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Avaliação Final - Políticas de Prevenção e de Enfrentamento do Assédio Moral, Sexual e Discriminação

Avaliação final (quiz) do curso PPEAM sobre conceitos de gênero e identidade de gênero, direitos e decisões judiciais (STF 2019, STJ 2009), referências teóricas (Butler, Scott, Foucault, Muraro/Boff) e temas como "cura gay".

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Alexandre

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Questões resolvidas

Assinale SOMENTE a opção onde as alternativas são todas FALSAS.
1. Recentemente, para os direitos e para o reconhecimento da cidadania da população LGBTQIAPN+: o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu criminalizar a homofobia e a transfobia, em uma decisão de 2019.
2. Falar em gênero implica a priori discorrer sobre uma identidade de gênero, a qual diz respeito à percepção subjetiva de ser masculino ou feminino, conforme os atributos, comportamentos e papéis convencionalmente estabelecidos para homens e mulheres no contexto social.
3. Duda Salabert, ativista e uma das primeiras deputadas federais trans eleitas na história do nosso país (juntamente com Erika Hilton), ressalva importante conquista recente em que a possibilidade de alteração do nome e do gênero no registro civil, sem necessidade de ação social ou da realização de transgenização, conforme foi destacado na fundamentação da relatora, ministra Nancy Andrighi, no primeiro julgado do STJ sobre a alteração do prenome e do designativo de sexo no registro civil de transexual, sem alteração averbada em 2009.
4. Cabe ressaltar que o entendimento de que questões centrais no estudo dos corpos e dos gêneros não se referem ao papel das culturas, dos sistemas de significação e suas relações de poder, uma vez que esses elementos sociais se encontram implicados na constituição dos sujeitos, levando o estabelecimento de conexões com os estudos culturais nas vertentes pós-estruturalistas, bem como com algumas proposições de Michel Foucault.
5. O Brasil passou a ser referência mundial em termos de direitos reconhecidos para a comunidade LGBTQIAPN+, sendo um dos primeiros países a proibir as “terapias de conversão”, popularmente conhecida como “cura gay”, desde 1999. Apesar de ser exemplo mundial em termos de legislação, segue sendo o país mais violento e com menos oportunidades para as pessoas transgêneros e travestis.
6. Para Rose Marie Muraro e Leonardo Boff (2000, p. 18) gênero possui uma função analítica semelhante “àquela de classe social; ambas as categorias atravessam as sociedades históricas, trazem à luz os conflitos entre homens e mulheres e definem formas de representar a realidade social e de intervir nela”. Segundo os autores é relevante situar a questão de gênero “no imenso processo biogênico e antropogênico, pois assim percebe-se melhor a sagrada unidade da vida e o lugar nela ocupam a sexualidade e as relações de gênero”.
7. Para Joan W. Scott (1995, p. 86), “o gênero é um elemento constitutivo de relações sociais baseado nas diferenças percebidas entre os sexos: é uma forma primeira de significar as relações de poder”. Dessa forma, o caráter relacional das definições de feminino e masculino e a rejeição da noção de determinismo biológico, de acordo com Scott (1995, p. 65), torna este uma categoria analítica, tal qual raça e classe, promovendo assim a inclusão dos “oprimidos” na/pela história, como também tem possibilitado a análise da natureza de tais opressões.
8. Para Judith Butler (2003, p. 165), o gênero “seria um meio discursivo, um conjunto de atos reiterados no sentido de regular a sexualidade, seguindo padrões heterossexuais construídos para simularem uma aparência de natureza”, sublinhando que “o gênero não é a interpretação cultural do sexo” e questiona se “teria o sexo uma história?” (Butler, 2007, p. 25).
9. A sociedade insiste em naturalizar a ideia de que só existe homem ou mulher e impõe que as pessoas sejam um ou outro, a partir de seus órgãos genitais. Com isso, instituições como a família, a escola, a igreja e o trabalho passam a “moldar” as pessoas para se tornarem exclusivamente homens ou mulheres. Como se as diferenças biológicas – macho e fêmea – e a possibilidade tradicional de procriação humana (relações sexuais procriativas) fossem as únicas capazes de definir os interesses afetivos e sexuais das pessoas.
10. A identidade de uma pessoa é definida apenas pela biologia (genitália).
11. Há casos em que a identidade de gênero de uma pessoa está em conformidade com o gênero que lhe foi imposto ao nascimento. Em outros casos, a pessoa sente-se pertencente a outra identidade de gênero, diferente daquela que lhe foi atribuída ao nascimento. De maneira geral, em relação à identidade de gênero, os seres humanos podem ser cisgêneros ou transgêneros. Assim, podemos dizer que uma pessoa é definida como transgênero quando sente desconforto com seu sexo biológico.
12. Deve-se utilizar o termo “transexualidade”, que indica identidade de gênero: “associados a uma identidade de gênero diversa daquela que lhe foi atribuída. Quando se refere às mulheres trans ou travestis, a maneira correta é a utilização de um pronome feminino. O mesmo é válido para os homens trans, cujo tratamento deve ser feito utilizando um pronome masculino.
13. Há pessoas transgênero que não se identificam nem como homem, nem como mulher. Esses indivíduos rejeitam essa noção binária de masculino e feminino. Essas pessoas são chamadas de pessoas trans não binárias.
14. Orientação sexual é a atração afetiva, emocional e/ou sexual que se manifesta em relação à outra pessoa. Não se deve utilizar a expressão “opção sexual”, pois os desejos afetivos e sexuais das pessoas não se trata de uma escolha bem como não são passíveis de mudança. O mais correto é utilizar a expressão «orientação sexual» para se referir à sexualidade das pessoas. As suas relações podem ser biafetivas, heteroafetivas ou homoafetivas.
15. A utilização do termo “homossexualismo” não é preconceituosa.
16. O novo movimento queer voltava sua crítica à emergente heteronormatividade, dentro da qual até gays e lésbicas normalizados são aceitos, enquanto a linha vermelha da rejeição social é pressionada contra outros, aquelas e aqueles considerados anormais ou estranhos por deslocarem o gênero ou enquadrarem suas vidas ao modelo heterorreprodutivo.
17. O queer não é uma defesa da homossexualidade, mas é a recusa de valores morais violentos que instituem e fazem valer a linha da abjeção, essa fronteira rígida entre os que são socialmente aceitos e os que são relegados à humilhação e o desprezo coletivo.
a. 13, 16, 17
b. 5, 9, 18
c. 2, 4, 8, 14
d. 1, 7, 12, 15
e. 3, 5, 7, 8
f. 5, 9, 13, 15
g. 8, 9, 18
h. 4, 10, 15

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Questões resolvidas

Assinale SOMENTE a opção onde as alternativas são todas FALSAS.
1. Recentemente, para os direitos e para o reconhecimento da cidadania da população LGBTQIAPN+: o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu criminalizar a homofobia e a transfobia, em uma decisão de 2019.
2. Falar em gênero implica a priori discorrer sobre uma identidade de gênero, a qual diz respeito à percepção subjetiva de ser masculino ou feminino, conforme os atributos, comportamentos e papéis convencionalmente estabelecidos para homens e mulheres no contexto social.
3. Duda Salabert, ativista e uma das primeiras deputadas federais trans eleitas na história do nosso país (juntamente com Erika Hilton), ressalva importante conquista recente em que a possibilidade de alteração do nome e do gênero no registro civil, sem necessidade de ação social ou da realização de transgenização, conforme foi destacado na fundamentação da relatora, ministra Nancy Andrighi, no primeiro julgado do STJ sobre a alteração do prenome e do designativo de sexo no registro civil de transexual, sem alteração averbada em 2009.
4. Cabe ressaltar que o entendimento de que questões centrais no estudo dos corpos e dos gêneros não se referem ao papel das culturas, dos sistemas de significação e suas relações de poder, uma vez que esses elementos sociais se encontram implicados na constituição dos sujeitos, levando o estabelecimento de conexões com os estudos culturais nas vertentes pós-estruturalistas, bem como com algumas proposições de Michel Foucault.
5. O Brasil passou a ser referência mundial em termos de direitos reconhecidos para a comunidade LGBTQIAPN+, sendo um dos primeiros países a proibir as “terapias de conversão”, popularmente conhecida como “cura gay”, desde 1999. Apesar de ser exemplo mundial em termos de legislação, segue sendo o país mais violento e com menos oportunidades para as pessoas transgêneros e travestis.
6. Para Rose Marie Muraro e Leonardo Boff (2000, p. 18) gênero possui uma função analítica semelhante “àquela de classe social; ambas as categorias atravessam as sociedades históricas, trazem à luz os conflitos entre homens e mulheres e definem formas de representar a realidade social e de intervir nela”. Segundo os autores é relevante situar a questão de gênero “no imenso processo biogênico e antropogênico, pois assim percebe-se melhor a sagrada unidade da vida e o lugar nela ocupam a sexualidade e as relações de gênero”.
7. Para Joan W. Scott (1995, p. 86), “o gênero é um elemento constitutivo de relações sociais baseado nas diferenças percebidas entre os sexos: é uma forma primeira de significar as relações de poder”. Dessa forma, o caráter relacional das definições de feminino e masculino e a rejeição da noção de determinismo biológico, de acordo com Scott (1995, p. 65), torna este uma categoria analítica, tal qual raça e classe, promovendo assim a inclusão dos “oprimidos” na/pela história, como também tem possibilitado a análise da natureza de tais opressões.
8. Para Judith Butler (2003, p. 165), o gênero “seria um meio discursivo, um conjunto de atos reiterados no sentido de regular a sexualidade, seguindo padrões heterossexuais construídos para simularem uma aparência de natureza”, sublinhando que “o gênero não é a interpretação cultural do sexo” e questiona se “teria o sexo uma história?” (Butler, 2007, p. 25).
9. A sociedade insiste em naturalizar a ideia de que só existe homem ou mulher e impõe que as pessoas sejam um ou outro, a partir de seus órgãos genitais. Com isso, instituições como a família, a escola, a igreja e o trabalho passam a “moldar” as pessoas para se tornarem exclusivamente homens ou mulheres. Como se as diferenças biológicas – macho e fêmea – e a possibilidade tradicional de procriação humana (relações sexuais procriativas) fossem as únicas capazes de definir os interesses afetivos e sexuais das pessoas.
10. A identidade de uma pessoa é definida apenas pela biologia (genitália).
11. Há casos em que a identidade de gênero de uma pessoa está em conformidade com o gênero que lhe foi imposto ao nascimento. Em outros casos, a pessoa sente-se pertencente a outra identidade de gênero, diferente daquela que lhe foi atribuída ao nascimento. De maneira geral, em relação à identidade de gênero, os seres humanos podem ser cisgêneros ou transgêneros. Assim, podemos dizer que uma pessoa é definida como transgênero quando sente desconforto com seu sexo biológico.
12. Deve-se utilizar o termo “transexualidade”, que indica identidade de gênero: “associados a uma identidade de gênero diversa daquela que lhe foi atribuída. Quando se refere às mulheres trans ou travestis, a maneira correta é a utilização de um pronome feminino. O mesmo é válido para os homens trans, cujo tratamento deve ser feito utilizando um pronome masculino.
13. Há pessoas transgênero que não se identificam nem como homem, nem como mulher. Esses indivíduos rejeitam essa noção binária de masculino e feminino. Essas pessoas são chamadas de pessoas trans não binárias.
14. Orientação sexual é a atração afetiva, emocional e/ou sexual que se manifesta em relação à outra pessoa. Não se deve utilizar a expressão “opção sexual”, pois os desejos afetivos e sexuais das pessoas não se trata de uma escolha bem como não são passíveis de mudança. O mais correto é utilizar a expressão «orientação sexual» para se referir à sexualidade das pessoas. As suas relações podem ser biafetivas, heteroafetivas ou homoafetivas.
15. A utilização do termo “homossexualismo” não é preconceituosa.
16. O novo movimento queer voltava sua crítica à emergente heteronormatividade, dentro da qual até gays e lésbicas normalizados são aceitos, enquanto a linha vermelha da rejeição social é pressionada contra outros, aquelas e aqueles considerados anormais ou estranhos por deslocarem o gênero ou enquadrarem suas vidas ao modelo heterorreprodutivo.
17. O queer não é uma defesa da homossexualidade, mas é a recusa de valores morais violentos que instituem e fazem valer a linha da abjeção, essa fronteira rígida entre os que são socialmente aceitos e os que são relegados à humilhação e o desprezo coletivo.
a. 13, 16, 17
b. 5, 9, 18
c. 2, 4, 8, 14
d. 1, 7, 12, 15
e. 3, 5, 7, 8
f. 5, 9, 13, 15
g. 8, 9, 18
h. 4, 10, 15

Prévia do material em texto

Página inicial / Meus cursos / PPEAM - 2025/1 / Avaliação Final / Avaliação Final
Iniciado em quarta, 12 fev 2025, 07:57
Estado Finalizada
Concluída em quarta, 12 fev 2025, 08:09
Tempo empregado 11 minutos 57 segundos
Notas 1,00/1,00
Avaliar 10,00 de um máximo de 10,00(100%)
12/02/2025, 07:10 Avaliação Final
https://www.cnj.jus.br/eadcnj/mod/quiz/review.php?attempt=1781992&cmid=130832 1/4
https://www.cnj.jus.br/eadcnj/
https://www.cnj.jus.br/eadcnj/course/view.php?id=2236
https://www.cnj.jus.br/eadcnj/mod/quiz/view.php?id=130832
Questão 1
Correto
Atingiu 1,00 de 1,00
Assinale SOMENTE a opção onde as alternativas são todas FALSAS.
1. Recentemente, para os direitos e para o reconhecimento da cidadania da população LGBTQIAPN+: o
Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu criminalizar a homofobia e a transfobia, em uma decisão de
2019. 
2. Falar em gênero implica a priori discorrer sobre uma identidade de gênero, a qual diz respeito à
percepção subjetiva de ser masculino ou feminino, conforme os atributos, comportamentos e papéis
convencionalmente estabelecidos para homens e mulheres no contexto social. 
3. Duda Salabert, ativista e uma das primeiras deputadas federais trans eleitas na história do nosso país
(juntamente com Erika Hilton), ressalva importante conquista recente em que a possibilidade de
alteração do nome e do gênero no registro civil, sem necessidade de ação social ou da realização de
transgenização, conforme foi destacado na fundamentação da relatora, ministra Nancy Andrighi, no
primeiro julgado do STJ sobre a alteração do prenome e do designativo de sexo no registro civil de
transexual, sem alteração averbada em 2009. 
4. Cabe ressaltar que o entendimento de que questões centrais no estudo dos corpos e dos gêneros não
se referem ao papel das culturas, dos sistemas de significação e suas relações de poder, uma vez que
esses elementos sociais se encontram implicados na constituição dos sujeitos, levando o
estabelecimento de conexões com os estudos culturais nas vertentes pós-estruturalistas, bem como
com algumas proposições de Michel Foucault.
5. O Brasil passou a ser referência mundial em termos de direitos reconhecidos para a comunidade
LGBTQIAPN+, sendo um dos primeiros países a proibir as “terapias de conversão”, popularmente
conhecida como “cura gay”, desde 1999. Apesar de ser exemplo mundial em termos de legislação, segue
sendo o país mais violento e com menos oportunidades para as pessoas transgêneros e travestis. 
6. Para Rose Marie Muraro e Leonardo Boff (2000, p. 18) gênero possui uma função analítica semelhante
“àquela de classe social; ambas as categorias atravessam as sociedades históricas, trazem à luz os
conflitos entre homens e mulheres e definem formas de representar a realidade social e de intervir
nela”. Segundo os autores é relevante situar a questão de gênero “no imenso processo biogênico e
antropogênico, pois assim percebe-se melhor a sagrada unidade da vida e o lugar nela ocupam a
sexualidade e as relações de gênero”.
7. Para Joan W. Scott (1995, p. 86), “o gênero é um elemento constitutivo de relações sociais baseado nas
diferenças percebidas entre os sexos: é uma forma primeira de significar as relações de poder”. Dessa
forma, o caráter relacional das definições de feminino e masculino e a rejeição da noção de
12/02/2025, 07:10 Avaliação Final
https://www.cnj.jus.br/eadcnj/mod/quiz/review.php?attempt=1781992&cmid=130832 2/4
determinismo biológico, de acordo com Scott (1995, p. 65), torna este uma categoria analítica, tal qual
raça e classe, promovendo assim a inclusão dos “oprimidos” na/pela história, como também tem
possibilitado a análise da natureza de tais opressões. 
8. Para Judith Butler (2003, p. 165), o gênero “seria um meio discursivo, um conjunto de atos reiterados
no sentido de regular a sexualidade, seguindo padrões heterossexuais construídos para simularem uma
aparência de natureza”, sublinhando que “o gênero não é a interpretação cultural do sexo” e questiona
se “teria o sexo uma história?” (Butler, 2007, p. 25). 
9. A sociedade insiste em naturalizar a ideia de que só existe homem ou mulher e impõe que as pessoas
sejam um ou outro, a partir de seus órgãos genitais. Com isso, instituições como a família, a escola, a
igreja e o trabalho passam a “moldar” as pessoas para se tornarem exclusivamente homens ou mulheres.
Como se as diferenças biológicas – macho e fêmea – e a possibilidade tradicional de procriação humana
(relações sexuais procriativas) fossem as únicas capazes de definir os interesses afetivos e sexuais das
pessoas. 
10. A identidade de uma pessoa é definida apenas pela biologia (genitália) 
11. Há casos em que a identidade de gênero de uma pessoa está em conformidade com o gênero que lhe
foi imposto ao nascimento. Em outros casos, a pessoa sente-se pertencente a outra identidade de
gênero, diferente daquela que lhe foi atribuída ao nascimento. De maneira geral, em relação à
identidade de gênero, os seres humanos podem ser cisgêneros ou transgêneros. Assim, podemos dizer
que uma pessoa é definida como transgênero quando sente desconforto com seu sexo biológico. 
12. Deve-se utilizar o termo “transexualidade”, que indica identidade de gênero: “associados a uma
identidade de gênero diversa daquela que lhe foi atribuída. Quando se refere às mulheres trans ou
travestis, a maneira correta é a utilização de um pronome feminino. O mesmo é válido para os homens
trans, cujo tratamento deve ser feito utilizando um pronome masculino. deve-se utilizar o termo
“transexualidade”, que indica identidade de gênero: “associados a uma identidade de gênero diversa
daquela que lhe foi atribuída. Quando se refere às mulheres trans ou travestis, a maneira correta é a
utilização de um pronome feminino. O mesmo é válido para os homens trans, cujo tratamento deve ser
feito utilizando um pronome masculino. 
13. Há pessoas transgênero que não se identificam nem como homem, nem como mulher. Esses
indivíduos rejeitam essa noção binária de masculino e feminino. Essas pessoas são chamadas de pessoas
trans não binárias.
14. Orientação sexual é a atração afetiva, emocional e/ou sexual que se manifesta em relação à outra
pessoa. Não se deve utilizar a expressão “opção sexual”, pois os desejos afetivos e sexuais das pessoas
não se trata de uma escolha bem como não são passíveis de mudança. O mais correto é utilizar a
expressão «orientação sexual» para se referir à sexualidade das pessoas. As suas relações podem ser
biafetivas, heteroafetivas ou homoafetivas
15. A utilização do termo “homossexualismo” não é preconceituosa. 
12/02/2025, 07:10 Avaliação Final
https://www.cnj.jus.br/eadcnj/mod/quiz/review.php?attempt=1781992&cmid=130832 3/4
16. O novo movimento queer voltava sua crítica à emergente heteronormatividade, dentro da qual até
gays e lésbicas normalizados são aceitos, enquanto a linha vermelha da rejeição social é pressionada
contra outros, aquelas e aqueles considerados anormais ou estranhos por deslocarem o gênero ou
enquadrarem suas vidas ao modelo heterorreprodutivo. 
17. O queer não é uma defesa da homossexualidade, mas é a recusa de valores morais violentos que
instituem e fazem valer a linha da abjeção, essa fronteira rígida entre os que são socialmente aceitos e
os que são relegados à humilhação e o desprezo coletivo. 
Escolha uma opção:
a. 13, 16, 17
b. 5, 9, 18
c. 2, 4, 8, 14  
d. 1, 7, 12, 15
e. 3, 5, 7, 8
f. 5, 9, 13, 15, 
g. 8. 9, 18
h. 4, 10, 15 
Sua resposta está correta.
A resposta correta é: 4, 10, 15
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12/02/2025, 07:10 Avaliação Final
https://www.cnj.jus.br/eadcnj/mod/quiz/review.php?attempt=1781992&cmid=130832 4/4
https://www.cnj.jus.br/eadcnj/mod/quiz/view.php?id=130831&forceview=1
https://www.cnj.jus.br/eadcnj/mod/feedback/view.php?id=130834&forceview=1

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