simulado 1.1 pena II
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simulado 1.1 pena II


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DIREITO PENA L II
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Aluno (a ): 											Ma trícula : 
De se m pe nho : 0,1 de 0,5 Da ta : 
1a Questão (R e f.: 201408029837) P o nto s: 0,1 / 0,1
(VII Exame de Ordem Unificado. MODIFIC ADA) Zenão e Górgias desejam matar Tales. Ambos sabem que Tales é pessoa bastante metódica e tem a seguinte rotina ao chegar no trabalho: pega uma xícara de café na copa, deixa\u2010a em cima de sua bancada particular, vai a outra sala buscar o jornal e retorna à sua bancada para lê\u2010lo, enquanto degusta a bebida. Aproveitando\u2010se de tais dados, Zenão e Górgias resolvem que executarão o crime de homicídio através de envenenamento. Para tanto, Zenão, certificando\u2010se que não havia ninguém perto da bancada de Tales, coloca na bebida 0,1 ml de poderoso veneno. Logo em seguida chega Górgias, que também verifica a ausência de qualquer pessoa e adiciona ao café mais 0,1 ml do mesmo veneno poderoso. Posteriormente, Tales retorna à sua mesa e senta\u2010se confortavelmente na cadeira para degustar o café lendo o jornal, como fazia todos os dias. C erca de duas horas após a ingestão da bebida, Tales vem a falecer. Ocorre que toda a conduta de Zenão e Górgias foi filmada pelas câmeras internas presentes na sala da vítima, as quais eram desconhecidas de ambos, razão pela qual a autoria restou comprovada. Também restou comprovado que Tales somente morreu em decorrência da ação conjunta das duas doses de veneno, ou seja, somente 0,1 ml da substância não seria capaz de provocar o resultado morte. C om base na situação descrita, é correto afirmar que:
Zenão e Górgias, agindo em autoria incerta, deveriam responder por homicídio culposo
caso Zenão e Górgias tivessem agido em concurso de pessoas, deveriam responder por homicídio qualificado doloso consumado.
Zenão e Górgias, agindo em autoria colateral, deveriam responder por homicídio culposo. mesmo sem qualquer combinação prévia, Zenão e Górgias deveriam responder por homicídio
qualificado doloso consumado.
Zenão e Górgias, agindo em concurso de pessoas, deveriam responder por homicídio culposo.
2a Questão (R e f.: 201407681456) P o nto s: 0,0 / 0,1
No concurso material de infrações, no que concerne à dosimetria de penas, aplica-se o critério:
Da realidade jurídica. Do cúmulo material Da ficção jurídica.
Da vinculação jurídica.
Da exasperação da pena
3a Questão (R e f.: 201408029825) P o nto s: 0,0 / 0,1
1) João e José, amigos de infância, combinam agredir Tião a tiros para produzir-lhe lesões corporais de
natureza gravíssima pela incapacitação permanente para o trabalho. Para tanto, ambos postam-se de cada lado de uma rua e, quando o desafeto aproxima-se, efetuam disparos de arma de fogo contra ele. Apenas um disparo acerta a vítima, do que resultou sua morte. Ouvido em juízo, João confessa ter, na hora, pretendido matar Tião. José confessa ter previsto a ocorrência da morte de Tião, mas acreditou em sua habilidade e na de João para apenas lesionarem a vítima. A perícia não identificou a arma da qual partiu o projétil que acertou a vítima. C om base nos estudos realizados sobre concurso de pessoas, assinale a alternativa C ORRETA acerca da responsabilidade jurídico-penal de João e José.
Ambos são coautores, não havendo qualquer distinção acerca do juízo de reprovabilidade de sua conduta, consoante o disposto no art. 29, caput, do C ódigo Penal.
João será responsabilizado como autor e José, como partícipe, face ao disposto no art. 29, § 1º, do
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Ambos são coautores, todavia, aplicar-se-á à conduta de José o disposto no art. 29, § 1º, do C ódigo
Penal participação de menor importância.
Ambos são coautores, todavia, aplicar-se-á à conduta de José o disposto art. 29, § 2º, do C ódigo Penal cooperação dolosamente distinta.
João será responsabilizado como autor e José, como partícipe, face ao disposto no art. 29, § 2º, do
C ódigo Penal cooperação dolosamente distinta.
4a Questão (R e f.: 201408030712) P o nto s: 0,0 / 0,1
João e José, amigos de infância, combinam agredir Tião a tiros para produzir-lhe lesões corporais de natureza gravíssima pela incapacitação permanente para o trabalho. Para tanto, ambos postam-se de cada lado de uma rua e, quando o desafeto aproxima-se, efetuam disparos de arma de fogo contra ele. Apenas um disparo acerta a vítima, do que resultou sua morte. Ouvido em juízo, João confessa ter, na hora, pretendido matar Tião. José confessa ter previsto a ocorrência da morte de Tião, mas acreditou em sua habilidade e na de João para apenas lesionarem a vítima. A perícia não identificou a arma da qual partiu o projétil que acertou a vítima. C om base nos estudos realizados sobre concurso de pessoas, assinale a alternativa C ORRETA acerca da responsabilidade jurídico-penal de João e José.
Ambos são coautores, não havendo qualquer distinção acerca do juízo de reprovabilidade de sua conduta, consoante o disposto no art. 29, caput, do C ódigo Penal.
Ambos são coautores, todavia, aplicar-se-á à conduta de José o disposto no art. 29, § 1º, do C ódigo
Penal participação de menor importância.
João será responsabilizado como autor e José, como partícipe, face ao disposto no art. 29, § 2º, do
C ódigo Penal, cooperação dolosamente distinta.
Ambos são coautores, todavia, aplicar-se-á à conduta de José o disposto art. 29, § 2º, do C ódigo Penal, cooperação dolosamente distinta.
João será responsabilizado como autor e José, como partícipe, face ao disposto no art. 29, § 1º, do
C ódigo Penal participação de menor importância.
5a Questão (R e f.: 201408030735) P o nto s: 0,0 / 0,1
João, na intenção de auxiliar Marcos no estupro de Melinda, imobiliza-a enquanto o segundo submete-a a conjunção carnal, configurando o crime de estupro previsto no art. 213 do C P. C onsiderando-se que João não praticou nenhum ato libidinoso com a vítima, qual será sua responsabilidade penal segundo a teoria do domínio final do fato?
Mero conivente Autor mediato C oautor Partícipe
Autor colateral