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1 Área Área 2 2 Relação entre Estrutura e Relação entre Estrutura e PropriedadesPropriedades Propriedades MecânicasPropriedades Mecânicas Diagrama tensãoDiagrama tensão--deformaçãodeformação Propriedades mecânicas estabelecidas por ensaios carga aplicada - tração - compressão - cisalhamento Diagrama σ x ε cisalhamento forma de aplicação variável com o tempo tempo de aplicação - curto - longo Fadiga Impacto Fluência condições do meio - constante com o tempo - temperatura - umidade Fluência Fadiga estática Fadiga 2 σescoamento 4Tensão máxima escoamento σ Plásticaσmax σr pt ra Informações importantes a partir do diagrama σ x ε ruptura 4Deformação elástica plástica 4Ductilidade 4Tenacidade ε Elástica σruptura Resiliência TenacidadeDuctilidade Tenacidade 4Resiliência 4Módulo de Elasticidade (E) Deformação Elástica ⇒ Precede à deformação plástica ⇒ É reversível Deformação Plástica ⇒ É provocada por tensões que ultrapassam o limite de elasticidade Informações importantes a partir do diagrama σ x ε ⇒ É reversível ⇒ Desaparece quando a tensão é removida ⇒ É praticamente proporcional à tensão aplicada (obedece a lei de Hooke) ⇒ É irreversível porque é resultado do deslocamento permanente dos átomos e portanto não desaparece quando a tensão é removida Plástica Elástica 3 11aa REGIÃO DO DIAGRAMA REGIÃO DO DIAGRAMA σσ xx εε Região elástica Ponto de rupturaLimite de resistência Deformação elástica Deformação plásticaσ σ σ Início do escoamento Te ns ão (σ ) σ Região elástica: Deformação elástica Módulo de elasticidade Limite de elasticidade = E = Módulo de elasticidade Deformação (ε) Δ σ Δ ε Módulo de elasticidade E = σσ//εε Região elástica ⇒⇒ Relação com níveis da estrutura - atômica energia de ligação - cristalina deslocamento regiões povoadas - microestrutural homogeneidade imperfeições ⇒⇒ Relação com o processo de fabricação ⇒⇒ Relação com outras propriedades 4 Relação E com a estrutura atômica Região elástica Forças atrativas e repulsivas na ligação entre dois elementos. Diferentes somatório de forças na ligação entre dois elementos, obtendo-se diferentes módulos de elasticidade. Relação E com a microestrutura Região elástica ANISOTROPIA D d d d ã ( i t ã f ) Dependendo do grão (sua orientação, forma,...) o valor do módulo de elasticidade varia. 5 Relação E com o ambiente TEMPERATURA Região elástica Fe Cu Al Mg relação de E com temperatura Este comportamento é observado em materiais cerâmicos e materiais metálicos. Mg E x temperatura para diferentes metais Relação E com a microestrutura POROSIDADE Figura mostrando o comportamento Região elástica g p acentuado da diminuição da rigidez em relação a porosidade para materiais cerâmicos, metálicos e poliméricos. Relação de E com a porosidade E=E0(1-1,9P+0,9P2) 6 Relação E com a deformação plástica ⇒⇒ ocorre em metais Região elástica E x deformação plástica Não modifica o módulo de elasticidade (a rigidez) do t i lmaterial Modifica a Tensão de escoamento Ductilidade 22aa REGIÃO DO DIAGRAMA REGIÃO DO DIAGRAMA σσ xx εε Transição elástico-plástica: Resistência ao escoamento Região Plástica Ponto de ruptura Limite de resistência Região plástica: Deformação plástica Resistência máxima Ductilidade Ponto de ruptura Deformação plástica σ σ Te ns ão (σ ) Ponto de ruptura Deformação (ε) 7 COMO OS MATERIAIS COMO OS MATERIAIS DEFORMAMDEFORMAM (e ROMPEM)?(e ROMPEM)? Região Plástica 1a Hipótese: ruptura ao mesmo tempo de todas as ligações. A resistência mecânica seria extremamente elevada comparada à obtida na prática (1000 x!). 2a Hipótese: deslizamento de planos até a ruptura. Deslizamento Região Plástica ⇒⇒ materiais podem ser solicitados por tração, compressão ou cisalhamento solicitações de tração e ç ç compressão podem ser decompostas em tensões de cisalhamento puras Componentes de cisalhamento (a) tração; (b) compressão 8 Cristais apresentam menor resistência ao cisalhamento que à tração e compressão, Deslizamento Região Plástica p q ç p , logo esta é a solicitação responsável pela deformação destes materiais CRISTAIS DEFORMAM-SE PELO DESLIZAMENTO DE PLANOS CRISTALINOS EM RELAÇÃO AOS DEMAISRELAÇÃO AOS DEMAIS ⇒ Escala microscópica: - deformação plástica é o resultado do movimento dos átomos devido à tensão aplicada - durante este processo ligações são quebradas e outras refeitas. O d li t i f il t l d t di õ l Deslizamento em monocristal Região Plástica ⇒ O deslizamento ocorre mais facilmente ao longo de certas direções e planos MAIS POVOADOS PLANO DE DESLIZAMENTO SISTEMA DE DESLIZAMENTO DIREÇÃO DE DESLIZAMENTO ⇒ O NÚMERO DE SISTEMAS (plano + direção) ATRAVÉS DOS QUAIS PODE OCORRER O DESLIZAMENTO VARIA COM A ESTRUTURA CRISTALINA 9 Em monocristais dúcteis o deslizamento ocorre em múltiplos planos, em conseqüência observa-se bandas de deslizamento na superfície destes metais. Deslizamento em monocristal Região Plástica deslizamento provocado pela deformação plástica, devido à força aplicada Linhas de deslizamento no interior das bandas de deslizamento (ampliado) LEI DE SCHMID Deslizamento em monocristal Região Plástica tensão de cisalhamento τ = F cos λ (a) frágil (b) dúctil τ = F cos λ A/cos ϕ τ= F . cos λ . cos ϕ A τ= σ .cos λ . cos ϕ 10 LEI DE SCHMID Deslizamento em monocristal Região Plástica Tensão de cisalhamento resolvida crítica (τtcrc): tensão de cisalhamento mínima exigida para iniciar o escorregamentoiniciar o escorregamento. σy = τcrss/(cosφ cosλ)max Para φ = λ = 45o σe = 2τcrss Mecanismo hipotético de deslizamento simplificado Assumindo o mecanismo abaixo e calculando o limite de resistência dos metais, obtém- Região Plástica (a) (b) , se um valor na ordem de 20x Metais não são tão resistentes Deve existir outro mecanismo ( ) (b) (c) Mecanismo hipotético simplificado, na verdade os metais se deformam com uma tensão de cisalhamento menor que a exigida por este mecanismo. 11 1a Hipótese: ruptura ao mesmo tempo de todas as ligações COMO OS MATERIAIS COMO OS MATERIAIS DEFORMAMDEFORMAM (e ROMPEM)?(e ROMPEM)? Região Plástica 1 Hipótese: ruptura ao mesmo tempo de todas as ligações. A resistência mecânica seria extremamente elevada comparada à obtida na prática (1000 x!). 2a Hipótese: deslizamento de planos até a ruptura. A resistência mecânica ainda bastante elevada (20x!). 3a Hipótese: deslizamento facilitado por movimento de discordâncias. A resistência mecânica da mesma ordem de grandeza da prática. Materiais sólidos cristalinos apresentam menor resistência ao cisalhamento que à tração e compressão, logo esta é a solicitação responsável pela deformação destes Região Plástica ç p g ç p p ç materiais CRISTAIS DEFORMAM-SE PELO DESLIZAMENTO DE PLANOS CRISTALINOS EM RELAÇÃO AOS DEMAISÇ O DESLIZAMENTO DE PLANOS ATÔMICOS (CRISTALINOS) ENVOLVE O MOVIMENTO DE DISCORDÂNCIAS 12 O que é discordância? Deformação plástica e discordâncias Região Plástica Defeito linear da estrutura cristalina: Deformação plástica e discordâncias Região Plástica Esquema mostrando como o movimento de discordância em cunha origina um degrau unitário de deslizamento. 13 Discordâncias e Mecanismos de Aumento de ResistênciaDiscordâncias e Mecanismos de Aumento de Resistência • A deformação plástica corresponde ao i t d d tid d dmovimento de uma grande quantidade de discordâncias; O movimento de uma discordância se dá de forma discreta (pequenos deslocamentos por vez). O movimento de um plano inteiro de uma vez exigiria uma imensag quantidade de energia para ser realizado. Sistemas de EscorregamentoSistemas de Escorregamento • Existe um plano (plano de escorregamento) e uma direção preferenciais, nas quais ocorrerá mais facilmente um escorregamento; A esta combinação é dada o nome de sistema de escorregamento. 14 Sistemas de EscorregamentoSistemas de Escorregamento O plano preferencialé o de maior densidade planar; A direção preferencial é a que apresenta a maior densidade linear. Para o caso de discordâncias de aresta, esta direção é dada pelo vetor de burgers. Plano de escorregamento (menor densidade planar) Plano de escorregamento (maior densidade planar) Distância de deslocamento Sistemas de EscorregamentoSistemas de Escorregamento Geralmente, metais com maior número de sistemas de escorregamento são mais dúcteis. Por isso, metais com estruturas dos tipos CFC e CCC são dúcteis e metais com estrutura HC são frágeis. 15 Deformação plástica e discordâncias Região Plástica Nos sólidos cristalinos a deformação plástica geralmente envolve: - deslizamento de planos atômicos - movimento de discordâncias - formação de maclas Formação e movimento das discordâncias têm papel fundamental para t d i tê i â i it t i io aumento da resistência mecânica em muitos materiais A resistência mecânica pode ser aumentada restringindo-se o movimento das discordâncias Maclagem Discordâncias não são o único defeito cristalino responsável pela deformação plástica maclas também contribuem Região Plástica deformação plástica maclas também contribuem A deformação em materiais CFC, como o cobre, é comum ocorrer por maclação. Segundo mecanismo de deformação plástica em METAIS Produção de maclas: uma força cisalhante age ao longo do contorno de grão, causando a transformação dos átomos para novas posições 16 Uma parte da rede atômica deforma-se originando a sua transformação a imagem, num espelho plano, da parte não deformada da rede que lhe fica adjacente. PLANO DE MACLA: plano cristalográfico que separa as regiões deformada e não f MaclagemRegião Plástica deformada da rede. DIREÇÃO DE MACLAGEM: direção específica em que ocorre a maclagem. Átomos se movem em distâncias proporcionais às respectivas distâncias ao plano de macla. MaclagemRegião Plástica Diferença básica entre o efeito do deslizamento e da maclagem na topografia da superfície de um material metálico deformado. Deslizamento Maclagem 17 Produção de maclas pode ser iniciada sob a ação de uma força cisalhante, ao longo de seu contorno Contorno de maclas interfere no escorregamento e ↑ RM MaclagemRegião Plástica estrutura cristalina microestrutura OBSTRUÇÃO DO DESLIZAMENTO POR: Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica OBSTRUÇÃO DO DESLIZAMENTO POR: 1. Solubilização de um segundo elemento na rede 2. Precipitação de uma segunda fase 3 Contorno de grão3. Contorno de grão 4. Deformação plástica (excesso de discordâncias) 18 Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica 1. Solubilização de um segundo elemento na rede - movimentação de discordâncias é dificultada - segundo elemento é a barreira para tal movimento - maior a quantidade, maior o efeito - quanto maior a diferença de tamanho de átomos, mais acentuado é o efeito 1. Solubilização de um segundo elemento na rede Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica INTERAÇÃO DE DISCORDÂNCIAS EM SOLUÇÕES SÓLIDAS Quando um átomo de uma impureza esta presente, o movimento da discordância fica restringido, ou seja, deve-se fornecer energia adicional para que continue havendo escorregamento. soluções sólidas de metais são sempre mais resistentes que metais puros de seus constituintes 19 Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica 1. Solubilização de um segundo elemento na rede Controle do deslizamento = controle de prop. mecânicas Região Plástica 1. Solubilização de um segundo elemento na rede Resistência mecânica do metal puro Aumento daresistência mecânica do metal devido a formação de solução sólida na rede SOLUÇÕES SÓLIDAS SÃO MAIS RESISTENTES QUE O METAL PURO 20 2. Endurecimento por partículas de segunda fase2. Endurecimento por partículas de segunda fase * Aumento da resistência mecânica do metal devido a precipitação de uma * Aumento da resistência mecânica do metal devido a formação de eutético Resistência mecânica do metal puro segunda fase β. *Aumento da resistência mecânica do metal devido a formação de solução sólida. MICROESTRUTURAS POLIFÁSICAS SÃO MAIS RESISTENTES QUE O METAL PURO SOLUÇÕES SÓLIDAS SÃO MAIS RESISTENTES QUE O METAL PURO 3. Contorno de grão Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica O contorno de grão interfere no movimento das discordâncias Devido as diferentes orientações cristalinas presentes, resultantes do grande número de grãos as direções de escorregamento dasgrande número de grãos, as direções de escorregamento das discordâncias variam de grão para grão. 21 Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica 3. Contorno de grão Grãos adjacentes tem diferentes orientações cristalográficas Contorno de grão Grão A Grão B Plano de deslizamento - menor tamanho de grão, mais descontinuidades para travar o movimento de Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica 3. Contorno de grão g , p discordâncias EQUAÇÃO DE HALL PETCHEQUAÇÃO DE HALL PETCH σy= σo + k . d-1/2 k - constante do material σy - resistência ao escoamento σo - resistência inicial d - diâmetro médio do contorno de grão 22 Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica 3. Contorno de grão AUMENTO DA RESISTÊNCIA POR DIMINUIÇÃO DO TAMANHO DE GRÃO O contorno de grão funciona como uma barreira para a continuação do movimento das discordâncias devido as diferentes orientações presentes e também devido às inúmeras descontinuidades presentes no contorno de grão. 4. Deformação plástica Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica ENCRUAMENTO OU ENDURECIMENTO PELA DEFORMAÇÃO À FRIO ⇒ É o fenômeno no qual um material endurece devido à deformação plástica (realizado pelo trabalho à frio) ⇒ Esse endurecimento dá-se devido ao aumento de discordâncias e imperfeições promovidas pela deformação, que impedem o escorregamento dos planos atômicos ⇒ A medida que se aumenta o encruamento maior é a força necessária para produzir uma maior deformação ⇒ O encruamento pode ser removido por tratamento térmico (recristalização) 23 4. Deformação plástica Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica 4. Deformação plástica Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica ENCRUAMENTO E MICROESTRUTURA Antes da deformação Depois da deformação 24 VARIAÇÃO DAS PROPRIEDADES MECÂNICAS EM FUNÇÃO DO ENCRUAMENTO 4. Deformação plástica Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica O encruamento aumenta a resistência mecânica O encruamento aumenta o limite de escoamento O encruamento diminui a ductilidade 4. Deformação plástica Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica MECANISMO QUE OCORRE NO AQUECIMENTO DE UM MATERIAL ENCRUADO ESTÁGIOS: ⇒ Recuperação ⇒ Recristalização Ex: Latão ⇒ Crescimento de grão 25 4. Deformação plástica Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica RECUPERAÇÃO ⇒ Há um alívio das tensões internas armazenadas durante a deformação devido ao movimento das discordâncias resultante da difusão atômica ⇒ Nesta etapa há uma redução do número de discordâncias e um rearranjo das mesmas ⇒ Propriedades físicas como condutividade térmica e elétrica tendem a voltar ao seu estado original (correspondente ao material não-deformado) RECRISTALIZAÇÃO - (Processo de Recozimento) 4. Deformação plástica Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica Se os metais deformados plasticamente forem submetidos a um aquecimento controlado, este aquecimento fará com que haja um rearranjo dos cristais deformados plasticamente, diminuindo a dureza dos mesmos ⇒depois da recuperação, os grão ainda estão um pouco tensionados ⇒ cristais plasticamente deformados tem mais energia que os não deformados, devido a presença de discordâncias e imperfeições RECRISTALIZAÇÃO (Processo de Recozimento) p ç p ç ⇒ átomos se reacomodam sob temperatura elevada, através de recozimento ⇒ ocorre um rearranjo dos átomos em grãos menos deformados em temperaturas elevadas, a recristalização, com o crescimento do grão ⇒ o número de discordâncias reduz mais ainda ⇒ as propriedades mecânicas voltam ao seu estado original 26 4. Deformação plástica Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica TEMPERATURAS DE RECRISTALIZAÇÃO ⇒ A temperatura de recristalização está entre 1/2 e 1/3 da temperatura absoluta de fusão ⇒ Temperatura onde ocorre a diminuição significativa da dureza⇒ Temperatura onde ocorre a diminuição significativa da dureza 4. Deformação plástica Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica CRESCIMENTO DE GRÃO ⇒ Depois da recristalização se o material permanecer por mais tempo em temperaturas elevadas o grão continuará à crescer ⇒ Em geral, quanto maior o tamanho de grão mais mole é o material e menor é sua resistência 27 4. Deformação plástica Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica Recuperação da estrutura cristalina pela temperatura Controle do deslizamento = controle de propriedades mecânicas Região Plástica 28 33aa REGIÃO DO DIAGRAMA REGIÃO DO DIAGRAMA σσ xx εε OCORRE DE MANEIRA DÚCTIL OU FRÁGIL E DE Ruptura FORMA DIFERENCIADA PARA CADA TIPO DE MATERIAL Dúctil Frágil Ruptura Ocorre, normalmente de maneira dúctil há um aviso do material t d i t Materiais metálicos antes do rompimento A fratura pode ocorrer de maneira dúctil por: - transgranular (crescimento plástico-fratura em taça ou cone) - intergranular (presença de vazios nos contornos de grão) - cisalhamento - formação de um pescoço (deformação plástica) Se ocorrer de maneira frágil (geralmente T muito baixas): - clivagem - intergranular 29 Ruptura Etapas da formação de uma fratura dúctil em taça e cone. Materiais metálicos Fissuração interna na zona de estricção de um corpo policristalino de cobre de elevada pureza ⇒ A dureza é medida pela resistência a identação ou penetração por algum material duro. ⇒ Valor da propriedade varia com o método empregado. DurezaDureza Brinell Vickers Microsureza Knoop Rockwell Dureza dos metais Mede-se a profundidade e a largura de identação Dureza dos Cerâmicos Mede-se microfissuras no material Vickers Knoop 30 DurezaDureza