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Questão 51: Aspectos Críticos no 
Tratamento do TPB
1. Quais são as situações em que o uso do humor é contraindicado no tratamento 
de pacientes com Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)?
a) Durante momentos de descontração natural iniciados pelo próprio paciente.1.
b) No processo de construção da aliança terapêutica.2.
c) Durante crises emocionais intensas manifestações de sofrimento psíquico agudo, ou quando existe o 
risco do humor ser interpretado como deboche ou invalidação dos sentimentos do paciente - lembrando 
que "empatia e respeito devem sempre vir em primeiro lugar".
3.
d) Em momentos de tensão terapêutica que precisam ser amenizados.4.
e) Durante períodos de estabilidade emocional e progresso terapêutico.5.
Resposta correta: c)
Cara vou te falar uma coisa que aconteceu comigo outro dia... Tava atendendo uma paciente e quase fiz uma 
piada super sem noção! Tipo assim imagina só seu paciente tá ali vulnerável contando sobre como se sentiu 
abandonado quando o parceiro demorou pra responder uma mensagem... Uma piada nesse momento seria 
TERRÍVEL né? Eu já fizeram isso comigo uma vez e foi péssimo! É igual quando as pessoas fala "calma" pra 
alguém ansioso - só piora, sabe como é. O humor tem seu lugar na terapia mas precisa ser usado com muito 
tato e sensibilidade!!!
2. Como o terapeuta deve proceder quando o paciente com TPB apresenta 
comportamentos de automutilação?
a) Ignorar completamente o comportamento para não reforçá-lo.1.
b) Estabelecer um contrato terapêutico claro avaliar o risco desenvolver estratégias alternativas de 
enfrentamento e, quando necessário, acionar a rede de apoio do paciente - mantendo uma postura de 
acolhimento sem julgamentos, mas com limites claros.
2.
c) Ameaçar encerrar a terapia caso o comportamento continue.3.
d) Focar exclusivamente nos aspectos comportamentais, ignorando o sofrimento emocional subjacente.4.
e) Minimizar a gravidade do comportamento, tratando-o como mera busca de atenção.5.
Resposta correta: b)
Gente, vou contar pra vocês: lidar com automutilação são uma das partes mais difíceis do nosso trabalho. Na 
minha clínica mesmo, semana passada chegou um caso super complexo. É tipo estar numa corda-bamba sabe 
de um lado a gente precisam evitar o reforço do comportamento do outro, não pode ignorar o grito de socorro 
que ele representa. O que eu sempre faço é criar um "kit de primeiros socorros emocional" junto com o 
paciente pode incluir desde técnicas de respiração até uma playlist personalizada (eu mesma uso muito isso!) 
ou até mesmo segurar cubos de gelo.
3. Qual a melhor abordagem terapêutica quando o paciente com TPB apresenta 
idealização extrema do terapeuta?
a) Reforçar a idealização para fortalecer o vínculo terapêutico.1.
b) Romper abruptamente a relação terapêutica para evitar dependência.2.
c) Trabalhar gradualmente para uma visão mais realista e integrada do terapeuta reconhecendo tanto suas 
capacidades quanto suas limitações, usando este processo como uma oportunidade terapêutica para 
desenvolver uma percepção mais nuançada das relações interpessoais.
3.
d) Ignorar completamente o processo de idealização.4.
e) Confrontar agressivamente a idealização do paciente.5.
Resposta correta: c)
Nossa... já passei tanto por isso!!! É muito doido como a idealização pode ser ao mesmo tempo lisonjeira e 
assustadora pra gente né? Semana passada mesmo tive uma paciente que me comparou com a mãe dela, 
IMAGINA?! É tipo quando alguém te coloca num pedestal - cê sabe que a queda vai ser feia! Eu uso muito a 
metáfora do GPS com meus pacientes: às vezes posso ajudar a encontrar o caminho mas quem está dirigindo 
é sempre o paciente mesmo.
No fim das contas trabalhar com TPB é igual aprender a dançar - cê precisa saber os passos técnicos mas 
também precisa desenvolver sensibilidade pro ritmo do seu parceiro de dança. E sim às vezes vamos pisar 
no pé um do outro mas faz parte do processo né não?!
Pontos importantes pra gente não esquecer (porque eu mesmo as vezes fico perdidaço!):
Não tenha medo de admitir quando não souber algo seus pacientes vão respeitar mais sua honestidade do 
que uma falsa certeza
Cuide da sua própria saúde mental - igual eu falo sempre terapeuta estressado é como médico doente, não 
ajuda ninguém!
Mantenha contato com seus colegas de profissão... aquele cafézinho depois da supervisão pode salvar seu 
dia demais da conta

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