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IMPLANTAÇÃO DE 
MICROSSISTEMA DE 
ABASTECIMENTO DE ÁGUA 
NO MUNÍCIPIO DE ITAITUBA - 
PARÁ 
 
 
2024 
Volume II – Especificações Técnicas 
Técnico 
 
1 
 
 
 
I – APRESENTAÇÃO 
O presente relatório consiste na implantação e elaboração do Projeto Básico dos 
Microssistemas de Abastecimento de Água nas comunidades Distrito Campo Verde, 
Distrito Miritituba, Distrito Barreiras, Distrito de São Luiz do Tapajós, integrante da zona 
rural do município de Itaituba, no Estado do Pará. 
Este documento é parte integrante do seguinte conjunto: 
• Volume I – Memorial Descritivo e Memória de Cálculo; 
• Volume II – Especificações Técnicas; 
• Volume III – Peças Gráficas; 
• Volume IV – Orçamento; 
 
 
2 
 
 
 
Sumário 
I – APRESENTAÇÃO .......................................................................................................... 1 
1 INTRODUÇÃO .......................................................................................................... 5 
2 ADMINISTRAÇÃO LOCAL DA OBRA ............................................................................ 6 
3 MOBILIZAÇÃO E DEMOBILIZAÇÃO ............................................................................. 6 
3.1 Mobilização da Obra ........................................................................................ 6 
3.2 Desmobilização da Obra ................................................................................... 6 
4 CANTEIRO DE OBRAS ............................................................................................... 7 
5 CAPTAÇÃO SUBTERRÂNEA ........................................................................................ 8 
5.1 Completação ................................................................................................... 8 
5.2 Cimentação ..................................................................................................... 8 
5.3 Desenvolvimento ............................................................................................ 9 
5.4 Bombeamento ................................................................................................ 9 
5.4.1 Vazão (Q) .................................................................................................... 9 
5.4.2 Nível Estático (NE) ....................................................................................... 9 
5.4.3 Nível Dinâmico (ND) .................................................................................... 9 
5.4.4 Rebaixamento (sw) .................................................................................... 10 
5.4.5 Altura da Boca do Poço .............................................................................. 10 
5.5 Instalação ..................................................................................................... 10 
6 ELEVATÓRIA E BARRILETE DE RECALQUE .................................................................. 10 
7 LIMPEZA DO TERRENO ........................................................................................... 10 
8 LOCAÇÃO DA OBRA ................................................................................................ 12 
9 MOVIMENTO DE TERRA.......................................................................................... 12 
10 ATERROS E REATERROS ...................................................................................... 12 
11 SONDAGENS DE RECONHECIMENTO DO SOLO, PROJETOS DE FUNDAÇÕES E 
ESTRUTURAIS ............................................................................................................... 12 
12 FUNDAÇÕES E ESTRUTURAS ............................................................................... 13 
12.1 Radier e Blocos de Fundações. ........................................................................ 13 
12.2 Concretos ..................................................................................................... 14 
12.3 Concreto Armado .......................................................................................... 15 
12.4 Concreto Aparente ........................................................................................ 17 
12.5 Concreto Magro ............................................................................................ 17 
13 EQUIPAMENTO DE TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO ETA ......................................... 17 
13.1 FABRICAÇÃO ................................................................................................. 18 
13.2 CONCEPÇÃO.................................................................................................. 19 
13.3 CAPTAÇÃO / ADUÇÃO .................................................................................... 19 
3 
 
 
 
13.4 TRATAMENTO QUIMICO ................................................................................. 20 
13.5 CONTATO ...................................................................................................... 20 
13.6 AERAÇÃO ...................................................................................................... 20 
13.6.1 AERADOR DE TABULEIROS .......................................................................... 21 
13.7 DECANTAÇÃO ................................................................................................ 21 
13.8 FILTRAÇÃO .................................................................................................... 21 
13.9 DESCALCIFICAÇÃO ......................................................................................... 22 
13.10 CLORATOR – CASA QUÍMICA ....................................................................... 22 
13.11 MISTURADOR ESTÁTICO ............................................................................. 22 
13.12 TANQUE/RESERVATÓRIO COM CAPACIDADE DE 25.000L ............................... 23 
13.13 FILTRO BIG, DUPLO .................................................................................... 24 
13.14 ULTRAFILTRAÇÃO ....................................................................................... 24 
13.15 LEITO DE SECAGEM .................................................................................... 24 
13.16 LOCAL DE INSTALAÇÃO ............................................................................... 25 
13.17 MANUSEIO DOS TANQUES .......................................................................... 25 
13.18 PAINEL ELÉTRICO ....................................................................................... 25 
13.19 TUBOS E CONEXÕES ................................................................................... 25 
13.20 GUARDA CORPO, BASE SUPERIOR DO TANQUE ............................................. 26 
13.21 ESCADA DE MARINHEIRO ........................................................................... 26 
14 SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL ....................................................................... 26 
14.1 Instalações do Canteiro de Obras .................................................................... 26 
14.2 Revestimento ................................................................................................ 26 
14.3 Pisos. ........................................................................................................... 27 
14.3.1 Esquadrias de Ferro ............................................................................... 27 
14.3.2 Tela tipo alambrado em arame de aço galvanizado ................................... 27 
14.4 Pintura ......................................................................................................... 27 
14.5 Placas ........................................................................................................... 28 
14.6 Grama .......................................................................................................... 28 
14.7 Fôrmas .........................................................................................................28 
14.8 Armadura (Ferragens) .................................................................................... 28 
14.9 Limpeza ........................................................................................................ 29 
15 ESPECIFICAÇÕES DOS EQUIPAMENTOS ................................................................ 29 
15.1 Válvulas e Registros ....................................................................................... 29 
16 NORMAS GERAIS DE FORNECIMENTO ................................................................. 29 
17 CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS ........................................................................... 31 
4 
 
 
 
19.1 Testes ........................................................................................................... 31 
19.2 Pintura ......................................................................................................... 31 
19.3 Embalagem ................................................................................................... 31 
19.4 Garantia ....................................................................................................... 31 
19.5 Local de entrega e Transporte ......................................................................... 31 
18 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS TUBOS E CONEXÕES ............................................ 32 
20.1 Tubos e Conexões de PVC Rígido. .................................................................... 32 
20.2 Tubos em PVC DEFOFO................................................................................... 32 
20.3 Conexões em ferro fundido ............................................................................ 32 
20.4 Tubos da Elevatória e Adutora de Recalque...................................................... 32 
20.5 Inspeção Geral .............................................................................................. 32 
20.6 Formação das Amostras ................................................................................. 32 
20.7 Ensaios ......................................................................................................... 32 
20.8 Condições específicas .................................................................................... 33 
20.9 Aceitação ...................................................................................................... 33 
19 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS .................................................................................... 33 
 
 
5 
 
 
 
1 INTRODUÇÃO 
Este documento congrega informações orientativas e fixa as condições Técnicas 
gerais e específicas a serem obedecidas no fornecimento dos equipamentos e materiais 
especiais, previstos para a implantação dos Microssistemas de Abastecimento de Água 
das comunidades Distrito Campo Verde, Distrito Miritituba, Distrito Barreiras, Distrito de 
São Luiz do Tapajós, situada na zona rural do município de Itaituba, no Estado do Pará. 
Todas as informações e exigências aqui contidas deverão ser, obrigatoriamente, 
atendidas pelos Licitantes e Fornecedores. No caso de eventual conflito de informações, 
as Licitantes deverão notificar a SECIR, por escrito e em tempo hábil previsto pelo 
respectivo Edital, a quem caberá a elucidação final dos fatos. Procedimento idêntico 
deverá ser adotado pelo Fornecedor caso julgue que quaisquer informações aqui 
contidas possam contrariar as eficiências esperadas e/ou garantias exigidas. 
O Fornecedor deverá sempre atender às especificações contidas nas ‘Condições 
Técnicas Gerais’, no que couber, mesmo quando não mencionadas nas especificações 
particulares de cada equipamento e/ou material. 
Quaisquer dúvidas ou conflitos, que eventualmente ainda possam persistir, serão 
dirimidas pela SECIR, ou empresa contratada para o acompanhamento das obras, ambas 
doravante denominadas de Fiscalização. 
 
6 
 
 
 
2 ADMINISTRAÇÃO LOCAL DA OBRA 
A administração local consiste em formação de estrutura administrativa no 
canteiro de obra com equipamentos, técnico nas áreas especifica para execução e 
gerenciamento dos serviços. 
Durante a execução de obras e serviços de engenharia, a medição da 
administração local da obra deve ser proporcional aos serviços executados. Isto é, se a 
construtora executa na primeira medição 5% dos serviços, ela deve receber 5% do valor 
orçado para administração local, inclusive em relação aos itens que eventualmente 
estejam orçados fora desse serviço, como engenheiro da obra, vigia e outros. 
3 MOBILIZAÇÃO E DEMOBILIZAÇÃO 
3.1 Mobilização da Obra 
A Contratada deverá tomar todas as providências necessárias à sua mobilização, 
imediatamente após a assinatura do Contrato, de modo que fique claramente 
demonstrado o cumprimento real das datas de início efetivo dos serviços, de 
conformidade com o Cronograma apresentado na Proposta, devidamente aprovado pela 
SECIR. 
A Mobilização compreende o efetivo deslocamento e instalação no local onde 
deverão ser realizados os serviços, de todo o pessoal técnico e de apoio, materiais e 
equipamentos necessários à execução dos mesmos. 
3.2 Desmobilização da Obra 
A Desmobilização compreende a desmontagem do Canteiro de Obras e 
consequente retirada do local de todo o efetivo, além dos equipamentos e materiais de 
propriedade exclusiva da Contratada, entregando a área das instalações devidamente 
limpa. 
A desmobilização do canteiro deve abranger a recuperação de uso da área 
anteriormente ocupada pelas instalações, ou o aproveitamento das instalações para 
outras finalidades. A área afetada deve ser recuperada mediante a remoção das 
construções provisórias, limpeza e recomposição ambiental. Os solos vegetais removidos 
devem ser estocados em local não sujeito à erosão, devendo ser reincorporados à área 
de origem após a desmobilização. Não é permitido o abandono de sobras de materiais 
de construção, de equipamentos ou partes de equipamentos inutilizados. Os resíduos 
7 
 
 
 
de concreto devem ser acondicionados em locais apropriados, os quais devem receber 
tratamento adequado. 
4 CANTEIRO DE OBRAS 
O canteiro da obra deve ser dimensionado e executado levando-se em 
consideração as proporções e as características da mesma; as distâncias em relação ao 
escritório central, aos centros fornecedores de mão de obra e de material; as condições 
de acesso e os meios de comunicação disponíveis. As unidades componentes do canteiro 
de cada obra devem ser discriminadas no respectivo orçamento. 
O local para implantação do canteiro de obras deve ser preferencialmente em 
áreas planas, procurando evitar grandes movimentos de terra, de fácil acesso, livre de 
inundações, ventilado e com insolação adequada. 
As edificações do canteiro de obras devem dispor de condições mínimas de 
trabalho e habitação, tais como: ventilação e temperaturas adequadas, abastecimento 
de água potável, instalações sanitárias com destinação dos dejetos para fossas e 
sumidouros, (na ausência de rede coletora), distantes de cursos d’água e poços de 
abastecimentos e, destinação adequada para lixo orgânico e inorgânico. 
A limpeza do terreno deve ser executada somente dentro da área de projeto. As 
reservas que constituem áreas de interesse ambiental, locadas no entorno da área do 
empreendimento devem ser preservadas. Sempre que possível preservar a cobertura 
vegetal de médio e grande porte. Evitar comprometer a cobertura vegetal das áreas de 
entorno, com incêndio, derramamento de óleos e disposição de entulhos. Em áreas 
próximas a reservas, devem ser mantidos operários preparados para o combate a 
incêndios, evitando-se perdas da cobertura vegetal da área de entorno. É recomendável 
executar a limpeza da área de forma manual, evitando a emissão abusiva de ruídos, 
gases, óleos e graxas. Não devem ser incinerados restos de vegetais no canteiro de obras. 
A SECIR, a critério da fiscalização, pode aceitar a locação de imóvel,que substitua integral 
ou parcialmente as instalações do canteiro. A construção do canteiro deve obedecer ao 
disposto na legislação vigente. 
 
8 
 
 
 
5 CAPTAÇÃO SUBTERRÂNEA 
A construção de poços tubulares profundos é uma atividade especializada na 
área de engenharia, portanto, todo esforço deve estar centrado na contratação de 
empresas de perfuração de poços que possuam quadros especializados de funcionários, 
geólogos, engenheiro de minas ou engenheiros com especialização na área reconhecida 
pelo CREA. 
Para a execução da perfuração do poço deverão serem observados e seguidos os 
seguintes parâmetros técnicos e definidos a seguir: 
5.1 Completação 
Diz respeito ao ato de completar o poço, ou seja, colocar a tubulação do poço 
(revestimento e filtro), o cascalho (pré-filtro) e o cimento (cimentação). Esta etapa da 
perfuração do poço poderá ocorrer em material inconsolidado e em rochas 
sedimentares de porosidade intergranular, nos quais deverão ser instalados filtros. Caso 
a perfuração encontre rochas cristalinas (granitos, xistos, quartzitos, etc.), com 
porosidade de fraturas, e calcários (porosidade de canais de dissolução), poderá revestir-
se apenas na sua parte superior, onde a rocha se encontra alterada sujeita à 
desmoronamentos, não se utilizando filtros. Caso a rocha cristalina se encontre 
intensamente fraturada, ou o calcário apresente níveis de alteração ou de intensa 
dissolução, será necessário revestir todo o poço. 
O poço poderá apresentar apenas uma coluna de revestimento no poço em 
sedimento, ou uma configuração similar a um telescópio. Os revestimentos externos 
serão utilizados para segurança em caso de formações menos consolidadas ou para 
isolar águas contaminadas superiores. O revestimento mais interno diz-se de produção. 
Se houver necessidade de filtros, eles serão descidos em conjunto com os tubos de 
revestimento. 
5.2 Cimentação 
Consiste no enchimento do espaço anelar existente entre os tubos e a parede da 
formação e tem a principal finalidade da união da tubulação de revestimento com a 
parede do poço e evitar que as águas imprestáveis contaminem o aquífero, além do 
objetivo de formar um tampão de selo no fundo do poço ou para corrigir desvios do furo 
9 
 
 
 
durante a perfuração. 
 
5.3 Desenvolvimento 
Os trabalhos de desenvolvimento objetivam a remoção do material mais fino da 
formação aquífera nas proximidades do poço, aumentando, assim, sua porosidade e 
permeabilidade ao redor. Além disso, servirá para estabilizar a formação arenosa em 
torno dos filtros do poço, permitindo fornecer água isenta de areia. Nas rochas 
consolidadas, o desenvolvimento atuará limpando e desobstruindo as fendas e fraturas 
por onde circula a água. Isso tudo permite que a água possa entrar mais livremente no 
poço, assegurando assim, o máximo de capacidade e diminuindo as perdas de cargas do 
aquífero para o poço. 
5.4 Bombeamento 
É a ação da retirada da água do poço por intermédio de uma bomba. O ensaio de 
bombeamento destina-se a determinar a vazão de explotação do poço, utilizando-se o 
equipamento de bombeamento adequado para sua explotação, permitindo ainda a 
determinação dos parâmetros hidrodinâmicos do aquífero e das perdas de carga no poço 
e no aquífero. Para tanto, serão feitos os registros e controle da vazão (Q), nível estático 
(NE) e nível dinâmico (ND), durante teste de produção ou de aquífero. 
5.4.1 Vazão (Q) 
É a medida do volume de água que sai do poço por determinado período de 
tempo. Medida geralmente em metros cúbicos por hora (m3 /h). 
5.4.2 Nível Estático (NE) 
É a profundidade do nível da água dentro do poço, quando não está em 
bombeamento por um bom período de tempo. Medido geralmente em metros (m) em 
relação à boca do poço. 
5.4.3 Nível Dinâmico (ND) 
É a profundidade do nível da água dentro do poço, quando está em 
bombeamento. Medido geralmente em metros (m) em relação à boca do poço. 
10 
 
 
 
5.4.4 Rebaixamento (sw) 
É a diferença entre o nível estático e o dinâmico, ou seja, o quanto o nível da água 
rebaixou dentro do poço, durante o bombeamento. Medido geralmente em metros (m). 
 
5.4.5 Altura da Boca do Poço 
É o tamanho do cano exposto, ou seja, a altura da boca do poço até a superfície 
do terreno. Medido geralmente em metros (m). 
5.5 Instalação 
É a etapa final na construção do poço, deixando-o apto a funcionar normalmente. 
Consiste na colocação de um equipamento de bombeamento, com tubulações edutoras, 
sistema de acumulação (caixa d’água) e sistema de distribuição da água (chafarizes, 
encanação etc.). 
6 ELEVATÓRIA E BARRILETE DE RECALQUE 
A estação elevatória de água bruta, será composta por um conjunto motobomba 
de eixo vertical submerso e o seu bombeador será acoplado a tubulação flexível, por 
meio de terminais cônicos com rosca macho externa, os quais deverão ser fornecidos 
pelo fabricante da mangueira como acessório. A outra extremidade da tubulação flexível 
será acoplada ao conjunto de tubos e Conexões do Barrilete de recalque, deverão ser 
todos em ferro fundido flangeado, tratado com pintura antiferruginosa (zarcão) e 
acabamento em pintura com tinta esmalte na cor indicada pela fiscalização, até a 
entrada do Microssistema de Tratamento de Água (ETA). 
Todos os componentes, da elevatória de água bruta e barrilete de recalque, têm 
que estar em um ponto ótimo de operação e eficiência, de modo a proporcionar para o 
sistema, bom rendimento energético e por conseguinte aumentar a vida útil dos 
equipamentos. 
7 LIMPEZA DO TERRENO 
A limpeza do terreno deverá ser executada de modo a deixar completamente 
livre não só as áreas onde serão implantadas as obras, como também os caminhos 
indispensáveis para o transporte de materiais. 
11 
 
 
 
O terreno será totalmente limpo de todo o entulho, sendo desmatado e 
destocado retirando-se raízes, troncos, tocos e arbustos que prejudiquem a boa 
execução das obras. 
 
12 
 
 
 
8 LOCAÇÃO DA OBRA 
Após o atendimento do item anterior, deverão ser providenciados os serviços de 
topografia necessários à locação da obra. Após a execução de terraplanagem, serão 
executados os nivelamentos, contranivelamentos de vias e platôs. Deverão ser 
observadas rigorosamente as cotas previstas no projeto fixando-se previamente a 
referência de nível a obedecer, a qual é indicada no projeto. 
9 MOVIMENTO DE TERRA 
As escavações serão executadas dentro das necessidades do projeto e de acordo 
com a topografia do terreno. Os fundos das cavas deverão ser nivelados e as paredes 
laterais do corte, tanto quanto possível verticais. Quando necessário os locais escavados 
deverão ser adequadamente escorados, de modo a garantir a segurança dos operários. 
As escavações em rocha, se necessárias, deverão ser executadas por pessoal 
habilitado. O esgotamento das cavas de fundações, se necessário deverá ser feito com 
bombas adequadas. 
10 ATERROS E REATERROS 
Os aterros deverão ser executados com material arenoso, isento de matéria 
orgânica. 
Deverão ser espalhados em camadas nunca superior a 0,20 m de altura e 
compactados com equipamento mecânico apropriado ou manualmente. 
Será adotado processo idêntico para o reaterro das áreas remanescentes das 
escavações, para regularizar o terreno. 
11 SONDAGENS DE RECONHECIMENTO DO SOLO, PROJETOS DE FUNDAÇÕES E 
ESTRUTURAIS 
As fundações, estruturas e projetos complementares serão executados em 
obediência aos projetos executivos e detalhes específicos elaborados pela CONTRATADA, 
com base na Sondagem SPT de simples reconhecimento do solo realizada obedecendo 
as normas NBR 6484 e NBR 6502. Os Projetos executivos deverão ser apresentados à 
CONTRATANTE em 02 (duas) cópias e seus respectivos arquivos magnéticos dos projetos 
de cálculo estrutural, de instalações elétricas, de fundações, hidráulicos, SPDA, 
drenagem e demais projetos complementares para sua apreciação. 
13 
 
 
 
12 FUNDAÇÕES E ESTRUTURASAs Estacas serão escavadas a trado motorizado com diâmetros conforme 
especificado em projeto e serão preenchidas com concreto armado, moldadas in loco, 
conforme as características técnicas projetadas. O detalhamento da armadura deve 
respeitar o projeto estrutural. As concretagens somente serão efetuadas após 
verificação e autorização por escrito pela Fiscalização. 
A Escavação manual para execução dos blocos das estacas (hdesse processo. 
12.5 Concreto Magro 
Será utilizado para lastro de piso apoiado diretamente no terreno. Será lançado 
sobre a base de pedra britada, após conveniente apiloamento do terreno e da base. O 
lastro de concreto deverá apresentar a espessura mínima de 5 cm. 
13 EQUIPAMENTO DE TRATAMENTO E DISTRIBUIÇÃO ETA 
 A ETA trata-se de um Equipamento de Tratamento e Melhoramento de Água 
modelo Chafariz com capacidade de tratamento e reservação de 25.000 L. O 
Equipamento deve tratra águas captadas de mananciais de água doce, subterrânea ou 
superficial, sendo ideal para regiões remotas por sua facilidade de instalação e 
manutenção. 
 Equipado com kit de motobomba alimentada com energia solar para adução de 
água bruta, com reservatórios duplos autolimpante com Aerador acoplado em PRFV, 
conjunto de filtros em PRFV, Redutor De Dureza e Purificador de Ultrafiltração, seus 
dosadores automáticos de produtos químicos conta com área de abrigo dos 
equipamentos e ponto de uso da água purificada, 
 O equipamento deve ser eficiente para tratamento dos principais problemas de 
alteração e contaminação da água como: Alcalinidade, Amônia, Aspecto, Cor Aparente, 
Redução da Dureza Total, Gosto, Odor, PH, TDS, SST, Turbidez, Eficiência Bacteriológica, 
conta também SPDA (Sistema de Proteção Contra Descargas Atmosféricas) e GRADIS 
para proteção do local de implantação dos equipamentos. 
18 
 
 
 
 O projeto tem que atender os parâmetros estabelecidos pelas principais 
legislações do país sobre saneamento, como a Resolução CONAMA nº 357/2005, e 
Resolução CONAMA Nº 430/2011. 
 O acesso à água potável e ao saneamento básico é um direito humano essencial, 
fundamental e universal, indispensável à vida com dignidade e reconhecido pela ONU 
como “condição para o gozo pleno da vida e dos demais direitos humanos” (Resolução 
64/A/RES/64/292, de 28.07.2010). 
 Fabricado em PRFV (Poliéster Reforçado em Fibra de Vidro), é um vidro de 
borossílicato, contendo menos de 2% de Na2O (Óxido de Sódio), e K2O (Óxido de 
Potássio). O Óxido de Boro, fornece o alongamento dos vidros, possibilitando a 
formação de fibras, ou fios com diâmetros de 5 a 20 microns. Em forma de micro mantas 
– tecidos – filamentos. Pode-se definir o produto como um Concreto Armado das 
matérias plásticas, também chamado de PLÁSTICO REFORÇADO COM FIBRA DE VIDRO 
(PRFV), a resina tem função de argamassa e o vidro a função do ferro. 
 Para determinação dos cálculos estruturais foram utilizados os critérios técnicos 
estabelecidos pelas Normas NBR, ASME. 
13.1 FABRICAÇÃO 
 O processo de fabricação dos tanques PRFV é realizado com pistola (Spray Up) 
sendo aplicada resina poliéster com fibra de vidro picada, e o processo de laminação 
conhecido como enrolamento, atendido pelas normas ASTM D- 3299 e ASTM D- 2996 a 
laminação por enrolamento é usada principalmente para fabricação de estruturas 
cilíndricas, como costados de tanques, tubos ou dutos. Considerando estes fatos, 
apresenta alta resistência aos agentes químicos e irreversíveis. 
 Os detalhes de produção do tanque estão de acordo com ASME RTP-1 AS 
Merkblatt N1, ASTM D-3299, ASTM D-2996 e NBS PS 15.69. 
 Os materiais para fabricação consistem em: 
a) Processo = Fibra picada (Spray UP) 
b) Roving = Picado TEX 4000 
c) Tecido estrutural = 1000 g/m² 
d) Resina Poliester Instaurada Ortofitálica 
e) Barreira Química em Gelcoat Estervinílico Náutico 
19 
 
 
 
13.2 CONCEPÇÃO 
 O equipamento ETA, capta e trata água doce bruta oriunda de mananciais 
subterrâneos ou superficiais. Do reservatório elevado à água será distribuída por modelo 
chafariz. 
O equipamento compreende o seguinte: 
a) Aerador de Bandeja; 
b) Decantador Lamelar; 
c) Reservatório de 25.000 L; 
d) Cabine de proteção de equipamentos; 
e) Tanque para armazenamento de produtos químicos; 
f) Leito de secagem; 
g) Painel elétrico; 
h) Painéis solar 550w 8 peças (ou configuração equivalente); 
i) Misturador estático; 
j) Filtros, modele tanque PRFV (mínimo de 0,60mx1,35m); 
k) Filtros BIG; 
l) Filtro de Ultrafiltração 
m) Descalcificador, polarizador de íons; 
n) Tubos e Conexões de interligações; 
o) Armação para instalação dos painéis solar; 
p) Iluminação em LED; 
q) Sistema Off Grid 1200w; 
r) Motobomba submersa de recalque 2hp de acionamento hibrido; 
s) Bomba dosadora de produtos químicos; 
t) Gradis de Proteção; 
13.3 CAPTAÇÃO / ADUÇÃO 
 Deverá ser utilizado motobomba submersível de 4 polegadas, com capacidade de 
elevação até 150 metros, alimentada com energia solar no sistema OFF GRID, vazão 
nominal 4.000 L/h à 6.000L/h, com tubulação de recalque em tubo ou mangueira de PVC 
de 1.1/2”. Barrilete de ferro galvanizado de monitoramento. 
20 
 
 
 
 O acionamento do motobomba poderá ser híbrido não simultâneo, podendo ser 
acionada pela fonte principal (solar) ou gerador de energia monofásico em caso de 
emergência, com conexão para chave boia (automático). 
13.4 TRATAMENTO QUIMICO 
 Será utilizado três bombas dosadoras para submeter a água de abastecimento a 
um tratamento químico, inserindo aditivos sanitizantes, oxidantes, alcalinizantes e 
floculantes. 
 Deverá ser utilizado sulfato de alumínio ou hidroxicloreto de polialumínio para a 
coagulação da água bruta. A solução de sulfato de alumínio ou de hidroxicloreto de 
polialuminínio será preparada em um pequeno tanque, com volume suficiente para a 
operação da ETA. As bombas dosadoras presentes neste estágio não fazem uso de 
energia elétrica, pois realizam a injeção do produto utilizando somente a pressão da 
água como força motriz. A dosagem de produto injetado é sempre proporcional ao 
volume de água que flui pelo equipamento, independente das variações na taxa de fluxo 
ou na pressão do sistema. 
13.5 CONTATO 
 Estágio no qual a água é submetida ao misturador estático, que tem por 
finalidade a homogeneização e mistura dos aditivos químicos. 
 Para a dosagem de alcalinizante e coagulante para um melhor contato dos 
produtos químicos com a água bruta, o misturador estático em linha é um dispositivo 
que tem a função de agitar e homogeneizar líquidos com diferentes níveis de viscosidade 
dentro de uma tubulação. Esse tipo de misturador estático em linha consiste 
normalmente em um carretel de tubo com um enchimento que promove a mistura de 
forma eficaz. 
13.6 AERAÇÃO 
 Neste estágio a água é submetida ao processo de aeração, propiciando maior 
eficiência na oxidação do ferro dissolvido, bem como atuando na oxigenação da água e, 
consequentemente, no combate a amônia. 
 O sistema usado para remoção de ferro e manganês será de formação de 
precipitado e filtração, o qual trata-se da seguinte sequência: 
21 
 
 
 
a) Aeração 
b) Sedimentação 
c) Filtração 
 O processo de aeração com a função de oxidação de ferro e manganês é 
geralmente recomendado para águas com altas concentrações de ferro (> 5mg/L). O 
oxigênio da atmosfera reage com o ferro e manganês contido na água para produzir sais 
insolúveis de óxido de ferro (férricos) e manganês (mangânicos). 
13.6.1 AERADOR DE TABULEIROS 
 O equipamento em questão utiliza o Aerador tipo tabuleiro/bandeja, e será 
constituído por um conjunto de 5 bandejas superpostas espaçadas de 0,10m e 0,15m, 
com fundo de tela. A água a ser aerada será impulsionada por gravidade por todas as 
bandejas até chegar a última bandeja de onde ela é coletada para um reservatório 
inferior. 
13.7 DECANTAÇÃO 
 Neste estágio a água armazenada é submetido ao processo de decantação, tem 
por finalidade a separação de sólidos construídos basicamente de biomassa formadas 
no processo de floculação. 
 O equipamento utiliza o decantador lamelar de fluxo vertical. 
 Decantadores lamelares são aqueles em que se instalam módulos tubulares e a 
água segue um fluxo ascendente passando pelos módulos, com ele é possível obter um 
rendimento mais elevado no processo de decantação 
13.8 FILTRAÇÃO 
 Trata-se do processo deremoção das partículas que não foram retiradas pela 
decantação, além dos microrganismos a elas associadas. Este estágio tem por objetivo 
realizar a filtragem inicial da água de abastecimento. 
 É composto por um tanque PRFV e válvula manual, proporcionando a vazão 
máxima de 5.000 L/h, onde se utiliza a carga suporte de areia grossa e seixo rolado, bem 
como se utiliza mídia de areia filtrante Zeólita OX TECH e carvão ativo. O sistema 
apresenta as seguintes características 
a) Taxa máxima de filtração: 3,9 (m³/m².h) ou 93,95 (m³/m².h) 
b) Vazão total: 0,51 L/s: 0,00051m³/s: ou 0,84 m³/h 
22 
 
 
 
c) Duas unidades de filtros 
d) Dimensão do filtro de 0,60m x 1,35m 
13.9 DESCALCIFICAÇÃO 
 Neste estágio a água é submetida ao processo de descalcificação, onde se utiliza 
a tecnologia de polarização de íons, atuando principalmente em íons de cálcio, magnésio 
e íons radicais ácidos, de modo a alcançar o efeito de inibição da escalda em até 86%. O 
equipamento utilizado neste estágio não faz uso de energia elétrica e, tampouco, de 
produtos químicos, bem como não produz água residual. O produto não necessita de 
desmontagem ou manutenção, possuindo uma vida útil estimada de 5 anos. 
 Esta etapa reduz a formação de calcário, previne incrustações e proporciona o 
prolongamento da vida útil e eficiência das tubulações, válvulas torneiras, misturadores, 
chuveiros, aquecedores, caldeiras, eletrodomésticos etc. 
13.10 CLORATOR – CASA QUÍMICA 
 A casa química é inclusa no equipamento e deverá ser complementada com a 
instalação de tanques de armazenamento e dosagem de produtos químicos fabricados 
em PRFV, (poliéster reforçado com fibra de vidro), com barreira química contra agentes 
químicos, régua volumétrica, rede de alimentação e descarte. Já para a dosagem de 
químicos devem ser oferecidas bombas dosadoras do tipo pistão. 
Especificações: 
a) Faixa de injeção 02 – 2% [1:500 – 1:50] 
b) Faixa de fluxo de água 500 L/h – 8 m³/h 
c) Pressão de água operacional 0,15 – 8 bar 
d) Injeção de aditivo concentrado 1 – 160 L/h 
e) Volume do curso ~ 1,7 L 
f) Conexões NPT-BSP 1”1/2 M Ø 40x49mm 
13.11 MISTURADOR ESTÁTICO 
 Neste estágio a água é submetida ao misturador estático, que tem por finalidade 
a homogeneização e mistura dos aditivos químicos na água. 
 O misturador estático em linha é um dispositivo que tem a função de agitar e 
homogeneizar líquidos com diferentes níveis de viscosidade dentro de uma tubulação. 
23 
 
 
 
Esse tipo de misturador estático em linha consiste normalmente em um carretel de tubo 
com um enchimento que promove a mistura de forma eficaz. 
Dados: 
a) Diâmetro do turbo misturador: 0,050 m; 
b) comprimento do turbo misturador: 0,56 m; 
c) quantidade: 01 unidade. 
13.12 TANQUE/RESERVATÓRIO COM CAPACIDADE DE 25.000L 
Produzido em PRFV (Poliéster Reforçado em Fibra de Vidro), é um vidro de 
borossilicato, contendo menos de 2% de Na2O (Óxido de Sódio), e K2O (Óxido de 
Potássio). O Óxido de Boro, fornece o alongamento dos vidros, possibilitando a formação 
de fibras, ou fios com diâmetros de 5 a 20 mícrons. Em forma de micro mantas – tecidos 
– filamentos. Podemos definir o produto como um Concreto Armado das matérias 
plásticas, também chamado de PLÁSTICO REFORÇADO COM FIBRA DE VIDRO (PRFV), a 
resina tem função de argamassa e o vidro a função do ferro. 
Para determinação dos cálculos estruturais devem ser utilizados os critérios 
técnicos estabelecidos pelas Normas NBR, ASME. 
Estas especificações abrangem tanques fabricados por Spray UP. Os requisitos 
incluídos são para materiais, propriedades, concepção, construção, dimensões, 
tolerâncias e aparência. Os detalhes de fabricação do tanque de acordo com a ASME 
RTP-1 AD Merkblatt N1, ASTM D 3299, NBS OS 15.69. 
 Os parâmetros são de um reservatório com diâmetro nominal de 1500mm, com 
altura do acostado de 16005mm e densidade do fluido armazenado de 1000Kg/m³. Além 
de tratar e amarzenar água, deve ter a função de armazenar para a 
retrolavagem/limpeza do filtro. 
 Os materiais recomendados para fabricação são os seguintes: 
a) Processo = Fibra picada (Spray UP) 
b) Roving = Picado TEX 4000 
c) Tecido estrutural = 1000g/m² 
d) Resina Poliéster instaurada Orfitálica 
e) Barreira Química em Gelcoat Ester Vinílico Náutico 
24 
 
 
 
Para a fixação do reservatório, os chumbadores utilizados deverão ser de no 
mínimo 5/8” x 5”, apresentando uma resistência a tração de 5.520 Kgf e uma resistência 
ao corte de 4.933 Kgf. Para garantir a estabilidade global da estrutura, deve ser previsto 
a utilização de cabo de aço estaiado com bitola mínima de 5/16”, resistência a tração de 
2340 Kgf e resistência a ruptura de 3630 Kgf para ancoragem do equipamento. 
O acabamento da pintura do equipamento deverá ser a base de gelcoat branco 
com absorvedor de UV, as entradas de inspeção devem seguir as especificações de 
projeto. 
13.13 FILTRO BIG, DUPLO 
 Neste estágio a água é submetida ao processo de melhoria da qualidade, onde é 
realizada a retenção de sedimentos e partículas sólidas de até 5µ (mícragem nominal). 
Ainda neste estágio é realizada a redução de cloro livre e outros contaminantes, bem 
como a redução da turbidez, gostos e odores indesejados da água. É composto por um 
filtro big , onde se utiliza o elemento filtrante de polipropileno 20 x 4.1/2 e o elemento 
filtrante de carvão ativado compactado 20x4.1/2. Vazão: trata até 5.000 litros por hora. 
13.14 ULTRAFILTRAÇÃO 
 Neste estágio a água é submetida ao procedimento de ultrafiltração com 
eficiência nominal de 0,01µ, proporcionando –se assim a obtenção eficiência 
bacteriológica e um alto grau de pureza da água. O nível de eficiência na retirada de 
sólidos suspensos, bem como na eliminação de vírus e bactérias, são os principais 
atributos inerentes a esta etapa. 
 É composto por até dois purificadores de água inox de ultrafiltração que atua na 
retenção de sedimentos e partículas sólidas de até 0,01µ (mícragem nominal), com 
vazão máxima de 8.000 L/h. Este equipamento utiliza uma membrana de ultrafiltração 
que permite a sua limpeza, proporcionando um baixo custo de manutenção com o 
produto. A alta eficiência deste purificador, especialmente no que se refere ao combate 
a vírus e bactérias presentes na água, é comprovada e certificada pelo INMETRO, 
proporcionando maior credibilidade e segurança aos seus usuários. 
13.15 LEITO DE SECAGEM 
 Este leito receberá o resíduo provenientes do processo de decantação e retro 
lavagem dos equipamentos, entrada do resíduo: por cima, com tubulação de PVC 75mm, 
saída de líquido percolado, por meio de tubulação de PVC 32 mm. Material do leito de 
secagem: alvenaria ou PRFV, composição do meio filtrante, de cima para baixo: 
a) Tijolo maciço deitado com distância de 1,5cm rejuntado com aerão 
b) +/- 13,0cm (0,32 m³) de areia fina 
25 
 
 
 
c) +/- 13,0cm (0,32 m³) de areia grossa (areão) 
d) +/- 13,0cm (0,36 m³) de brita N1 
e) +/- 13,0cm (0,24 m³) de brita N3 
 O tempo de secagem previsto para todo o lodo será de aproximadamente 15 
dias. Após este período, o lodo será retirado manualmente por meio de pás e 
acondicionado em sacos plásticos dentro de tambores metálicos, e armazenados em 
local seco e ventilado, abrigado das intempéries. 
 O leito de secagem deverá ser promovido de cobertura por telhas plásticas 
transparentes, acelerando a secagem do lodo por “efeito de estufa”. 
13.16 LOCAL DE INSTALAÇÃO 
 O tanque deve ser instalado sobre base plana, nivelada, lisa e livre de resíduos, 
elaborada em concreto armado, sob orientação de engenheiro civil, de modo a suportar 
o peso total do mesmo, considerando o peso do material a ser armazenado quando este 
estiver completamente cheio. 
13.17 MANUSEIO DOS TANQUES 
 Os tanques são produzidos em PRFV (poliéster reforçado em fibra de vidro), 
e deve ser manuseado com cuidado, evitando batidas ou vibrações em excesso em seu 
entorno. 
 O tanque deve seriçado do caminhão até o local de instalação, usando cintas. 
13.18 PAINEL ELÉTRICO 
 Será fornecido um quadro metálico para a montagem do sistema, conforme já 
descrito nesse memorial, podendo se montar um painel para a captação e a estação de 
tratamento com recalque. Também deverá ser fornecido um projeto elétrico geral do 
comando e força. 
 Descrição de Quadro de Comando: Será utilizado um inversor de frequência solar, 
MPPT, com entrada CC e CA monofásica e saída trifásica 220V, como é o caso dos 
inversores Ebara/Thebe modelos TSIM ou TSIK 2.2KW. 
13.19 TUBOS E CONEXÕES 
 Todas as tubulações e conexões, que fazem parte da interligação entre os 
equipamentos, tanques e reservatórios da ETA, deverão ser adquiridas em PVC nas 
26 
 
 
 
interligações serão revestidas em PRFV (poliéster reforçado com fibra de vidro), 
garantindo maior resistência e não apresentando vazamentos. 
13.20 GUARDA CORPO, BASE SUPERIOR DO TANQUE 
 A altura mínima do guarda corpo deverá ser de 1,20m para o travessão superior 
e 0,70m para o travessão intermediário com rodapé com altura de 0,15m rente à 
superfície. A proteção deverá suportar uma carga horizontal de 90 kgf/m para o 
travessão superior e 66 kgf/m para o travessão inferior e 22 kgf/m para o rodapé. A 
estrutura deverá suportar uma carga de impacto de 150 kgf. 
13.21 ESCADA DE MARINHEIRO 
 A escada de marinheiro deverá apresentar largura com degraus de 45cm com 
diâmetro de 38mm e altura entre degraus de 30cm em média. A estrutura longitudinal 
deverá ser em Metalon galvanizado de 50 x 30 mm e espessura de 2mm com pintura 
de proteção UV. 
14 SERVIÇOS DE CONSTRUÇÃO CIVIL 
14.1 Instalações do Canteiro de Obras 
Constara no mínimo 01 (um) depósitos por obra, necessários ao 
acondicionamento dos materiais descobertos (areia, brita, ferro, tijolo etc.), bem como 
os depósitos cobertos para o acondicionamento de materiais que não podem ficar ao 
tempo (cimento, esquadrias etc.). 
Deverá ser previsto um cômodo para os serviços de escritório, local onde sempre 
estarão à disposição os desenhos e memoriais do projeto. Além disso, deve incluir as 
instalações sanitárias provisórias, bem como as instalações de água, luz e força, 
necessárias para execução da obra. 
14.2 Revestimento 
As superfícies a revestir deverão ser limpas e molhadas antes de qualquer 
revestimento. Deverão ser previamente chapiscadas com argamassa de cimento e areia, 
encobrindo-as totalmente. Os revestimentos deverão ser iniciados após a colocação das 
tubulações de água e energia elétrica. 
27 
 
 
 
14.3 Pisos. 
Os pisos de cimento serão executados com aplicação de camada de argamassa 
de cimento e areia no traço 1:3, com 2 cm de espessura. Terão declividade na direção 
dos locais previamente fixados para o escoamento das águas. 
14.3.1 Esquadrias de Ferro 
Será executada esquadria do tipo grade simples de ferro 3/8” no abrigo do 
quadro de comando da bomba, com fechamento em cadeado, tratada com pintura 
antiferruginosa e pintura de acabamento em tinta esmalte na cor indicada pela 
fiscalização. 
Os portões de acesso de veículos e pessoas serão executados em estrutura de 
ferro tubular com diâmetro de 2” e tela tipo alambrado em arame galvanizado # ¾”, 
tratado com pintura antiferruginosa e acabamento em tinta esmalte na cor indicada pela 
fiscalização. 
14.3.2 Tela tipo alambrado em arame de aço galvanizado 
No muro de cercamento deverá ser executado fechamento em tela tipo 
alambrado em aço galvanizado malha # 2”, fixadas em moirões com grampos de aço com 
duas pontas, devendo ser assentadas de forma que permaneçam perfeitamente 
esticadas. 
14.4 Pintura 
Todas as superfícies a pintar deverão estar secas, cuidadosamente limpas (isentas 
de pó), retocadas e preparadas para o tipo de pintura a que se destina. 
Cada demão de tinta acrílica só poderá ser aplicada quando a precedente estiver 
perfeitamente seca devendo observar um intervalo de 4 horas entre duas demãos 
sucessivas, ou conforme indicação do fabricante. 
As superfícies rebocadas deverão, após um prazo mínimo de 30 (trinta) dias 
consecutivos, serem preparadas com selador acrílico e posteriormente pintadas. 
Igual cuidado haverá entre um intervalo mínimo de 24 horas cada demão de massa. 
As peças de madeira deverão ser lixadas e após serem cuidadosamente limpas e isentas 
de pó, deverão receber duas demãos de líquido selador e após a secagem completa do 
selador será aplicada uma demão de verniz. 
28 
 
 
 
Quando solicitada pela Contratante a Contratada deverá providenciar pinturas 
dos logotipos da Administração no reservatório elevado, conforme dimensões e 
modelos apresentados. 
14.5 Placas 
A Contratada deverá providenciar a confecção e instalação da placa da obra nas 
dimensões indicadas, conforme modelo disponibilizado pela demandante e/ou modelo 
apresentado no anexo do projeto. 
14.6 Grama 
Dentro da área onde serão construídas as unidades do sistema, nos locais não 
pavimentados, deverá ser executado gramado em placas sobre camada de terra vegetal 
isenta de pedregulhos e raízes. 
14.7 Fôrmas 
As fôrmas deverão ter as armações e os escoramentos necessários para não 
sofrerem deslocamentos ou deformações no lançamento do concreto, fazendo com que, 
por ocasião da desforma, a estrutura reproduza o que foi determinado em projeto. 
As fôrmas utilizadas na concretagem deverão ser bem aparelhadas, estanques e suportar 
com segurança as cargas que lhe foram transmitidas. 
Os pontaletes terão secção com dimensões mínimas de 3" x 3", devendo ser, 
devidamente, contraventados. 
Não deverá haver mais do que 01 (uma) emenda em cada pontalete, devendo a 
mesmo ser efetuada fora do terço médio da peça. 
Antes do lançamento do concreto, as fôrmas deverão ser limpas, molhadas e 
perfeitamente estanques, a fim de evitar a fuga da nata do cimento. 
A retirada das fôrmas, deverá ser efetuada obedecendo às recomendações da 
ABNT e a orientação da CONTRATANTE. 
14.8 Armadura (Ferragens) 
As armaduras serão constituídas por vergalhões de aço CA-50 e CA-60 de acordo 
com o projeto estrutural. o dobramento, o número, a posição e a bitola das barras 
obedecerão rigorosamente aos desenhos dos projetos estruturais e os preceitos da EB-
3 da ABNT. 
29 
 
 
 
O corte e o dobramento da ferragem deverão ser feitos a frio. não serão 
permitidas emendas de barras, quando não previsto no projeto estrutural. 
A colocação das armaduras nas fôrmas deverá ser terminada em tempo hábil, antes do 
início da concretagem, a fim de permitir sua verificação pela CONTRATANTE. 
14.9 Limpeza 
A obra será entregue em perfeito estado de limpeza e conservação. Deverão 
apresentar funcionamento perfeito todas as suas instalações, equipamentos e 
aparelhos, com as instalações efetivamente ligadas as redes de serviços públicos. 
15 ESPECIFICAÇÕES DOS EQUIPAMENTOS 
Não será fornecido à CONTRATADA nenhum equipamento, a qual deverá colocar 
à disposição da obra tudo o que for necessário à perfeita execução dos serviços. 
15.1 Válvulas e Registros 
Serão fornecidas válvulas em quantidades e características conforme indicado 
nas listas de materiais do projeto. 
As características das válvulas tais como, diâmetro, conexão, acionamento e 
classe de pressão, deverão ser indicadas nas listas de materiais do projeto executivo. 
Para o estabelecimento das condições de instalação, o Fornecedor deverá observar os 
desenhos de projeto e manter estreito relacionamento com o Fornecedor do sistema de 
suprimento para os atuadores pneumáticos, quando for o caso, para serem evitados 
quaisquer problemas de incompatibilidades entre eles. 
16 NORMAS GERAIS DE FORNECIMENTO 
O fornecimento de equipamentos obedecerá às presentes especificações e seus 
anexos aos projetos e demais detalhes técnicos e instruções fornecidas pela Fiscalização. 
O fornecedor poderá oferecer materiais alternativos em substituição aos materiais 
previstos. Neste caso, o fornecedordeverá indicar todas as principais características dos 
materiais ofertados, de modo a permitir à Fiscalização uma análise comparativa com os 
equipamentos listados. 
A Fiscalização exigirá que todos os equipamentos alternativos tenham perfeita 
equivalência com todos os equipamentos listados. Para tanto deverá ser preparada uma 
30 
 
 
 
lista dos equipamentos alternativos completa devidamente justificada que deverá ser 
analisada pela Fiscalização juntamente com a proposta. 
Na eventual necessidade de fornecimento não especificado, o fornecedor 
somente poderá realizá-lo após a aprovação da especificação correspondente pela 
Fiscalização. 
O fornecedor será o único responsável pelo fornecimento de todos os 
equipamentos obedecendo a todos os requisitos, inclusive transporte, carga e descarga. 
Será também de sua integral responsabilidade o fornecimento de mão-de-obra, 
equipamentos (quando for o caso), impostos, taxas, seguros e vigilância do canteiro de 
obras. 
Os prazos deverão ser rigorosamente cumpridos independente de dificuldades 
que porventura venham a ocorrer. 
Não poderá ser alegado, em hipótese alguma como justificativa ou defesa, de 
qualquer elemento do fornecedor, desconhecimento, incompreensão, dúvidas ou 
esquecimento das cláusulas e condições destas especificações e do Contrato e das 
recomendações dos fabricantes quanto a correta aplicação dos equipamentos. 
Ficam reservados à Fiscalização o direito e a autoridade para resolver todo e qualquer 
caso singular, duvidoso e omisso não previsto nestas Especificações e em tudo o mais 
que de qualquer forma se relacione ou venha a se relacionar direta ou indiretamente, 
com o fornecimento em questão. 
O fornecedor deverá permanentemente, ter e colocar a disposição da 
Fiscalização os meios necessários e aptos a permitir o diligenciamento dos 
fornecimentos bem como a inspeção dos equipamentos. 
A atuação da Fiscalização em nada diminui a responsabilidade única integral e exclusiva 
do fornecedor no que concerne ao fornecimento e suas implicações próximas ou 
remotas, sempre de conformidade com o contrato, o Código Civil e demais leis ou 
regulamentos vigentes. 
O fornecedor deverá estar sempre em condições de atender a Fiscalização e 
prestar-lhe todos os esclarecimentos e informações sobre o andamento do 
fornecimento e sua programação e tudo mais que a Fiscalização julgar necessário. 
31 
 
 
 
17 CARACTERÍSTICAS ESPECÍFICAS 
O fornecedor deverá fornecer junto com a proposta, catálogos e informações 
técnicas relativas aos equipamentos. 
19.1 Testes 
Todos os equipamentos, mão-de-obra e aparelhos, devem ser fornecidos para a 
execução de testes quando solicitados pela Fiscalização. 
19.2 Pintura 
Todos os equipamentos deverão ser adequadamente pintados pelo Fornecedor, 
com materiais resistentes ao ataque do ambiente. Deverá ser colocado em cada 
equipamento uma placa de identificação contendo o nome do fabricante e 
características do equipamento. 
19.3 Embalagem 
Os equipamentos deverão ser adequadamente acondicionados para transporte 
e armazenamento. A embalagem deverá suportar as manobras usuais de transporte e 
manuseio sem danificar o conteúdo. Os custos da embalagem serão por conta do 
fornecedor, bem como seguros contra danos e avarias no transporte. 
19.4 Garantia 
O Fornecedor deverá apresentar juntamente com a sua proposta, um “Termo de 
Garantia” com validade mínima de 12 meses a partir da data de entrega ou a partir da 
data de colocação em serviço do equipamento, prevalecendo a condição que primeiro 
ocorrer. 
Este “Termo de Garantia” englobará, obrigatoriamente, todas as peças fabricadas 
por terceiros, ficando o Fornecedor, em nome do qual será emitida a Ordem de Compra, 
responsável pelo bom desempenho de todos os componentes. 
19.5 Local de entrega e Transporte 
O local de entrega do equipamento deverá ser no local da obra. 
A carga, transporte e descarga dos equipamentos e acessórios, serão feitas pelo 
Fornecedor sob sua responsabilidade, sendo que quaisquer danos que ocorram nos 
equipamentos e acessórios durante o transporte, será de exclusiva responsabilidade do 
Fornecedor, ocorrendo por sua conta reparos ou substituições dos equipamentos. 
32 
 
 
 
18 ESPECIFICAÇÕES TÉCNICAS DOS TUBOS E CONEXÕES 
20.1 Tubos e Conexões de PVC Rígido. 
Deverão obedecer às prescrições da série B do PEB-183 da ABNT. 
20.2 Tubos em PVC DEFOFO 
Os tubos em PVC DEFOFO (diâmetros equivalentes ao ferro fundido), deverão 
obedecer a NBR 7665 (EB 1208/71 da ABNT). 
20.3 Conexões em ferro fundido 
As conexões em ferro fundido, deverão atender a NBR 7663 da ABNT. 
20.4 Tubos da Elevatória e Adutora de Recalque 
Tubos e Conexões do Barrilete de recalque: Deverão ser todos em ferro fundido 
flangeado, tratado com pintura antiferruginosa (zarcão) e acabamento em pintura com 
tinta esmalte na cor indicada pela fiscalização, até a entrada do reservatório. 
Os tubos de aço, para a sustentação da bomba, deverão ser em aço ASTM-120 
SCHEDULLE 40 rosqueado no diâmetro e dimensão indicados em projeto. 
20.5 Inspeção Geral 
Efetuado o fornecimento ou no decorrer deste, caberá a Fiscalização verificar no 
local de entrega ou na fábrica, se as condições exigidas nos itens desta especificação, 
foram preenchidas, rejeitando os tubos que não as satisfizerem. 
20.6 Formação das Amostras 
Quando solicitado pela Fiscalização, caberá ao fornecedor formar com os tubos 
não rejeitados na inspeção geral, lotes de tubos com comprimento total correspondente 
a 20% do projetado. 
De cada lote serão retirados ao acaso três tubos que devidamente autenticados 
constituirão a amostra e serão revestidos para um laboratório adequadamente 
aparelhado para execução dos ensaios de recebimento especificados no item a seguir 
desta especificação. A realização ou não dos ensaios, ficam a critério da Fiscalização. 
20.7 Ensaios 
• Estanqueidade: os tubos serão ensaiados por amostragem a 2 vezes a pressão de 
acordo com o método MB.518. 
33 
 
 
 
• Ruptura por pressão interna instantânea: ensaios realizar-se-á de acordo com a 
método MB-519. 
• Pressão interna prolongada: ensaios realizar-se-á de acordo com a método MB-
533. 
• Estabilidade dimensional: ensaios realizados de acordo com o método MB-534. 
• Efeito sobre a água: ensaios realizar-se-á de acordo com o método. 
20.8 Condições específicas 
• Estanqueidade: Os tubos ensaiados de acordo não devem apresentar sinais de 
fuga ou extrusão de água e alterações apreciáveis a vista desarmada no diâmetro 
externo. 
• Ruptura por Pressão Instantânea: Os corpos de prova não devem romper a 
pressão inferior a sete vezes a pressão normal do serviço. 
• Pressão Interna Prolongada: Os tubos devem resistir durante uma hora, a 
temperatura de 60o a uma pressão de: Série “A” e Série “B” p = 2 e 6/dia = 
140 Kgf/cm 
• Estabilidade Dimensional: Os tubos ensaiados não deverão ter variação 
longitudinais maior que 5% e não deverão apresentar, a simples vista, fissuras, 
bolhas ou escamas. 
• Efeito sobre a Água: Os tubos não devem conferir a água qualquer odor, gosto, 
cor ou constituinte tóxico em concentração tal que possa ser prejudicial à saúde. 
No ensaio realizado, as quantidades de chumbo encontradas não deverão exceder 1 
ppm. Outras substâncias tóxicas como Cr, As, Cd, Hg e Sn não deverão estar presentes 
em quantidades excedendo 0,05 ppm. 
20.9 Aceitação 
Uma vez que os tubos obedecem às condições impostas, devem ser consideradas 
satisfatórias e consequentemente aceitos pela fiscalização. 
19 INSTALAÇÕES ELÉTRICAS 
As especificações estabelecem os requisitos mínimos e indispensáveis para 
elaboração e para execução dos projetos elétricos. São fornecidos os critérios básicos a 
que devem satisfazer as instalações elétricas. Com o objetivo de possibilitar que as 
34 
 
 
 
instalações se mantenham em um padrão definido, buscando um menor consumo de 
energia, consumo sustentávelde matéria-prima e uma qualidade de produto final dentro 
do especificado. 
Na elaboração e execução do projeto elétrico, a CONTRATADA deverá atender aos 
critérios técnicos listados abaixo: 
• Deverá ser elaborado projeto de instalações elétricas utilizando energia solar; 
• As instalações elétricas deverão atender na íntegra a NBR vigente na fase de 
elaboração do projeto; 
• Os quadros, centros de comando de motores e painéis elétricos devem atender 
às normas NBR vigente; 
• Os quadros de comando de motores devem ser aptos ao acionamento de 
conjunto motobomba ativos e reserva; 
• O acionamento dos motores poderá ser soft-start ou inversores de frequência, 
conforme diretrizes do projeto hidráulico; 
Será de responsabilidade da CONTRATADA, os seguintes fornecimentos e 
instalações para as elevatórias: 
• Instalações elétricas que garantam o perfeito funcionamento do sistema; 
• Painéis elétricos para acionamento dos motores; 
• Todos os materiais elétricos (cabos, bandejas, eletrodutos, conduletes, entre 
outros) necessários para interligação dos motores com os painéis elétricos, 
quadros elétricos de força para atender as cargas e circuitos reservas, iluminação, 
tomadas e todas as demais ligações necessárias para o perfeito funcionamento 
do sistema elétrico; 
• Iluminação interna e externa das áreas pertencentes ao sistema, com lâmpadas 
LED de alta eficiência; 
• Sistemas de Proteção Contra Descargas Atmosféricas (SPDA) e Aterramento; 
• Interligação de todas as instalações com o sistema da concessionária local; 
 
 
 
 
35 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
____________________________________________________ 
Luiz Roberto Frazão Pereira 
Diretoria Técnica 
Engenheiro Civil 
CREA: 2725-D/PA 
		2025-01-24T10:44:40-0300

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