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Consiste em se introduzir um cateter intravenoso no interior de uma veia superficial, de preferência de bom calibre. Introdução a punção venosa periférica Envolve a seleção de um dispositivo para punção venosa e um local de inserção dependendo do tipo de solução a ser utilizada. Introdução a punção venosa periférica Da frequência e duração da infusão, da localização de veias acessíveis; da idade e do estado do cliente; e, sempre que possível, serão levadas em consideração as preferências do cliente. Introdução a punção venosa periférica Os acidentes envolvendo as substâncias químicas na maioria dos casos estão relacionados ao uso de medicamentos endovenosos. Biossegurança Os medicamentos endovenosos, em sua maioria, quando não observada a dosagem correta, podem produzir efeitos tóxico, alergicos e letais. Biossegurança A enfermagem deve tomar os cuidados técnicos envolvendo a administração endovenosa, principalmente relacionados à manipulação, preparo, e administração no cliente. Biossegurança No geral a enfermagem deve atentar para: A regra “6 certos" Regra dos 6 certos Medicamento certo Cliente certo Dose certa Hora certa Via certa Checagem certa Regra dos 6 certos Veias do membro superior Para a escolha do local para a punção venosa é necessário conhecer a anatomia das veias do membro superior, as veias periféricas de maior calibre e melhor visualização são nossa primeira escolha. Veias do membro superior É necessário para o bom aproveitamento e para a manutenção de acessos periféricos em pacientes com necessidade de longa permanência do acesso, que as veias não se encontrem em articulações. Veias do membro superior Os locais possíveis para punções venosas periférica utilizados com maior frequência pelo técnico de enfermagem estão no antebraço, seguidos pelos locais na mão. Veias do membro superior Tenha em mente que o uso das veias da perna aumenta o risco do paciente para a tromboflebite, e jugulares o risco de punção arterial seguindo por complicações dessa região como gânglios e artérias. Veias do membro superior Veias do membro superior Veias do membro superior Garroteamento O garroteamento é realizado durante a punção venosa para facilitar a localização das veias, tornando-as táteis. Deve ser próximo ao local da punção, 10 cm acima do local de punção. Garroteamento Sendo que não deve ser deixado no braço do paciente por mais de 1 minuto. Logo após a punção, devemos retirar ou afrouxar o garrote. Garroteamento Cateter intravenoso JELCO É o cateter intravenoso flexível, existindo um número de acordo com o biótipo do paciente. Cateter intravenoso JELCO A agulha (guia) é envolvida por um mandril flexível (cateter), que após a punção é retirada ficando na luz da veia apenas o mandril. Cateter intravenoso JELCO São numerados em números pares do 14 (maior e mais calibroso) até o 24(menor e mais fino). Cateter intravenoso Escalpe intravenoso Escalpe - Scalp O dispositivo tipo “butterfly” ou “borboleta”, utilizado para infusões venosas que deverão permanecer por menor tempo. Escalpe intravenoso Escalpe - Scalp Pois, com este tipo de dispositivo a agulha permanece dentro da veia e por ser rígida, caso o paciente movimente o local da inserção, pode lesionar a veia. Escalpe intravenoso Escalpe - Scalp Causando infiltração com edema, o que leva a necessidade da realização de nova punção. Escalpe intravenoso Escalpe - Scalp Esses dispositivos são numerados em números ímpares do 19 (agulha maior e mais calibrosa) ao 27 (agulha menor e menos calibrosa). Escalpe intravenoso Vantagens da via endovenosa Absorção rápida. Obtenção de resultados mais seguros. Vantagens da via endovenosa Via preferencial para infusão de soluções hipertônicas, devido à facilidade imediata de diluição no sangue. Vantagens da via endovenosa A via intravenosa aceita grandes volumes de soluções na sua administração. As contraindicações relacionadas ao volume estão associadas com a patologia do paciente. Vantagens da via endovenosa Maior precisão em determinar a dose desejada. Desvantagens da via endovenosa Dor pela punção e irritação local causada por alguns medicamentos. Lesão no paciente em caso de falhas na punção Desvantagens da via endovenosa Risco de infecção devido a procedimento invasivo. Após a administração, a medicação não poderá ser aspirada. Desvantagens da via endovenosa Contraindicação para medicações oleosas e de depósito Requer profissional técnico capacitado. Desvantagens da via endovenosa Risco de promover flebites. Risco de transfixação da veia. Desvantagens da via endovenosa A terapia EV é mais “onerosa” que a terapia VO Risco de hematoma por trauma de punção. Desvantagens da via endovenosa Punção inadequada pode ocasionar extravasamento de medicamento para o espaço intersticial, desencadeando lesões no paciente. Terapia intravenosa Os tipos de medicamentos injetados na veia são: Soluções solúveis na veia; Líquidos hipertônicos, isotônicos ou hipotônicos; Terapia intravenosa Sais orgânicos Eletrólitos Medicamentos Não oleosos Obs.: Não deve conter cristais visíveis em suspensão. Materiais para o acesso venoso - Seringa de 10 ou 20 ml; - Agulha, escalpe ou jelco; - Medicamento prescrito e diluente; - Luvas de procedimento; - Garrote; Materiais para o acesso venoso - Bolas de algodão; - Recipiente para lixo; - Cuba rim; - Gazes - Álcool a 70%. Procedimento de acesso venoso 1-lavar as mãos, selecionar o material e preparar o medicamento, 2-levar à unidade do cliente e explicar o procedimento a ser realizado, Procedimento de acesso venoso 3-lavar as mãos novamente, 4-escolher o local da punção e garrotear aproximadamente 4 cm (3 dedos) acima do local escolhido, Procedimento de acesso venoso 5-fazer antissepsia obedecendo ao retorno venoso, 6-posicionar o bísel para cima, 7-fixar a veia e esticar a pele com auxílio do dedo indicador, Procedimento de acesso venoso 2 8-introduzir a agulha na veia, até refluir o sangue e soltar o garrote, 9-injetar o medicamento, lentamente observando a reação do paciente, Procedimento de acesso venoso 2 10-retirar a agulha fazendo compressão local, sem friccionar, 11-deixar o paciente confortável, recolher o material, deixando a unidade em ordem, Procedimento de acesso venoso 2 12-desprezar o material perfurocortante em local apropriado, 13-lavar e guardar o material de acordo com a rotina da instituição, Procedimento de acesso venoso 2 14-lavar as mãos, 15-fazer as anotações e checar a prescrição. Procedimento de acesso venoso 2 Procedimento de acesso venoso 2 Fixação do acesso venoso A fixação do acesso venoso deve conter algumas características: impedir o deslocamento do acesso, ser estéril e impermeável. Fixação do acesso venoso O filme transparente permite a visualização contínua do sítio de inserção, sendo uma barreira bacteriana e viral, e impermeável. Fixação do acesso venoso Fixação do acesso venoso O uso de esparadrapos facilitam a estabilização do cateter, além de uma fita larga adicional que proporciona um reforço eficaz ao processo de estabilização. Fixação do acesso venoso Observação do acesso venoso A observação deve ser constante, diariamente no início do plantão, e sempre antes e após a administração de medicamentos e troca de equipos. Observação do acesso venoso Deve-se observar com atenção: – Infiltração; – Dor; – Hematoma; Observação do acesso venoso – Equimose; – Esclerose da veia; – Flebite. Fixação do acesso venoso Fixação do acesso venoso Fixação do acesso venoso Complicações no acesso venoso Os acidentes sistêmicos são as maiores complicações no acesso venoso: Complicações no acesso venoso – Tromboflebite; – Alergia; – Embolia. Complicações no acesso venoso Durante a administração se o paciente apresentar os sinais de um dos acidentes, suspender a administração e realizar novoacesso venoso. Complicações no acesso venoso Complicações no acesso venoso Cateter mal implantado Veia Trombo Apresentação de material de acesso venoso Apresentação de material de acesso venoso Apresentação de material de acesso venoso Apresentação de material de acesso venoso Apresentação de material de acesso venoso Apresentação de material de acesso venoso Apresentação de material de acesso venoso Prática ao vivo Prática ao vivo Prática ao vivo Prática ao vivo