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DISCIPLINA: Contabilidade de Custos
PROFESSORA: Gilseane Urquiza
▪ A contabilidade de custos gera informações para auxiliar a empresa em tomadas 
de decisão. 
▪ Uma das informações é encontrar quanto custou para a empresa a produção do 
produto ou da prestação de um serviço. 
▪ Com essa informação, a empresa pode calcular seu resultado ou mesmo o preço 
mínimo que devemos cobrar pelo seu produto. 
▪ Para encontrar o custo de uma produção, devemos identificar quanto custou o 
produto. 
▪ Uma ferramenta para isso é o uso dos métodos de custeios, como Custeio 
Variável, Custeio-padrão, Custeio por Absorção, que permitem a apuração de 
custos aos bens ou serviços.
▪ O método de custeio variável (também conhecido por método de custeio direto) 
é um dos métodos de custeio mais conhecidos e utilizados entre as empresas, 
principalmente a indústria e o comércio. 
▪ E um dos principais motivos para isso é sua simplicidade e objetividade, já 
que nesse método somente são apropriados como custos de fabricação 
os custos variáveis, diretos e indiretos. 
▪ Os custos fixos, pelo fato de existirem mesmo que não haja produção, não são 
considerados como custo de produção, mas sim como despesas.
▪ O sistema de custeio variável fundamenta-se na separação dos custos em 
variáveis e fixos, isto é, em custos que oscilam proporcionalmente ao volume da 
produção/venda e custos que se mantêm estáveis perante volumes de 
produção/venda oscilantes dentro de certos limites. 
Em outras palavras, no custeio variável só são agregados aos produtos seus 
custos variáveis, e os custos fixos são tratados como despesas. É importante 
ressaltar que este método não é aceito para fins externos (Fisco).
▪ Custeio-padrão é o custo planejado para a produção de um bem.
▪ Funciona como uma forma de planejamento, dentro de condições previstas. 
Também serve como uma medida de eficiência do processo produtivo, já que, ao 
ser comparado com o custo real, identifica os pontos em que podem ocorrer 
ineficiências ou desvios de recursos. 
▪ O custo-padrão é pré-atribuído, tomado como base para o registro 
da produção antes da determinação do custo efetivo.
▪ Em sua concepção gerencial, o custo-padrão indica o custo ideal, ou seja, aquele 
que deveria ser obtido pela indústria nas condições de plena eficiência e 
máximo rendimento.
O método de custeio padrão apresenta as 
seguintes características essenciais:
Valor do custo é pré-fixado, com base no histórico 
ou em metas a serem perseguidas pela empresa;
Utilização pela contabilidade, com ajustes 
periódicos levando em conta variações de custo 
para acompanhar o valor efetivo real (pelo 
método do custeio por absorção.
Facilidade de apuração do balancete de 
verificação.
▪Em outras palavras, os custos-padrão representam valores 
ideais de material direto, mão de obra direta e custos 
indiretos de fabricação, criteriosamente predeterminados, 
em conformidade com as especificações do produto e as 
condições operacionais da empresa.
▪A Resolução 750/93 do Conselho Federal de Contabilidade fixou os Princípios de Contabilidade. 
Dentre esses aparece o Princípio do Registro pelo Valor Original que determina que os elementos 
patrimoniais devem ser registrados pela contabilidade por seus valores originais, expressos em 
moeda corrente do país, o que descarta a utilização do custo-padrão para fins de avaliação dos 
estoques e dos custos dos produtos vendidos, pois este pode divergir da transação efetiva.
▪Por outro lado, o item 37 da NPC 2 (Pronunciamento do Instituto dos Auditores Independentes do 
Brasil – IBRACON nº 2 de 30/04/1999), admite o custo-padrão, desde que ajustado periodicamente, 
nos seguintes termos:
▪“Custos-padrão são também aceitáveis se revisados e reajustados periodicamente, sempre que 
ocorrerem alterações significativas nos custos dos materiais, dos salários, ou no próprio processo 
de fabricação, de forma a refletir as condições correntes. Na data do balanço, o custo-padrão deve 
ser ajustado ao real.”
▪O método de custeio-padrão pode ser utilizado, contabilmente e gerencialmente, porém, é 
imprescindível que seu ajuste com os custos reais se faça regularmente, no mínimo a cada três 
meses, exigindo-se tal procedimento quando por ocasião do levantamento do balanço patrimonial.
▪ O Custeio por Absorção é o método 
derivado da aplicação dos Princípios 
da Contabilidade geralmente 
aceitos. 
▪ Consiste na apropriação de todos os 
custos de produção aos bens 
elaborados, e só os de produção; 
todos os gastos relativos ao esforço 
de produção são distribuídos para 
todos os produtos ou serviços 
realizados.
▪ A apropriação dos 
custos indiretos é feita 
de forma indireta aos 
produtos, isto é, 
mediante estimativas, 
critérios de rateio, 
previsão de 
comportamento dos 
custos etc.
▪ Para facilitar a aplicação do custeio por absorção, podemos seguir alguns passos, 
conforme sugerido abaixo:
▪ CREPALDI; S.A. Curso básico de Contabilidade de Custos. 4 ed. São Paulo: Atlas, 
2009.
▪ 1. Dentre as estratégias para tornar as informações de custos menos arbitrárias, a 
gestão de custos pode fazer uso do método de custeio conhecido como Custeio 
Variável, sobre o qual é correto afirmar o seguinte:
a) no resultado, tem como variável o volume de vendas e é utilizado como 
ferramenta gerencial.
b) atende aos anseios da legislação brasileira do imposto de renda e dos auditores 
externos.
c) no resultado, tem como variável o volume de produção. Atende mais à questão 
fiscal do que à gerencial.
d) é comum a prática do rateio e os custos indiretos são imputados nos produtos.
▪ 4. No que diz respeito à tributação do imposto de renda e da contribuição social 
para as pessoas jurídicas, a Receita Federal do Brasil – RFB, só admite a utilização 
de determinado sistema de custeamento. Identifique-o nas alternativas 
disponibilizadas:
▪ a) Variável
▪ b) Direto
▪ c) Absorção
▪ d) ABC
▪ e) Padrão
	Slide 1: Sistemas de custeamento
	Slide 2: introdução
	Slide 3: Custeio variável
	Slide 4: esquematizando
	Slide 5: alocação
	Slide 6: Custeio padrão
	Slide 7: caracteristicas
	Slide 8: Resumido custeio padrão
	Slide 9: legislação
	Slide 10: Custeio por absorção
	Slide 11: Esquematização na dre
	Slide 12: Analise dos critérios de rateio
	Slide 13: Aplicação do custeio por absorção
	Slide 14: referencias
	Slide 15: Vamos praticar!
	Slide 16: Vamos praticar!

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