chefe do Estado mulçumano (califa) deve reunir
virtudes como honra, respeito pelas leis e capacidade de trabalho, porém, não
acham que ele deve ser infalível ou impecável em suas ações. Além do Alcorão,
os sunitas utilizam como fonte de ensinamentos religiosos as Sunas, livro que
reúne o conjunto de tradições recolhidas com os companheiros de Maomé.
Xiitas – alegam que a chefia do Estado muçulmano só pode ser ocupada
por alguém que seja descendente do profeta Maomé ou que possua algum vín-
culo de parentesco com ele. Afirmam que o chefe da comunidade islâmica, o
imã, é diretamente inspirado por Alá, sendo, por isso, um ser infalível. Aceitam
somente o Alcorão como fonte sagrada de ensinamentos religiosos.
Alguns pontos em comum entre Xiitas e Sunitas são: a individualidade de
Deus, a crença nas revelações de Maomé e a crença na ressurreição do profeta
no Dia do Julgamento.
Pilares da religião muçulmana: as 5 leis fundamentais
1. Proclamação de fé:
Trata-se da Shahada, que é o testemunho do muçulmano de que nin-
guém merece ser adorado, a não ser Allah, e que Maomé é seu mensageiro.
Qualquer pessoa que fizer essa declaração se torna muçulmana. Não é neces-
sário que haja formalidade ou celebração
2. Oração:
Ritualisticamente, osmuçulmanos fazem oração, a Salah, 5 vezes ao
dia. A Salah preza pela manutenção da fé islâmica e pela reafirmação da sub-
missão a Deus.
3. Caridade compulsória:
O terceiro pilar é a Zakah, uma espécie de caridade que vai além do ca-
ráter facultativo e beneficente que a palavra pressupõe, pois é tida como
uma obrigação do muçulmano que detém melhor condição financeira de
prestar apoio aos carentes e necessitados. Tal obrigação equivale a 2,5%
anuais do patrimônio individual.
4. O jejum do Ramadã:
Ramadã é o nono mês do calendário islâmico e deve ser passado em je-
jum pelos muçulmanos saudáveis. Sawm, o jejum, consiste na completa abs-
tenção de comida, bebida e atividades deleitosas (como sexo, jogos e diver-
sões) do nascer ao pôr-do-sol.
5. Peregrinação à Meca:
Entre os dias 8 e 13 do mês de Dhu al-Hijja, último do calendário islâmico,
os muçulmanos celebram o Hajj. Trata-se da peregrinação que, ao menos
uma vez na vida, todo muçulmano que goze de condições físicas e financeiras
deve fazer à cidade sagrada, Meca, na Arábia Saudita. A tradição remonta a
Abraão, considerado o “pai de todos os profetas”. Todos os anos, milhões de
muçulmanos vão à Meca durante o evento. Em 2018, na semana de início, o
governo saudita já indicava expectativa de 2,3 milhões de peregrinos.
No Brasil, o Islamismo chegou, primeiramente, através dos escravos afri-
canos trazidos ao país. Posteriormente, ocorreu um grande fluxo migratório de
árabes para o território brasileiro, contribuindo para a expansão da religião. A
primeira mesquita islâmica no Brasil foi fundada em 1929, em São Paulo. Atual-
mente existem aproximadamente 27,3 mil muçulmanos no Brasil.
Religião católica
Os Fundamentos da Igreja
https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2018/08/milhoes-de-peregrinos-vao-a-meca-nesta-semana-entenda-por-que.shtml
https://www1.folha.uol.com.br/mundo/2018/08/milhoes-de-peregrinos-vao-a-meca-nesta-semana-entenda-por-que.shtml
"E eu te digo que tu és Pedro, e sobre esta pedra edificarei a minha Igreja,
e as portas do inferno não prevalecerão contra ela; e eu te darei as chaves do
reino dos Céus: e tudo o que desatares sobre a terra, será desatado também
nos céus." (Mt. 16, 18)
Como isso é claro e positivo! Jesus Cristo muda o nome de Simão, em
pedra (aramaico: Kephas, significa pedra e pedro, numa única palavra, como em
francês Pierre é o nome de uma pessoa e o nome do minério pedra).
Deus fez diversas vezes tais mudanças, para que o nome exprimisse o
papel especial que deve representar a pessoa. Assim mudou o nome de Abrão
em Abraão (Gn 17, 5), para exprimir que devia ser o pai de muitos povos.
Mudou ainda o nome de Jacob em Israel (Gn 32, 28) para significar a
"força contra Deus". Assim Jesus Cristo mudou o nome de Simão em Pedro,
sobre a qual estará fundada a Igreja, sendo o seu construtor o próprio Cristo.
Em todo o trecho em que Nosso Senhor confirma S. Pedro como primeiro
Papa, fica evidente que Ele se dirige, exclusivamente, a S. Pedro, sem um mí-
nimo desvio: "Eu te digo... Tu és Pedro... Sobre esta pedra edificarei... Eu te
darei... O que desatares..."
S. Pedro é a pessoa a quem tudo é dirigido ... é ele o centro de todo este
texto.
Esse ponto é muito importante, pois a interpretação truncada dos protes-
tantes quer admitir o absurdo de que Nosso Senhor não sabia se exprimir corre-
tamente. Eles dizem que Cristo queria dizer: "Simão, tu és pedra, mas não edifi-
carei sobre ti a minha Igreja, por que não és pedra, senão sobre mim." Ora, é
uma contradição, pois Nosso Senhor alterou o nome de Simão para "Kephas",
deixando claro quem seria a "pedra" visível de Sua Igreja.
A primazia de S. Pedro comprovada nas Sagradas Escrituras e na
Tradição
"Eu te darei as chaves do Reino dos Céus" [a S. Pedro] - (Mt. 16, 17-19)
- Primazia de jurisdição sobre todos, pois é a ele que a sentença é dita.
O primado de S. Pedro sobre os outros fica claramente expresso quando
ele: 1) preside e dirige a escolha de Matias para o lugar de Judas (At 1,1-25); 2)
É o primeiro a anunciar o evangelho no dia de Pentecostes (At 2, 14); 3) Teste-
munha, diante do Sinédrio, a mensagem de Cristo (At 10, 1); 4) Acolhe na Igreja
o primeiro Pagão (At 10,1); 5) Fala primeiro no Concílio dos Apóstolos, em Jeru-
salém, e decide sobre a questão da circuncisão: "Então toda a assembléia silen-
ciou" (At 15, 7-12), etc.
Todos os sucessores dos apóstolos atestam o primado de Pedro e dos
seus sucessores, como, por exemplo: 1) Tertuliano: "A Igreja foi construída sobre
Pedro"; 2) S. Cipriano: "Sobre um só foi construída a Igreja: Pedro"; Santo Am-
brósio: "Onde há Pedro, aí há a Igreja de Jesus Cristo".
S. Mateus enumerando os apóstolos, confirma o primado de S. Pedro: "O
primeiro, Simão, que se chama Pedro" (Mt 10, 2).
No século I, o Bispo de Roma, Clemente, escrevendo aos Coríntios, para
chamar à ordem os que injustamente tinham demitido os presbíteros, declara-
lhes que serão réus de falta grave se não lhe obedecerem. O procedimento de
Clemente de Roma tem maior importância, se considerarmos que nessa época
ainda vivia o apóstolo S. João que não deixaria de intervir se o Bispo de Roma
estivesse no mesmo plano dos outros bispos.
No princípio do sec. II, Santo Inácio escreve aos romanos que a Igreja de
Roma preside a todas as demais.
S. Irineu diz ser a Igreja Romana a "máxima" e fundada pelos apóstolos
Pedro e Paulo (Heres. 3. 3. 2). Traz mais a lista dos dirigentes da Igreja Romana
desde S. Pedro ate o Papa reinante no tempo dele, que era S. Eleuterio. Ao todo
eram só doze. Eis a lista de modo ascensional: Eleuterio; Sotero; Aniceto; Pio;
Higino; Telesfor; Xisto; Alexandre; Evaristo; Clemente; Anacleto; Lino; Pedro.
(veja que S. Irineu deve ter vivido no entre o ano 100 e 200 DC). S. Jerônimo
escrevendo a S. Dâmaso, Papa, diz: "Eu me estreito a Vossa Santidade que
equivale a Cátedra de Pedro. E esta a pedra sobre a qual Jesus Cristo fundou a
sua Igreja. Seguro em vossa cátedra eu sigo a Jesus Cristo". Fala nisto direta ou
indiretamente diversos santos e cristãos dos primeiros séculos, formando a mais
universal das tradições, a mais firme convicção histórica. Só para citar alguns:
S. Epifanio, Osório Pedro de Alexandria, Dionísio de Corinto, S. João Crisós-
tomo, Papias, etc.
Nosso Senhor: "Simão, Simão, eis que Satanás vos pediu com instância
para vos joeirar como trigo; mas eu roguei por ti, para que não desfaleça a tua
fé; e tu, uma vez convertido, confirma os teus irmãos" (Luc. 22, 31-32). Ou seja,
é S. Pedro que tem a missão, dada pelo próprio messias, de 'confirmar' seus
irmãos. Essa missão supõe, evidentemente, o primado de jurisdição.
S. Pedro é nomeado pastor das ovelhas de Cristo. Após a Ressurreição,
Nosso Senhor confia a Pedro a guarda de seu rebanho, isto é, confia-lhe o cui-
dado de toda a cristandade, dos cordeiros e das ovelhas: "Apascenta os meus
cordeiros", repete-lhe duas vezes; e à terceira: "apascenta as minhas ovelhas"
(Jo. 21, 15-17). Ora, conforme o uso corrente das línguas orientais, a palavra
apascentar significa "governar". Apascentar os cordeiros e as ovelhas é, por-
tanto, governar com autoridade soberana a Igreja de Cristo; é ser o chefe su-
premo; é ter o primado. Além do que a imagem de "pastor" designa, na Sagrada
Escritura, o Messias e sua obra (cf. Mq 2,13; 4,6s; Sf 3,18s, Jr 23,3; 31,19; Is
30,11; 49,9s). Ora, confiando a S. Pedro a missão de pastor, Nosso Senhor o
constituiu seu representante visível na Terra.
No catálogo dos apóstolos (Mt 10, 2-4; Mc 3, 16-19; Lc 6, 13-16; At 1, 13),
S. Pedro sempre é colocado em primeiro lugar. Em Mt. 10, 2 lê-se explicitamente
que Pedro é o primeiro ("Prótos"). Ora, "prótos" tanto quer dizer o primeiro nu-
mericamente como o primeiro em dignidade e honra (v. Mt 20, 27; Mc 12, 28,31;
At 13, 50; 28,17).
Em Mt. 17, 24-27, curiosamente, Nosso Senhormandou pagar o tributo
ao templo em nome Dele e de S. Pedro, demonstrando a importância daquele
que seria o seu representante visível. Ele não manda que se pague em nome
dos outros apóstolos, apenas de S. Pedro.
S. Pedro esteve em Roma, foi o primeiro Bispo de Roma e foi marti-
rizado em Roma
A estadia de S. Pedro em Roma é incontestável historicamente. Sobre ela
atestam Orígenes (ano 254), Clemente de Alexandria (215), Tertuliano (222), S.
Irineu (202), Dionísio (171). Do século primeiro, convém destacar S. Inácio (107)
e Clemente Romano (101). Esses historiadores e testemunhas são reconheci-
dos, pela crítica moderna, como autoridades dignas de fé.
Existe uma série ininterrupta de testemunhos do Século III até aos após-
tolos e isso sem uma voz discorde.
Em Cartago e em Corinto, em Alexandria e Roma, na Gália como na
África, no Oriente como no Ocidente, a viagem de S. Pedro a Roma é afirmada
unanimemente, como fato sobre o qual não pairou nunca a mínima dúvida.
Orígenes (+ 254) diz: "S. Pedro, ao ser martirizado em Roma, pediu e
obteve fosse crucificado de cabeça para baixo" (Com. in Genes., t. 3).
Clemente de Alexandria ( + 215) diz: "Marcos escreveu o seu Evangelho
a pedido dos Romanos que ouviram a pregação de Pedro" (Hist. Ecl. VI, 14).
Tertuliano (+ c. 222), por sua vez, diz: "Nero foi o primeiro a banhar no
sangue o berço da fé. Pedro então, segundo a promessa de Cristo, foi por outrem
cingido quando o suspenderam na Cruz" (Scorp. c. 15).
No século II abundam igualmente provas.
Santo Irineu (+ 202) escreve na sua grande obra "contra as heresias":
"Mateus, achando-se entre os hebreus, escreveu o Evangelho na língua deles,
enquanto Pedro e Paulo evangelizavam em Roma e aí fundavam a Igreja" (L. 3,
c. 1, n. 1, v. 4).
Dionísio (+ 171) escreve ao papa Sotero: "S. Pedro e S. Paulo foram à
Itália, onde doutrinaram e sofreram o martírio no mesmo tempo" (Evas. Hist.
Eccl. II 25).
Do século I convém destacar:
Santo Inácio (+ 107), Bispo de Antioquia, que conviveu longos anos com
os apóstolos. Condenado por Trajano, fez viagem para Roma, onde foi suplici-
ado, tendo escrito antes uma carta aos Romanos onde diz: "Tudo isso eu não
vos ordeno como Pedro e Paulo; eles eram apóstolos, e eu sou um condenado"
(ad Rom., c IV).
Clemente Romano (+101), 3o sucessor de S. Pedro, conheceu-o pesso-
almente em Roma. É, por isso, autoridade de valor excepcional. Eis o que es-
creve: "Ponhamos diante dos olhos os bons apóstolos Pedro e Paulo. Pedro que,
pelo ódio iníquo, sofreu; e depois do martírio, foi-se para a mansão da glória. A
estes santos varões, que ensinavam a santidade, associou-se grande multidão
de eleitos, que, supliciados pelo ódio, foram entre nós de ótimo exemplo".
Note que só estão citados autores do início do cristianismo, para que não
fique dúvida acerca da idoneidade dos testemunhos, que poderiam ser objeto de
dúvida dos protestantes... É bom revelar que nenhum protestante imparcial teve
a ousadia de contestar esses historiadores.
É, portanto, um fato certo que S. Pedro esteve em Roma e foi ali martiri-
zado sob o reinado de Nero. Nenhum historiador, até os protestantes, isto é,
durante 1500 anos, o contesta; ao contrário: para todos eles é um fato notório e
público.
Vamos agora provar que S. Pedro foi o primeiro Bispo de Roma:
Poderíamos citar muitas longas passagens de S. Irineu, Caio, S. Cipriano,
S. Agostinho, S. Optato, S. Jerônimo, Sulpício Severo, que atestam "unânimes"
o episcopado romano do príncipe dos apóstolos. Limitemo-nos a umas curtas
citações:
Caio: falando de S. Vitor, Papa, diz: "Desde Pedro ele foi o décimo terceiro
Bispo de Roma" (ad Euseb. 128)
S. Jerônimo: "Simão Pedro foi a Roma e aí ocupou a cátedra sacerdotal
durante 25 anos" (De Viris Ill. 1, 1).
S. Agostinho: "S. Lino sucedeu a S. Pedro" (Epist. 53)
Sulpício Severo, falando do tempo de Nero, diz: "Neste tempo, Pedro
exercia em Roma a função de Bispo" (His. Sacr., n. 28)
S. Ireneu: "Os apóstolos Pedro e Paulo fundaram a Igreja, e o primeiro
remeteu o episcopado a Lino, a quem sucedeu Anacleto e depois Clemente".
Convém notar ainda que todos os catálogos dos Bispos de Roma, orga-
nizados segundo os documentos primitivos, pelos antigos escritores, colocam
invariavelmente o nome de Pedro à frente de todos.
A Sucessão Apostólica
Agora veremos como o Papa é sucessor direto de S. Pedro, primeiro
Bispo de Roma:
Primeiramente, os protestantes deveriam provar que o Papa não é suces-
sor de S. Pedro, todavia, como eles não tem nenhum texto histórico ou religioso
que prove, eles pedem uma prova dos católicos. Eles só negam, nada podem
afirmar.
Vamos analisar as Sagradas Escrituras. Lá existe não só a investidura de
S. Pedro como chefe visível da Igreja, mas a investidura perpétua dos apóstolos,
para serem os "enviados" de Cristo (Mt. 28, 18 - 20): "É me dado todo o poder
no céu e na terra; ide pois e ensinai a todos os povos e eis que estou convosco
todos os dias até a consumação do mundo".
Que quer dizer isso?
1 - Cristo tem todo poder, é a primeira parte
2 - Cristo transmite este poder, é a segunda parte (Lembremo-nos, no
mesmo sentido, da frase: "tudo que ligares na terra será ligado no céu e tudo o
que desligares na terra será desligado no céu")
3 - A quem Ele transmite? Aos apóstolos.
4 - Até quando? Até a consumação do mundo
Ora, Cristo transmitiu este poder unicamente aos apóstolos presentes?
Não pode ser, pois os apóstolos deviam morrer um dia, como todos os homens
morrem. Ele diz: "estarei convosco até à consumação do mundo".
Se Ele promete estar com os apóstolos até o fim do mundo, é claro que
ele não está se dirigindo aos apóstolos como pessoas físicas, mas como um
"corpo moral", que deve perpetuar-se nos seus sucessores, e hão de durar ata
o fim dos tempos.
Eis uma prova evidente que o bispo de Roma, que é o Papa, é o sucessor
de S. Pedro e de sua "jurisdição".
A sucessão também é observada nos primeiros cristãos, que nomeavam
diáconos e bispos, transmitindo-lhes as obrigações de seus antecessores.
Jesus Cristo, fundando uma sociedade religiosa visível, que devia durar
até ao fim do mundo, devia necessariamente nomear um chefe, com sucessão,
para perpetuar a mesma autoridade: "Quem vos escuta, escuta a mim" (Mt 28,
18). Se assim não fosse, Nosso Senhor não teria podido dizer: "Eis que estou
convosco todos os dias até o fim do mundo"; devia ter dito que estaria apenas
com S. Pedro até o fim de sua vida. Dessa forma, cumpre-se o que manda a
Bíblia: "Um só senhor, uma só fé, um só batismo" (Ef. 4, 5).
Crenças Católicas
A fonte de fé católica é a Bíblia e a Tradição Oral da Igreja;
Os católicos acreditam na Santíssima Trindade, três pes-
soas - Pai, Filho e Espírito Santo - que formam um só Deus.
Creem na intercessão da Virgem Maria e nos santos, que
eram pessoas que viveram de acordo com os ensinamentos bíblicos.
Todos os domingos e dias considerados santos, os católicos
devem ir assistir a missa, onde é celebrada a Eucaristia e se escutam
trechos da Bíblia que são comentados por um sacerdote.
Os fiéis acreditam que recebem a graça de Deus através do
recebimento de determinados rituais, chamados sacramentos, ao longo
da vida cristã. São sete sacramentos: Batismo, Crisma, Eucaristia, Con-
fissão, Ordem, Matrimônio e Extrema-unção.
Religião Evangélica
O protestantismo é um dos principais ramos (juntamente com a Igreja
Católica Apostólica Romana e a Igreja Ortodoxa) do cristianismo. Este movi-
mento iniciou-se na Europa Central no início do século XVI como uma reação
contra as doutrinas e práticas do catolicismo romano medieval.[1] Os protestan-
tes também são conhecidos pelo nome de evangélicos juntamente com os pen-
tecostais e neopentecostais oriundos de Igrejas Protestantes.[2]
No Brasil, entretanto, o termo "protestante"é geralmente usado para se
referir às Igrejas oriundas diretamente e contemporaneamente da Reforma Pro-
testante, como a Luterana, a Presbiteriana, a Anglicana, a Metodista, Batista e
a Congregacional; o termo "evangélico" é usado para se referir tanto a essas,
com exceção da Anglicana, quanto àquelas indiretamente e/ou posteriormente
oriundas da reforma, como as pentecostais e as neopentecostais. Adeptos des-
sas também são chamados de protestantes, embora, no Brasil, por preferência
https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Cat%C3%B3lica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Cat%C3%B3lica
https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Ortodoxa
https://pt.wikipedia.org/wiki/Cristianismo
https://pt.wikipedia.org/wiki/Europa_Central
https://pt.wikipedia.org/wiki/Idade_M%C3%A9dia
https://pt.wikipedia.org/wiki/Protestantismo#cite_note-EB-1
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pentecostais
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pentecostais
https://pt.wikipedia.org/wiki/Neopentecostais
https://pt.wikipedia.org/wiki/Reforma_Protestante
https://pt.wikipedia.org/wiki/Protestantismo#cite_note-2
https://pt.wikipedia.org/wiki/Brasil
https://pt.wikipedia.org/wiki/Reforma_Protestante
https://pt.wikipedia.org/wiki/Reforma_Protestante
https://pt.wikipedia.org/wiki/Luterana
https://pt.wikipedia.org/wiki/Presbiteriana
https://pt.wikipedia.org/wiki/Anglicana
https://pt.wikipedia.org/wiki/Metodista
https://pt.wikipedia.org/wiki/Igreja_Batista
https://pt.wikipedia.org/wiki/Congregacional
https://pt.wikipedia.org/wiki/Anglicana
https://pt.wikipedia.org/wiki/Pentecostais
https://pt.wikipedia.org/wiki/Neopentecostais
de nomenclatura, não costumem se denominar assim, preferindo a nomencla-
tura evangélicos. Todo Protestante é Evangélico, mas nem todos os Evangélicos
são protestantes.
As doutrinas das inúmeras denominações protestantes variam, mas mui-
tas incluem a justificação por graça mediante a fé somente - doutrina conhecida
como Sola fide, o sacerdócio de todos os crentes - e a Bíblia como única regra
em matéria de fé e ordem, doutrina conhecida como Sola scriptura.
No século XVI, seguidores de Martinho Lutero fundaram Igrejas Lutera-
nas -Evangelische Kirche, em alemão - na Alemanha e na Escandinávia. As igre-
jas reformadas (ou presbiterianas) na Suíça e na França foram fundadas
por João Calvino e também por reformadores como Ulrico Zuínglio. Thomas
Cranmer reformou a Igreja da Inglaterra e, depois, John Knox fundou uma co-
munhão calvinistana Igreja da Escócia.
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