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COLÉGIO TENENTE RÊGO BARROS 
BRUNO MOURA N°5
MATEUS SANTOS N° 18
LEANDRO GABRIEL BASTOS N°13 
PEDRO EGUCHI N°21 
RAYAN CARLOS N°24 
32A4 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A PRODUÇÃO CULTURAL :O TEATRO ARENA (1953) TEATRO OFICINA (1958), CINEMA NOVO, CANÇÃO DE PROTESTO E TROPICALISMO.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BELÉM - PARÁ 
OUTUBRO/2022 
 
COLÉGIO TENENTE RÊGO BARROS 
BRUNO MOURA N°5
MATEUS SANTOS N°18
LEANDRO GABRIEL BASTOS N°13 
PEDRO EGUCHI N°21 
RAYAN CARLOS N°24 
32A4 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A PRODUÇÃO CULTURAL :O TEATRO ARENA (1953) TEATRO OFICINA (1958), CINEMA NOVO, CANÇÃO DE PROTESTO E TROPICALISMO.
 
 
 
 
 
Trabalho avaliativo apresentado ao Colégio Tenente Rêgo Barros como requisito parcial para a obtenção de nota referente à atividade avaliativa (AA) de História, orientado pela (o) Professor (a) Tadeu.
 
 
 
 
 
 
 
 
 
BELÉM – PARÁ 
SETEMBRO/2022 
· Introdução: 
Esse trabalho tem como fito apresentar a docente encarregada uma pesquisa sobre A PRODUÇÃO CULTURAL :O TEATRO ARENA (1953) TEATRO OFICINA (1958), CINEMA NOVO E TROPICALISMO.
O que é? 
· Livros, músicas, filmes, shows, animações, exposições, histórias em quadrinhos ou quaisquer outras formas de entretenimento não surgem do nada. Por trás de cada obra que chega até você há um misto de criatividade, planejamento e gestão chamado produção cultural.
· História do Teatro de Arena: 
Com inspiração na estrutura norte-americana de teatro sem proscênio (com área de encenação circular, central e circundada pelos assentos destinados ao público), nasce em 1953, o Teatro de Arena de São Paulo.
Foi José Renato Pécora, recém-formado pela Escola de Arte dramática (EAD), quem teve a iniciativa da criação do Teatro de Arena, inicialmente inaugurado em um espaço cedido pelo Museu de Arte Moderna, onde funcionou até 1954, quando migrou para seu domicílio definitivo: Rua Theodoro Baima 94, Consolação – SP. O Arena, com a colaboração de Augusto Boal, conhecedor das experiências do Actors’Studio, nos Estados Unidos, empenhou-se também na procura de um estilo brasileiro de encenação e de desempenho. A seguir, promoveu a nacionalização dos clássicos. Veio depois a fase dos musicais, expressa por Arena Conta Zumbi e Arena Conta Tiradentes, de Guarnieri e Boal. Com o Sistema Curinga, aí adotado, abrasileirou-se o teatro épico de Brecht.
A repressão violenta da ditadura, principalmente com o Ato Institucional nº 5, de 1968, ainda permitiu a Augusto Boal fazer a experiência do Teatro Jornal, primeiro passo de seu Teatro do Oprimido, que se desenvolveu no exterior nas formas do Teatro Invisível e do Teatro-Foro. Mas seu exílio, em 1971, já afastados outros valores do grupo, interrompeu a grande trajetória do Teatro de Arena.
· IMAGEM DO TEATRO DE ARENA:
 
 
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· Processo de desintegração : 
· Processo de desintegração
· Foi na excursão carioca de Eles Não Usam Black-Tie que Oduvaldo Vianna Filho e Milton Gonçalves saíram da companhia e fundaram, em 1961, o movimento dos CPCs - Centros Populares de Cultura, junto à União Nacional dos Estudantes - UNE . O próximo a romper com o Arena foi o diretor José Renato, que mudou-se para o Rio de Janeiro em 1962 para assumir a direção do TNC – Teatro Nacional de Comédia.
· Em 1968 e 1969 Gianfrancesco Guarnieri desliga-se do Teatro de Arena, deixando a tarefa nas mãos de Augusto Boal. Uma das atividades do Arena foi uma excursão internacional (Nova Iorque, Berkeley, São Francisco, Kent, Cleveland, Kansas City, Búfalo, Chapaqua), Peru (Lima) e México (Puebla, Guanaguato, Guadalajara, Monte Rei, Leon, São Luis de Porto Si e Morela), com os espetáculos Arena Conta Zumbi, de Gianfrancesco Guarnieri e Augusto Boal, e Arena Conta Bolívar, de Augusto Boal, em 1970 (Foto de Cartaz em Peixoto Depoimento: Em Cena Aberta).
· No ano de 1971, quando montava o texto Arena Conta Bolivar, que veio a ser proibido, Augusto Boal foi preso e depois seguiu para o exílio. As últimas produções do Arena foram realizadas pelo Núcleo 2 do Arena a partir de 1969. Nesse momento, o Arena passa às mãos de seu administrador, o também ator Luiz Carlos Arutin.
· Os dois últimos espetáculos da companhia foram Tambores da Noite, de Bertolt Brecht, e A Semana - Esses Intrépidos Rapazes e Sua Maravilhosa Semana de Arte Moderna, de Carlos Queiroz Telles em 1972, apresentados pelo Núcleo 2 do Teatro de Arena, formado por Edson Santana, Celso Frateschi, Margot Bairdi, Dulce Muniz, Denise Del Vecchio, Renato Dobal, Abraão Farc, Antonio Pedro. Estes espetáculos foram apresentados no Teatro São Pedro (sala pequena) e dirigidos por Fernando Peixoto (Fernando Peixoto, Depoimento Em Cena Aberta).
· O Arena fecha suas portas como companhia em 1972 e o espaço é comprado pelo extinto SNT – Serviço Nacional de Teatro, no ano de 1977. A partir dos anos 1990, com o nome de Teatro Experimental Eugênio Kusnet, a velha sala da Rua Teodoro Baima abriga elencos de pesquisa da linguagem teatral, que vêm somar-se à efervescência cultural daquela região (Praça Roosevelt e adjacências).
· História do Teatro Oficina: 
O Teatro Oficina Uzyna Uzona é a sede da companhia de teatro homônima de São Paulo, Brasil, liderada por José Celso Martinez Corrêa, o "Zé Celso", e que é a maior e uma das mais longevas companhias de teatro em atividade permanente do Brasil. Fundada em 1958 como a Companhia Teatro Oficina, que veio a formar a atual Associação Teatro Oficina Uzyna Uzona, foi criada por Zé Celso Martinez Corrêa e outros estudantes da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo, como Amir Haddad e Carlos Queiroz Telles.. O prédio atual era a sede do antigo Teatro Novos Comediantes, de uma companhia teatral mesmo nome.[4] Na década de 1960, o prédio foi adquirido pela companhia. No mesmo ano, no entanto, o teatro foi destruído por um incêndio e, posteriormente, remontagens de peças teatrais foram realizadas para levantar de fundos e reconstruir o prédio. O Grupo Oficina era um coletivo de atores cujo objetivo era explorar os limites criativos do teatro brasileiro em sua época. Surgiu em São Paulo, no início dos anos 60, sob a direção polêmica de José Celso Martinez Corrêa. O Teatro Oficina vai constituir um novo caminho para a arte teatral brasileira, até então representada pelo “teatrão” do TBC (o Teatro Brasileiro de Comédias, tradicional companhia voltada para a montagem de espetáculos com qualidade internacional, dirigidos ao consumo cultural da burguesia paulistana) e pelo trabalho do recém-criado Teatro de Arena (que, com Augusto Boal, Oduvaldo Vianna Filho e Gianfrancesco Guarnieri, realizava montagens politicamente engajadas).
· IMAGEM TEATRO OFICINA: 
 
 
 
· História do Cinema Novo:
O Cinema Novo é um gênero cinematográfico exclusivamente brasileiro que se estabeleceu no cenário áudio visual nacional na segunda metade do século XX, destacando-se por dar ênfase à igualdade social e ao intelectualismo. Os filmes produzidos com base no Cinema Novo tinham, também o objetivo de se oporem ao cinema até então produzido no Brasil que consistiam, principalmente em musicais, comédias e épicos ao estilo Hollywoodiano.
Ainda na década de 1950 a indústria cultural e cinematográfica brasileira sofria com a falta de recursos e entraves que dificultavam a criação de produções cinematográficas de qualidade. Foi nesse período que artistas e intelectuais, possuídos por um sentimento de mudança, passaram a discutir sobre a tomada de novos rumos para o cinema nacional.
Assim, organizou-se em 1952 o I Congresso Paulista de Cinema Brasileiro que teve como objetivo discutir acerca das demandas cinematográficas no país, bem como, apresentar alternativas viáveis dentro desse cenário. Os participantes de Congresso Mostraram-se, especialmente, interessados em desvincular a produção áudio visual, produzida no Brasil, de padrões geralmente importados dos Estados Unidos. O lema, a partir dali, era “Uma câmera na mão e uma ideia na cabeça”. Visando fazer uma crítica a artificialidade e a alienação do cinema estrangeiro, o Cinema Novo tinham um tom realista, usandotemas que tratavam da problemática do subdesenvolvimento. As narrativas se desenvolviam em cenários simples, naturais como o campo, as favelas ou as praças urbanas, retratando trabalhadores rurais, soldados, moradores de favelas etc., além da presença de diálogos longos e imagens com pouco movimento. Grande parte desses filmes eram produzidos em preto e branco. O que mais importava nesse período era refletir, colocando nas telas o contexto de um Brasil mais próximo do cotidiano social. Embora a falta de recursos técnicos, os produtores, diretores e escritores usufruíam de grande liberdade criativa na produção de suas películas.
São consideradas três fases do Cinema Novo que se diferem em tema, estilo e assunto. A primeira fase vai de 1960 a 1964, a segunda fase de 1964 a 1968 e a última vai de 1968 a 1972 aproximadamente
· Primeira fase: Na primeira fase do Cinema Nova a temática se volta para os problemas enfrentados no sertão nordestino, abordando a fome, a desigualdade social ou a exploração e alienação religiosa. Destacam-se nessa fase diretores como Cacá Diegues, Ruy Guerra, Paulo César Saraceni, Leon Hirszman, David Neves, Joaquim Pedro de Andrade, Luiz Carlos Barreto, Glauber Rocha e Nelson Pereira dos Santos. Entre as produções é possível salientar “Vidas Secas” (1963), “Os Fuzis” (1963) e “Deus e o Diabo na Terra do Sol” (1964).
· Segunda fase: A segunda fase abordou a ditadura militar, nesse período surgem filmes como “O Desafio” (1965), “Terra em Transe” (1967) e “O Bravo Guerreiro” (1968). Ainda durante este período, o Cinema Novo se aproximou da proposta do Tropicalismo.
· Terceira fase: A terceira e última fase do Cinema Novo, sofrida com as consequências da repressão e da censura, tem um volume menor de produções, se aproximando cada vez mais do Tropicalismo destacando em suas produções elementos singulares típicos do território nacional como os indígenas, bananas e araras. Nesse período nascem filmes como “Macunaíma” baseado na obra de homônima de Mario de Andrade.
Infelizmente a repressão da ditadura militar acabou desgastando este movimento. Porém o Cinema Novo abriu caminho para o chamado Cinema Marginal que deu continuidade aos posicionamentos contestadores defendidos pelo movimento anterior.
· IMAGEM DO CINEMA NOVO:
História da canção de protesto: Durante a década de 1960, a discussão sobre as relações entre o Brasil e os Estados ocupou diversos espaços de debate. Neste contexto cultural, alguns estudantes da União Nacional dos Estudantes decidiram estabelecer um projeto onde defenderiam a prática de gêneros musicais considerados populares para alertar a população contra as questões de natureza política. Para tanto, estabeleceram a criação dos Centros Populares de Cultura, também conhecidos como CPC’s.
Utilizando da música como instrumento de engajamento político, os artistas envolvidos com esse projeto tinham a preocupação de denunciar conceitos-problema como autenticidade e alienação cultural. Dessa forma, inseriam conteúdo político de suas canções com o objetivo de promover a comunhão de suas perspectivas políticas. Para tanto, promoviam a gravação de discos ou a organização de shows onde buscavam trazer suas canções ao público.
Para trazer essa questão em sala de aula, aproveitando o processo de instalação de ditadura militar no Brasil, o professor pode demonstrar as transformações dessa arte promovendo uma análise comparativa de canções compostas antes e durante a vigência do regime militar. Nesse sentido, os alunos podem compreender como a carga subjetiva das canções se fortaleceu a partir do momento que os órgãos de censura passaram a controlar as canções que poderiam ser gravadas pelos artistas.
Para demonstrar tal diferenciação, sugerimos ao professor o trabalho com duas canções específicas. A primeira seria "Canção do subdesenvolvido", gravada em 1961 e composta por Carlos Lyra e Chico de Assis, ambos ligados às atividades do CPC da UNE. Nessa canção, as críticas e referências à dependência econômica e cultural do Brasil com relação aos Estados Unidos ganham tons explícitos em vários trechos da canção.
Os autores dessa canção falavam sobre o problema da subserviência da nação em relação aos norte-americanos. Além disso, ampliavam a questão da dominação econômica para o campo cultural ao dizer que assim como eles, os brasileiros consumiam “Rock balada” e “filme de mocinho”. Contudo, criticavam esse sentimento de igualdade ao dizerem que apesar dos brasileiros “dançarem”, “cantarem” como americanos, os brasileiros não comiam como os americanos.
A pretensão de se misturar críticas com denúncias nesse tipo de manifestação artística acabou perdendo força com o fim das liberdades democráticas. A partir de 1964, os militares chegaram ao poder buscando abafar todo tipo de manifestação que pudesse ir contra os seus interesses. Dessa maneira, resolveram instalar órgãos de controle que tinham o poder de vetar as notícias em certo veículo de comunicação ou impedir a gravação de uma determinada música em um disco.
No entanto, muitos artistas preocupados com os rumos tomados pela nação no campo político e social insistiriam em falar sobre as questões nacionais. Para tanto, utilizaram construções poéticas mais rebuscadas que pudesse, em certa medida, preservar o conteúdo político de suas canções e, ao mesmo tempo, passar despercebida pelo crivo dos censores. Para exemplificar essa nova característica, o professor pode trabalhar com a canção “Ponteio”, de Edu Lobo e Capinam.
Nessa segunda canção, explorando o contexto repressor do regime militar, o professor pode indicar como a narrativa dessa canção tem uma construção mais difícil de ser decodificada. A ideia dessa canção gira em torno da vontade de tocar violão em um tempo marcado por um “canto calado, sem ponteio”. Logo em seguida, o autor explicita o desejo de falar sobre determinados assuntos em um “tempo mudado”, em “um novo lugar”.
Em uma contraposição simples, o professor tem condições de demonstrar como a forma de se falar sobre questões políticas sofre mudanças marcantes. Enquanto a primeira critica diretamente o comportamento de nosso quadro político-cultural, a segunda denuncia pela vontade de se tocar um instrumento os limites impostos por aquele novo quadro político. Dessa forma, os alunos podem compreender o alcance das interferências culturais estabelecidas pelo regime militar.
· IMAGEM CANÇÃO DE PROTESTO:
· TROPICALISMO: O Tropicalismo foi um movimento brasileiro de ruptura cultural que, na música, tem como marco o lançamento, em 1968, do disco Tropicália ou Panis et Circencis. Seus participantes foram os cantores-compositores Caetano Veloso, Gilberto Gil e Tom Zé, a cantora Gal Costa, a banda Os Mutantes e o maestro Rogério Duprat. A cantora Nara Leão e os letristas José Carlos Capinan e Torquato Neto completaram o grupo, que teve também o artista gráfico, compositor e poeta Rogério Duarte como um de seus principais mentores. O nome Tropicália surgiu a partir de uma obra do artista Hélio Oiticica, que propunha uma experiência sensorial a partir de elementos que eram considerados característicos do Brasil. Um momento importante para a definição e consolidação do tropicalismo foi um dos Festivais de Música Popular Brasileira promovido pela Rede Record, em São Paulo, no ano de 1967. Nesse festival, Caetano Veloso cantou a música Alegria, alegria - e Gilberto Gil, juntamente com os Mutantes, Domingo no parque. No ano seguinte, o festival foi considerado totalmente tropicalista, com Tom Zé apresentando a canção São Paulo. O movimento foi influenciado por correntes artísticas internacionais da época (como o rock e o concretismo), às quais se adicionaram elementos tradicionais da cultura brasileira (samba, baião, etc.). A utilização de elementos estrangeiros na sonoridade, como as guitarras, despertou a crítica dos adeptos de outro movimento musical, a bossa nova.
· Política e irreverência: Nascidos sob o regime militar brasileiro, os tropicalistas tinham, inclusive, objetivos políticos e sociais, mas acreditavamque a experiência estética era um instrumento social revolucionário independente de uma prática que promovesse mudanças políticas. Isso provocava críticas de outros artistas, abertamente engajados, que consideravam os tropicalistas muito vagos em suas manifestações contra a ditadura existente no Brasil naquela época.
· O movimento tropicalista marcou pela irreverência e pela ironia de suas obras, e provocou transformações não só na música, mas também na moral e no comportamento. Por meio dele, a contracultura hippie foi assimilada, com a adoção da moda dos cabelos longos encaracolados e das roupas escandalosamente coloridas. 
· O tropicalismo, libertário por excelência, durou pouco mais de um ano e acabou reprimido pela ditadura militar. Seu fim começou com a prisão de Gil e Caetano, em dezembro de 1968. Mas, depois deles, a cultura brasileira nunca mais seria a mesma.
· As características do movimento:
Mistura de vários estilos: rock, bossa nova, baião, samba, bolero…
Letras com tom poético, que abordavam temas cotidianos e camuflavam críticas sociais (mas sem oposição política explicita) Uso constante de guitarras elétricas. Mistura de tradições da cultura nacional e inovações estéticas internacionais, como a pop art. Luta contra barreiras comportamentais, defendendo, por exemplo, o sexo livre. 
· IMAGEM MOVIMENTO TROPICALIA:
 REFERÊNCIAS:
· https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwjo3qqGhej6AhWbr5UCHUBgBqMQFnoECA0QAw&url=https%3A%2F%2Feducacao.uol.com.br%2Fdisciplinas%2Fartes%2Ftropicalismo-movimento-mudou-a-cultura-brasileira.htm%23%3A~%3Atext%3DO%2520Tropicalismo%2520foi%2520um%2520movimento%2Ce%2520o%2520maestro%20Rog%25C3%25A9rio%2520Duprat.&usg=AOvVaw2oCti0wuVy4PxsXYSR5KZf
· https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwjTiaG6h-j6AhVZppUCHbuzD34QFnoECAkQAQ&url=https%3A%2F%2Feducador.brasilescola.uol.com.br%2Festrategias-ensino%2Fcancao-protesto-no-brasil.htm&usg=AOvVaw38y5khWZejd3SbeH_xeDR5
· https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwiY_MLCh-j6AhUFRLgEHQ4sBZEQFnoECAsQAw&url=https%3A%2F%2Fwww.infoescola.com%2Fcinema%2Fcinema-novo%2F%23%3A~%3Atext%3DO%2520Cinema%2520Novo%2520%25C3%25A9%2520um%2Cigualdade%2520social%2520e%2520ao%2520intelectualismo.&usg=AOvVaw3KsqeX0W24L077Zg1emanH
· https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwj18ebKh-j6AhUWRLgEHbKnDDgQFnoECC4QAQ&url=https%3A%2F%2Fteatroemescala.com%2F2020%2F01%2F28%2Fo-teatro-de-arena%2F&usg=AOvVaw2yiuo6mHDjQpongCPTdbvh
· https://www.google.com/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=&cad=rja&uact=8&ved=2ahUKEwis5qjWh-j6AhUFrZUCHUd-DG4QFnoECBEQAQ&url=https%3A%2F%2Fteatroficina.com%2F&usg=AOvVaw2JXBXvjmGhcrFVCW7P5LxW
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