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A sondagem nasogástrica é a passagem de uma sonda através das fossas nasais até o estômago. Além de ser utilizada para a alimentação, pode ser introduzida para remover secreções do estômago, remover doses excessivas de medicamentos ingeridos ou venenos, para esvaziamento gástrico antes de cirurgias e para administração de medicações. • Intoxicação exógena. • Clientes graves. • Clientes traumatizados. • Perioperatório (descrever todo o período da cirurgia, incluindo antes e após a cirurgia em si). • Clientes que não podem ou não conseguem deglutir. • Clientes que necessitam de complementação nutricional. • Vômitos persistentes. 120cm. • Sonda nasogástrica. • Vaselina ou Anestésico Gel a 0,2%. • Luvas de procedimento. • Fita adesiva. • Seringa de 10ml ou 20ml. • Estetoscópio. • Gases. • Benzina ou éter. • Agua em um copinho ( se paciente lucido). • Cuba-rim. • Toalha/compressa. • Manter o paciente sentado, formando um ângulo de 15° para receber a dieta, nunca deitada para evitar a aspiração para os pulmões. • O paciente deve ser mantido em decúbito elevado durante toda a infusão, e 30min após. • Após a infusão infundir dieta lentamente por gotejamento, para evitar vômitos ou má absorção. • Após a administração de cada frasco de dieta, passar pela sonda, certa de 20ml de água filtrada ou fervida com uma seringa para evitar o acúmulo ou entupimento da sonda. • Manter a sonda fechada quando não estiver em uso. • Lavar a sonda de quatro em quatro horas ou conforme prescrição médica, com soro fisiológico ou água destilada para evitar sua obstrução. • Observar durante a lavagem a quantidade de líquido introduzido e a quantidade e aspirada. • Observar e registrar o aspecto de líquido aspirado. • Colocar o recipiente para a drenagem abaixo do nível do paciente para facilitar a saída de líquidos. • Evitar forçar o septo e a asa do nariz do paciente, quando a fixação a sonda, para evitar traumatismo. • Fixar a sonda utilizando-se apenas de fitas adesivas ( não utilizar canudinhos, cateteres, etc). • Variar posições de fixação de sondas diariamente. Sonda levine: pode ser encontrada em plástico ou borracha e é aplicada para administração de medicamentos e alívio de gases ou líquidos do intestino. De 100 a 120cm. Sonda nutriflex: sonda utilizada para alimentação (nutrição). Possui características que facilitam a inserção. Possui 76 cm de comprimento. Sonda gástrica simples: utilizada na descompressão do estômago e para deixá-lo vazio. Sonda S-B: é usada para tratar sangramento de varizes esofagianas. Tem 3 luzes e 2 balões; duas das luzes são utilizadas para inflar os balões, enquanto a terceira é usada para lavagem gástrica e para monitorizar o sangramento. Café da manhã - Mingau de fuba líquido. Colação - Vitamina de morango. Almoço - Sopa de cenoura, batata, abóbora e carne de peru. Suco de laranja. Lanche - Vitamina de abacate. Jantar - Sopa de couve-flor frango moído e massa. Suco de acerola. Ceia - Iogurte líquido. Além disso, é importante dar água para o paciente pela sonda, cerca de 1,5 a 2 litros ao longo do dia e não utilizar a água apenas para lavar a sonda. Lembrando que os alimentos devem ser triturados no liquidificador e coados, e os sucos devem ser feitos na centrifugas. A sondagem nasoentérica é a passagem de uma sonda através das fossas nasais até o duodeno (começo do intestino delgado) com a finalidade de alimentar e hidratar. Esta sonda causa menos traumas que a sonda nasogástrica, podendo permanecer por mais tempo, e reduz o risco de regurgitação e aspiração traqueal. A sondagem nasoentérica permite a administração de nutrientes pela via digestiva normal. Ela pode ser utilizada em qualquer faixa etária para a solução de diferentes problemas. As indicações específicas para nutrição enteral incluem: • Indica‐se nutrição enteral para pacientes que apresentam trato gastrointestinal funcionante e não podem ingerir, por via oral, nutrientes suficientes que atinjam suas necessidades proteicas e calóricas por não conseguirem ou não desejarem se alimentar. • Anorexia prolongada. • Desnutrição proteico‐energética grave. • Coma ou sensório deprimido. • Falência hepática. • Inabilidade de alimentação oral decorrente de traumas na cabeça e no pescoço ou de distúrbios neurológicos. • Doenças críticas. • Óculos, máscara, avental de manga longa e luvas de procedimento (1); • Sonda de nutrição enteral (2); • Toalha de rosto ou papel toalha (3); • Fita adesiva e cordonê para fixação (4); • Seringa de 20ml (5); • Solução fisiológica de NaCl a 0,9% (6); • Lidocaína em gel (7); • Tesoura sem ponta (7); • Hastes flexíveis (8); • Lanterna clínica (9); • Estetoscópio (10); • Um pacote de compressa gaze (11); • Biombo. Bandeja contendo: • Verifique sempre o prazo de validade da dieta. - Separe todo o material que será utilizado. Siga sempre as orientações que lhes foram dadas no hospital. - O frasco de dieta e o abridor de garrafas devem ser limpos com um pano limpo umedecido em álcool 70%, antes de sua abertura. - Lave bem as mãos com água e sabão antes de iniciar o preparo. - Observe se a sonda está bem fixada no nariz do paciente. - A dieta que será administrada no paciente deve estar em temperatura ambiente. - A dieta deve ser sempre administrada lentamente para evitar qualquer problema (diarréia, gases, náuseas e vômito), se a sonda estiver no estômago do paciente, o volume de um horário deve correr em 1h, se a sonda estiver no intestino, a velocidade deve ser mais lenta, ou seja, o volume de um horário deve correr em 1h30min. - O nutricionista/ médico responsável pelo tratamento e alta deve ter determinado qual o volume de dieta enteral que será usado e os horários para administração. - Os horários para administração da dieta são semelhantes aos horários das refeições normais: café da manhã, almoço, jantar, ceia e lanches. Por exemplo, de 3 em 3horas: 6h, 9h, 12h, 15h,18h, 21h. Estes horários podem ser ajustados à rotina da família. - Para receber a dieta o paciente deve estar sentado no leito, formando um ângulo de 45° (no mínimo) em relação à cama. Ele deve ficar nesta posição durante o recebimento da dieta e por mais 30 minutos após o término dela. Esta posição é extremamente importante, pois impede que o paciente se engasgue com a dieta e que ela se dirija ao pulmão. - Se o paciente apresentar náusea, tosse excessiva, dificuldade respiratória ou qualquer alteração, suspenda imediatamente a dieta e entre em contato com o médico para orientação. - Limpe diariamente a parte externa da sonda com gaze, água e álcool a 70% ou sabonete suave. Seque bem. - Cuidado para não puxar a sonda acidentalmente. Caso haja saída ou entupimento, ela deverá ser trocada pelo médico.