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1 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA Estudos de Impactos Ambientais 2 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA 2022 SUMÁRIO Conteúdo Pág. Apresentação 3 I. Estudos Ambientais 4 I.1 – Estudo de Impacto Ambiental 4 I.2 – Tipos de Estudos 5 I.3 – Impacto e Dano Ambiental: conceitos e aplicação 6 II. Matriz de Avaliação de Impacto Ambiental 8 II.1 – Conceito e aplicação em projetos de obras de rodovias 8 II.2 – Demonstração da Matriz de A.I.A 9 II.3 – Exemplo e aplicação do uso da Matriz de A.I.A 10 Referências Bibliográficas xx Anexos xx 3 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA Apresentação As discussões sobre a “Questão Ambiental” e suas relações com o desenvolvimento dos modais de transporte no Brasil tem chamando a atenção para a composição de um quadro de coexistência e não de uma dicotomia técnica. O processo de licenciamento ambiental, as novas composições de “obras de artes” e de intervenção no meio natural que os projetos de rodovia têm apresentado, destacou a melhoria de resultados nos Estudos Ambientais divulgados pelos órgãos públicos e, ainda, remeteram a uma condição de conservacionismo e preservacionismo junto ao empreendedor no segmento da Engenharia Civil e de Estradas. O presente material apostilado é um exercício de informação e formação para a área de Gerenciamento Ambiental de Rodovias e os processos decorrentes da implantação, duplicação, pavimentação e outros macro serviços decorrentes de projetos de engenharia desta ordem. Para tanto os Estudos de Impactos Ambientais são necessários para a condução do processo de licenciamento e liberação da atividade empreendedora, desde o projeto executivo até o descomissionamento e das responsabilidades do pós-obra. Por fim é um material de composição conceitual e técnica aplicado à realidade brasileira e com as nuances regionais peculiares a cada unidade da federação do Brasil, em função das instituições que promovem e revelam o “status cuo” das estradas no país, sendo... O DNIT, IBGE, IPEA, DER e Instituições de cunho correlato em cada localidade. 4 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA I. Estudos Ambientais A origem do estudo de impacto ambiental no Brasil deveu-se à exigência de órgãos financiadores internacionais, posteriormente vinculando-se ao sistema de licenciamento ambiental. O EIA foi contemplado, pela primeira vez, pelo Decreto-lei nº 1.413/75. O referido diploma legal introduziu em nosso ordenamento jurídico o zoneamento das áreas críticas de poluição. Um momento de grande importância foi alcançado com a edição da Lei nº 6.803/80. Foi através desse diploma legal que se estabeleceu de forma clara e precisa a necessidade da avaliação do impacto ambiental dos empreendimentos industriais. A previsão, contudo, era bastante acanhada, porque a mencionada lei limitava-se a exigir o EIA para a instalação de pólos petroquímicos, cloroquímicos, carboquímicos, instalações nucleares e outras definidas em lei para zoneamento estritamente industrial em áreas críticas de poluição. A Lei n 6.938/81 marca uma mudança qualitativa no sistema legal de proteção ambiental, pois busca criar um sistema estruturado e organicamente coerente de medidas a serem adotadas para o alcance dos objetivos fixados naquele texto normativo. A Avaliação de Impacto Ambiental (AIA), por força da Lei n 6.938/81, foi elevada à condição de instrumento da Política Nacional do Meio Ambiente. Importante salientar que, sem dúvida, uma evolução na denominada Lei da Política Nacional do Meio-Ambiente em relação à Lei do Zoneamento Industrial, pois esta se limitava a contemplar o EIA tão-somente para as atividades industriais, quando fossem implantadas em zona estritamente industrial. A Lei 6.938/81, no que tange ao EIA, teve o mérito de prever a Avaliação de Impactos Ambientais como instrumento da Política Nacional do Meio-Ambiente.1 I.1 – Estudo de Impacto Ambiental O EIA é um documento de natureza técnica, que tem como finalidade avaliar os impactos ambientais gerados por atividades e/ou empreendimentos potencialmente poluidores ou que possam causar degradação ambiental. Deverá contemplar a proposição de medidas mitigadoras e de controle ambiental, garantindo assim o uso sustentável dos recursos naturais. 1 Compilação – Profissionais do Centro Científico – UFPB – Universidade Federal da Paraíba.(2009) 5 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA O estudo de impacto ambiental deverá abordar, no mínimo, os seguintes aspectos: • Diagnóstico ambiental da área de influência do projeto, contendo descrição dos recursos ambientais e suas interações, caracterizando as condições ambientais antes da implantação do projeto. Este diagnóstico deverá contemplar os meios físico, biótico e socioeconômico. • Análise dos impactos ambientais do projeto e de suas alternativas, por meio de identificação, previsão da magnitude e interpretação da importância dos prováveis impactos relevantes (diretos e indiretos; imediatos e a médio e longo prazos; temporários e permanentes; seu grau de reversibilidade; a distribuição dos ônus e benefícios sociais). • Medidas mitigadoras - são aquelas destinadas a corrigir impactos negativos ou a reduzir sua magnitude. Identificados os impactos, deve-se pesquisar quais os mecanismos capazes de reduzi-los ou anulá-los. • Programas de acompanhamento e monitoramento, estabelecidos ainda durante o EIA, de modo que se possam comparar, durante a implantação e operação da atividade, os impactos previstos com os que efetivamente ocorreram. O Relatório de Impacto Ambiental - RIMA deve refletir as conclusões do EIA e tem como objetivo informar à sociedade sobre os impactos, medidas mitigadoras e programas de monitoramento do empreendimento ou atividade. Para que esse objetivo seja atendido, o RIMA deve ser apresentado de forma objetiva e de fácil compreensão. As informações devem ser apresentadas em linguagem acessível, acompanhadas de mapas, quadros, gráficos etc., de modo a que as vantagens e desvantagens do projeto, bem como todas as consequências ambientais de sua implantação, sejam elucidadas. I.2 - Equipe profissional e tipos de Estudos Tratando-se de um documento complexo, onde estão envolvidos diversos setores técnicos e científicos, não poderia o Estudo de Impacto Ambiental ficar sob a responsabilidade de uma só pessoa, um “superprofissional”, segundo MILARÉ(2009). 6 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA Em razão disso, a legislação brasileira optou por deixá-lo a cargo de uma equipe multidisciplinar. É o que estabelece o artigo 11 da Resolução nº 237/1997 do CONAMA: “os estudos necessários ao processo de licenciamento deverão ser realizados por profissionais legalmente habilitados”. O uso do termo “profissionais” no plural deixa ainda mais clara a intenção de manter o caráter multidisciplinar da equipe. Por ser elaborado por uma equipe multidisciplinar, cada profissional analisará a atividade ou obra objeto do estudo com seus próprios critérios, e isso poderá causar divergências entre eles, as quais, devidamente expressas no RIMA, serão objeto de consideração por parte do órgão licenciador. Para tanto são os seguintes tipos de estudos: EIA/Rima; Estudos Ambiental Preliminar; Estudo Ambiental Simplificado, Relatório de Impacto Ambiental; Plano de Controle Ambiental; Plano de Recuperação de Área Degradada; Avaliação de Impacto Ambiental; Avaliação Ambiental Estratégica, entre outros. É correto afirmar que as exigências para cada tipo de Estudo Ambiental estão a cargo do órgão licenciador em função do projeto empreendedor apresentado. I.3 - Impacto eDano ambiental: conceitos e aplicação De acordo com o demonstra o Instituto Ambiental do Paraná bem como o IBAMA, é preciso diferenciar impacto ambiental de dano ambiental. Cabendo os seguintes conceitos, a saber: a. Alteração Ambiental (segundo a NBR ISO14001 - requisito 3.4.1): “qualquer modificação do meio ambiente, adversa ou benéfica, que resulte no todo ou em parte, das atividades, produtos ou serviços de uma organização”. É a alteração significativa no meio ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade, em qualquer um ou mais de seus componentes naturais, provocadas pela ação humana. b. Alterações Ambientais (segundo a Resolução do CONAMA n.º 001 de 23/01/86) - Qualquer alteração das propriedades físicas, químicas e biológicas do meio ambiente, 7 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA causada por qualquer forma de matéria ou energia resultante das atividades humanas que, direta ou indiretamente, afetem: (I) a saúde, a segurança e o bem-estar da população; (II) as atividades sociais e econômicas; (III) a biota; (IV) as condições estéticas e sanitárias do meio ambiente; (V) a qualidade dos recursos ambientais. • IMPACTO AMBIENTAL É a alteração significativa no meio ou em algum de seus componentes por determinada ação ou atividade, em qualquer um ou mais de seus componentes naturais, provocada pela ação humana. O Impacto Ambiental está associado à alteração ou efeito ambiental considerado significativo por meio da avaliação da proposta / projeto de um determinado empreendimento ou atividade, podendo ser negativo ou positivo. O objetivo de se estudar os impactos ambientais é, principalmente, o de avaliar as consequências de algumas ações, para que possa haver a prevenção da qualidade de determinado ambiente que poderá receber a execução de projetos ou ações, nas fases de planejamento, implantação e, mais tarde, na sua operação. Alguns conceitos para classificação de impactos ambientais: Impacto positivo ou benéfico: quando a ação resulta na melhoria da qualidade de um fator ou parâmetro ambiental. Impacto negativo ou adverso: quando a ação resulta em um dano à qualidade de um fator ou parâmetro ambiental. Impacto direto: resultado da simples ação causa e efeito – fáceis de identificar – efeitos diretos da ação do projeto. Impacto indireto: resultante de uma reação secundária, ou quando é parte de uma cadeia de reações – difícil de quantificar, ex. crescimento pop. ß moradias, escolas, transporte, etc. 8 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA • DANO AMBIENTAL É o prejuízo ao meio ambiente. Dano ambiental é a lesão aos recursos ambientais, com consequente degradação – alteração adversa ou in pejus – do equilíbrio ecológico e da qualidade de vida. II. Matriz de Avaliação de Impacto Ambiental “Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) é uma ferramenta analítica de carácter quantitativo e qualitativo que tem como intuito, predizer os impactos causados pela ação antrópica, em diversos níveis, sejam eles socioeconômicos, culturais e geofísicos, assim como os métodos para sua mitigação e exaltação dos impactos positivos. Sendo assim a AIA se mostra uma ferramenta de extrema importância no estudo da utilização de recursos naturais, visando o não comprometimento de sua utilização por gerações futuras, entrando assim no quadro de sustentabilidade.” SOUSA(2006) II.1 – Conceito e aplicação em projetos de obras de rodovias Admitindo que as “...rodovias são estruturas complexas que tem como objetivo principal servir como via de transporte terrestre para pessoas e cargas. Uma rodovia pode ser classificada como uma obra de engenharia composta por uma pista e obras de arte. Seus impactos iniciam no planejamento, continuam na fase de implantação e construção, até a fase operacional, quando a qualidade de sua manutenção tem grandes implicações. A avaliação de impacto ambiental das rodovias deve incluir todas as fases, mas no Brasil ainda é incipiente na de operação, sendo pouco ou nada exigido pela legislação nesta fase, embora talvez crie mais impactos do que as demais, pois tem um prazo de duração indefinido.” FLORIANO & BANDEIRA(2004). Impacto local: quando a ação afeta o próprio sítio e suas imediações. Impacto regional: quando a ação se faz sentir além das imediações do sítio. Impacto estratégico: quando a ação tem relevância no âmbito regional e nacional. 9 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA Para tanto é correto afirmar que o órgão ambiental distingue cada tipo de operação em rodovias de forma que para cada classe de atividade há um tipo de estudo específico a ser realizado; estão entre eles: - obras de contenção de encostas; - pavimentação de estradas vicinais; - obras em estradas vicinais; - restauração de rodovias; - obras de pavimentação ou restauração de rodovias, iniciadas sem licenciamento; - obras de pavimentação de rodovias; - obras de arte em rodovias (pontes, viadutos e galerias duplas ou triplas); - áreas de bota-fora. Desta forma a composição e elaboração dos estudos deve ser desenvolvida por equipe técnica multidisciplinar e capacitada estão previstos: - Identificação do empreendedor, da construtora e da empresa consultora; - Descrição do empreendimento; - Diagnóstico ambiental; - Prognóstico ambiental; - Parecer técnico do instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional – IPHAN, quando houver ocorrência de sítios artistico-culturais na área de influência do empreendimento; - Referencial bibliográfico que fundamente a metodologia utilizada nos estudos e laudos; - Autorização formal dos proprietários das áreas as serem utilizadas, quando for o caso por exemplo de bota-fora em área de terceiros; - Projeto de recuperação das áreas alteradas e ou utilizadas; - Mapeamentos geológico, hidrográfico e de vegetação. II.2 – Demonstração da Matriz de A.I.A 10 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA II.3 – Exemplo e aplicação do uso da Matriz de A.I.A no Projeto Executivo Figura I Figura II As figuras I e II acima representam uma forma compatibilizar o desenvolvimento econômico e social sem causar grandes degradações ambientais, considerando que toda e qualquer atividade com potencial de causar impactos ambientais segue uma regulamentação a 11 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA fim de se analisar sua viabilidade ambiental e tomar as medidas possíveis para minimizar e/ou evitar impactos por ela causados. Assim os projetos executivos em obras de engenharia de estradas são tecnicamente geridos para resultar na Gestão Ambiental da Rodovia, onde de acordo com o que demonstram as figuras I e II, tais circunstâncias são determinantes para geração de custos do projeto e, sobretudo, custos ambientais. Pelo exposto, em função dessas considerações que o Brasil implantou a Avaliação de Impacto Ambiental (AIA) e o Licenciamento Ambiental como instrumentos da Política Nacional do Meio Ambiente (PNMA), pela Lei Federal n° 6.938 de 31 de agosto de 1981. A AIA é definida por Sánchez (2013) como um conjunto de procedimentos encadeados de maneira lógica, com a finalidade de analisar a viabilidade ambiental de projetos, planos e programas, e fundamentar uma decisão a respeito. E por fim, considerando as realidades ambiental, social e econômica dos projetos urbanos no Brasil, é necessário destacar que os empreendimentos em infraestrutura assumiram a inserção da variável ambiental como base competitiva e de viés político, proporcionando a composição de um “novo paradigma” na engenharia civil, isto é, na construção pesada, com a participação do governo (MT – DNIT), caracterizando os modais de transporte como empreendimentos ambientalmente sustentáveis,a partir de um marco legal para tanto. Referências Bibliográficas ASSOCIAÇÃO BRASILEIRA DE NORMAS TÉCNICAS. ABNT NBR ISO 14001: Sistema da gestão ambiental – Requisitos com orientações para uso. Rio de Janeiro: ABNT, 2015 BECHARA, E. Licenciamento e compensação ambiental na Lei do Sistema Nacional das Unidades de Conservação (SNUC). São Paulo: Atlas, 2009. 295 p. BRASIL. Lei Complementar nº 140, de 08 de dezembro de 2011. Fixa normas, nos termos dos incisos III, VI e VII do caput e do parágrafo único do art. 23 da Constituição Federal, para a cooperação entre a União, os Estados, o Distrito Federal e os Municípios nas ações administrativas decorrentes do exercício da competência comum relativas à proteção das paisagens naturais notáveis, à proteção do meio ambiente, ao combate à poluição em qualquer de suas formas e à preservação das florestas, da fauna e da flora; e altera a Lei no 6.938, de 31 de agosto de 1981. Brasília, DF: Presidência da República, 2011 Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LCP/Lcp140.htm. BRASIL. Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Diário Oficial da União, Brasília, 2 set. 1981. BRASIL. Lei nº 6.938, de 31 de agosto de 1981. Dispõe sobre a Política Nacional do Meio Ambiente, seus fins e mecanismos de formulação e aplicação, e dá outras providências. Brasília, http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/LCP/Lcp140.htm 12 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA DF: Ministério do Meio Ambiente, 2011. Disponível em: http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6938.htm. CASTRO, M. C. Desenvolvimento sustentável: a genealogia de um novo paradigma. Economia e Empresa, São Paulo, v.3, n.3, p.22-32, jul./set. 1996. Ministério dos Transportes – Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) - Diretoria de Planejamento e Pesquisa- DPP - Coordenação Geral de Desenvolvimento de Projeto- CGDP - GUIA DE ANÁLISE DE PROJETOS RODOVIÁRIOS – 2018. SÁNCHEZ, L. E. Avaliação de impacto ambiental: conceitos e métodos. 2. ed. São Paulo: Oficina de textos, 2013 Universidade Federal da Paraíba - UFPB – Revista do Centro Científico – (2009) . http://www.planalto.gov.br/ccivil_03/LEIS/L6938.htm 13 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA ANEXOS 14 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA Anexo 1 – Exemplo – aspecto e impacto ambiental 15 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA Anexo 2 – Dinâmica do Licenciamento Ambiental Federal Fonte: IBAMA,2021. Com base no SisgLAF. 16 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA Anexo 3 – Sistema de Gestão do Licenciamento Ambiental Federal Fonte: Etapas do Licenciamento Ambiental Federal (ibama.gov.br).2021 http://www.ibama.gov.br/laf/procedimentos-servicos/etapas-do-licenciamento-ambiental-federal 17 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA Anexo 4 – PROCEDIMENTOS E DIRETRIZES PARA O ENQUADRAMENTO DO LICENCIAMENTO AMBIENTAL DA ATIVIDADE Fonte: IBAMA,2021. 18 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA Anexo 5 – Exemplo simplificado de Matriz de AIA Elaboração: VIEIRA,R.(2014). Fonte: IBAMA,2013. (O exemplo é replicado para os demais meios) CURTO MÉDIO LONGO MITIGADORAS COMPENSATÓRIAS 1 2 3 4 5 6 7 8 9 10 QUANTO AO PRAZO DE DURAÇÃO MEDIDAS AÇÕES DE MONITORAMENTO ATIVIDADE IMPACTANTE POSITIVO NEGATIVO DIRETO INDIRETO REVERSÍVEL IRREVERSÍVEL FATORES RELEVANTES - DIAGNÓSTICO DO MEIO FÍSICO CLASSIFICAÇÃO DOS IMPACTOS ID 19 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA Anexo 6 – Legislação Ambiental aplicada ao LAF Instrumento legal Temática Lei nº6938/1981 Política nacional de Meio Ambiente Lei nº 9.985/2000 Sistema Nacional de Unidades de Conservação da Natureza Decreto nº 4.340/2002 Regulamenta artigos da Lei nº9.985/2000 Lei nº 12.651/2012 Código Florestal Brasileiro Lei nº 11.428/2006 Utilização e proteção do bioma Mata Atlântica Lei nº 5.197/1967 Proteção à fauna Lei nº 9.433/1997 Política Nacional de Recursos Hídricos Decretos nº 99.556/1990 e nº 6.640/2008 Proteção das cavidades naturais subterrâneas Resolução CONAMA nº 1/1986 Elaboração do EIA/RIMA Resolução CONAMA nº 6/1986 Determina a Publicidade da atividade Resolução CONAMA nº 9/1987 Determina o cumprimento da audiência pública como rito processual Resolução CONAMA nº 237/1997 Procedimentos e critérios utilizados no licenciamento ambiental, de forma a efetivar a utilização do sistema de licenciamento como instrumento de gestão ambiental Resolução CONAMA nº 347/2004 Patrimônio espeleológico Resolução CONAMA nº 357/2005 Identificação e análise da qualidade de água Resolução CONAMA nº 371/2006 Compensação Ambiental Resolução CONAMA nº 398/2008 Plano de Emergência Individual (PEI) Resolução CONAMA nº 454/2012 Dragagem Resolução CONAMA nº 428/2010 Dispõe sobre a ciência do órgão responsável pela administração da UC no caso de licenciamento ambiental de empreendimentos não sujeitos a EIA-RIMA Resolução CONAMA nº 005/1988 Resolução CONAMA n° 377/2006 Obras de saneamento Sistemas de Esgotamento Sanitário 20 Material Apostilado_Prof. MSc. Rafael Vieira PÚBLICA Resolução CONAMA n° 404/2008 Instrumento legal Aterro sanitário Temática Portaria interministerial n° 60/15 Disciplina a atuação dos órgãos e entidades da administração pública federal em processos de licenciamento ambiental de competência do IBAMA Portaria Interministerial nº1/2020 Regularização ambiental federal de Rodovias Federais pavimentadas Portaria normativa Ministério da Defesa - nº 15/2016 Atua sobre as atividades e empreendimentos da União destinados ao preparo e emprego das Forças Armadas Instrução Normativa IBAMA nº 184/2008 Dispõe sobre o licenciamento ambiental federal Instrução Normativa IBAMA nº14/2011 Dispõe sobre o licenciamento ambiental federal Normativa conjunta nº 8/2019 Estabelece procedimentos entre o Instituto Chico Mendes e o Ibama relacionados à Resolução nº 428/2010 Instrução Normativa nº 15/18 Regula sobre Empreendimentos em terras indígenas Instrução Normativa nº 8/11 Regulamenta o procedimento da Compensação Ambiental