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UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ 
CAMPUS UNIVERSITÁRIO SALINÓPOLIS 
INSTITUTO DE CIÊNCIA E PESQUISA DO MAR E PETRÓLEO 
CURSO DE ENGENHARIA DE EXPLORAÇÃO E PRODUÇÃO DE 
PETRÓLEO 
 
 
 
GEOLOGIA DO PETRÓLEO 
Bacia do Barreirinhas 
Dificuldades de delimitação frente à indústria do petróleo. 
 
 
 
Caio Cezar Góes pereira 
Henry Gerard Nascimento de Lima 
João Pedro Jaques de Sousa 
 
 
 
 
 
 
SALINÓPOLIS 
2021 
Caio Cezar Góes Pereira 
Henry Gerard Nascimento de Lima 
João Pedro Jaques de Sousa 
 
 
 
 
 
 
GEOLOGIA DO PETRÓLEO 
 
 
 
 
 
Trabalho apresentado à Universidade 
Federal do Pará. Como requisito da 
avaliação da disciplina de Geologia do 
Petróleo. 
Orientador: Prof. Dr. Vando Gomes 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
SALINÓPOLIS 
2021 
Caio Cezar Góes Pereira 
Henry Gerard Nascimento de Lima 
João Pedro Jaques de Sousa 
 
 
 
 
GEOLOGIA DO PETRÓLEO 
Bacia do Barreirinhas 
Dificuldades de delimitação frente à indústria do petróleo. 
 
 
 
 
Aprovado em: __/__/____ 
 
 
 
BANCA EXAMINATÓRIA 
 
 
_____________________________________ 
 
Prof. Dr. Vando Gomes 
 
 
 
 
 
 
 
SALINÓPOLIS 
2021 
 
Lista de figuras 
 
Figura 01 – Localização da Bacia de Barreirinhas. 
 
Figura 02 – Exploração e Produção de Hidrocarbonetos. 
 
Figura 03 – Reservas de Gás Natural Provadas até 2003. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
1. INTRODUÇÃO 
A bacia do Barreirinhas é constituída na margem equatorial brasileira, tal 
região vem apresentando um promisso núcleo exploratório do setor petrolífero, pelo 
conjunto de Bacias sedimentares presentes, onde destacamos a bacia do 
Amazonas, Pará-Maranhão, Barreirinhas, Ceará e Potiguar. Nestas bacias os 
estudos para viabilizar a garantia de explorar petróleo leve e gás natural vem 
trazendo perspectivas altas para essa região se tornar um próximo grande centro 
exploratório brasileiro. 
Especificamente, vamos tratar da bacia de Barreirinhas, onde essa bacia 
apresenta um grande potencial no setor do óleo e gás, mesmo contendo poucas 
informações sobre a geologia da região ou mesmo, sobre as tentativas de obter 
mais dados sobre os recursos em subsuperfície que algumas vezes que já foram 
realizadas. 
Vamos retratar com base em dados sobre a situação atual da bacia e 
demostrar com base no seu grau geológico o desenvolvimento de seu potencial, 
com isso, utilizando informações bibliográficas a respeito dessa Bacia. 
2. LOCALIZAÇÃO 
 
Retratando da sua localização a Bacia de Barreirinhas fica localizada na 
margem Equatorial brasileira, tanto em terra quanto no mar. ‘’Ocupa 
aproximadamente uma área de 46.00 km2, onde 8.500 km2 dessa extensão é 
emerso, com a porção marítima estendendo-se até à cota batimétrica de 3.000 
metros’’ (Referência). Sua limitação é calculada pelo Alto de Tutóia a leste, pela 
plataforma da ilha Santana a oeste e pela plataforma de Sobradinho ao Sul, 
podemos perceber essas delimitações pela Figura 1, logo abaixo. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
3. OBJETIVOS 
Neste trabalho teremos o objetivo de apresentar a situação e os dados da 
bacia de Barreirinhas e também como se encontra atualmente o seu 
desenvolvimento de pesquisa e perspectiva para essa Bacia se tornar uma região 
de interesse de exploração e produção de hidrocarbonetos. 
 
4. OBJETIVOS ESPECÍFICOS 
 
• Apresentar dados atualizados sobre a bacia de Barreirinhas; 
• Identificar o grau de interferência das características geológicas no 
possível potencial de extração e produção de gás natural da Bacia; 
• formar as principais características que tornam a Bacias de Barreirinhas 
um potencial para exploração de hidrocarbonetos na região equatorial 
brasileiras. 
Figura 1: Localização, limites e arcabouço estrutural, ao nível da seção rift, da 
bacia de Barreirinhas. 
5. GEOLOGIA REGIONAL 
 A origem da bacia do barreirinhas está associada a separação 
transformante dos continentes sul-americano e africano, e foi alvo de estudos de 
diversos autores e projetos. O preenchimento sedimentar da bacia é complexo, 
tem início com depósitos basais atribuíveis ao paleozoico, parte de sequencias 
intracratônicas pretéritas que se estendiam sobre as plataformas pré cambrianas 
do Gondwana e que foram capturadas de gabres iniciais da bacia. Nessa Bacia 
temos depósitos: Sinrifte (transtensoriais) e inter-rifte de idades aptiana e 
albiana, cobertos por sequencias drifte (Neo-Albiano e recente) típicas de 
subsidência termal de margem passiva. 
▪ SEQUENCIA RIFTE - K40 (IDADE APTIANA) 
Foi nessa fase que iniciou –se a bacia do barreirinhas, a sequência K- 40 
(Rifte) corresponde a arenitos e folhetos da idade aptiana, esses ocorrem 
somente na parte marítima da bacia de barreirinhas. No mapa de isópacas 
sísmicas, se pode ver depocentros pouco desenvolvidos na qual o controle é por 
grandes falhas de bordas (NO – SE e O-E) e baixos blocos (NA, N). 
▪ SEQUENCIA RIFTE – K60 (PERÍODO ALBIANO) 
É caracterizado por sedimentos siliclasticos continentais a paralíticos na 
parte sul da bacia de barreirinhas, passando a carbonatos, folhelhos e arenitos 
marinhos nas porções centrais e distais destas bacias. Ao ver estratigráfico, 
temos os grupos canarias e caju. 
Canarias: Folheios cinza – escuros da formação arpoador, arenitos grossos 
cinzentos da formação bom gosto, os folhelhos cinza escuro da formação Tutoia 
e os arenitos médios cinzentos da formação Barro duro. 
Caju: Calarenitos bioclastos e oncolíticos da formação Bonfim e calcilutito 
creme da formação preguiças, sedimentados em ambiente nerítico de alta e 
baixa energia. 
▪ SUPERSEQUÊNCIA DRIFTE 
 Os dados mais recentes da Bacia são oriundos do neo-albiano e 
podemos mencionar três períodos de evolução únicos: 
i. Sedimentação carbonática; 
ii. sedimentação salicílica em terrenos rasos; 
iii. Retorno da sedimentação carbonática; 
 Tais processos foram identificados durante pesquisas conduzidas na bacia 
de Barreirinhas para supor a o preenchimento da formação. 
 
6. PESPECTIVAS DE PRODUÇÃO 
 Após a quebra de monopólio da Petrobras, decretada pela lei 9478/1997, 
a Petrobras ainda continuou sendo a principal empresa dona da maior parte das 
refinarias petrolíferas brasileiras. Porém, foi permitido a entrada de empresa 
estrangeiras no Brasil, para também realizar a atividade de exploração e produção 
de petróleo, tornando o país um dos principais a atraírem investimentos nesse 
setor. 
 Também foi criada a ANP – agencia nacional do petróleo, gás natural e 
biocombustíveis. A ANP dentre outras funções, é responsável por regularizar o 
setor, desenvolver estudos para à delimitação dos blocos (bacias sedimentares) e 
a promoção de licitações das áreas para a exploração, desenvolvimento e produção 
de óleo e gás. Os blocos que são oferecidos em rodas de licitação feitas pela ANP, 
para serem explorados, devem dispor: 
Dados que indiquem à presença de áreas com potencial de exploração de 
petróleo e gás natural. 
7. PARTICIPAÇÃO DA BACIA DE BARREIRINHAS NOS 
LEILÕES DA ANP 
▪ 1ª Fase 
As primeiras acumulações de óleo e gás no campo de barreirinhas foram 
encontradas em agosto de 1966, perto do antigo campo de São João, na perfuração 
do poço 1– SJ –MA, sendo depois perfurados mais 12 poços. Em maio 1984 os 
campos de São João entraram em produção, fechando em abril de 1988, sendo 
durante o funcionamento produzidos cerca de 12 mil m³ de óleo e 894 mil m³ de 
gás. Em termos de volume original (in situ), foram produzidos 3,535 milhões de 
barris de óleo e 51,549 milhões m³ de gás (ANP). 
 O campo de espigão, descoberto em maio de 1969, não foi colocado em 
produção por ser considerado sub comercial de gás. Com 21,35 km² de extensão, 
a nova área de espigão está localizada no município de Santo Amaro – MA,e é 
composto de 4 poços do antigo campo (1-EO-1-MA, 3-EO-3-MA, 3-EO-4-MA e 3-
EO-5-MA) (ANP) 
O campo de oeste de canoas descoberto em junho de 1971, foi considerado 
campo sub produtor, apesar de ter produzido 3,7 milhões de m³ de gás em testes 
de formação e esgotamento (ANP). 
▪ 2ª Fase 
Por conta dos resultados da 1ª fase de exploração, a bacia do barreirinhas 
acabou perdendo atratividade, e deixada no ostracismo desde a década de 80. A 
retomada do interesse na bacia do barreirinhas se deu a partir de 2001, com 
mudanças e a terceira rodada de licitações. A Petrobras adquiriu por R$ 48,341,234 
o Bloco BM – BRA – 1, com um plano de exploração de 8 anos, divido em 3 
períodos. 
1º período (3 anos): Explorar no mínimo 2500 km de levantamentos 
geofísicos; 
2º período (3 anos): Exploração de 2 poços; 
3º período (2 anos): Exploração de 2 poços. 
▪ 4ª Rodada 
Na quarta rodada 2002, foram oferecidos 2 blocos (BM-BAR-2 e BM-BAR-3) 
da bacia de barrinhas (7,304 km²). A empresa Devon Energy Corporation adquiriu 
o bloco BM – BAR – 3 por um valor de R$ 6,750,000 com um plano de exploração 
de 8 anos, divido em 3 períodos: 
1º período (3 anos): No mínimo 2000 km de levantamentos sísmicos 2D, ou a 
perfuração de 1 poço e devolução de 50 % da área. 
2º período (3 anos): No mínimo a perfuração de 2 poços ou devolução de 75 
% da área. 
3º período (2 anos): No mínimo a perfuração de 2 poços ou devolução de 100 
da área. 
 
 
▪ 5ª Rodada 
Na quinta rodada foi oferecido o setor SBAR – AR2 com 62 blocos (11,917,01 
km²). A Petrobras adquiriu a concessão de 4 blocos (BAR-M-355, BAR-M-376, 
BAR-M-377, BAR-M-378, BAR-M-399), tendo só por falta de licenciamento 
ambiental, restado apenas o bloco BAR-M-377. 
▪ 6ª Rodada 
Nesta roda além dos 29 blocos em águas rasas no setor SBAR – AP1, foram 
oferecidos 20 blocos em águas profundas, divido em 2 setores: 
SBAR – AP1: 9 blocos. 
SBAR – AP2: 11 blocos. 
▪ 7ª Rodada 
Na sétima rodada 3 setores foram ofertados (21,533 km²): 
Água rasa: 
SBAR – AR2: 28 blocos. 
Água profunda: 
SBAR – AP1: 10 blocos. 
SBAR – AP2: 11 blocos. 
Foi realizada também as primeiras rodadas de licitações de áreas inativas 
contendo acumulações marginais, mas sem áreas do barreirinhas. 
▪ 2ª Rodada de licitações de áreas inativas 
Com o cancelamento da 8ª rodada por questões judiciais, a segunda rodada 
de licitações de áreas inativas seguiu normal, sendo oferecidos os campos de 
Campos de Espigão, Oeste de Canoas e São João. 
• Campos de Espigão: Arrematado pelo consorcio Panergy 
Consultoria e Participações em Negócios com Energia Ltda. 
• Oeste de Canoas: Arrematado pelo consórcio ENGEPET Empresa 
de Engenharia de Petróleo Ltda com 50 % de participação. Perícia 
Engenharia e Construção Ltda com os outros 50% de participação. 
• Campos de São João: Arrematado pela Empresa Rio Proerg 
Engenharia Ltda. 
Em 2013, a empresa ENGEPET Empresa de Engenharia de Petróleo Ltda 
finalizou as operações no campo Oeste de Canoas no mesmo ano. 
▪ 11ª Rodada 
Após 2 rodadas sem oferecimentos de blocos em barreirinhas, na 11ª rodada 
foram oferecidos 289 blocos para 39 empresas de 12 países, sendo distribuídos 
em 23 setores ao logo de 11 bacias, foram elas: Barreirinhas, Ceará, Espírito 
Santo, Foz do Amazonas, Pará-Maranhão, Parnaíba, Pernambuco-Paraíba, 
Potiguar, Recôncavo, Sergipe-Alagoas e Tucano Sul. 
Para essa bacia, foram disponibilizados 26 blocos divido em 3 setores: 
• Águas Profundas: 
SBAR - AP1: 6 blocos 
Blocos e arrematadores: 
BAR-M-213: OGX Petróleo e Gás S.A. 
BAR-M-215, BAR-M-217, BAR-M-252 e BAR-M-254: BG Energy Holdings Limite. 
BAR - AP2: 8 blocos 
Blocos e arrematadores: 
BAR-M-298 e BAR-M-340: BG Energy Holdings Limite. 
BAR-M-300, BAR-M-342 e BAR-M-344: BG Energy Holdings Limite (50%), 
Petrobras (40%) e Petrogal S.A. (10%). 
BAR-M-346: Consórcio BP Exploration Operating Company Limite (50%) e Total 
E&P do Brasil Ltda. (50%). 
• Água Rasa: 
SBAR - AR2: 13 blocos 
Blocos e Arrematadores: 
BAR-M-251 e BAR-M-389: OGX Petróleo e Gás S.A. 
BAR-M-292, BAR-M-293, BAR-M-313 e BAR-M-314: Chariot Oil & Gas Limite. 
BAR-M-387: Ouro Preto Óleo e Gás S.A. 
BAR-M-388: consórcio BG Energy Holdings limited (50%), Petrobras (40%) e no 
ano de 2013, a Petrobras arrematou 142 dos 289 blocos oferecidos, uma área de 
100,3 mil Km² dos 155 mil km² oferecidos. 
8. PESPECTIVAS FUTURAS PARA BARREIRINHAS 
 A Margem Equatorial Brasileira é considerada uma das promissoras em 
relação a óleo e gás. A margem faz parte do Golden Triangle (Golfo do México, 
Costa ocidental da África e litoral Brasileiro) regiões com geologia semelhante. 
Regiões do oeste de canos, bacias de gana e costa do marfim tiveram 
descobertas recentes, o que trouxe mais evidencia de potencial das bacias. Além 
disso, descobertas comerciais e subcomerciais nas bacias do Ceará, Pará – 
Maranhão, Barreirinhas e Potiguar confirmaram as perspectivas, além dos indícios 
de petróleo em poços perfurados, sendo o óleo leve e de qualidade. 
Comprovada pelos campos de Espigão, Canoas, São João, é incontestável a 
presença de gás natural nas bacias terrestres de barreirinha. Foram estimadas 
reservas dos 3 campos um total de 400 milhões de m³. Quanto ao transporte e 
distribuição de gás sabe se quer: O transporte do campo de oeste de canoas deve 
ser feito por caminhões até o posto de combustíveis de São Luís. Já o do campo 
de espigão terá de se construir um gasoduto de 25 km, com uma interligação dos 
poços a BR – 402, para o escoamento do gás em São Luís. 
 
9. O POTENCIAL EMERGENTE DA BACIA DE BARREIRINHAS 
Para qualquer projeto de exploração de hidrocarbonetos em uma localidade é 
essencial a identificação de um sistema petrolífero. Sua importância se dá por 
permitir o monitoramento da formação que armazena o hidrocarboneto ou até 
mesmo incidência de petróleo e gás natural na Bacia. De forma geral um sistema 
petrolífero pode ser definido pela presença de rocha geradora, rocha-reservatório 
e rocha selante e coletar dados geológicos destas fontes proporciona maior 
credibilidade para execução de atividades exploratórias como já citado. Entretanto, 
frequentemente não é possível determinar com certeza a formação de um sistema 
petrolífero, devido á incertezas oriundas da complexidade dos mesmo o que resulta 
em dados químicos físicos e geológicos pobres, de forma análoga até o mais 
avançado método de coleta de dados possui um grau de incerteza oferecendo 
dificuldades para a exploração de hidrocarbonetos semelhante ao caso da bacia de 
Barreirinhas, na qual há incertezas quanto a fluxo migratório do óleo e da sua 
formação em uma rocha geradora, mas a indícios de hidrocarbonetos na região. 
A bacia de Barreirinhas atende a muitos destes requisitos, bastando somente 
a identificação mais precisa o fluxo da rocha geradora para reservatório, basta 
também que seja comprovado que a extração de recursos será lucrativa. 
 
 
Figura 2: Esquema de exploração e produção de hidrocarbonetos 
 
10. GÁS NATURAL E SUA EXPLORAÇÃO NA BACIA DE 
BARREIRINHAS 
Gás natural é toda substancia formada por hidrocarbonetos que em 
condições de pressão e temperatura da superfície se encontram em estado 
gasoso como o próprio nome indica. Os gases podem ser secos ou úmidos, em 
geral o gás natural vai estar à temperatura e pressão originais do local onde foi 
formado ou encontrado, exemplificando se um gás se encontra em subsuperfície 
ele estará a faixa de temperatura e pressões do reservatório. 
Podemos encontrar o gás natural de duas formas principais 
a) associado ao óleo quando o mesmo se encontra dissolvido em óleo 
saturado de gás, este é chamada de gás úmido ou gás associado ao óleo. 
b) caso o gás seja em uma jazida de gás seco, é denominado gás não 
associado ao óleo. 
Para que o gás natural seja explorado em uma localidade é necessário um 
consumidor do produto, uma grandeinfraestrutura e por fim transporte para os 
consumidores chamado de logística de escoamento de produção. 
Outro fator decisivo para a exploração é a identificação de um sistema 
petrolífero e claro ser viável economicamente. Caso essas condições sejam 
atendidas então as atividades e exploração e projetos similares serão possíveis. 
 
 
 
 
11. DISCURSSÃO SOBRE A EXITÊCIA DE SISTEMAS 
PETROLÍFEROS NA BACIA DE BARREIRINHAS 
Foram conduzidas diversas pesquisas na região, entretanto os dados 
encontrados são insuficientes para se iniciar atividades de exploração e produção 
Figura 3: Reservas de gás natural comprovadas até o ano de 2003. 
 
tendo em vista a carência de dados geológicos. Porém existem indícios de 
existência de sistemas, todavia não há um consenso da origem do hidrocarboneto. 
Porém, a Petrobras no ano de 2009 estimou por duas vezes a comprovação de 
campos de gás natural em um dos blocos da Bacia. 
Estimasse que no ano de 2022, novas empresas privadas e também uma 
nova revogação da licença ambiental venham a se adquiridas, proporcionando mais 
estudos e análise da região. 
12. CONCLUSÕES 
No presente trabalho, foi realizado uma revisão bibliográfica sobre 
a Bacia do Barreirinhas e suas delimitações frente a indústria do 
petróleo, como o tema buscamos analisar o histórico da região, assim 
como estudos sobre a geologia regional e como comprovar indícios de 
existência de hidrocarbonetos naquela região. 
Com pesquisas sobre artigos e o material base, procuramos 
compreender se a perspectiva da região equatorial pode se concretizar 
futuramente, como o sistema petrolífero está situado e sobre as fases 
e licitações dessa Bacia no decorrer do tempo. 
Ao final das pesquisas, as prospecções indicam um potencial 
exploratório da Bacia, principalmente em reservas de gás natural e 
indícios de óleos leves, assim como, a exploração do petróleo em 
águas ultras profundas da região equatorial. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
13. REFERÊNCIAS 
 
• RAMIRES, Nathan Abner Diniz. BACIA DO BARREIRINHAS - 
DIFICULDADES DE DELIMITAÇÃO FRENTE À INDUSTRIA DO PETRÓLEO. 
Orientador: Dr. Estanislau Luczynski. 2015. 55 f. v. 01, TCC (Graduação) - Curso 
de Bacharelado em Geologia, Instituto de Geociências, Universidade Federal do 
Pará, Belém, 2015.

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