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SEMIOLOGIA
OSTEOARTICULAR
SEMIOLOGIA
OSTEOARTICULAR
VALÉRIA SANTOS SOUSAVALÉRIA SANTOS SOUSA
AMBULATÓRIO CLINICA MÉDICA- B4AMBULATÓRIO CLINICA MÉDICA- B4
INTRODUÇÃOINTRODUÇÃO
As principais queixas relacionadas ao sistema
locomotor correspondem à dor nos diversos
segmentos. Assim, anamnese e exame clínico devem
aprofundar a investigação das queixas relacionadas e
constituem a parte mais importante da avaliação de
um paciente com tal tipo de queixa. 
Os exames complementares devem ser solicitados de
maneira criteriosa, pois se trata de área em que alguns
exames laboratoriais e de imagem podem confundir
muito mais do que ajudar a investigação diagnóstica. 
As hipóteses diagnósticas devem estar consolidadas e
os valores preditivos de cada exame a ser solicitado
devem ter sido ponderados antes da solicitação da
chamada propedêutica armada.
É fundamental que o
profissional tente elucidar
todas as características da
dor e que o paciente
possa mostrar a
localização, irradiação e
repetir os movimentos
que reproduzem a dor.
Procuram-se os locais de 
dor, 
sensibilidade local, 
alteração de temperatura, 
edema, limitação de 
movimentos, crepitações, 
instabilidade e
deformidades.
ANAMNESEANAMNESE
Idade.
Gênero.
Atividades ocupacionais e esportivas (recreativas e competitivas).
Lado dominante.
Duração da queixa.
Ritmo da queixa – contínua ou intermitente.
Velocidade de evolução.
Irradiação.
Fatores de melhora e piora.
Rigidez matinal.
Incapacidade e limitações às atividades.
Quantas e quais articulações estão envolvidas.
Padrão inflamatório ou mecânico.
Presença de sintomas sistêmicos, outras queixas, 
sintomas cutâneos ou oculares.
Antecedentes pessoais e familiares.
DIAGNÓSTICO:
85% É
ANAMNESE
EXAME ARTICULAREXAME ARTICULAR
O exame articular deve observar uma sequência padronizada:
INSPEÇÃO ESTÁTICAINSPEÇÃO ESTÁTICA INSPEÇÃO DINÂMICAINSPEÇÃO DINÂMICA
Devem ser observadas a marcha, a postura, a
habilidade para os movimentos habituais,
como despir-se e vestir-se, sentar-se e
levantar-se. Observam-se também a
presença de lesões cutâneas, assimetrias de
postura e musculatura, deformidades, áreas
de eritema ou aumento volumétrico das
articulações. Áreas de eritema devem
igualmente ser observadas em proximidade
às áreas dolorosas, sugestivas de processo
inflamatório
amplitude de movimentos de cada
articulação sob interesse, em
movimentação ativa e passiva. Para a
detecção de lesões periarticulares, a maior
parte das manobras envolve resistência e
contrarresistência do examinador,
devendo ser feita sempre de maneira
comparativa entre os dois lados.
SEMIOLOGIA
ARTICULAR
Durante a realização dos
movimentos, deve-se avaliar a
presença de dor e crepitação
articular. 
 crepitação é uma sensação vibratória
produzida pelo atrito de superfícies
irregulares, percebida pela palpação e às
vezes até mesmo pela audição, significando
que a superfície articular, antes lisa e
deslizante, tornou-se áspera pelo desgaste.
A limitação dos movimentos pode ser
provocada por derrame, dor, contratura ou
deformidade. A dor é causada pela
distensão da cápsula articular (por esse
motivo, muitas vezes a artrocentese causa
alívio somente pela retirada do líquido
sinovial e diminuição dessa pressão)
dor------ flexão parcial
palpação Palpação de partes moles, seguindo a
palpação de estruturas ósseas.
RIGIDEZRIGIDEZ
Tentar elucidar com o paciente o que ele caracteriza como rigidez e a
duração dela. 
Rigidez prolongada, definida pela duração superior a 30-60 minutos, é
mais característica de doenças inflamatórias, por exemplo, artrite
reumatoide ou polimialgia reumática.
Bloqueios de certas articulações também podem ser o motivo pelo qual o
paciente procura atendimento, geralmente descritos como uma
incapacidade aguda de executar certos movimentos ou até mesmo de
“sair da cama”.
EDEMA E
DEFORMIDADES
Esclarecer se houve algum
desencadeante como trauma.
Tempo de evolução.
Presença de dor local ou não.
Sinais inflamatórios locais
percebidos pelo paciente.
PERDA DE
FUNÇAO
PERDA DE
FUNÇAO
Perda de função
Esclarecer quais limitações aparecem no
cotidiano do paciente e qual o seu impacto.
POSSIVEIS
DIGNÓSTICOS
Na prática reumatológica, os diagnósticos em geral
se enquadram nas seguintes categorias:
Doenças inflamatórias e imunomediadas: lúpus
eritematoso sistêmico, artrite reumatoide,
espondiloartrites.
Doenças articulares ou periarticulares de
etiologia mecânica: síndrome do impacto,
lombalgia mecânica comum, fasciíte plantar.
Doenças ósseas: tumores, doença de Paget,
fraturas.
Doenças sistêmicas que causam sintomas
musculoesqueléticos: hipotireoidismo, diabete,
infecções, neoplasias, distúrbios metabólicos.
Distúrbios funcionais: fibromialgia.
Doenças de causa desconhecida.
armas: inspecinar palmas das
mãos, avaliando deformidades,
edema. 
paciente fecha as mãos e o
obsrvamos a força de flexão
palmar (paciente exerce força
com a palma da mão)
MOVIMENTO DE PINÇAMENTO:
paciente toca a ponta de cada
dedo com polegar.
teste de squeeze: comprimir
articulações
metacarpofalangianas.
EXAME
OSTEOARTICULAR
EXAME
OSTEOARTICULAR
GALS: exame geral para triagem do
examinador para regiao especifica que deve
ser avaliada posteriormente pelo método
REMS.
GAIT: marcha
ARMS: membros superiores
LEGS: membros inferiores
SPINE: coluna vertebral
LEGS ( MEMBROS
INFERIORES)
LEGS ( MEMBROS
INFERIORES)
COM O PACIENTE DEITADO: avaliar flexão
do joelho e do quadril, rotação interna do
quadril
SINAL DA TECLA: segure firma acima do joelho
e empurre a patela contra a superficie femural,
na presença de derrame irá afundar como uma
tecla pressionada.
teste de squeeze: compressão articulações
metatarsofalangianas (positiivo se paciente
referir dor).
COLUNA VERTEBRALCOLUNA VERTEBRAL
colocar dedos na coluna lombar,
aproximadamente ao nivel de L5, pede ao
paciente para tocar o solo, se ao realizar o
movimento a distancia entre os dedos do
examinador for menor que 5 cm -----
indicativo de limitação no movimento.
flexão lateral da coluna cervical:
EXAME OSTEOARTICULAR DIRECIONADO PARA AS
QUEIXAS MAIS RELEVANTES NA PRÁTICA CLÍNICA
EXAME OSTEOARTICULAR DIRECIONADO PARA AS
QUEIXAS MAIS RELEVANTES NA PRÁTICA CLÍNICA
MÃOS E PUNHOSMÃOS E PUNHOS
Observar a configuração anatômica dos
dedos e procurar por edema, deformidades
e presença de atrofia da musculatura tenar,
hipotenar e da musculatura interóssea. A
observação das unhas também é
importante, pois pode apresentar indícios
de outros diagnósticos subjacentes. Na
inspeção, é importante observar aumento
de volume, bem como a presença de
nódulos. Outros achados relevantes são
esclerodactilia, tofos gotosos,
teleangectasias, úlceras digitais, pitting ou
unha em dedal.
Interfalangeanas proximais, distais e
metacarpofalangeanas são articulações do
tipo dobradiça. Deve-se determinar sua
amplitude articular, observando os
movimentos de flexão e extensão, se os
dedos se movem de forma harmônica e
uniforme. A seguir, avaliar a mobilidade do
polegar em relação à flexão – o polegar
atinge a base do quinto quirodáctilo –, à
extensão – o polegar e o segundo
quirodáctilo formam um ângulo de 50 graus
– e à oponência – o paciente é capaz de
tocar a extremidade distal de todos os
dedos com o polegar.
EXAME OSTEOARTICULAR DIRECIONADO PARA AS
QUEIXAS MAIS RELEVANTES NA PRÁTICA CLÍNICA
EXAME OSTEOARTICULAR DIRECIONADO PARA AS
QUEIXAS MAIS RELEVANTES NA PRÁTICA CLÍNICA
MÃOS E PUNHOSMÃOS E PUNHOS
inspeção dorss e palmas em bcas de deformidades.
nodulos de heberden e bouchard:dedos em pescoço de cisne
deve se palpar cada articulação: punho, metacarpofalangianas e interfalangianas proximais 
distais em busca de tumefaçoes, dormencias, edemas, pontos dolorosos, crepitações.
TESTE DE SQUEEZE
pertando gentilmente o conjunto da segunda à quinta metacarpofalangeana.
Pode ser realizado nos pés também, correspondendo ao exame das articulações
metatarsofalangeanas. A presença de dor ou desconforto sugere sinovite.
MOBILIZAÇÃO
flexão e extensão passiva e ativa do punho
adbução dosdedos e polegar contra a resistência e passiva.
SINAL DE TINEL – PERCUSSÃO SOBRE A PROJEÇÃO DO LIGAMENTO
TRANSVERSAL DO CARPO, REPRODUZINDO A DOR E A PARESTESIA – 
 SINAL DE PHALEN –MANUTENÇÃO POR UM MINUTO DA FLEXÃO DOS PUNHOS
COM OS DORSOS ENCOSTADOS, PROMOVENDO REPRODUÇÃO DOS SINTOMAS.
SINDROME DO TUNEL DO CARPOSINDROME DO TUNEL DO CARPO
TESTE DE
FINKELSTEIN
PACIENTE CERRA O PUNHO DE MODO QUE O
POLEGAR FIQUE POR BAIXO, “ESCONDIDO”
PELOS OUTROS DEDOS. ESTABILIZA-SE O
ANTEBRAÇO E SE DESVIA PASSIVAMENTE O
PUNHO EM DIREÇÃO ULNAR. O TESTE SERÁ
POSITIVO QUANDO OCORRER DOR AGUDA
NA ÁREA DE PROJEÇÃO DO TÚNEL.
OMBRO
NA ANAMNESE, VALE A PENA CARACTERIZAR BEM A DOR, ESPECIFICANDO HISTÓRIA DE TRAUMA,
INFECÇÕES, DOENÇAS PRÉVIAS, DOENÇAS CERVICAIS, HISTÓRIA OCUPACIONAL E ESPORTIVA.
AS AMPLITUDES DE MOVIMENTO PASSIVA E ATIVA DE AMBOS OS LADOS DEVEM SER AVALIADAS NOS
PLANOS DE ABDUÇÃO, FLEXÃO E ROTAÇÃO EXTERNA, TANTO COM O BRAÇO AO LADO DO CORPO
QUANTO A 90 GRAUS DE ABDUÇÃO.
DEVE-SE SEMPRE OBSERVAR A AMPLITUDE DE MOVIMENTOS E ATENTAR
AO ARCO DOLOROSO, OU SEJA, PRESENÇA DE DOR À ELEVAÇÃO DO
BRAÇO, REGISTRANDO O PONTO EM QUE A DOR APARECE.
DEVE-SE PALPAR SEPARADAMENTE AS 
ARTICULAÇÕES ESTERNOCLAVICULAR, 
ACROMIOCLAVICULAR
INSPEÇÃO: ANTERIOR, LATERAL E POSTERIOR
DEVE-SE PALPAR SEPARADAMENTE 
BORDAS LATERAL E INFERIOR DA ESCÁPULA.
ABDUÇÃO E ROTAÇÃO LATERAL: MÃOS ATRAS DA CABEÇA
ADUÇÃO E ROTAÇÃO MEDIAL: MÃOS NAS COSTAS
MOVIMENTO DE FLEXÃO: PEDIR PARA LEVANTAR ANTERIORMENTE O BRAÇO
MOVIMENTO DE EXTENSÃO: PEDIR PARA LEVANTAR POSTERIOMENTE O BRAÇO
ABDUÇÃO DO OMBRO: ELEVAÇÃO DO BRAÇO NO PLANO CORONAL
OMBRO: MOBILIZAÇÃO
OMBRO
ROTAÇÃO INTERNA: APROXIMAR ANTEBRAÇO A LINHA MEDIANA E ROTAÇÃO EXTERNA:
AFASTAMENTO ANTEBRAÇO DA LINHA MEDIANA.
ARCO DOLOROSO DE SIMONS: ABDUÇÃO ATIVA DO OMBRO ACUSANDO DOR AO SE ATINGIR 60-90 GRAUS,
QUE DESAPARECE AO CONTINUAR O MOVIMENTO A 180 GRAUS.
DEVE-SE SEMPRE OBSERVAR A AMPLITUDE DE MOVIMENTOS E ATENTAR
AO ARCO DOLOROSO, OU SEJA, PRESENÇA DE DOR À ELEVAÇÃO DO
BRAÇO, REGISTRANDO O PONTO EM QUE A DOR APARECE.
TESTE DO IMPACTO DE NEER: TAMBÉM CONHECIDO COMO ARCO
DOLOROSO DE NEER. TRATA-SE DA ELEVAÇÃO PASSIVA RÁPIDA DO
MEMBRO SUPERIOR NO PLANO DA ESCÁPULA, FAZENDO O
TUBÉRCULO MAIOR DO ÚMERO SE PROJETAR CONTRA A FACE
ANTEROINFERIOR DO ACRÔMIO.
TESTE DO IMPACTO DE YOKUM.
FONTE: ADAPTADA DE BARROS-FILHO E LICH,
2001.
TESTE DO IMPACTO DE YOKUM: COM
CADA UMA DAS MÃOS SOBRE O OMBRO
OPOSTO, O PACIENTE FLEXIONA O
BRAÇO, ELEVANDO ATIVAMENTE O
COTOVELO 
OMBRO
EM POSIÇÃO ANATOMICA: OBSERVAR EDEMA, TUMEFAÇÕES, PLACAS PSORIÁTICAS, ETC
COTOVELOCOTOVELO
MARTINS, MILTON DE A.; E OUTROS. SEMIOLOGIA CLÍNICA . BARUERI: MANOLE, 2021. E-BOOK. PÁG.139. ISBN 9786555765250. DISPONÍVEL EM:
HTTPS://INTEGRADA.MINHABIBLIOTECA.COM.BR/READER/BOOKS/9786555765250/. ACESSO EM: 03 NOV. 2024.
INSPEÇÃO EM TODOS OS PLANOS
PALPAR PROEMINENCIAS ÓSSEAS.
MOBILIZAÇÃOMOBILIZAÇÃO
FLEXÃO, EXTENSÃO, PRONAÇÃO E SUPINAÇÃO ATIVA E PASSIVA.
MANOBRA DE MILL: PACIENTE COM COTOVELO AO LADO DO CORPO COM ANTEBRAÇO FLETIDO E
PRONADO O PACIENTE DEVE REALIZAR A DORSOFLEXÃO DO PUNHO CONTRA UMA RESISTENCIA
FEITA PELO EXAMINADOR. SE POSITIVO PACIENTE REFERE DOR AO NIVEL DO EPICONDILO LATERAL
TESTE DE COZEN PARA EPICONDILITE LATERAL: DOR NO EPICÔNDILO LATERAL, ORIGEM DA
MUSCULATURA EXTENSORA QUANDO, COM O COTOVELO A 90 GRAUS DE FLEXÃO E O ANTEBRAÇO
EM PRONAÇÃO, O PACIENTE REALIZA EXTENSÃO ATIVA DO PUNHO CONTRA RESISTÊNCIA 
COTOVELOCOTOVELO
MARTINS, MILTON DE A.; E OUTROS. SEMIOLOGIA CLÍNICA . BARUERI: MANOLE, 2021. E-BOOK. PÁG.139. ISBN 9786555765250. DISPONÍVEL EM:
HTTPS://INTEGRADA.MINHABIBLIOTECA.COM.BR/READER/BOOKS/9786555765250/. ACESSO EM: 03 NOV. 2024.
INSPEÇÃO: PACIENTE EM ORTOSTASE PEDE PARA OS PÉS FICAREM LIGEIRAMENTE SEPARADOS E
VOLTADOS PARA A FRENTE.
TORNOZELOS E PÉSTORNOZELOS E PÉS
MARTINS, MILTON DE A.; E OUTROS. SEMIOLOGIA CLÍNICA . BARUERI: MANOLE, 2021. E-BOOK. PÁG.139. ISBN 9786555765250. DISPONÍVEL EM:
HTTPS://INTEGRADA.MINHABIBLIOTECA.COM.BR/READER/BOOKS/9786555765250/. ACESSO EM: 03 NOV. 2024.
PALPAÇÃO: EXAMINADOR DEVE COMPRIMIR
ARTICULÇAOES METATARSOFALANGIANAS---- HÁ
PONTOS DOLOROSOS:?
CM MOVIMENTOS DE PINÇA COMPRIMIR A
ARTICULAÇÃO.
TESTE DE EVERSÃO E INVERSÃO DO PÉ: 
TESTE DE FLEXÃO E EXTENSÃO DO PÉ:
PEDIR PARA QUE O PACIENTE FAÇA OS MOVIMENTOS
ATIVAMENTE.
QUADRILQUADRIL
PALPAÇÃO: PALPAR O TRCANTER MAIOR EM BUSCA DE SINAIS DOLOROSOS. (BURSITES)
FLEXÃO DO QUADRIL EM PACIENTE EM DECÚBITO DORSAL, VERIFCANDO SE HÁ DOR OU LIMITAÇÃO DE MOVIMENTO.
EM SEGUIDA: MOVIMENTAÇÃO EXTERNA E INTERNA DO QUADRIL PARA CHEGAR LIMITAÇÃO OU DOR.
INSPEÇÃO: PACIENTE DEMBULANDO BUSCAR POR ASSIMETRIAS E
DESALINHAMENTOS DOS MEMBROS INFERIORES
TESTE DE PATRICK: APLICAR FORÇA SOBRE
O JOELHO FLETIDO PARA BAIXO,
APOIANDO A OUTRA MÃO NA ESPINHA
ILIACA ANTEROSSUPERIOR
CONTRALATERAL, SE A DOR FOR REFERIDA
NA REGIÃO INGUINAL, PODE HAVER
PATOLOGIA NA ARTICULAÇÃO DO
QUADRIL.
MOBILIZAÇÃO
JOELHOJOELHO
PALPAÇÃO: AVALIAR ALERAÇÃO DE TEMPERATURA, EDEMA, PONTOS DOLOROSOS.
INSPEÇÃO: AVALIAR DEFORMIDADES 
MOBILIZAÇÃO:
PACIENTE EM DECUBITO DORSAL FAZ COM QUE O PACIENTE
TOQUE A COXA COM A PERNA, APÓS FAZ A EXTENSÃO
ATIVA.
-INAL DA TECLA: PATELA AFUNDA
COLUNACOLUNA
PALPAÇÃO: REALIZAR DIGITOPRESSÃO DAS
APÓFISES ESPINHOSAS E MUSCULATURA
PARAVERTEBRAL
INSPEÇÃO: AVALIAR CURVATURAS FISIOLÓGICAS
LORDOSE CERVICAL
CIFOSE TORÁCICA
LORDOSE LOMBAR
MOBILIZAÇÃO:
PACIENTE EM ORTOSTASE, PEDE PARA PACIENTE
TOCAR O SOLO (MOVIMENTO DE FLEXÃO DA COLUNA
LOMBAR) E APÓS RETORNAR (MOVIMENTO DE
EXTENSÃO.
FLEXÃO LATERAL DA COLUNA LOMBAR: PARA O LADO
FLEXÃO COLUNA CERVICAL: TOCAR O MENTO NA
FÚRCULA ESTERNAL.
EXTENSÃO COLUNA CERVICAL: PACIENTE AFASTAR O
MENTO
ROTAÇÃO COLUNA CERVICAL: PEDE AO PACIENTE
PARA OLHAR PARA A DIREITA E ESQUERDA
INCLINAÇÃO LATERAIS DA COLUNA CERVICAL:
ENCOSTAR O OUVIDO NO OMBRO. MANOBRA DE LASEGUE: IRRITAÇÃO NERVO CIÁTICO.
REFERÊNCIASREFERÊNCIAS
MARTINS, MILTON DE A.; E OUTROS. SEMIOLOGIA CLÍNICA . BARUERI: MANOLE, 2021. E-BOO. PÁG.140.
ISBN 9786555765250. DISPONÍVEL EM:
HTTPS://INTEGRADA.MINHABIBLIOTECA.COM.BR/READER/BOOKS/9786555765250/. ACESSO EM: 0 1
NOV. 2024.
HTTPS://SANARMED.COM/EXAME-FISICO-OSTEOARTICULAR-PRATICA-CLINICA-COLUNISTAS/

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