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LÍ N G U A P O RT U G U ES A 41 Æ FUNÇÃO SINTÁTICA DOS PRONOMES PESSOAIS ÁTONOS 157. (CESGRANRIO – 2013) A substituição do termo destacado pelo pronome oblíquo adequado está de acordo com a norma- -padrão em: a) “Arranje uma dessas listas” – Arranje-lhes b) “fica aqui um convite” – fica-o aqui c) “listando as cem coisas” – Listando-as d) “Eu prefiro encarar a morte” – Encarar-lhe e) “Falta muito ainda” – Falta-o ainda Æ PONTUAÇÃO (PONTO, VÍRGULA, TRAVESSÃO, ASPAS, PARÊNTESES ETC) 158. (CESGRANRIO – 2013) A seguinte frase está redigida com adequada grafia de palavras, correta acentuação e pontuação de acordo com a norma-padrão: a) A raiz, geralmente subterrânea, não abdica de compostos nitrogenados e outras substâncias orgânicas. b) As raízes geralmente subterrâneas, não abidicam de com- postos nitrogenados e outras substâncias orgânicas. c) As raízes, crescem abaixo da superficie da terra, mas não abidicam de compostos nitrogenados e outras substâncias orgânicas. d) A raíz é o membro das árvores que cresce abaixo da terra, mas não abdica de compostos nitrogenados e outras subs- tâncias orgânicas. e) A raíz é o membro das árvores que, apesar de crescer abai- xo da terra não abdica de compostos nitrogenados e outras substâncias orgânicas. Æ CONCORDÂNCIA (VERBAL E NOMINAL) 159. (CESGRANRIO – 2013) O emprego do verbo obter está ade- quado à norma-padrão apenas em: a) Com as apostas, obtém-se recursos para diversas pesquisas científicas. b) Quando o pessoal obtiverem êxito, o grupo que faz aposta coletiva vai viajar pelo mundo. c) Caso obtenham êxito na Mega-Sena, os apostadores farão as cem coisas possíveis antes de morrer. d) A procura das pessoas pelo enriquecimento rápido obtêm bons recursos financeiros para o país. e) Se obterem recursos, certamente as pessoas farão mais de cem coisas antes de morrer. Æ INTERPRETAÇÃO DE TEXTOS (COMPREENSÃO) 160. (CESGRANRIO – 2013) A afirmativa “É febre”, com que é ini- ciado o texto, indica que há, no momento, na sociedade um(a) a) comportamento que afeta todas as pessoas. b) doença para a qual não existe remédio. c) desejo que se espalha entre pessoas. d) infecção que se dissemina. e) praga a ser evitada. 161. (CESGRANRIO – 2013) O trecho que indica a crítica da auto- ra sobre as listas das “100 coisas” é: a) “Eu, que não apostei na Mega-Sena, por enquanto sigo com a minha lista de cem coisas a evitar antes de morrer.” b) “O prêmio está acumulado em cinquenta milhões de reais.” c) “Livros listando as cem coisas que você deve fazer antes de morrer” d) “Primeiramente, me espanta o fato de todos terem a certeza absoluta de que você vai morrer.” e) “Hoje é dia de mais um sorteio da Mega-Sena.” 162. (CESGRANRIO – 2013) A expressão “a gente precisa porque precisa fazer” quer dizer que é preciso fazer algo, pois a) temos a obrigação, mas podemos não a aceitar. b) temos de realizar algo a qualquer preço. c) devemos fazer mas podemos optar por não fazer. d) podemos não querer cumprir a ordem. e) queremos realizar a tarefa, pois a desejamos. Æ CONJUGAÇÃO. RECONHECIMENTO E EMPREGO DOS MODOS E TEMPOS VERBAIS 163. (CESGRANRIO – 2012) Leia o texto para responder às questões. SORTE: TODO MUNDO MERECE Afinal, existe sorte e azar? No fundo, a diferença entre sorte e azar está no jeito como olhamos para o acaso. Um bom exemplo é o número 13. Nos EUA, a expedição da Apollo 13 foi uma das mais desastrosas de todos os tempos, e o número levou a culpa. Pelo mundo, existem construtores que fazem prédios que nem têm o 13o andar, só para fugir do azar. Por outro lado, muita gente acha que o 13 é, na verdade, o número da sorte. Um exemplo famo- so disso foi o então auxiliar técnico do Brasil, Zagallo, que foi para a Copa do Mundo de (19)94 (a soma dá 13) dizendo que o Mundial ia terminar com o Brasil campeão devido a uma série de coincidências envolvendo o número. No final, o Brasil foi campeão mesmo, e a Apollo 13 retornou a salvo para o planeta Terra, apesar de problemas gravíssimos. Até hoje não se sabe quem foi o primeiro sortudo que quis homenagear a sorte com uma palavra só para ela. Os roma- nos criaram o verbo sors, do qual deriva a “sorte” de todos nós que falamos português. Sors designava vários processos do que chamamos hoje de tirar a sorte e originou, entre outras palavras, a inglesa sorcerer, feiticeiro. O azar veio de um pouco mais longe. A palavra vem do idioma árabe e deriva do nome de um jogo de dados (no qual o criador provavelmente não era muito bom). Na verdade, ele poderia até ser bom, já que azar e sorte são sinônimos da mesma palavra: acaso. Mate- maticamente, o acaso – a sorte e o azar – é a aleatoriedade. E, pelas leis da probabilidade, no longo prazo, todos teremos as mesmas chances de nos depararmos com a sorte. Segundo essas leis, se você quer aumentar as suas chances, só existe uma saída: aposte mais no que você quer de verdade. Revista Conhecer. São Paulo: Duetto. n. 28, out. 2011, p. 49. Adaptado. O verbo entre parênteses está conjugado de acordo com a nor- ma-padrão em: a) Desse jeito, ele fale a loja do pai. (falir) b) O príncipe branda a sua espada às margens do rio. (brandir) c) Os jardins florem na primavera. (florir) d) Eu me precavejo dos resfriados com boa alimentação. (precaver) e) Nós reouvemos os objetos roubados na rua. (reaver). Orações reduzidas