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Nome do aluno: _______________________
Data: ___/___/______
Turma: _____________
Questão 4: Transferência e
Contratransferência no Tratamento
da Insônia
1 Como a
transferência
pode se
manifestar
especificamente
no contexto do
tratamento da
insônia e quais são
os principais
indicadores que o
analista devem
observar?
Sabe aquela coisa doida
que acontece? Os
pacientes, tipo assim,
acabam projetando no
analista todas aquelas
regrinhas de sono que
tinham em casa, tá
ligado? Eu lembro de um
paciente meu que
sempre falava "nossa,
você tá igualzinho meu
pai, insistindo que eu
preciso dormir cedo!" rs.
É muito massa porque a
gente percebe que essas
transferências são tipo
uma janelinha pro
passado da pessoa, saca?
Outro dia mesmo, tava
atendendo uma moça
que resistia MUITO a
qualquer sugestão minha
sobre rotina de sono, aí
depois descobrimos que
a avó dela era super
controladora com esses
negócios de hora de
dormir...
E não para por aí não,
viu? Tem paciente que
chega meio desconfiado,
tipo "será que você vai
me receitar aqueles
mesmos remédios que
todo mundo receita?" Na
real, isso também é
transferência! É como se
eles tivessem revivendo
todas aquelas
experiências frustradas
que já tiveram com
outros profissionais, tá
ligado? Teve um caso
super interessante de
um cara que sempre
cochilava durante as
sessões - no início eu
achava que era só
porque ele tava cansado
mesmo, mas depois a
gente descobriu que era
o jeito dele de "se
defender", igualzinho ele
fazia quando era
adolescente e fingia
dormir pra não ter que
conversar com os pais
sobre problemas! E
2 De que maneira, a
contratransferênci
a do analista
podem impactar o
processo
terapêutico no
tratamento da
insônia e como ele
deve manejar
essas reações?
Olha, vou ser sincerona:
tem dia que tô ali
atendendo alguém com
insônia e me pego
pensando nas minhas
próprias noites mal
dormidas, tendeu? É tipo
um espelho, né? Uma vez
eu tava super ansiosa
com meus próprios
problemas de sono e
percebi que tava ficando
meio travada pra ajudar
uma paciente... Foi meio
tenso! Mas aí que tá a
parada: a gente precisa
usar isso como
ferramenta, né não? É
tipo aquela história do
piloto de avião - ele
também pode ter medo
de altura, mas precisa
saber lidar com isso pra
fazer um voo tranquilo,
tá ligado?
E tem mais! Às vezes a
gente se pega querendo
ser meio super-herói,
sabe? Tipo, querendo
resolver TODOS os
problemas de sono do
paciente de uma vez só.
Isso também é
contratransferência!
Pode ser que a gente tá
compensando nossas
próprias frustrações ou
medos relacionados ao
sono. Teve uma época
que eu percebi que tava
ficando super ansiosa
quando os pacientes não
seguiam minhas
orientações sobre
higiene do sono. Aí caiu a
ficha: eu tava projetando
neles a pressão que eu
mesma sentia pra ser a
"terapeuta perfeita" {
Por isso que é tão
importante fazer nossa
própria análise e
supervisão, mano!
3 Como a dinâmica
entre
transferência e
contratransferênci
a pode ser
utilizada como
ferramenta
terapêutica no
tratamento da
insônia
Mano, isso é tipo uma
dança, tá ligado? Cê
precisa tá super ligado
nos passos do paciente
mas também nos seus
próprios! Tem hora que a
gente percebe que o
paciente tá resistindo ao
tratamento igualzinho
resistia aos pais na hora
de dormir, e a gente
também pode se pegar
querendo "forçar" as
coisas igual eles faziam...
Outro dia mesmo, peguei
uma contratransferência
BRABA com uma
paciente que nem
percebia o quanto tava
boicotando o próprio
sono - igualzinho eu fazia
há uns anos atrás! Mas é
justamente entendendo
essa dancinha toda que a
gente consegue fazer um
trabalho massa, né não?
E sabe o que é mais
incrível? Quando a gente
consegue usar essa
dinâmica toda a favor do
tratamento! Por
exemplo, teve uma
paciente que sempre me
testava, chegando super
atrasada nas sessões e
dizendo que "perdeu a
hora porque não dormiu
direito". No começo isso
me irritava pacas, mas
quando entendi que era
o mesmo padrão que ela
tinha com a mãe (que
nunca acreditava quando
ela dizia que tava com
insônia), consegui
trabalhar isso de um jeito
muito mais produtivo. A
gente começou a
explorar juntas esse
padrão de não se sentir
acolhida e validada em
relação aos problemas
de sono, e foi aí que as
coisas começaram a
mudar de verdade! � E
olha só que do lado da
contratransferência, toda
vez que me pego sendo
muito "maternal" ou
muito "rígida" com algum
paciente, já sei que é
hora de dar um passo
atrás e refletir sobre o
que tá rolando ali. É tipo
um GPS emocional, saca?
Ajuda a gente a navegar
melhor no processo
terapêutico! �