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BALADÃO DOS DESCRITORES
Oi - Léo Magalhães
 
I
Entre ser só seu amigo e não ser nada
Prefiro ser nada
Onde é que eu vou guardar esse amor que tenho aqui?
Me fala
 
II
Como é que eu vou pegar na sua mão
E não poder te levar pra casa?
Ficar tão perto assim da sua boca
E não poder beijá-la?
III
E se um dia você me chamar
Pra conversar debaixo de uma árvore
E me contar que se apaixonou por alguém?
É esse dia aí, justamente esse dia
Eu não quero que aconteça
Então, só amizade, esqueça
 
 
IV
E toda vez que você me disser oi
Eu vou responder só oi
Com o meu peito gritando: Te amo (te amo)
Toda vez que você me disser oi
Eu vou responder só oi
Com o meu peito gritando: Te amo
  
V
E se um dia você me chamar
Pra conversar debaixo de uma árvore
E me contar que se apaixonou por alguém?
É esse dia aí, justamente esse dia
Eu não quero que aconteça
Então, só amizade, esqueça
VI
E toda vez que você me disser oi
Eu vou responder só oi
Com o meu peito gritando: Te amo (te amo)
Toda vez que você me disser oi
Eu vou responder só oi
Com o meu peito gritando: Te amo
VII
E toda vez que você me disser oi
Eu vou responder só oi
Com o meu peito gritando: Te amo (te amo)
E toda vez que você me disser oi
Eu vou responder só oi
Com o meu peito gritando: Te amo
 
(D2) A letra da música nas estrofes IV, VI e VII revelam que 
 o autor desejava expressar seus sentimentos
B) o autor se conteve em expressar o sentimento que estava dentro do peito
C) o autor sempre revelava seus sentimentos ao conversar
D) o autor se relacionava por meio das redes sociais
(D2) A letra da música nas estrofes IV, VI e VII revelam que 
 o autor desejava expressar seus sentimentos
B) o autor se conteve em expressar o sentimento que estava dentro do peito
C) o autor sempre revelava seus sentimentos ao conversar
D) o autor se relacionava por meio das redes sociais
2. (D10) A finalidade do texto é
A) divertir
B) informar
C) entreter
D) relatar
2. (D10) A finalidade do texto é
A) divertir
B) informar
C) entreter
D) relatar
Já Que Você Não Me Quer Mais
Dilsinho
 
Se eu passo e você não olha
Deve estar achando que é dona da bola
Perdi a conta e os recibos dos seus beijos
Ninguém merece ser o alvo desse seu desprezo
Se eu reparo e você não para
Deve estar tirando com a minha cara
Quanto mais eu corro, mais fico distante
E menos tolerante
Se o seu coração não me notar
Não tem problema, deixa estar
Pois sem você, eu sei viver
Já que você não me quer mais
Vou espalhar meu amor por aí
E ai de você se entrar na minha frente
Hoje à noite eu só quero é me divertir
Já que você não me quer mais
Vou espalhar meu amor por aí
E ai de você se entrar na minha frente
Hoje à noite eu só quero é me divertir
Pra quem rodou tanta estrada
Perder uma vez não atrapalha nada
Querendo ou não eu já plantei minha semente
E vou…
 
 
3. (D17) No verso “já que você não me quer mais”, a expressão destacada estabelece uma relação
causal.
Que braseiro, que fornalha 
Nem um pé de plantação 
Por falta d’água perdi meu gado
Morreu de sede meu alazão 
Até mesmo a asa branca
Bateu asas do sertão 
Então eu disse, adeus, Rosinha 
Guarda contigo meu coração
 
Hoje longe, muitas léguas 
Numa triste solidão 
Espero a chuva cair de novo 
Pra mim voltar pro meu sertão 
Quando o verde dos teus olhos 
Se espalhar na plantação 
Eu te asseguro não chore não, viu 
Que eu voltarei, viu, meu coração 
GONZAGA, Luiz; TEIXEIRA, Humberto. Asa Branca. Intérprete: Luiz Gonzaga. In: O canto jovem de Luiz Gonzaga [S.L.]: RCA, p.1971. Faixa 6. Adaptado.
 08. (D2) O texto mostra que a terra onde vive o personagem está 
A) escura.
B) florida .
C) úmida.
D) seca . 
 08. (D2) O texto mostra que a terra onde vive o personagem está 
A) escura.
B) florida .
C) úmida.
D) seca . 
 09. (D6) Devido à situação em que a terra se encontra, a vida do personagem sofreu algumas sérias consequências. Entre essas consequências, encontra-se o fato de que ele
 a) perdeu seu gado, seu cavalo e sua plantação. 
b) viu a asa branca voando em torno da plantação. 
c) formulou a Deus algumas questões. 
d) perguntou a Deus por que tamanha judiação. 
 09. (D6) Devido à situação em que a terra se encontra, a vida do personagem sofreu algumas sérias consequências. Entre essas consequências, encontra-se o fato de que ele
 a) perdeu seu gado, seu cavalo e sua plantação. 
b) viu a asa branca voando em torno da plantação. 
c) formulou a Deus algumas questões. 
d) perguntou a Deus por que tamanha judiação. 
Malandragem - Cássia Eller
 
Quem sabe eu ainda
Sou uma garotinha
Esperando o ônibus
Da escola, sozinha
 
Cansada com minhas
Meias três quartos
Rezando baixo
Pelos cantos
Por ser uma menina má
 
Quem sabe o príncipe
Virou um chato
Que vive dando
No meu saco
Quem sabe a vida
É não sonhar
 
Eu só peço a Deus
Um pouco de malandragem
Pois sou criança
E não conheço a verdade
Eu sou poeta
E não aprendi a amar
Eu sou poeta
E não aprendi a amar
 
Bobeira
É não viver a realidade
E eu ainda tenho
Uma tarde inteira
Eu ando nas ruas
Eu troco um cheque
Mudo uma planta de lugar
Dirijo meu carro
Tomo o meu pileque
E ainda tenho tempo
Pra cantar
Refrão
 
Eu ando nas ruas
Eu troco um cheque
Mudo uma planta de lugar
Dirijo meu carro
Tomo o meu pileque
E ainda tenho tempo
Pra cantar
 
Refrão
 
Quem sabe eu ainda sou
Uma garotinha!
 
 
 10. (D23) Os versos “Quem sabe o príncipe / Virou um chato / Que vive dando / No meu saco”, temos a representação da linguagem
A) coloquial.
 
B) jornalística. 
 
C) literária.
 
D) padrão. 
 
 10. (D23) Os versos “Quem sabe o príncipe / Virou um chato / Que vive dando / No meu saco”, temos a representação da linguagem
A) coloquial.
 
B) jornalística. 
 
C) literária.
 
D) padrão. 
 
 10. (D23) Os versos “Quem sabe o príncipe / Virou um chato / Que vive dando / No meu saco”, temos a representação da linguagem
A) coloquial.
 
B) jornalística. 
 
C) literária.
 
D) padrão. 
 
11. (D3) - A que fase da vida pertence o eu lírico da música é
a infância. 
 
b) a juventude. 
 
c) a maturidade. 
 
d) a velhice.
 
11. (D3) - A que fase da vida pertence o eu lírico da música é
a infância. 
 
b) a juventude. 
 
c) a maturidade. 
 
d) a velhice.
 
11. (D3) - A que fase da vida pertence o eu lírico da música é
a infância. 
 
b) a juventude. 
 
c) a maturidade. 
 
d) a velhice.
 
 12. (D 17) - “... Pois sou criança e não conheço a verdade”, o vocábulo destacado indica uma ideia de
adição. 
b) adversidade. 
c) conclusão. 
d) explicação. 
 12. (D 17) - “... Pois sou criança e não conheço a verdade”, o vocábulo destacado indica uma ideia de
adição. 
b) adversidade. 
c) conclusão. 
d) explicação. 
Amor Maior - Jota Quest
Eu quero ficar só
Mas comigo só eu não consigo
Eu quero ficar junto
Mas sozinho só não é possível
 
É preciso amar direito
Um amor de qualquer jeito
Ser amor a qualquer hora
Ser amor de corpo inteiro
Amor de dentro pra fora
Amor que eu desconheço
 
Quero um amor maior
Um amor maior que eu
Quero um amor maior, yeah!
Um amor maior que eu
 
Eu quero ficar só
Mas comigo só eu não consigo
Eu quero ficar junto
Mas sozinho assim não é possível
 
É preciso amar direito
Um amor de qualquer jeito
Ser amor a qualquer hora
Ser amor de corpo inteiro
Um amor de dentro pra fora
Um amor que eu desconheço
 
Quero um amor maior
Um amor maior que eu (que eu)
Quero um amor maior, yeah!
Um amor maior que eu
Yeah! Yeah!
 
Então seguirei meu coração até o fim
Pra saber se é amor
Magoarei mesmo assim
Mesmo sem querer
Pra saber se é amor
Eu estarei mais feliz
Mesmo morrendo de dor, yeah!
Pra saber se é amor
Se é amor
 
Refrão
13. (D2) - Na música “Amor Maior”, o eu lírico
necessita de alguém.
b) carece estar sozinho.
c) quer conhecer o amor.
d) precisa amar direito. 
 
13. (D2) - Na música “Amor Maior”, o eu lírico
necessita de alguém.
b) carece estar sozinho.
c) quer conhecer o amor.
d) precisa amar direito. 
 
De Janeiro a Janeiro (part. Nando Reis)
Roberta Campos
 
Não consigo olhar no fundo dos seus olhos
E enxergar as coisas que me deixam no ar, 
deixam no ar
As várias fases, estações que me levam com o vento
E o pensamento bem devagar
 
Outra vez, eu tive que fugir
Eu tive que correr, pra não me entregar
Às loucuras que me levam até você
Me fazem esquecer que eu não posso chorar
 
Olhe bem no fundo dos meus olhos
E sinta a emoção que nascerá quando você me olhar
O universo conspira a nosso favor
A consequência do destino é o amor
Pra sempre vou te amar
 
Mas talvez você não entenda
Essa coisa de fazer o mundo acreditar
Que meu amor não será passageiro
Te amarei de janeiro a janeiro
Até o mundo acabar
 
Até o mundo acabar
Até o mundo acabar
Até o mundo acabar
 
Refrão
De janeiro a janeiro
14. (D3) – A repetição da expressão “Até o mundo acabar”, tem por objetivo de
declarar para todos o amor que tem.
b) mostrar a eterna existência do amor.
c) não se esquecer do amor sentido.
d) provar que tem atitudes românticas.
14. (D3) – A repetição da expressão “Até o mundo acabar”, tem por objetivo de
declarar para todos o amor que tem.
b) mostrar a eterna existência do amor.
c) não se esquecer do amor sentido.
d) provar que tem atitudes românticas.
FIM!
Professor: Ezequiel Barbosa
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