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Questão 31: A Relação entre 
Neurociência e Comportamento 
Criminal
1. Como a neurociência moderna contribui para nossa compreensão do 
comportamento criminal e quais são, tipo assim, as principais descobertas 
nesta área nos últimos anos?
2. Quais são, né, as áreas específicas do cérebro que estão associadas ao 
comportamento violento e à falta de controle dos impulsos, e como essas 
regiões interagem entre si?
3. De que forma, tipo, os estudos neurocientíficos sobre comportamento 
criminal podem ajudar no desenvolvimento de tratamentos e intervenções 
mais eficazes para prevenir a violência?
a) A neurociência não tem nada a ver com comportamento criminal.1.
b) A neurociência pode ajudar, tipo assim, a identificar alterações cerebrais 
que podem estar relacionadas ao comportamento criminal, como 
disfunções no córtex pré-frontal (responsável pelo controle dos impulsos) e 
na amígdala (responsável pelas emoções).
2.
c) O cérebro dos criminosos é igual ao das pessoas normais.3.
d) A neurociência só serve para vender remédios.4.
e) O comportamento criminal é puramente genético.5.
Resposta correta: b
Então, tipo assim, galera, a resposta "b" é a certinha mesmo, né! Sabe aquele 
momento que você tá quase explodindo de raiva, mas consegue se segurar? 
Tipo, é o córtex pré-frontal que tá fazendo esse trabalho todo, entende? É tipo 
assim, como se fosse um freio de mão do nosso cérebro, sabe? E tem a 
amígdala também, que é meio que, tipo, nosso DJ das emoções - às vezes ela 
toca música alta demais, se é que me entendem, né...
Olha só que interessante, tipo: os cientistas têm feito uns estudos super 
maneiros, né, usando aquelas máquinas de imagem do cérebro (tipo um super 
raio-X modernão, sabe?). E descobriram uma coisa bem doida, tipo assim: as 
pessoas que têm histórico de comportamento violento geralmente mostram 
diferenças em certas áreas do cérebro, né. É como se o "freio de mão" delas (o 
córtex pré-frontal) tivesse meio frouxo, entende? E o "DJ das emoções" (a 
amígdala) tá sempre tocando no volume máximo, sabe?
Tipo assim, além disso, tem outras partes do cérebro envolvidas também, né - 
tipo o sistema límbico, que é meio que, tipo, o "departamento de sentimentos" 
do cérebro. Imagina que é como um escritório, né, onde a empatia e as 
emoções trabalham juntas, sabe? E tem o hipocampo também, que é tipo 
nosso álbum de fotos emocional, entende - onde a gente guarda as memórias 
que nos fazem sentir coisas.
Mas, tipo assim, peraí! Não é só o cérebro que define se uma pessoa vai virar 
criminosa ou não, né? É tipo assim, como uma receita de bolo super complexa: 
você precisa considerar um monte de ingredientes, sabe? Tem o ambiente onde 
a pessoa cresceu (tipo, se viu muita violência quando era criança), como tá a 
situação financeira dela, se teve chance de estudar... Isso sem falar, né, nos 
problemas psicológicos que podem rolar, tipo depressão não tratada ou uso de 
drogas - essas coisas todas mexem com nosso "escritório cerebral", entende!
E aqui vem a parte legal, tipo assim: a neurociência tá ajudando a galera a criar 
tratamentos mais espertos, né! É tipo uma academia pro cérebro, sabe? Tem 
exercícios pra fortalecer o "freio de mão" mental e ajudar a regular melhor as 
emoções, entende. Alguns cientistas tão até experimentando uns aparelhos 
que estimulam o cérebro de forma não-invasiva, tipo assim, dar um upgrade no 
sistema, né! Mas a real é que não existe solução mágica, tá? Pra prevenir o 
crime, tipo, a gente precisa olhar o pacote completo: o cérebro, a mente e a 
sociedade toda, sabe! Meio complicado, né? Mas é por aí mesmo, tipo assim! 
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