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BIOMECÂNICA DO
MÚSCULO ESQUELÉTICO HUMANO
Prof: Welton Daniel N. Godinho
UNIVERSIDADE ESTADUAL DO CEARÁ
CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE
EDUCAÇÃO FÍSICA
Professor: Welton Daniel
Desenvolver tensão ativamente;
Realizar as importantes funções de manter a postura ereta do corpo;
Movimentar seus membros e absorver os choques;
Levando-se em conta, que o músculo somente consegue desempenhar essas funções, quando devidamente estimulados;
O sistema nervoso e o sistema muscular humanos, recebem com frequência, a denominação coletiva, de sistema neuromuscular.
Propriedades Funcionais da Unidade Músculotendínea
→As quatro propriedades funcionais do tecido muscular são:
-Extensibilidade;
-Elasticidade;
-Irritabilidade;
-Capacidade de desenvolver tensão;
→ Essas propriedades são comuns a todos os tipos de músculos 
Extensibilidade e Elasticidade
→Extensibilidade: Capacidade de ser estirado; ou de aumentar de comprimento;
→Elasticidade:Capacidade do músculo retornar ao seu comprimento inicial após ser estirado.
A elasticidade do músculo depende de dois componentes:
→ Componente Elástico em Paralelo(CEP) - Proporcionado pelas membranas musculares, fornecem resistência, quando um músculo é estirado passivamente;
→Componente Elástico em Série (CES) - Atua nos tendões, trabalha como uma mola, fornecendo resistência ao estiramento de um tendão muscular.
● A elasticidade ocorre principalmente em função dos CES(Componentes elásticos em série) quando:
→A altura de um salto aumenta, quando é realizado um movimento contrário, imediatamente antes do salto, como, na (flexão de joelhos).
→Algumas pesquisas dizem, que há um aumento da força muscular, logo após o alongamento. Tanto o CES, quanto o CEP, contribuem para esse aumento de força, mas os CES, contribuem de forma mais significativa.
●Resposta Viscoelástica do tecido muscular:
→Quando um músculo é alongado por determinado tempo, possui seu tamanho aumentado, e após o alongamento, não retorna ao seu comprimento inicial de repouso imediatamente, mas de forma gradual.
Irritabilidade e Capacidade de Desenvolver Tensão
→ Irritabilidade: Capacidade de responder a um estímulo, seja ele eltroquimico(gerado por um potencial de ação),ou seja ele mecânico(golpe externo aplicado ao músculo).
→Capacidade de Desenvolver Tensão: Quando irritado, o musculo tem a capacidade de desenvolver uma tensão, aumentando o seu tônus natural de repouso.
Tipos de Fibras
Características estruturais, histoquímicas e comportamentais diferentes;
Contração rápida (Tipo I) e contração lenta (Tipo II);
Tensão máxima – Miosina ATPase – Fibras de CR;
CR – possuem maior diâmetro – fadiga;
CR – corridas de alta velocidade e saltos;
CL – provas de endurance, natação, ciclismo....
As fibras musculares esqueléticas exibem muitas características estruturais, histoquímicas e comportamentais diferentes;
As fibras de algumas unidades motoras se contraem para alcançar uma tensão máxima mais rapidamente que outras, após serem estimudalas, com base nessa característica, as fibras podem ser consideradas de contração rápida e contração lenta;
Essa diferença de tempo para chegar a uma tensão máxima é atribuída às concentrações mais altas de miosina ATP ase nas fibras de CR;
As fibras de contração rápida possuem maior diâmetro e isso faz com que entrem em fadiga mais rapidamente;
As fibras de contração rápida contribuem de maneira significativa para o sucesso de um atleta em provas que axijam contração muscular rápida e vigorosa;
As provas de endurance, ciclismo e natação exigem um funcionamento efetivo das fibras lentas resistentes a fadiga;
8
Arquitetura da Fibra
Os arranjos das fibras – força da contração muscular e amplitude de movimento;
Peniforme e paralelo;
Outra variável que influencia a função muscular é o arranjo das fibras dentro do músculo e essas podem afetar a força da contração e amplitude de movimento,
As duas categorias abrangentes do arranjo das fibras musculares são denominados em paralelo e peniforme,
Sartorio, reto abdominal e bíceps braquial – possui orientação paralelo das fibras
As fibras peniformes formam um ângulo em relação ao eixo longitudinal do músculo, 
Peniforme – Tibial posterior, reto femoral e deltoide apresentam arranjos penados;
10
Maior ângulo, menor quantidade de força
Efetiva transmitida ao tendão (ões)
Menor ângulo, maior quantidade de força
Efetiva transmitida ao tendão (ões)
11
Função do Músculo Esquelético
"Quando um musculo ativado desenvolve tensao, a quantidade de tensao presente é constante atraves de todo comprimento do musculo."
Recrutamento das Unidades Motoras
Sistema Nervoso Central - controle do recrutamento 
	-regulares 
	-delicados 
	-precisos 
UM de Contração Lenta- mais faceis de ativar 
UM de Contração Rápida- mais dificeis de ativar
As unidades motoras de contração lenta são sempre as primeiras a produzirem tensão, independente do movimento resultante ser lento ou rápido.
Fibras CL -> Tipo IIa -> Tipo IIb
Mudança no comprimento do músculo com o desenvolvimento de tensão
Concentrica
Isometrica
Excentrica
Funções Desempenhadas pelos Músculos
Agonistas 
	- primarios
	- secundarios
Antagonistas 
Estabilizadores 
Neutralizadores 
Açoes Cooperativas
Músculos Biarticulares e Poliarticulares
Atravessam 2 ou mais articulaçoes
Insuficiencia Ativa
 
Insuficiencia Passiva
Fatores que afetam a geração de força
Velocidade do encurtamento muscular;
 Comprimento do músculo ao ser estimulado;
 Período de tempo a partir de um estímulo.
 
 RELAÇÃO FORÇA – VELOCIDADE
 	A força máxima é determinada pela veloc. de encurtamento ou de alongamento do músculo.
↘ Quanto + forte for o músculo > será a magnitude da tensão isométrica máxima;
↘ O treinamento de força excêntrica envolve o uso de resistências que sejam > que a capacidade de geração de força isométrica máxima.
↘ Não se aplica a maioria das atividades diárias -
 (movim. lentos e controlados de cargas sub máx);
↘ Para aumentar o tamanho e a força dos músculos o trein. excêntrico é mais efetivo que o concêntrico;
↘ Comparando com os treinamentos concêntrico e isométrico, o excêntrico provoca uma > dor e > dano na estrutura do músculo.
 RELAÇÃO COMPRIMENTO - TENSÃO
↘ A tensão total em um musc. distendido é = a soma das tensões ativa e passiva nos tendões e membranas musculares;
↘ Componentes elásticos em série (CES), somam-se a tensão presente no músc. distendido;
↘ A tensão isométrica máx. depende em parte do seu comprimento;
↘ Na fibra isolada a geração de força é máx. no estado de repouso (nem estendido, nem contraído).
↘ Se o comp. do musc. ↑ou ↓ além do repouso a força máx. ↓;
↘ Já no corpo humano a geração de força ↑ qdo o músc. está ligeiramente estendido;
↘ Fibras em paralelo – produzem tensão máx. imediatamente acima do comprimento de repouso;
↘ Fibras peniformes(oblíquas),próx. de 130% do seu comp. de repouso;
↘ Após um exerc. excent. o ↑ no comprim. do músc. dificultará o desenv. de força, devido ao estiramento insuficiente.
21
 CICLO ALONGAMENTO- ENCURTAMENTO - CAE
↘ Resulta de uma contração excêntrica, seguida imediatamente de uma concêntrica;
↘ Um músc. alongado realiza mais trabalho antes do encurtamento;
↘ O custo metabólico é ↓ qdo o (CAE) tá presente;
↘ O (CES) , com o efeito do recuo do musc. ↑ a produção de força.
↘ O trein. excêntrico ↑ a cap. unid. músculotendinoso em armazenar e devolver + energia elástica;
↘ O indução do(CAE) contribui para força musc. concêntrica. Ex. levantadores de peso – flexão rápida de joelho – aprimorar o desempenho;
↘ O (CAE) armazena e utiliza a energia elástica durante a corrida devido a alternância de tensões no gastrocnêmicos;
 
↘ Blocos de partida ↑ a vel. de saída- alongamento adicional do t. Aquiles. 
 RETARDO ELETROMECÂNICO
↘ É o período de tempo entre a chegada do estímulo neural e o desenv. de tensão pelo músculo;
↘ Necessário pra o comp. contrátil alongar o (CES);
↘ O desev. de força de contração > está associado ao (REM) +curtos;
↘ O comp, a veloc, o tipo de contração e a fadiga não afetam o (REM);
↘ Tempos + curtos para f. máx está → com um ↑ % de fibras de CR e com um estado altamente treinado;
↘ O (REM) em crianças é + longo que em adultos.
Força, Potência e Endurance Musculares
Desempenho muscular
A capacidade de um grupo muscular gerar torque em uma articulação específica;
O ritmo de produção de torque em uma articulação;
A resistência a fadiga.
FORÇA MUSCULAR
↘ Cientistas x músculo de um animal de experimentação 
( laboratório);
↘ No corpo humano ( não convém avaliar diretamente a força);
↘ Avaliação direta( mensuração do torque máximo gerado por um grupo muscular em uma articulação);
↘ Função da capacidade coletiva de gerar força ( grupo muscular funcional);
↘ Dividir em dois componentes ortogonais: perpendicular e paralelo ao osso articulado.
Torque é o produto da força pelo braço de momento dessa força, ou a distância perpendicular onde a força atua a partir de um eixo de rotação;
O torque gerado por determinada força muscular modifica-se quando o ângulo de inserção muscular no osso se modifica;
O componente de força muscular que atua paralelamente ao osso articulado não produz torque;
O componente de força muscular dirigido perpendicularmente ao osso articulado, produz torque, ou efeito rotatório;
A maior quantidade de torque é produzida pela tensão máxima em um músculo que esteja em um ângulo de 90⁰ em relação ao osso, e inserido o mais longe do centro articular.
POTÊNCIA MUSCULAR
	Produto da força muscular pela velocidade do encurtamento muscular.
É afetada tanto pela força muscular quanto pela velocidade do movimento;
Contribui para as atividades que exigem força como velocidade;
As fibras CR desenvolvem tensão mais rápida que as fibras de CL;
Indivíduos com fibras CR desenvolvem sua potência máxima com velocidades mais altas de encurtamento muscular.
ENDURANCE MUSCULAR
	A capacidade do músculo exercer tensão durante certo período de tempo.
Constante⁄durante a execução, ex. Cruz nas argolas;
Quanto maior for o período de tempo (tensão), maior será a resistência;
O treinamento: envolve grandes n⁰ de repetições contra uma resistência relativamente pequena;
Não produz aumento no diâmetro das fibras musculares.
FADIGA MUSCULAR
Oposto da resistência
Fatores fisiológicos e neurológicos afetam o ritmo x fadiga;
Uma fibra muscular alcança a fadiga absoluta quando se torna incapaz de desenvolver tensão ao ser estimulada por seu axônio motor;
Pode ocorrer no próprio neurônio (potencial de ação);
As fibras de OL são mais resistentes à fadiga. 
EFEITOS DA TEMPERATURA DO MÚSCULO
↘ Elevação da temperatura corporal (aumenta a atividade dos nervos e músculos);
↘ Ativar um menor n⁰ de unidades motoras para manter uma determinada carga;
↘ Benefícios: aumento na força, potência e resistência dos músculos. (Base lógica);
↘ A função muscular é mais eficiente a 38,5⁰c.
LESÕES MUSCULARES COMUNS
↘ Distensões;
↘ Contusões;
↘ Cãibras;
↘ Dor muscular de início tardia – DMIT;
↘ Síndrome compartimental.
Obrigado!
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