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lOMoARcPSD| 38166023
UNIVERSIDADE PITÁGORAS UNOPAR ANHANGUERA – UNOPAR
SISTEMA DE ENSINO A DISTÂNCIA PEDAGOGIA
TAINA HORANA DO ROSARIO
PROJETO DE ENSINO EM LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
lOMoARcPSD| 38166023
Palmas-PR
2025
TAINA HORANA DO ROSARIO
PROJETO DE ENSINO EM LICENCIATURA EM PEDAGOGIA
Projeto de Ensino apresentado à Unopar, como requisito parcial à conclusão do Curso de Pedagogia.
Sumário
TEMA	5
Objetivos específicos	5
Objetivos	6
PROBLEMATIZAÇÃO	7
REFERENCIAL TEÓRICO	7
CRONOGRAMA	11
RECURSOS	11
AVALIAÇÃO	12
REFERÊNCIAS	13
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INTRODUÇÃO
Considerando a conjectura de que o currículo escolar está entelhado a sociedade a qual faz parte e está relacionado a circunstância e tempo histórico, refletir o rumo da educação em uma país consiste em uma disputa que percorre pelas matérias e modelo de se ministrar uma aula, pois, a educação escolar é parte complementar que auxilia a delinear a forma de pensar e agir de uma sociedade.
A origem do ensino no Brasil em sua formação, foi fundada no modelo eurocêntrico, o que concedeu ao país fortes traços do modelo patriarcal, machista, sexista e preconceituoso, porém com o decorrer das décadas a sociedade brasileira foi mudando e leis foram criadas, tornando a educação mais inclusiva e democrática. A consciência acerca dos direitos foi aumentada, o que foi proporcionando as minorias a prosseguir no debate sobre o projeto da educação brasileira e passaram lutar pelo seu reconhecimento histórico, como é o caso das pessoas com deficiência.
A escola, tanto quanto a família, são constituintes importantes na socialização do sujeito à medida que os dois interferem de modo direto no desenvolvimento do mesmo. Dessa forma é notório que os processos de formação sucedem em outros ambientes além das escolas.
De acordo com o que refere o art. 226 da Constituição Federal de 1988, a família é considerada a base da sociedade. A importância da presença da família no contexto escolar e o seu dever com o processo de escolaridade também é exposto na Lei de Diretrizes e Bases da Educação. Os direitos fundamentais para as crianças e adolescentes com deficiência devem ser observados com maior vigor, visto que, o seu pleno desenvolvimento é dependente de cuidados especiais e estruturas que normalmente estão indisponíveis em escolas, unidades de saúde e nos sistema de assistência sociais.
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1. TEMA
Relação Família e Escola na inclusão dos alunos com deficiência
Este presente trabalho fundamenta-se por refletir e observar acerca das dificuldades que a educação especial e inclusiva nas escolas enfrenta atualmente. A proposta inicial é fortalecer a gestão participativa entre escola, pais, alunos e comunidade.
Os alunos do ensino básico criarão grupos participativos abordando temas sobre inclusão, que serão trabalhados dentro das salas de aula através de redações e desenhos. Semanalmente um tema será trabalhado, e após esse período será realizado um concurso para premiar os trabalhos. Pais, responsáveis e pessoas da comunidade local serão convidados para votar nos melhores projetos.
O objetivo do projeto é trabalhar a autonomia dos alunos desenvolvendo os temas a serem estudados e fortalecer a gestão participativa, trazendo os pais e a comunidade local para integrarem ativamente o processo de construção e de avaliação do projeto.
Os temas sugeridos pelos alunos serão analisados e as propostas serão levadas em consideração para a construção do projeto político-pedagógico da escola.
A conclusão do projeto será realizado através de uma roda de conversa e reflexão entre funcionários, professores, pais e alunos para discutir pontos durante a realização do projeto.
1.2 Objetivos específicos
Uma vez que, a escola tem um papel fundamental no momento da inclusão dos espaços escolares, e que os gestores desempenham um papel importante, identifica-se a necessidade de criar estratégias que valorize as potencialidades dos alunos, e suas diferenças no processo educativo promovendo a inclusão das crianças e adolescentes com necessidades educacionais especiais, que integram as escolas regulares de ensino.
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Apenas com os estabelecimento de uma boa relação entre escola e família é que as propostas educacionais relativas à formação de cidadãos nos dias de hoje poderão acontecer. Para que a inclusão seja bem sucedida, as diferenças dos alunos devem ser reconhecidas como um recurso positivo. As diferenças entre os alunos devem ser reconhecidas e capitalizadas para fornecer oportunidades de aprendizagem para todos os alunos da classe consequentemente a educação inclusiva torna-se um meio privilegiado para alcançar a inclusão social, algo que não deve ser alheio aos governos e estes devem dedicar os recursos econômicos necessários estabelecê-la. Mas ainda, a inclusão não se refere somente ao terreno educativo, mas o verdadeiro significado de ser incluído.
De acordo com o artigo 58 da LDB 9394/96, que enfatiza “entende-se por educação especial, para os efeitos desta Lei, a modalidade da educação escolar, oferecida preferencialmente na rede regular de ensino, para educandos portadores de necessidades educativas especiais”. Baseado nesse preceito, a escola tem a responsabilidade de suprir as carências de aprendizagem.
Tratando da realidade e dos direitos assegurados por leis institucionais, esse trabalho tem o objetivo de analisar a conjuntura educacional inclusiva e participativa, utilizando temas sugeridos por alunos com propostas trabalhadas dentro da escola e convidando os pais e a comunidade local para participar do desenvolvimento do projeto.
1.2.2 Objetivos
· Analisar propostas sugeridas pelos alunos sobre o tema proposto e leva-las em consideração para a construção do projeto político-pedagógico da escola;
· Trabalhar a autonomia dos alunos desenvolvendo os temas a serem estudados;
· Fortalecer a gestão participativa, trazendo os pais e a comunidade local para integrarem ativamente o processo de construção e de avaliação do projeto.
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2. PROBLEMATIZAÇÃO
O conceito de normalização surgiu nos anos 50 e 60 com discussões originando-se do princípio de que as pessoas “atrasadas” se aproximem as condições das pessoas consideradas como “normais”.
A ideia de educação como reabilitação surge na década de 70, porém, o aluno era excluída pela ausência de estrutura e condições para o acolhimento e assistência dos alunos. Aconteceram mudanças no acesso dos alunos com necessidades especiais de aprendizado e na inclusão dos mesmos em classes comuns a partir de 1988, com a Constituição Federal, e as Leis de Diretrizes e Base Educação LDB-9397/96.
Ainda que as leis que garantem igualdade de condições a todos tenham avançado, lamentavelmente em algumas escolas, as condutas de inclusão são ignoradas e a discriminação é rotineira. Assim “cabe aos gestores educacionais buscar essa equipe multiprofissional em outra escola ou sistema educacional ou na comunidade.
Historicamente a sociedade está se empenhando para garantir a inclusão social aos estudantes com deficiência, contribuindo com acessibilidade, permanência e proporcionando organização pedagógica apropriada as particularidades utilizando o currículo adequado e viável.
Carvalho (2004) compreende que para inserir um aluno, é preciso elaborar mecanismos que assegurem o êxito educacional, social e emocional entre professores e alunos. Leis são criadas através de políticas públicas com o objetivo de assegurar a entrada dos alunos com Necessidades Educativas Especiais na escola regular, a escola permanece vivendo com dificuldades diárias que impossibilitam a efetivação das leis.
As estruturas dos prédios, as disponibilidades dos materiais e a formação dos professores não atendem as necessidades dos alunos com deficiência.
3. REFERENCIAL TEÓRICO
A utilização das metodologias ativas no processo de ensino tem se apresentado muito eficiente na atualidade o que se deve as excessivas alterações que vem acontecendo nos últimos anos.
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Constata-se que as transformações originaram mudanças no desempenho do alunos, que passou a ser ativo no processo de conhecimento. É indispensável que exista um equilíbrio entre as novas metodologias e as de ensino convencional, com a finalidade de que a sala de aula seja um ambiente atrativo. Entenda-se a relevância do aprimoramento nos métodos de ensino e aprendizagem.
Nas últimas décadas, mudanças econômicas sociais, políticas, culturais e tecnológicas ocorrem, causando um efeito brusco na vida das pessoas, modificando muitas relações, inclusive áreas como a escola e o trabalho.
Observando a relevância do processo de ensino, se tem praticado exercícios de forma inovadora que são as metodologias ativas. Tal metodologia se trata de técnicas de docência que sugere a presença ativa do aluno, com o objetivo de uma experiência intensiva em cada disciplina aplicada. Com isso, o aluno tem autonomia no processo de aprendizagem assumindo a responsabilidade da sua capacitação de ensino.
Metodologias ativas no processo de aprendizagem torna-se uma prática pedagógica moderna, e um meio didático excelente para uma educação que permita uma construção reflexiva e crítica ao aluno.
Analisando as características das concepções atuais de ensino, a atualização de metodologias ativas mostra-se eficaz e atrativa, pois considera-se que o aluno realizará uma ação que possibilita um aprendizado muito mais rápido e adequado.
Compreende-se que na atualidade é muito importante que os estabelecimentos de ensino possam ser introduzidos nos novos modelos de ensino, para que o ensino integral dos alunos aconteça de uma forma completa. As necessidades do mercado e dos profissionais atuantes mostram como as novas metodologias de ensino são necessárias, pois o que se espera é um ambiente de reconhecimento do protagonismo do aluno e autonomia no processo de aprendizagem.
Para responder às necessidades e se sobressair em um espaço demarcado por mudanças rápidas, estudantes procuram opções a condutas passivas e antigas, que não auxiliam na produção de novos conhecimentos. Investir em novos formatos para garantir um aproveitamento maior referente aos diversos assuntos do dia a dia, tendo a volta formas de aprendizagens com aplicações em aula.
O novo método de ensino é uma combinação de conceitos, técnicas e ferramentas inovadoras usadas para construir conhecimento. Para melhor explicá-lo,
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esses métodos apoiam o estabelecimento de metas e caminhos para o processo de ensino e aprendizagem expressando a forma como essa dinâmica é vista e o papel de professores e alunos. A metodologia tradicional prioriza o ensino lógico e restritivo, pautado na entrega de informações específicas por meio de leituras, palestras e cópia de conteúdo.
As avaliações dos alunos são realizadas por meio de testes de aplicação e testes de conhecimento, com o objetivo de medir o desempenho dos alunos, aprovar aqueles atingiram o nível médio e reter aqueles com desempenho ruim. Portanto, podemos dizer que o modelo tradicional ainda popular nas instituições de ensino brasileiras, tendo o professor como figura-chave, confere-lhe o status de detentor e disseminador do conhecimento. Por outro lado, os alunos são considerados meros destinatários, por isso devem reconhecer a autoridade do mestre e se esforçar para obter resultados satisfatórios no exame. Portanto é necessário fazer exercícios, memorizar informações e muito estudo antes do exame para lembrar os tópicos abordados na aula. Por outro lado, a nova abordagem de aprendizagem tem visões muito diferentes sobre a forma como o conhecimento é construído, o currículo e a forma de avaliação.
Eles buscam quebrar o velho paradigma para promover e fortalecer o aprendizado, tornando-o mais atraente para alunos e educadores. A missão do novo método de ensino é promover a aprendizagem, utilizando princípios como o empoderamento do aluno no processo. Incentive crianças, adolescentes e adultos a propor soluções, pesquisar, debater e experimentar, em vez de simplesmente completar suas tarefas. Dessa forma, percebem a importância de sua participação na ampliação do conhecimento e assumem maior responsabilidade nessa dinâmica. Os professores também assumiram novos papéis, agindo como facilitadores em vez os únicos detentores do conhecimento. Eles propuseram diferentes métodos para melhorar e adaptar as ferramentas de aprendizagem dos alunos, reconhecendo suas características. Portanto, os alunos podem desenvolver mais facilmente seus próprios métodos para reter conteúdo.
Nesse sentido, escolas e educadores que optam por novos métodos de ensino apoiam os grupos de alunos, tornam-nos protagonistas e fortalecem comportamentos de aprendizagem ativa. Pondo de lado o conceito fixo simples de disseminação de conhecimento, pensar sobre o compartilhamento de conhecimento se tornou o foco. Este conhecimento prévio não deve ser ignorado pelos os
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professores, mas utilizado para melhorar a motivação da aprendizagem e conectar novos conteúdos ao universo que os alunos já compreendem. O mesmo raciocínio se aplica a crianças e ate mesmo bebês: se eles considerarem jogos, objetos e palavras conhecidas na apresentação, acharão mais fácil absorver novas informações. Dê aos alunos mais autonomia, portanto uma das diferenças mais expressivas entre os métodos tradicionais e os métodos inovadores é a mudança no papel dos alunos.
Apostando em atividades e novidades é provável avançar atenção e concentração da sala, que auxiliará no desempenho as sala, fortalecendo e engajando confiança. Ao dar autonomia aos estudantes, as novas metodologias reforçam a possibilidade de tornar acessível seu conhecimento. Além dos mais normalmente os métodos surgem provas e experiências práticas, através das quais os alunos podem aprender com os erros ate buscar a maneira correta. Desse modo aprenderão a procurar por novas estratégias para as necessidades que aparecerem, aumentado a autoconfiança.
4. MÉTODOLOGIA
A metodologia ativa escolhida para elaborar o projeto foi o de “Aprendizagem baseada em projetos” do inglês Project-based learning (PBL), faz com que os alunos construam seus saberes de forma colaborativa, por meio da solução de desafios. Assim, o estudante precisa se esforçar para criar, explorar e testar as hipóteses a partir de sua própria vivência. O professor pode incluir tecnologias como vídeos ou fóruns digitais, além de propor atividades que envolvam elementos físicos, bem como cartazes e maquetes. Parte-se da ideia de permitir que o estudante busque o saber por si mesmo por meio da presença do professor como mediador e orientador, dando feedbacks e mostrando erros e acertos ao longo do processo.
Dessa maneira o projeto será realizado da seguinte maneira:
1º passo: realizar um concurso de redação e desenho entre os alunos abordando o tema “inclusão social”.
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2º passo: convidar os pais e membros da comunidade local para votarem nos melhores projetos.
3º passo: realizar a entrega de prêmios para os alunos vencedores.
4º passo: realizar roda de conversa com reflexões sobre o tema proposto
5º passo: avaliação do projeto.
5. CRONOGRAMA
O tempo previsto para a realização do projeto é de sete semanas.
	Etapas do Projeto
	Período
	Concurso de redação
	Primeira semana
	Concurso de desenho
	Segunda semana
	Convite	para	os	pais	e	a comunidade local
	Terceira semana
	Votação de melhores trabalhos
	Quarta semana
	Entrega de prêmios
	Quinta semana
	Roda	de	conversa/reflexão	com alunos
	Sexta semana
	Avaliação dos projetos
	Sétima semana
6. RECURSOS
Serão envolvidos no projeto:
· Alunos
· Profissionais da escola
· Pais e responsáveis
· Comunidade local
Serão utilizados os seguintes itens:
· Papel sulfite
· Cartolina
· Lápis
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· Lápis de cor
· Tinta
· Caneta
· Borracha
· Apontador
· Tesoura
· Régua
· Pincel
· Computador
· Impressora
7. AVALIAÇÃO
A conclusão do projeto será realizado através de uma roda de conversa e reflexão entre funcionários,professores, pais e alunos para pontuar questões importantes observada durante a realização do projeto. Esses apontamentos serão abordados na construção do projeto político-pedagógico na unidade escolar.
A partir do final do processo, a escola e a comunidade seguem com o objetivo indispensável com a ação participativa e coletiva feita no processo da inclusão escolar.
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8. REFERÊNCIAS
BRASIL. Câmara dos Deputados. Plano Nacional de Educação. Brasília. 09/01/2001.
BRASIL. Constituição (1988). Constituição da República Federativa do Brasil. Brasília, DF: Senado 1988.
BRASIL. Declaração de Salamanca e linhas de ação sobre a necessidades educativas especiais. Brasília. Ministério da Justiça/Secretaria Nacional de direitos humanos, 1997.
BRASIL. Lei nº 3218, de 5 de novembro de 2003. Dispõe sobre a universalização da Educação inclusiva nas escolas da rede pública de ensino do Distrito Federal e da outras Providência. Disponível em 40. http://www.lexml.gov.br/um/urn:lex:br;distritofederal:lei2003-1105;3212.
BRASIL. MEC (1999) Parâmetros curriculares nacionais. Adaptação curriculares. Estratégias para educação de alunos com necessidades educacionais especiais. Brasília.
SANT’ ANA, Izabella M. Educação inclusiva. Concepções de professores e diretores. Psicologia em estudo. Maringa. V10 n2, p 227.

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