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B. Hipotonia/atonia uterina, laceração de trajeto e hemorragia cerebral no recém-nascido. C. Acretismo placentário, hemorragia do quarto período, hemorragia retiniana no recém-nascido D. Laceração de trajeto, sofrimento fetal agudo e retenção placentária. ���������: Assistência ao Parto. ���� �� �����������: ���������: Alternativa A: INCORRETA. Parto taquitócico não guarda relação com inversão uterina. Alternativa B: CORRETA A questão nos traz uma paciente em trabalho de parto, na sua fase ativa, com dilatação de 4cm, colo 100% esvaecido e apresentação cefálica em plano – 2 de De Lee. A avaliação fetal é normal, mas notamos que em apenas DUAS HORAS ela evolui para parto vaginal, o que configura um parto TAQUITÓCITO (de 24 semanas, indica-se então cerclagem do colo uterino. A paciente em questão tem história positiva, cervicometria de 15mm e estava com 19 semanas, logo estamos diante de uma incompetência istmocervical e a conduta é cerclagem uterina. Mas atenção: Os critérios descritos acima valem apenas para gestações únicas. A realização de cerclagem em gestação gemelar é controversa e não tem sido recomendada, exceto em casos com história prévia muito clássica de IIC, em que podemos considerá-la. Alternativa B: INCORRETA. Os dados sobre a eficácia e segurança do pessário na prevenção da prematuridade em casos de incompetência istmocervical ainda são escassos. Portanto, apesar de cada vez mais utilizado na prática clínica com esse fim, não há nenhuma recomendação na literatura ou guideline que respalde o seu uso. Alternativa C: INCORRETA. A medida do colo uterino curto não faz diagnóstico de trabalho de parto. Os dados que nos permitem diagnosticar um trabalho de parto prematuro (TPP) são a dinâmica uterina (pelo menos 4 contrações em 20 min ou 8 em 60 min) associada com o toque vaginal (no mínimo 2cm de dilatação e 80% de apagamento do colo). Logo, não temos dados suficientes na questão para fechar diagnóstico de TPP. Alternativa D: INCORRETA. Como comentado na alternativa C, não temos dados suficientes para afirmar que ela está em trabalho de parto prematuro. ▶ ��������: A 13 (UNICAMP – SP – 2018) Um médico da saúde da família deverá organizar grupos de orientação para mulheres da região atendida pela Unidade Básica de Saúde em que trabalha por ocasião do “Outubro Rosa”. COM RELAÇÃO AOS FATORES DE RISCO PARA O CÂNCER DE MAMA, DEVERÁ ORIENTAR QUE: A. Obesidade não é elencada como fator de risco para o câncer de mama na pós-menopausa. B. Tratamento radioterápico por malignidades não sólidas em tórax de mulheres jovens não é fator de risco estabelecido para o câncer de mama. C. Tabagismo e uso de pílulas anticoncepcionais orais combinados são fatores de risco controversos em relação ao desenvolvimento da neoplasia maligna da mama.