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Fundamentos de Criptografia – Técnicas de Substituição Cifra de César • Se atribuirmos a cada letra um valor numérico correspondente, conseguimos generalizar o algoritmo da seguinte forma: • Encriptação: Cifrado = E(k, letra) = (letra + k) mod 26 • Desencriptação: letra = D(k, Cifrado) = (Cifrado – k) mod 26 A B C D E F G H I J K L M 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 N O P Q R S T U V W X Y Z 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 Fundamentos de Criptografia – Técnicas de Substituição Cifra de César • Qual o espaço de chaves desse algoritmo? Criptoanálise da Cifra de César: • Pode-se, primeiramente, buscar padrões linguísticos no texto para garantir que se trata de uma Cifra de César (ataque estatístico). • Como o espaço de chaves é pequeno, é simples quebrar a cifra: basta testar todas as chaves possíveis (ataque de força bruta). Observações: • O pequeno espaço de chaves favorece o ataque de força bruta. • A linguagem do texto claro é facilmente reconhecível, favorecendo o ataque estatístico. • A combinação desses fatores mais o conhecimento dos algoritmos favorece a criptoanálise. Fundamentos de Criptografia – Técnicas de Substituição Cifra de César • Qual o espaço de chaves desse algoritmo? Criptoanálise da Cifra de César: • Pode-se, primeiramente, buscar padrões linguísticos no texto para garantir que se trata de uma Cifra de César (ataque estatístico). • Como o espaço de chaves é pequeno, é simples quebrar a cifra: basta testar todas as chaves possíveis (ataque de força bruta). Observações: • O pequeno espaço de chaves favorece o ataque de força bruta. • A linguagem do texto claro é facilmente reconhecível, favorecendo o ataque estatístico. • A combinação desses fatores mais o conhecimento dos algoritmos favorece a criptoanálise. Fundamentos de Criptografia – Evolução das cifras • A Cifra de César é útil para visualizar alguns conceitos elementares, mas é extremamente insegura. • As cifras evoluíram para aumentar o espaço de chaves e tentar aumentar o alfabeto de saída. • Cifras monoalfabéticas: saída possível das letras de entrada deixa de ser rígida e passa a ser uma permutação do conjunto possível de saída. Porém, a mesma entrada ainda gera a mesma saída (por isso monoalfabética). Texto claro: a b c d e f g h i j k l m n o p q r s t u v y z Texto cifra: A B C D E F G H I J K L M N O P Q R S T U V Y Z Fundamentos de Criptografia – Evolução das cifras • Cifras polialfabéticas: saída continua sendo uma permutação. Porém, a mesma entrada pode gerar saídas diferentes (por isso polialfabética). Chave : s e g r e d o Texto claro: a b a c a t e Texto cifra : S F G T E W S A B C D E F G H I J K L M 0 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 11 12 N O P Q R S T U V W X Y Z 13 14 15 16 17 18 19 20 21 22 23 24 25 Fundamentos de Criptografia – Máquina de rotor Fundamentos de Criptografia 9. O princípio criptográfico de Kerckhoff estabelece que: a) Uma chave pública não deve ser criptografada. b) Todos os algoritmos devem ser públicos e apenas as chaves devem ser secretas. c) Todas as chaves devem ser públicas e apenas os algoritmos devem ser secretos. d) Tanto as chaves quanto os algoritmos devem ser secretos. e) Tanto as chaves quanto os algoritmos devem ser públicos. Fundamentos de Criptografia 10. A criptologia é uma área do conhecimento humano eu pode ser divida em criptografia, que trata da defesa dos sistemas de informação, e esteganografia, que se preocupa na identificação de técnicas para o ataque a sistemas de informação. Certo ou Errado? 11. A técnica utilizada para esconder uma mensagem secreta dentro de uma maior, de modo que não se possa discernir a presença ou conteúdo da mensagem oculta é denominada esteganografia. Certo ou Errado? 12. Nos métodos mais seguros de criptografia, a função e a chave utilizadas na encriptação devem ser de conhecimento exclusivo do remetente da mensagem. Certo ou Errado?