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www.romulopassos.com.br 86 Mentoria VUNESP compareceu à unidade de saúde da família para consulta de enfermagem de pré-natal. Ao analisar os dados constantes do prontuário, a enfermeira constatou, entre outros itens, que a gestante apresentava ciclos menstruais regulares, a cada 28 dias, e o início de sua última menstruação ocorrera em 30 de dezembro de 2018. Relatara, também, que ela e o companheiro haviam sido tratados para sífilis logo após o aborto. Ao analisar os resultados de exames recentes, a enfermeira observou que a gestante apresentava VDRL = 1:2 e FT-Abs positivo. Sorologias seriadas para sífilis arquivadas no prontuário mostravam que o casal fora tratado adequadamente. Durante a consulta, o casal negou exposição a situações que poderiam levá-los a contrair novas infecções sexualmente transmissíveis. Ao solicitar a carteira de vacinação da gestante, constatou que havia recebido todas as vacinas para sua idade, preconizadas pelo calendário de vacinação para o Estado de São Paulo, incluindo o reforço da vacina dupla adulto há três anos. 14 (Prefeitura de Suzano - SP/VUNESP/2019) No momento da consulta, a idade gestacional (IG) e a data provável do parto (DPP) eram: a) IG = 172/7 semanas; DPP = 06.09.2019. b) IG = 172/7 semanas; DPP = 06.10.2019. c) IG = 176/7 semanas; DPP = 06.09.2019. d) IG = 176/7 semanas; DPP = 06.10.2019. e) IG = 181/7 semanas; DPP = 06.10.2019. 15 (Prefeitura de Suzano - SP/VUNESP/2019) Em relação aos resultados observados para os exames de VDRL e FT-Abs, é correto afirmar que: a) o marido de R.S. deve realizar o teste rápido para sífilis e, caso positivo, o casal deverá ser tratado novamente para sífilis secundária. b) o casal deve realizar, imediatamente, o teste rápido para sífilis a fim de investigação de reinfecção pelo treponema e início do tratamento para sífilis secundária, caso o resultado seja positivo. c) a gestante deve ser encaminhada ao pré- natal de risco para avaliação e acompanhamento. d) considerando que a gestante e seu marido haviam sido recentemente tratados para sífilis, com sucesso, o observado é compatível com cicatriz sorológica. e) os exames da gestante devem ser repetidos, imediatamente, para a confirmação e, caso se mantenham, a gestante e o marido devem receber o tratamento para sífilis terciária. 16 (Prefeitura de Suzano - SP/VUNESP/2019) No que diz respeito à vacinação de R.S., a enfermeira deve: a) encaminhar a gestante para receber uma dose de reforço com a vacina adsorvida difteria, tétano e pertussis (acelular) adulto (dTpa), na 20ª semana de idade gestacional. b) orientar a gestante que deverá tomar uma dose de reforço da vacina dupla adulto (dT) a partir da 28ª semana de gestação. c) esclarecer que, devido ao aumento no número de casos de sarampo, a gestante deverá tomar uma dose de reforço com a vacina contra o sarampo a partir da 32ª semana de idade gestacional. d) aproveitar a oportunidade e encaminhar a gestante para receber uma dose de reforço da vacina adsorvida difteria e tétano - dT, após a consulta. e) informar a gestante que seu esquema vacinal está correto e completo, não havendo necessidade de receber vacinas de reforço na gestação atual. 17 (Prefeitura de Suzano - SP/VUNESP/2019) Ao receber e conferir os resultados dos exames citopatológicos realizados por mulheres residentes na área sob responsabilidade da equipe de saúde da família à qual pertence, o enfermeiro constatou que o exame de R.T., 34 anos, apresentava o resultado: www.romulopassos.com.br 87 Mentoria VUNESP “Alterações celulares benignas reativas ou reparativas: inflamação. Microbiologia: presença de Lactbacillus sp”. Ao analisar as informações registradas no prontuário da usuária, o enfermeiro observou que R.T. faz uso de dispositivo intrauterino - DIU, como método anticoncepcional, há um ano, e na última consulta de enfermagem, quando foi realizada a coleta do material, não referiu quaisquer queixas ginecológicas. Frente a essa situação, ao realizar a consulta de enfermagem de R.T., o enfermeiro deve: a) orientar a usuária a repetir o exame em seis meses. b) encaminhar R.T. ao ginecologista para avaliação e tratamento da infecção. c) discutir a possibilidade de ser necessária a retirada do DIU e prescrever creme vaginal para tratamento da infecção, conforme protocolo. d) prescrever o uso de creme vaginal, conforme protocolo, para tratamento da infecção pelo agente identificado no exame e repetir a coleta de material 15 dias após o fim do tratamento. e) esclarecer a usuária que, não havendo queixas, a repetição do exame seguirá a rotina de rastreamento preconizada pelo Ministério da Saúde. 18 (Prefeitura de Suzano - SP/VUNESP/2019) Ao realizar visita domiciliária para a família Costa, que se mudou recentemente para a área de abrangência da equipe de saúde da família - ESF, da qual faz parte, o enfermeiro aproveitou a oportunidade para coletar informações a respeito da composição, organização e relacionamento entre os membros da família, construindo o genograma apresentado a seguir. Ao analisar o genograma da família Costa, é correto afirmar que: a) A e B se casaram em 1999. b) G e H, filhos de C e F, são gêmeos idênticos, do sexo feminino. c) C e D têm um relacionamento conflituoso. d) C é portador de doença crônica. e) D teve um aborto induzido. 19 (Prefeitura de Suzano - SP/VUNESP/2019) Em relação à esterilização por métodos químico- líquidos, é correto afirmar que: a) a permanência de matéria orgânica ou de resíduos inorgânicos no artigo, comominerais e detergentes, em decorrência de limpeza e enxágue insuficientes, podem ocasionar a ineficácia do germicida. b) o aumento no tempo de exposição do material ao produto esterilizante contribui para a melhora da performance do produto em caso de hiperdiluição. c) os materiais que serão submetidos a esterilização devem ser mergulhados na solução germicida imediatamente após passarem por enxágue abundante para a retirada completa de produtos utilizados em sua limpeza. d) os recipientes utilizados para a imersão do material em solução germicida devem possuir tampa e serem confeccionados com cloreto polivinil (PVC). e) após imersão na solução germicida, os materiais devem ser enxaguados em água filtrada ou bidestilada, em ambiente próprio, com o trabalhador responsável pela tarefa fazendo uso de luvas, avental, máscara cirúrgica e óculos de proteção. 20 (Prefeitura de Suzano - SP/VUNESP/2019) No âmbito da equipe de enfermagem, é de competência exclusiva do enfermeiro: a) a consulta de enfermagem e a realização de curativos. www.romulopassos.com.br 88 Mentoria VUNESP b) os cuidados diretos de enfermagem a pacientes graves com risco de vida e a punção do acesso arterial no cateterismo umbilical. c) a avaliação de risco e priorização da assistência em Serviços de Urgência, e a passagem da sonda nasoenteral. d) a execução da etapa de implementação da assistência de enfermagem e a manutenção e o desligamento do medicamento Ganciclovir e quimioterápicos. e) o aprazamento de prescrição médica e o monitoramento das condições do sistema de drenagem pós- -cateterismo vesical de demora. 21 (Prefeitura de Suzano - SP/VUNESP/2019) Ao realizar a consulta de enfermagem de B.C., sexo feminino, com cinco meses de idade, a partir dos dados registrados no prontuário da criança e da pesagem do dia, apresentados a seguir, o enfermeiro preencheu o gráfico de curvas de crescimento Peso X Idade para meninas existente na Caderneta de Saúde da Criança. DATA IDADE PESO (G) 29.11.2018 Ao nascer 2.910 14.12.2018 15 dias 2.850 30.12.2018 1 mês 3.100 27.01.2019 2 meses 3.500 28.02.2019 3 meses 4.200 29.03.2019 4 meses 5.100 30.04.2019 5 meses 5.800 Ao preencher o gráfico de curvas de crescimento Peso X Idade para meninas, a enfermeira concluiu que M.T. apresenta: a) peso elevado para a idade. b) peso adequado para a idade. c) baixo peso para a idade. d) situação de risco nutricional. e) desnutrição. 22 (Prefeitura de Suzano - SP/VUNESP/2019) Considerando-seque o Ministério da Saúde destaca que “Especial atençã deve ser dada aos sinais de autismo, pela sua elevada incidência e também pelo frequente diagnóstico tardio, comprometendo o tratamento e o prognóstico. A detecção precoce do autismo é fundamental para a imediata intervenção. Até o momento, inexistem exames laboratoriais ou marcadores biológicos para a identificação do autismo, a qual se dá pela avaliação do quadro clínico e pela observação d cmprtament”. (Brasil, 2017) ao avaliar o crescimento e desenvolvimento de uma criança com idade na faixa etária de 12 a 18 meses, o enfermeiro deve estar atento a sinais e sintomas de alerta tais como: a) dificuldade em ampliar sua compreensão de situações novas e estrabismo persistente. b) tendência a apresentar muitas variações na expressão facial ao se comunicar, exceto em relação às expressões de alegria, excitação, raiva ou frustração e atraso no desenvolvimento motor. c) desinteresse e apatia para jg de “faz de cnta” que emerge pr vlta ds 15 meses de idade epolifagia. d) atraso no desenvolvimento motor, particularmente na deambulação, e muita resistência à introdução de novos alimentos na dieta. e) indiferença em relação aos cuidadores, comportamentos estereotipados, não apresentar as primeiras palavras nessa faixa de idade.