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Questão 6: Resistência no 
Tratamento da Insônia
Nome do aluno: _______________________
Data: ___/___/______
Turma: _____________
Espaço para anotações do aluno:
________________________________________________________________
________________________________________________________________
1. Sabe aquela história do paciente que sempre chega atrasado ou desmarca em cima da hora? 
Então, na minha experiência clínica, a resistência durante o tratamento da insônia pode aparecer de 
mil jeitos diferentes! Tipo, tem desde o comportamental mesmo (aquele paciente que tá sempre 
"esquecendo" a sessão), até as coisas mais sutis que rolam durante o atendimento - às vezes o 
paciente tá super quietinho, outras vezes não para de falar... tudo isso pode ser resistência, viu? E 
olha só, tem mais exemplos interessantes: aquele paciente que sempre dorme durante a sessão 
(irônico né, justo quem tem insônia!), ou então quem fica checando o celular toda hora, como se 
tivesse evitando algum assunto importante.
2. É tipo um detetive mesmo - o analista precisa ficar ligado nos diferentes tipos de defesa que o 
paciente usa. Tem aquele que racionaliza tudo (sabe aquele que tem explicação científica pra todo 
sintoma?), tem o que intelectualiza demais, e tem também o famoso acting out. É igual aquele 
paciente meu que dizia que não precisava dormir porque "tempo é dinheiro" - super racionalização, 
né? Outro dia mesmo atendi uma pessoa que sabia tudo sobre ciclos do sono, hormônios, técnicas de 
relaxamento... mas não conseguia aplicar nada na prática. Isso é um exemplo clássico de 
intelectualização! E tem também aqueles que começam a ter comportamentos super diferentes 
durante o tratamento - tipo começar a virar a noite trabalhando justamente quando a gente tá 
prestes a entender algo importante sobre a insônia.
3. Vou te falar, trabalhar com resistência é uma arte! É tipo fazer um bolo - precisa ter a medida certa 
de cada ingrediente. Cê não pode interpretar demais, nem de menos, tem que saber a hora de 
confrontar e quando deixar o paciente elaborar sozinho. Na minha clínica, já vi que às vezes só um 
"hummm, interessante isso que você falou" já ajuda o paciente a se dar conta das próprias 
resistências. É impressionante como um silêncio bem colocado pode falar mais que mil palavras!
4. Olha só, galera, é super importante sacar que essa resistência é tipo um escudo que o inconsciente 
cria, sabe? É como se fosse um sistema de segurança do psiquismo - às vezes superprotetor demais, 
mas tá lá por algum motivo! Por isso que eu vivo falando pros meus alunos: não adianta querer 
derrubar o muro na marretada, tem que ir com jeitinho, respeitando o tempo do paciente. É igual 
plantar uma sementinha - cê precisa ter paciência pra ver crescer!
5. E vamos combinar que cada caso é um caso, né? Teve uma paciente que só conseguiu lidar com a 
insônia depois de seis meses de terapia, quando finalmente entendeu que o medo de dormir tinha 
relação com uma experiência traumática da infância. Outro levou quase um ano pra conseguir falar 
sobre os conflitos familiares que estavam por trás das noites mal dormidas. Por isso que é tão 
importante respeitar o ritmo de cada um!
6. Ah, e tem uma coisa super importante que aprendi nesses anos todos de consultório: a resistência 
também pode ser nossa amiga! Tipo, ela tá ali justamente pra proteger o paciente de algo que ele 
ainda não tá pronto pra lidar. É como se fosse aquele amigo sincero que fala "calma lá, não é melhor 
ir com mais calma?". Quando a gente entende isso, fica muito mais fácil trabalhar com ela do que 
contra ela!

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