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Questão 22: O Papel da Aceitação no Tratamento 1. Qual é a importância da aceitação no tratamento do Transtorno de Personalidade Borderline (TPB)? a) A aceitação representa passividade terapêutica. O profissional deve confrontar ativamente os comportamentos disfuncionais do paciente, em vez de aceitá-los. 1. b) Cara vou te falar... a aceitação são tipo um alicerce fundamental mesmo! É como quando você recebe um amigo em casa né, você não vai começar criticando a roupa dele. O terapeuta precisam acolher o paciente do jeitinho que ele é com suas qualidades e seus defeitos (que todo mundo tem rsrs). É tipo criar um espacinho seguro sabe tipo aquele dia que uma paciente minha chegou super nervosa e depois de conversar bastante ela relaxou completamente... Como um porto seguro mesmo onde a pessoa podem baixar as defesas e se sentir realmente compreendida Não é que a gente vai bater palma pra comportamento problemático mas é entender que por trás daquilo tem um sofrimento real!! 2. c) A aceitação funciona como mecanismo de autoproteção do terapeuta, sendo utilizada principalmente para evitar confrontos e possíveis manifestações de agressividade do paciente. 3. d) A aceitação é uma estratégia manipulativa que visa induzir sentimentos de culpa no paciente, objetivando mudanças comportamentais através do desconforto emocional. 4. e) A aceitação é um aspecto secundário do tratamento, sendo as técnicas e protocolos terapêuticos os únicos elementos verdadeiramente relevantes no processo. 5. Resposta correta: b) 2. Como a aceitação se relaciona com outros elementos terapêuticos no tratamento do TPB. a) A aceitação compete com outras técnicas terapêuticas, diminuindo sua eficácia no tratamento.1. b) Poxa vida veja bem a aceitação é como se fosse o tempero principal de uma boa receita... Na minha experiência de 12 anos atendendo eles realça o sabor de todos os outros ingredientes!! Ela fortalece o vínculo terapeuta-paciente (que convenhamos é essencial pra qualquer mudança) e criam um ambiente onde outras técnicas pode funcionar melhor? É tipo construir uma base sólida antes de levantar as paredes da casa Lembro de uma vez que uma paciente minha só conseguiu trabalhar seus traumas depois de se sentirem verdadeiramente aceitos! E olha que legal quanto mais o paciente se sente aceito pelo terapeuta mais ele aprende a ter compaixão consigo mesmo 2. c) A aceitação deve ser utilizada apenas em momentos específicos do tratamento, alternando com períodos de confrontação direta. 3. d) A aceitação é incompatível com abordagens estruturadas como a TCD (Terapia Comportamental Dialética). 4. e) A aceitação deve ser substituída por técnicas mais assertivas após a fase inicial do tratamento.5. Resposta correta: b) 3. Quais são os desafios e limitações da implementação da aceitação no tratamento do TPB? a) Os desafios são insignificantes, pois a aceitação é uma técnica simples de ser implementada.1. b) Meu... aqui tá o x da questão! É meio como andar numa corda bamba cê precisa equilibrar a aceitação com a necessidade de mudança Tipo outro dia mesmo atendi uma paciente que tava se automutilando... Como validar o sofrimento dela sem parecer que tô ok com aquele comportamento??? É um desafio danado! O terapeuta precisamos desenvolver um sexto sentido pra saber a hora certa de cada intervenção e às vezes a gente erra mesmo - faz parte né! Por isso que supervisão são tão importante pra gente não se perder nessa dança complexa entre acolher e promover mudança 2. c) As limitações se restringem à resistência do paciente em aceitar a abordagem terapêutica.3. d) Os desafios são principalmente administrativos e relacionados ao tempo de sessão.4. e) As limitações são exclusivamente relacionadas à formação do terapeuta.5. Sabe, no fim das contas a aceitação no tratamento do TPB é muito mais que uma técnica bonitinha que a gente aprende nos livros!!! Tive um caso super marcante semana passada onde só o fato do paciente se sentir genuinamente aceito pela primeira vez na vida foi transformador. Claro que tem seus desafios - e que desafios né - mas quando a gente acerta na medida nossa... é incrível ver como isso catalisa todo o processo terapêutico! E olha que já são mais de 15 anos nessa estrada atendendo vários casos diferentes...