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Gerenciamento dos Resíduos do Serviço de Saúde - RSS
Profa Ma. Rosa Maria Brás Roque
Resíduos do Serviços de Saúde - RSS
RESÍDUOS 
DO 
SERVIÇOS DE SAÚDE RSS
Resíduos do Serviços de Saúde - RSS
Definição: 
São os resíduos provenientes de atividades de estabelecimentos prestadores de serviços de saúde, tais como: Hospitais, Clínicas Médicas, Farmácias, Laboratórios de Análise, Institutos de Beleza e demais estabelecimentos. 
Resíduos do Serviços de Saúde - RSS
CLASSIFICAÇÃO:
Segundo a Resolução nº. 05/1993, do CONAMA (Conselho Nacional do Meio Ambiente). Trata dos resíduos sólidos.
No Brasil, duas resoluções federais a RDC n◦. 222, de 2018 da Anvisa e a Resolução n◦. 358, de 29 de abril de 2005 da Conama responsabilizam os geradores de RSS pela gestão interna e externa desses resíduos. 
Resolução - RDC n◦. 222, de 2018 da Anvisa 
Regulamenta as Boas Praticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde e dá outras providências.
Conjunto de procedimentos de gestão, planejados e implementados a partir de bases científicas, técnicas, normativas e legais.
OBJETIVO: reduzir ao mínimo a produção de resíduos e proporcionar aos resíduos gerados, um destino seguro, eficiente, visando a proteção dos trabalhadores, preservação da saúde pública, dos recursos naturais e do meio ambiente.
Resolução - RDC n◦. 222, de 2018 da Anvisa 
Todo o gerador deve elaborar de RSS deve elaborar um Plano de Gerenciamento de Resíduos de Serviços de Saúde (PGRSS), de acordo com as características dos resíduos gerados e na classificação.
Manejo dos Resíduos de Serviços de Saúde
Atividade de manuseio dos resíduos de serviço de saúde, cujas etapas são: segregação, acondicionamento, identificação, transporte interno, armazenamento temporário, armazenamento externo, coleta interna, transporte externo, destinação e disposição final ambientalmente adequada dos resíduos de serviços de saúde.
Objetivos 
Minimizar a produção de resíduos;
Proporcionar os resíduos gerados;
Dar um encaminhamento seguro e eficiente;
Usando a proteção adequada dos trabalhadores;
Preservar a saúde pública; os recursos;
Preservar os recursos naturais e do meio ambiente
Manejo - RSS
ETAPAS
Segregação: separação dos resíduos no momento e local de sua geração de acordo com suas características físicas, químicas, biológicas...
Acondicionamento: embalar os resíduos adequadamente: sacos, recipientes sem vazamentos, resistentes.
Identificação: medidas que permitam o reconhecimento dos riscos presentes de maneira clara r legível.
Transporte interno: transporte do resíduo do local gerado até um abrigo temporário e/ou externo.
Saco branco - lixo infectado
Saco preto – lixo comum
 
Manejo - RSS
ETAPAS
Armazenamento temporário e /ou externo: guarda temporária dos coletores em local próximo → para otimizar a coleta interna entre pontos de geração e ponto de destino.
Tratamento: aplicação de processo que modifique as características do produto → eliminar dano ao meio ambiente ou à saúde pública.
Coleta e transporte externo: remoção dos resíduos do abrigo externo até o tratamento/destino final e adequado ambientalmente.
Disposição final: adequado ambientalmente→ aterros. Existem várias classes de aterros, cada qual com suas especificidades: resíduos perigosos, resíduos não perigosos, resíduos químicos, aterro sanitário.
ETAPAS DO MANEJO
Classificação dos RSS
Grupo A: Resíduo Infectante: 
Sangue e hemoderivados, secreções, excreções, líquidos orgânicos → Risco biológico.
Classificação dos RSS
Grupo B: 
Químico ou inflamável: drogas quimioterápicas, resíduos farmacêuticos, corrosivos e reativos;
Classificação dos RSS
Grupo C: 
Rejeitos radioativos: resíduo nuclear, césio.
Classificação dos RSS
Grupo D:
Resíduos comuns.
Classificação dos RSS
GRUPO E: 
Resíduos perfuro-cortantes e ou escarificantes (esfolia a pele).
Classificação dos RSS
ETAPAS DO MANEJO
ARMAZENAMENTO TEMPORÁRIO
TRATAMENTO
Consiste na aplicação de método, técnica ou processo que modifique as características dos riscos inerentes aos resíduos, reduzindo ou eliminando o risco de contaminação, de acidentes ocupacionais ou de dano ao meio ambiente. 
O tratamento pode ser aplicado no próprio estabelecimento gerador ou em outro estabelecimento, observadas nestes casos, as condições de segurança para o transporte entre o estabelecimento gerador e o local do tratamento.
TRANSPORTE 
Consiste no recolhimento dos resíduos do abrigo de resíduos e na sua remoção para a destinação visando ao tratamento ou à disposição final. Devem ser realizados de acordo com as normas NBR 12810 e NBR 14652 da ABNT.
A empresa transportadora deve observar o Decreto Federal nº 96.044, de 18 de maio de 1988, e a Portaria Federal nº 204, de 20 de maio de 1997.
TRANSPORTE DOS RSS
REFERÊNCIAS
RESOLUÇÃO CONAMA nº 5, de 5 de agosto de 1993 Publicada no DOU no 166, de 31 de agosto de 1993, Seção 1. Trata dos resíduos sólidos.
RESOLUÇÃO DA DIRETORIA COLEGIADA - RDC Nº 222, DE 28 DE MARÇO DE 2018 (Publicada no DOU nº 61, de 29 de março de 2018). Regulamenta as Boas Práticas de Gerenciamento dos Resíduos de Serviços de Saúde e dá outras providências.
RESOLUÇÃO CONAMA nº 358, de 29 de abril de 2005. Publicada no DOU no 84, de 4 de maio de 2005, Seção 1: Revoga as disposições da Resolução no 5/93, que tratam dos resíduos sólidos oriundos dos serviços de saúde, para os serviços abrangidos no art. 1o desta Resolução. Revoga a Resolução no 283/01, dispõe sobre o tratamento e a disposição final dos resíduos dos serviços de saúde e dá outras providências.
rosa.mbroque@unitau.br
 Montagem da caixa de perfuro-cortante.
 https://drive.google.com/file/d/1dESLzuGyywIzqJOUE7gZU6HTemu_hTA0/view?usp=sharing
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