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TENS 
CONVENCIONAL 
 Indicado na dor 
aguda 
 Tempo de duração: 
25mn a 24 horas 
 Uso clinico: LP: 
100US e F:2HZ 
TENS 
 Promove alivio da 
dor 
 Frequência (HZ):de 1 
a 150 HZ 
 Duração/largura de 
pulso (UZ): de 50 a 
300 
FES 
 Ganho de força 
 Frequência: de 30 a 
80HZ 
 MMSS: 30 a 50HZ 
 MMII: de 50 a 80HZ 
 LP: 100 a 150US 
 MMSS: 100 a 150US 
 MMII: 200 a 250US 
 Ciclo on: de 6 a 15s 
 Rampa de subida: 1 a 3s 
 Tempo de sustentação: 
de 1 a 13s 
 Rampa de descida: de 1 
a 3s 
 Ciclo of: 1,2 ou 3 vezes o 
tempo de descida do 
ciclo on 
 Tempo: máximo 15mn 
 
TENS ACUMPUTURAL 
 Indicado na dor crônica 
 Tempo de duração: 
máximo 45mn 
 Uso clinico: LP:200US e 
F:4HZ 
 
TENS BURST 
 Indicado na dor crônica 
 Tempo de duração: 
máximo 45mn 
 Uso clinico: LP:200US e 
F:2HZ 
 
ULTRASSOM TERAPÊUTICO 
 INDICAÇÕES CLÁSSICAS: 
Reparo tecidual 
Efeito fibrinolítico 
Analgesia 
 Parâmetros a serem regulados: 
 Frequência do aparelho (Hertz-
Hz): 
 1MHz= tecidos mais profundos 
(6a8cm-ORTO); 
 3MHz= tecidos mais superficiais 
(2 a 2,5cm-DERMATO); 
 Obs: Quanto maior a frequência, 
mais superficial a absorção e 
maior a refração (diminuindo a 
penetração da vibração). 
 MODOS: Contínuo: A onda US é 
transmitida sem interrupção, 
causando intensa vibração e, 
consequentemente, calor. 
 Pulsado: Envelopes de pulso 
(10%, 20% -fase aguda e 50% 
subaguda/crônica). Efeito 
térmico nulo ou quase nulo 
 .Frequência dos envelopes 
(16Hz, 48Hz -ambos reparo 
profundo/ósseo e 100Hz -reparo 
tecidual mais superficial). 
TFMM DO JOELHO 
 Flexão: graus 3,4 e 5 sentado 
Graus 2,1 e 0 decúbito lateral 
 Extensão: graus 5,4 e 3 decúbito ventral. 
 Graus 2,1 e 0 sentado 
TFMM DO TORNOZELO E PÉ 
 Dorsiflexão: Graus 3, 4 e 5= Sentado (Arco completo ou 
incompleto difere o 4 do 5); Grau 2, 1 e 0= Decúbito lateral; 
 Flexão plantar: Graus 3, 4 e 5= Sentado ou De pé; 
 Graus 2,1 e 0= Decúbito lateral 
TESTE DE ELY (MÚSCULO RETO FEMORAL): 
Objetivo: Teste de encurtamento muscular do quadril 
Decúbito ventral, o avaliador mantém uma flexão 
passiva total do joelho enquanto o quadril está em 
posição neutra. O teste é positivo se entre 60° e 90° 
da flexão passiva do joelho o paciente fletir o quadril. 
 
PERIMETRIA 
 O seu objetivo é para medir e mensurar a 
circunferência dos membros superiores e/ou 
inferiores; 
 Indicado para verificar edemas e trofismo 
muscular; Parâmetro evolutivo de tratamento; 
PERIMETRIA DOS MMSS 
•Pontos anatômicos de referência: Linha do 
cotovelo; Medidas de 3 ou 5cm para cima e para 
baixo. 
PERIMETRIA DOS MMII 
Pontos anatômicos de referência: Linha poplítea; 
Medidas de 5, 7 ou 10cm para cima e para baixo. 
 
 
GONIOMETRIA DOS MMII 
É um método para medir os ângulos articulares do corpo; 
 É utilizado pelo fisioterapeuta para quantificar a limitação 
dos ângulos articulares, decidir a intervenção 
fisioterapêutica mais adequada e, ainda documentar a 
eficácia da intervenção; 
Utilizada para a avaliação e reavaliação de tratamento; 
GONIOMETRIA DO TORNOZELO E PÉ: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TFMM DO QUADRIL: 
 Flexão: 
Grau 3, 4 e 5 = Sentado 
(posição da mão na 
resistência); 
Grau 2, 1 e 0 = Decúbito 
lateral; 
 Hiperextensão: 
Grau 3, 4 e 5 = Decúbito 
ventral (posição da mão 
na resistência); 
Grau 2, 1 e 0 = Decúbito 
lateral. 
 Abdução: 
Grau 3, 4 e 5 = Decúbito 
lateral (posição da mão na 
resistência) membro não 
testado em tríplice flexão, 
encostado na maca; 
Grau 2, 1 e 0 = Decúbito 
dorsal; 
 Adução: 
Grau 3, 4 e 5 = Decúbito 
lateral, membro não 
testado em tríplice flexão 
com pé plantado na maca 
(posição da mão na 
resistência); 
Grau 2, 1 e 0 = Decúbito 
dorsal. 
TESTE DETHOMAS (MÚSCULO ILIOPSOAS) 
Objetivo: Teste de encurtamento muscular do quadril; 
Manter o paciente em decúbito dorsal em uma maca com a região 
poplítea coincidindo com a borda desta, joelhos fletidos, pernas 
para fora da maca (posição inicial); 
 
TESTE DE THOMPSON: 
Objetivo: Verifica ruptura do tendão calcâneo; 
Paciente em decúbito ventral, com os pés fora da maca, o avaliador apalpa o 
ventre muscular da panturrilha, pressiona e observa se existe flexão plantar. 
 
TFII DO OMBRO: 
•Movimentos: 
Flexão de ombro; 
Extensão de ombro: o 
Adução de ombro; 
Abdução de ombro; 
Rotação medial de 
ombro; Rotação lateral 
de ombro; 
 Principais músculos: 
Trapézio superior e 
elevador da escápula; 
Músculo trapézio 
médio; Músculo 
trapézio inferior 
Músculos romboides 
Músculo serrátil 
anterior Músculo 
peitoral menor e maior; 
Músculo deltoide 
(porção clavicular, 
acromial e espinal) 
Músculo 
coracobraquial; 
Músculo grande dorsal; 
Músculo redondo maior 
e menor Músculo 
supraespinhal e 
infraespinal; Músculo 
subescapular. 
TFII DO COTOVELO 
Músculos e movimentos: 
 Braquial, bíceps braquial, braquiorradial, 
pronado redondo e flexor ulnar do carpo 
(Flexão do cotovelo); 
Tríceps Braquial e Ancôneo (Extensão do 
cotovelo); 
Supinador e bíceps do braço (Supinação do 
antebraço); Pronador quadrado, pronador 
redondo e flexor radial do carpo (Pronação 
do antebraço). 
TFII DE MÃOS E PUNHOS 
•Movimentos: 
Flexão de punho, mão e dedos, extensão de 
punho, mão e dedos, desvio ulnar, desvio 
radial e adução e abdução de dedos; 
•Músculos envolvidos: Adutor do polegar; 
Abdutor curto do polegar; Oponente do 
polegar Flexor longo e curto do polegar; 
Extensor longo e curto do polegar Abdutor 
longo do polegar; 
Mobilização ativa: 
 O paciente irá realizar sozinho; O 
fisioterapeuta irá observar: 
 Quando e onde, durante cada um 
dos movimentos, ocorre o início 
de dor; 
 Se o movimento aumenta a 
intensidade e a qualidade da dor; 
 A quantidade de restrição 
observável; 
 O padrão de movimento; 
 O ritmo e a qualidade do 
movimento; O movimento das 
articulações associadas Qualquer 
limitação e sua natureza. 
 Mobilização passiva: 
 O fisioterapeuta irá realizar no 
paciente; O fisioterapeuta irá 
observar: 
 Quando e onde, durante cada 
um dos movimentos, ocorre o 
início de dor; 
 Se o movimento aumenta a 
intensidade a qualidade da dor; 
 O padrão de limitação do 
movimento; 
 A sensação final do movimento; O 
movimento das articulações 
associadas; A amplitude de 
movimento disponível. 
 
 
TESTE DE MOBILIDADE DA COLUNA 
VERTEBRAL: 
Solicita que o paciente realize os 
movimentos de forma ativa; 
•O fisioterapeuta deve observar a 
qualidade da amplitude de movimento 
realizada e se existe quadro álgico durante 
os movimentos; 
•Questiona sempre a EVA; 
•Coluna cervical: 
ADM ativa para flexão; ADM ativa para 
extensão; ADM ativa para inclinação lateral 
direita e esquerda; ADM ativa para 
rotação; 
Movimento de flexão 
(Esternocleidomastóide): 
Grau 0, 1 e 2= Decúbito lateral; 
Grau 3, 4 e 5= Decúbito dorsal; 
Movimento de extensão (Trapézio): 
 Grau 0, 1 e 2= Decúbito lateral; Grau3, 4 e 5= 
Decúbito ventral; 
Movimento de inclinação lateral 
(Esternocleidomastóide): 
Grau 0, 1 e 2= Decúbito ventral; Grau 3, 4 e 5= 
Decúbito lateral. 
•Coluna lombar: 
ADM ativa para flexão; ADM ativa para 
extensão; ADM ativa para inclinação lateral 
direta e esquerda; ADM ativa para rotação. 
 
•Tronco: 
Movimento de flexão (Reto do abdômen): 
Grau 0, 1 e 2 Decúbito lateral; 
Grau 3, 4 e 5 Decúbito dorsal; Obs: A 
diferença dos graus 3, 4 e 5 é o 
posicionamento dos braços. 
Movimento de extensão 
(Paravertebrais):Grau 0, 1 e 2 = Decúbito 
lateral; 
Grau 3, 4 e 5 = Decúbito ventral; Obs: A 
diferença dos graus 3, 4 e 5 é o 
posicionamento dos braços. 
Inclinação lateral (Quadrado lombar): Grau 
0, 1 e 2 = Decúbito ventral; 
Grau 3, 4 e 5 = Decúbito lateral;Obs: A 
diferença dos graus3, 4 e 5 é o 
posicionamento dos braços. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
GONIOMETRIA DOS MMII 
É um método para medir os ângulos articulares do corpo; 
 É utilizado pelo fisioterapeuta para quantificar a limitação dos 
ângulos articulares, decidir a intervenção fisioterapêutica mais 
adequada e, ainda documentar a eficácia da intervenção; 
Utilizada para a avaliação e reavaliação de tratamento; 
GONIOMETRIA DO QUADRIL: 
 
 
GONIOMETRIA DOS MMII 
É um método para medir os ângulos articulares do corpo; 
 É utilizado pelo fisioterapeuta para quantificar a limitação 
dos ângulos articulares, decidir a intervenção 
fisioterapêutica mais adequada e, ainda documentar a 
eficácia da intervenção; 
Utilizada para a avaliação e reavaliação de tratamento; 
GONIOMETRIA DO JOELHO: 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TEF DO OMBRO: Teste de Yergason 
É utilizado para diagnosticar tendinite e tenossinovite 
do tendão da cabeça longa do músculo bíceps do 
braço; 
maneira mais simples de realizar o teste consiste em 
segurar, pronados, os punhos do paciente, sentado à 
sua frente, e solicitar que realize movimento de 
pronação forçada, contra as mãos do examinador; A 
presença de dor, sentida na região do sulco 
intertubercular do úmero sugere a presença de 
processo inflamatório no tendão do bíceps. 
 
TEF DO OMBRO: Teste de Queda de Braço 
Possíveis rupturas do manguito rotador, em especial, o 
músculo supraespinhoso; Solicite que o paciente realize uma 
abdução completa do ombro, em seguida peça que o 
paciente leve o braço vagarosamente para o lado do tronco. 
O fisioterapeuta pode testar tocando levemente para baixo 
no braço do paciente; Sinal positivo: O braço tende a cair 
bruscamente ao lado do corpo, ou seja, o paciente será 
incapaz de abaixar suavemente. 
 
TestedoImpactodeNeer: 
TEF DO OMBRO: Teste do Impacto de Neer 
Sua finalidade é avaliar a síndrome do impacto; O 
examinador estabilizará a escápula do paciente com a 
mão esquerda e elevará rapidamente o membro 
superior em rotação interna com a mão direita; O 
choque da grande tuberosidade e do acrômio 
provocará dor; Este teste também é positivo em 
capsulite adesiva, instabilidade multidirecional, 
lesões da articulações acrômio clavicular, portanto 
não é específico. 
 
TEF DO OMBRO: Teste da Jobe (Lata Vazia): 
Avalia especificamente o músculo 
supraespinhoso; É realizado como paciente 
em ortostatismo membros superior e sem 
abdução no plano frontal e anteflexão de 
30º, e assim alinhando o eixo longitudinal do 
braço com o eixo de movimento da 
articulação glenoumenral; O examinador faz 
força de abaixamento nos membros, 
simultânea e comparativa, enquanto o 
paciente tenta resistir. O teste será 
considerado alterado no membro que o ferecer 
menor força. Um resultado falso positivo ou 
duvidoso pode surgir devido a interferência da 
dor. 
TEF DO OMBRO: Teste de Speed 
é usado para testar tendinite bicipital. 
Braço em flexão, com antebraço estendido e 
supinado, colocar o dedo de uma das mãos sobre o 
sulco bicipital, e a mão oposta sobre o punho do 
paciente; que deve elevar o braço contra 
resistência. Testa o tendão do bíceps no sulco 
bicipital; Dor espontânea ou a palpação é 
indicadora de tendinite bicipital. 
 
TEF DO OMBRO: Teste de Apley 
Avalia a tendinite do manguito rotador através do 
estiramento do manguito e da bolsa subacromial, 
obtida pela rotação externa e abdução do ombro; 
Pede-separa o paciente alcançar, por trás da cabeça, o 
ângulo médio superior da escápula contralateral. 
 
TEF DO OMBRO: Teste de Apley 
Avalia a tendinite do manguito rotador 
através do estiramento do manguito e da 
bolsa subacromial, obtida pela rotação 
externa e abdução do ombro; Pede-
separa o paciente alcançar, por trás da 
cabeça, o ângulo médio superior da 
escápula contralateral. 
 
TF DO COTOVELO: Sinal de Tinel 
Teste para disfunção neurológica; Consiste na percussão leve 
sobre o punho, transmitindo uma sensação de parestesia na 
região de distribuição do nervo mediano; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TF DO COTOVELO: Teste para 
epicondilite medial (Golvista): 
0bjetivo: Sugerir uma possível 
epicondilite medial; Em caso de dor 
ou desconforto, teste positivo para 
epicondilite medial; 
 
TF DO COTOVELO: 
Teste para epicondilite lateral 
(Tenista) Mill: 
Objetivo: Sugerir uma possível 
epicondilite lateral; Em caso de dor, 
teste positivo para epicondilite 
lateral; 
 
TF DO PUNHO: 
Testes de Phalene E Phalen 
invertido: 
É um teste provocativo que 
corroboram o diagnóstico de STC 
(Síndrome túnel do carpo); 
Teste é positivo quando ocorre dor 
e/ou dormência nos dedos 
inervados pelo nervo mediano com 
um minuto de flexão do punho. 
 
TEF DO PUNHO: 
Testes de Phalene E Phalen 
invertido: 
É um teste provocativo que 
corroboram o diagnóstico de STC 
(Síndrome túnel do carpo); 
Teste é positivo quando ocorre dor 
e/ou dormência nos dedos 
inervados pelo nervo mediano com 
um minuto de flexão do punho. 
 
TF DO QUADRIL: TESTE DE THOMAS (MÚSCULO ILIOPSOAS): 
Objetivo: Teste de encurtamento muscular do quadril; 
Manter o paciente em decúbito dorsal em uma maca com a região poplítea 
coincidindo com aborda desta, joelhos fletidos, pernas para fora da maca 
(posição inicial); 
O membro inferior não avaliado será flexionado (o paciente abraça o membro 
inferior) até que a região lombar seja retificada (em contato com a maca, 
posição final); 
O segmento avaliado permanece livre. A mensuração é feita com os graus que 
faltam na extensão completa da articulação do quadril; 
 
TF DO QUADRIL: TESTE DE ELY (MÚSCULO RETO FEMORAL): 
Objetivo: Teste de encurtamento muscular do quadril 
Decúbito ventral, o avaliador mantém uma flexão passiva total do joelho 
enquanto o quadril está em posição neutra. O teste é positivo se entre 60° e 90° 
da flexão passiva do joelho o paciente fletir o quadril; 
 
TF DO QUADRIL: TESTE DE PATRICK FABERE 
Coloca-se o quadril em flexão, abdução e rotação externa do quadril; 
O teste é positivo em caso de dor anterior é indicativo de lesão no quadril e 
posterior é indicativo de disfunção na sacro íliaca; 
 
TF DO QUADRIL: TESTE DE PATRICK FABERE 
Coloca-se o quadril em flexão, abdução e rotação externa do quadril; 
O teste é positivo em caso de dor anterior é indicativo de lesão no quadril e 
posterior é indicativo de disfunção na sacro íliaca; 
 
TF DO QUADRIL: TESTE DE LASÈGUE 
Em caso de dor no ínicio do movimento, mais precisamente apartir dos 
30º à 70º graus; 
Indicativo de Hérnia de disco lombar; 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
TF DO JOELHO: TESTE DE GAVETA 
ANTERIOR E POSTERIOR 
Anterior: Avaliar a integridade e se existe frouxidão 
do Ligamento Cruzado Anterior (LCA); 
Posterior: Avaliar a integridade e se existe frouxidão 
do Ligamento Cruzado Posterior (LCP); 
 
TF DO JOELHO: 
Stresse em Valgo: Teste do Ligamento Colateral Medial; 
Mão no menisco lateral e maléolo medial; 
 
Stresse em Varo: Teste do Ligamento Colateral Lateral; Mão no 
menisco medial e maléolo lateral; 
 
TF DO JOELHO: TRAÇÃO DE APLEY 
Teste de Compressão, Descompressão e Compressão com Rotação; 
Realiza-se o teste com o paciente em decúbito ventral, joelho fletido 
90º e quadril em extensão. Aplica-se uma força axial junto ao pé a 
medida em que se realiza-se rotaçãoo interna e externa da perna; 
As lesões são caracterizadas pela presença de dor ou estalidos junto 
às interlinhas articulares durante a fase de compressão de teste, 
para o menisco medial em RE da perna e para o lateral em RI; 
 
 
 
 
 
GONIOMETRIA DOS MMII 
É um método para medir os ângulosarticulares do corpo; 
 É utilizado pelo fisioterapeuta para 
quantificar a limitação dos ângulos 
articulares, decidir a intervenção 
fisioterapêutica mais adequada e, ainda 
documentar a eficácia da intervenção; 
Utilizada para a avaliação e reavaliação de 
tratamento; 
GONIOMETRIA DO TORNOZELO E PÉ: 
 
 
 
 
GONIOMETRIA DOS MMSS 
A amplitude de movimento (ADM) é a quantidade de 
movimento de uma articulação; 
A posição inicial para se medir a amplitude de movimento 
de todas as articulações, com exceção do movimento de 
rotação é aposição anatômica; Classificações da ADM: 
ADM >Hipermobilidade; 
ADM

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