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Controle de Obras
Mecânica dos solos
Prof. Ilço Ribeiro Jr
• Granulometria dos Solos
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Tamanho das
partículas
areia
silte
argila
http://www.cefetmt.br/cefetmtnovo/page/base/
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Tamanho das partículas
• O tamanho das partículas do solo é uma das
primeiras características que se determinam
na caracterização.
• Os solos são compostos por uma grande
variedade de partículas com tamanhos
diversos. Algumas são visíveis a olho nú,
como as areias (1 a 2 mm de diâmetro) e
outras são extremamente pequenas como as
argilas (10-6 mm).
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A ABNT estabelece faixas de graduação para diferenciar as
frações dos solos, conforme está mostrado na Tabela 1:
Fração limites
Pedregulho > 2mm
Areia grossa 0,6mm a 2,0 mm
Areia média 0,2mm a 0,6mm
Areia fina 0,06mm a 0,2mm
Silte 0,002mm a 0,06mm
Argila Inferior a 0,002mm
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• Areias – As partículas são visíveis a olho nu
• Siltes – Quando secam ficam viram pó e são facilmente
removidos das mãos e dos sapatos.
• Argilas – Quando úmidas são pegajosas e difíceis de serem
removidas das mãos e dos sapatos.
Argila Silte Areia
0.002mm 0.06mm 2mm 60mm 200mm
0.006 0.002 6 20 6 20
Cascalho
Pedra
de mão Matacão
Tamanho das Partículas
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Análise granulométrica
• Para identificar a composição granulométrica de
um solo realiza-se a análise granulométrica que é
composta por duas fases: peneiramento e
sedimentação. Para realizar o peneiramento
utiliza-se uma série de peneiras com diferentes
aberturas de malha pelas quais o solo será
peneirado.
• O peneiramento é realizado até a abertura de
malha #0,075mm. As partículas com diâmetros
menores são determinados pelo processo de
sedimentação.
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Tamanho dos grãos
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D
v
2
ws
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Sedimentação
• O ensaio de sedimentação
consiste na aplicação da lei de
Stokes, que diz:
• A velocidade das esferas caindo
em um líquido de dimensões
infinitas é função do quadrado
do diâmetro das esferas. A
velocidade depende também do
peso específico das partículas
(s) e do líquido e da
viscosidade do líquido ():
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Peneiramento Sedimentação
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Curva Granulométrica
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Tipos de curvas granulométricas
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Curvas granulométricas
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Procedimento de ensaio
NBR 7181/84
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APARELHAGEM PARA O ENSAIO DE
GRANULOMETRIA:
• 1. Estufa capaz de manter a temperatura entre 60o C e
65o C e entre 105oC e 110oC;
• 2. Balanças que permitam pesar nominalmente 200 g,
1,5 kg, 5 kg e 10 kg, com resoluções de 0,01g, 0,1g,
0,5g e 1g, respectivamente, e sensibilidades
compatíveis;
• 3. Recipientes adequados, tais como dessecadores, que
permitam esfriar amostras sem absorção de umidade;
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APARELHAGEM PARA O ENSAIO DE
GRANULOMETRIA:
• 4. Aparelho de dispersão, com hélices substituíveis e
copo munido de chicanas (a rotação da hélice do
aparelho não deverá ser inferior a 9.000 rpm);
• 5. Proveta de vidro, com cerca de 450 mm de altura,
com traço de referência indicando 1.000 cm3 a 20o C;
• 6. Proveta de vidro, c/ capacidade de 250 cm3 e
resolução de 2 cm3;
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APARELHAGEM PARA O ENSAIO DE
GRANULOMETRIA:
• 7. Béquer de vidro, com capacidade de 250 cm3;
• 8. Densímetro de bulbo simétrico, calibrado a 20oC
com resolução de 0,001, graduado de 0,995 a 1,050;
• 9. Termômetro graduado de 0oC a 50oC, com
resolução 0,1oC;
• 10. Relógio com indicação de segundos;
• 11. Agitador mecânico de peneiras com dispositivo
para fixação de até seis peneiras, inclusive tampa e
fundo;
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APARELHAGEM PARA O ENSAIO DE
GRANULOMETRIA:
• 12. Escova de cerdas metálicas;
• 13. Baqueta (bastão) de vidro;
• 14. Bisnaga de borracha (piceta);
• 15. Peneiras de 50, 38, 25, 19, 9,5, 4,8, 2,0 mm
(peneiramento grosso), 1,2, 0,6, 0,42, 0,25, 0,15,e 0,075
mm (peneiramento fino), conforme a NBR 5734;
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http://images.google.com.br/imgres?imgurl=http://www.geotecnia.ufjf.br/MECSOL/Image34.gif&imgrefurl=http://www.geotecnia.ufjf.br/MECSOL/t10_granulometria_ensaio.htm&usg=__Tr7HF8cxd8GDG96BTjx1Wziu6-I=&h=173&w=340&sz=58&hl=pt-BR&start=6&um=1&tbnid=UGDKJNWKgvrMNM:&tbnh=61&tbnw=119&prev=/images?q=.+Aparelho+de+dispers%C3%A3o,+com+h%C3%A9lices+substitu%C3%ADveis+e+copo+munido+de+chicanas&hl=pt-BR&um=1
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Procedimento de ensaio
• Passar o material na peneira de 2,0 mm, tomando-se a precaução
de desmanchar no almofariz todos os torrões eventualmente
ainda existentes.
Basicamente, o ensaio será dividido em três partes, o que
pressupõe a existência das seguintes amostras:
• a) todo o material retido na peneira (# 10) de 2,0 mm;
• b) material que passa na peneira 2,0 mm, do qual:• b.1) cerca de 100 g são usados para determinação da umidade,
executada com três amostras de pelo menos 30 g ;
• b.2) 120 g, no caso de solos arenosos, ou cerca de 70 g, no caso
de solos siltosos ou argilosos, para o ensaio de sedimentação
e/ou peneiramento fino.
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Procedimento de ensaio
Peneiramento do material grosso:
• Lavar a parte retida na peneira de 2,0 mm (#10) a fim de
eliminar o material fino aderente e secar em estufa a 105o–
110oC, até constância de massa.
• Utilizando-se o agitador mecânico, passar esse material nas
peneiras de 50, 38, 25,19, 9,5, 4,8 e 2,0mm. Anotar com a
resolução de 0,01g. as massas retidas acumuladas em cada
peneira. A soma de todas essas massas retidas (ou o retido
acumulado na peneira de 2,0 mm) será anotada com MG (massa
do material graúdo).
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Procedimento de ensaio
Nota: Quando não se vai fazer o ensaio de sedimentação*, e a
determinação da distribuição granulométrica for feita apenas por
peneiramento, proceder como se segue com a fração fina:
• a) Do material passado na peneira de 2,0 mm, tomar cerca de 120
g. Pesar esse material com resolução de 0,01 g e anotar como Mh.
Tomar ainda cerca de 100 g para três determinações de umidade
higroscópica [W] , de acordo com a NBR 6457;
• b) Lavar na peneira de 0,075 mm (nº200) o material assim obtido,
vertendo-se água potável à baixa pressão; (recomenda-se usar
junto uma peneira intermediária, como a de 0,25 mm, para não
sobrecarregar a peneira nº 200, para aumentar sua durabilidade e
evitar transbordamento, com perda de solo. )
22 Prof. Ilço Ribeiro Jr
Procedimento de ensaio
• C) Secar o material retido na peneira de 0,075 mm (nº. 200) em
estufa, à temperatura de 105o–110o C até constância de massa, e,
utilizando-se o agitador mecânico, passar nas peneiras de 1,2,
0,6, 0,42, 0,25, 0,15, 0,075 mm. Anotar com resolução de 0,01g
as massas retidas acumuladas em cada peneira.
* A decisão de não fazer a sedimentação poderá ser tomada
quando se verificar que a proporção do material fino for tão
baixa que este material não terá influência significativa no
comportamento do solo.
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Procedimento de ensaio
Sedimentação:
• Do material passado na peneira de 2,0 mm:
120 g - solos arenosos,
70 g - solos siltosos e argilosos, para a sedimentação e o
peneiramento fino.
Pesar esse material com resolução de 0,01 g
Aproximadamente 100 g para três determinações de umidade
higroscópica (h) .
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Procedimento de ensaio
• Transferir o material assim obtido para um béquer de 250 cm3 e
juntar, com auxílio de proveta, como defloculante, 125 cm3 de
solução de hexametafosfato de sódio com a concentração de
45,7 g do sal para 1 000 cm3 de solução. Agitar o béquer até
que todo o material fique imerso e deixar em repouso, no
mínimo 12 horas.
A solução de hexametafosfato de sódio deve ser tamponada com
carbonato de sódio até que a solução atinja um PH entre 8 e 9,
evitando assim a reversão da solução para ortofosfato de sódio.
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Procedimento de ensaio
• Verter a mistura no copo de dispersão, removendo-se com água
destilada, com auxílio da bisnaga, o material aderido ao béquer.
Adicionar água destilada até que a hélice fique imersa e
submeter à ação do aparelho dispersor durante cerca de quinze
minutos.
• Transferir a dispersão para a proveta e remover com água
destilada, com auxílio da pinceta, todo o material aderido ao
copo. Juntar água destilada até atingir o traço correspondente a 1
000 cm3; tomar a proveta e tampando-lhe a boca com uma das
mãos, executar, com auxílio da outra, movimentos enérgicos de
rotação, durante 1 minuto, de forma que a boca da proveta passe
de cima para baixo e vice-versa.
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Procedimento de ensaio
• Imediatamente depois de terminada a agitação, colocar a proveta
sobre uma mesa, disparar o cronometro e mergulhar
cuidadosamente o densímetro na dispersão. Efetuar as leituras
do densímetro correspondentes aos tempos de sedimentação (t)
de 0,5, 1 e 2 minutos . Retirar lenta e cuidadosamente o
densímetro da dispersão. Fazer as leituras subseqüentes a 4, 8 ,
15 e 30 minutos, 1 , 2 , 4 , 8 e 24 horas, a contar do início da
sedimentação.
• Recomenda-se repetir as três primeiras leituras. Para tanto,
agitar novamente a proveta, e refazer as leituras para os tempos
de 0,5, 1,e 2 minutos.
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Procedimento de ensaio
• Cerca de quinze a vinte segundos antes de cada leitura,
mergulhar cuidadosa e lentamente o densímetro na dispersão.
Todas as leituras devem ser feitas na parte superior do menisco,
com interpolação de 0,0002, após o densímetro ter ficado em
equilíbrio. Assim que uma dada leitura seja efetuada, retirar o
densímetro da dispersão e colocá-lo em uma proveta com água
limpa, à mesma temperatura da dispersão.
• Após cada leitura, excetuadas as duas primeiras, medir a
temperatura de dispersão, com resolução de 0,1o C.
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Procedimento de ensaio
• Realizada a última, verter o material da proveta na peneira de
0,075 mm [Nº200], remover com água de todo o material que
tenha aderido às suas paredes e efetuar a lavagem do material na
peneira mencionada, empregando-se água potável à baixa
pressão.
• Secar o material retido na peneira de 0,075 mm (nº. 200) em
estufa, à temperatura de 105o–110o C até constância de massa, e,
utilizando-se o agitador mecânico, passar nas peneiras de 1,2,
0,6, 0,42, 0,25, 0,15, 0,075 mm. [6] Anotar com resolução de
0,01g as massas retidas acumuladas em cada peneira.
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Cálculos
Massa total da amostra seca:
MS = (MT-MG).fc + MG
MS = massa total da amostra seca;
MT = massa da amostra seca ao ar;
MG = massa do material seco acumulado retido na peneira de 2,0 mm;
fc = fator de correção da umidade = 100 / (100 + h);
h = umidade higroscópica do material passado na peneira de 2 mm.
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Cálculos
• % materiais que passam nas # 50, 38, 19, 9,5, 4,8, e
2,0 mm:
Qg = 100 (Ms – Mi) / Ms
onde:
Qg = porcentagem de material passado em cada peneira
Ms = massa total da amostra seca
Mi = massa do material retido acumulado em cada peneira
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Cálculos
Porcentagens do material em suspensão:
Qs = N.d.V.dc.Lc / [(d-dd).Mh.fc)]
onde:
• Qs = porcentagem de solo em suspensão no instante da leitura do densímetro
• N = porcentagem de material que passa na peneira de 2,0 mm;
• d = massa específica dos grãos do solo, em g/ cm3 ;
• dd = massa específica do meio dispersor, à temperatura de ensaio, em g/ cm3
• V = volume da suspensão, em cm3;
• dc = massa específica da água, à temperatura de ensaio, em g/cm3;
• Lc = leitura corrigida = L – Ld,
• L = leitura do densímetro na suspensão;
• Ld = leitura do densímetro no meio dispersor, na mesma temperatura da suspensão,
durante o ensaio;
• Mh = massa do material úmido submetido à sedimentação, em g ;
• h = umidade higroscópica do material passado na peneira de 2,0 mm .
• Para efeito de cálculo, considerar: d d = 1 g/cm3 ; V = 1 000 cm3 e d c = 1 g/cm3
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Cálculos
Diâmetro máximo das partículas em suspensão , utilizando-se a fórmula de Stokes:
= [ 1800 h . a / {t.(d-dd)} ] 0,5
onde:
= diâmetro máximo das partículas, em mm ;
h = coeficiente de viscosidade do meio dispersor, à temperatura de ensaio, em
g.s/cm2 ;
a = altura de queda das partículas, com resolução de 0,1 cm, correspondente à
altura do densímetro, em cm ;
t = tempo de sedimentação, em segundos;d = massa específica dos grãos do solo, determinada de acordo com a NBR 6508,
em g/ cm3;
d d = massa específica do meio dispersor, à temperatura de ensaio, em g/cm3;
• Para efeito de cálculo, considerar d d = 1,000 g/cm3 e h correspondente ao
coeficiente de viscosidade da água .
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Cálculos
• Viscosidade da água (valores em 10 –6 g.s/cm2)
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Cálculos
• % dos materiais que passam nas # 1,2, 0,6, 0,42, 0,25, 0,15 e
0,075mm:
Qf = N.(Mh.fc-Mi)/(Mh.fc)
• onde:
• Qf = porcentagem de material passado em cada peneira;
• Mh = massa do material úmido submetido ao peneiramento fino ou à
sedimentação, conforme o ensaio tenha sido realizado apenas por
peneiramento ou por combinação de peneiramento e sedimentação,
respectivamente;
• fc = fator de correção = 100 / (100 + h);
• h = umidade higroscópica do material passado na peneira de 2,0 mm;
• Mi = massa do material retido acumulado em cada peneira;
• N = porcentagem de material que passa na peneira de 2,0 mm,.
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Resultados
• O resultado final deve ser apresentado graficamente, dispondo-se em abscissas os
diâmetros das partículas, em escala logarítmica, e em ordenadas as porcentagens
das partículas menores do que os diâmetros considerados, em escala aritmética.
• Observações: Observando que, na fórmula para o cálculo da percentagem de
partículas em suspensão os valores Ps, N, V, d e dc são constantes, e chamando
(L – Ld+ r) de Lc (Leitura corrigida ), calcular o fator Q / Lc = N ´ d / (Ps (d -1))
permitirá uma interessante simplificação na ficha de cálculo, diminuindo a
possibilidade de erro humano, pois esse fator é constante. Mais tarde obteremos
Q apenas multiplicando o fator constante Q/Lc por cada um dos valores Lc.
• ( r) é a correção devida ao erro de leitura devido ao menisco, e tem por ordem de
grandeza 0,0012. A correção será feita quando as leituras densimétricas no meio
dispersor, durante a calibração, são feitas na base do menisco.
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Sedimentação com e sem uso de defloculante
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0
10
20
30
40
50
60
70
80
90
100
0,0001 0,001 0,01 0,1 1 10 100
%
p
a
s
s
a
d
a
Diâmetro dos grãos (mm)
GRANULOMETRIA COM DEFLOCULANTE
Amostra 01 - 2.0 m
Amostra 02 - 5.50 m
Amostra 03 - 6.50 m
0
10
20
30
40
50
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%
p
a
s
s
a
d
a
Diâmetro dos grãos (mm)
GRANULOMETRIA SEM DEFLOCULANTE
Amostra 01 - 2.0 m
Amostra 02 - 5.5 m
Amostra 03 - 6.5 m
Sedimentação com e sem uso de defloculante