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DRENAGEm UNIVERSIDADE ESTADUAL DE FEIRA DE SANTANA DEPARTAMENTO DE TECNOLOGIA DISCIPLINA : ESTRADAS I- TEC168 PROFESSORA: JANEIDE VITÓRIA Grupo: Keylla Soares; Marconi Lucas; Tamares Oliveira; Tarcísio Rios; Venícius Sampaio O que é Drenagem? Os sistemas de drenagem, que compreendem além dos condutos forçados e dos condutos livres, podem ser urbanos ou rurais e visam escoar as águas de chuvas e evitar enchentes. A disciplina que estuda a drenagem superficial é a Hidrologia, geralmente ministrada dentro do cursos de Engenharia. A Drenagem de Solo tem como objetivo tirar o excesso de umidade no terreno; Realizada com a criação de canais tipo valas de nível mais baixo que o restante do terreno em locais estratégicos para escoamento da água existente. Fonte: http://wiki.urca.br/dcc/lib/exe/fetch.php?media=drenagem-superficial.pdf 1.DRENAGEM SUPERFICIAL DEFINIÇÃO: O Projeto de Drenagem Superficial tem por objetivo o dimensionamento dos dispositivos capazes de captar e conduzir adequadamente as águas superficiais de modo a preservar a estrutura da via, bem como possibilitar sua operação durante a incidência de precipitações intensas 1.1 DISPOSITIVOS DE DRENAGEM SUPERFICIAL Sarjetas de aterro; Sarjetas de corte; Valetas de proteção para cortes e aterros; Sarjeta das banquetas de corte e aterro Sarjeta de Aterro Tem por objetivo captar águas precipitadas sobre a plataforma e evitar erosões na borda do acostamento e/ou no talude do aterro, conduzindo-as ao local de deságüe seguro. Locais onde pode ser usada: trechos onde a velocidade das águas provenientes da pista provoque erosão na borda da plataforma; trechos onde, em conjunto com a terraplenagem, for mais econômica a utilização da sarjeta, aumentando com isso a altura necessária para o primeiro escalonamento de aterro; interseções, para coletar e conduzir as águas provenientes dos ramos, ilhas. Sarjeta de Aterro - Seção Transversal Triangular, trapezoidal e retangular Fonte: http://www.valec.gov.br/download/normastecnicas/normas_ambientais/Drenagem Sarjeta de Corte Nos cortes são indicados dois tipos de soluções, a saber: sarjeta triangular executada durante a terraplenagem, com revestimento vegetal ou de concreto; sarjeta retangular com o uso de revestimento em concreto. A sarjeta triangular será aplicada de forma corrente, quando seu objetivo for escoar as águas precipitadas na plataforma e nos taludes, numa extensão que não supere a sua capacidade hidráulica e a velocidade permissível para o revestimento aplicado. A sarjeta retangular de concreto será utilizada, principalmente, nos casos do emprego de descidas d’água desaguando nas sarjetas de corte. Sarjeta de Corte Fonte: http://www.valec.gov.br/download/normastecnicas/normas_ambientais/Drenagem Entrada e saída de água - sarjeta Fonte: http://wiki.urca.br/dcc/lib/exe/fetch.php?media=drenagem-superficial.pdf Descida de água em corte - degrau Fonte: http://wiki.urca.br/dcc/lib/exe/fetch.php?media=drenagem-superficial.pdf Valetas de Proteção para cortes e aterros As valetas de proteção serão usadas nas cristas de cortes e nos pés de aterros onde as condições de escoamento superficial apresentaram-se propensas à erosão dos taludes. Estas valetas irão receber os deflúvios e encaminhá-los para os pontos de deságue, tecnicamente mais recomendáveis. valetas de Proteção para cortes e aterros Para proteção dos cortes e aterros são indicados canais trapezoidais com revestimento vegetal ou em concreto Fonte: http://wiki.urca.br/dcc/lib/exe/fetch.php?media=drenagem-superficial.pdf Sarjetas das Banquetas de corte e aterro Os canaletes de banquetas são os elementos condutores das águas de escoamento por sobre taludes. São realizados nas banquetas de cortes e bermas de aterros, através de elementos de concreto que, por vezes têm também a função de recepção de águas de drenagem interna de maciços. 2. DRENAGEM PROFUNDA Tem como objetivo interceptar as águas que possam atingir o subleito, mecanismos de rebaixamento do lençol freático, mantendo a umidade de equilíbrio compatível com as condições de tráfego e desempenho estrutural, também contribuindo para a estabilidade dos taludes. TIPOS DE DRENOS Dreno Contínuo e descontínuo; Dreno cego; Colchão drenante; Dreno a céu aberto; Dreno espinha de peixe; Dreno sub-horizontais. TIPOS DE DRENOS 1.DRENO CONTINUO E DESCONTINUO: É função do material de enchimento (filtrante e drenante) definido visando atender as características do terreno e de disponibilidade de materiais. 2. DRENO CEGO: dreno executado sem tubos, cuja função é executada pelo material drenante. 3. COLCHÃO DRENANTE: ou camada drenante, consiste numa camada de material drenante preenchendo o rebaixo de greide executado nos cortes em rocha visando impedir que a água percolada através de diáclises atinja as camadas inferiores do pavimento. TIPOS DE DRENOS 4. DRENO A CÉU ABERTO: também chamado de valetão lateral, é fruto do alargamento lateral da plataforma que passa a atuar como dreno só que a céu aberto, dispensando drenos profundos convencionais; 5. DRENO EM “ESPINHA-DE-PEIXE”: é um dreno sem tubo, de pequena profundidade, com a configuração de uma espinha de peixe, ou seja, uma linha principal alimentada por diversas linhas secundárias; 6. DRENOS SUB-HORIZONTAIS: destinados a drenar maciços (taludes de corte/aterro) ou encostas naturais, visando reduzir a pressão neutra, evitando assim que as condições de saturação vigentes comprometam a estabilidade dos maciços. TIPOS DE DRENOS Sub-horizontal 3.Drenagem Urbana A drenagem urbana é o conjunto de medidas que tenham como objetivo minimizar os riscos que a população está sujeita, diminuir os prejuízos causados por inundações e possibilitar o desenvolvimento urbano de forma harmônica, articulada e sustentável. Ou seja, a drenagem nada mais é do que o gerenciamento da água da chuva que escoa no meio urbano. O aumento da população, principalmente em polos regionais de crescimento e a expansão irregular da periferia tem produzido impactos significativos na infraestrutura de recursos hídricos. E um dos principais impactos que tem ocorrido na drenagem urbana é a forma de aumento da frequência e magnitude das inundações e consequentemente a degradação ambiental. O planejamento, a elaboração de projetos, bem como a execução de obras em macro e micro drenagem das áreas urbanas e adjacentes, estão seriamente comprometidas devido a falta sistemática de recursos e escassez de mão de obra qualificada em todos os níveis, para a realização de uma infraestrutura necessária a evitar a perda de bens e vidas humanas. Elementos da Drenagem Urbana Os elementos principais da micro drenagem são os meio-fios, as sarjetas, as bocas-de-lobo, os poços de visita, as galerias, os condutos forçados, as estações de bombeamento e os sarjetões. Meio-fio São constituídos de blocos de concreto ou de pedra, situados entre a via pública e o passeio, com sua face superior nivelada com o passeio, formando uma faixa paralela ao eixo da via pública. Fonte: cachoeiradouradagoias.blogspot.com Sarjetas São as faixas formadas pelo limite da via pública com os meio-fios, formando uma calha que coleta as águas pluviais oriundas da rua. Fonte: recapav.webnode.com.br Bocas-de-lobo São dispositivos de captação das águas das sarjetas. Fonte: www.ebanataw.com.br Poços de visita São dispositivos colocados em pontos convenientes do sistema, para permitir sua manutenção. Fonte: www.dec.ufcg.edu.br Galerias São as canalizações públicas destinadas a escoar as águas pluviais oriundas das ligações privadas e das bocas-de-lobo. Fonte: www.tuboscopel.com.br Condutos forçados e estações de bombeamento Quando não há condições de escoamento por gravidade para a retirada da água de um canal de drenagem para um outro, recorre-se aos condutosforçados e às estações de bombeamento. Fonte: www.flexim.com Sarjetões São formados pela própria pavimentação nos cruzamentos das vias públicas, formando calhas que servem para orientar o fluxo das águas que escoam pelas sarjetas. Fonte: gazetavirtual.com.br Planos Diretores de Drenagem Urbana Uma estratégia essencial para a obtenção de soluções eficientes é a elaboração de planos diretores. O plano diretor deve possibilitar a identificação das áreas a serem preservadas e a seleção das que possam ser adquiridas pelo poder público antes que sejam ocupadas, loteadas ou que seus preços se elevem e tornem a aquisição proibitiva. Planos Diretores de Drenagem Urbana O plano de drenagem deve ser articulado com as outras atividades urbanas (abastecimento de água e de esgoto, transporte público, planos viários, instalações elétricas, etc.) de forma a possibilitar o desenvolvimento da forma mais harmonizada possível. Planos Diretores de Drenagem Urbana Por seu caráter técnico, um plano diretor de drenagem urbana deve ser elaborado por equipes técnicas competentes, que dominem os ferramentais tecnológicos adequados a cada caso. É também essencial que conte com o apoio dos poderes decisórios e da comunidade em geral, por se constituir em um documento político importante. Entre as estratégias que podem ser utilizadas para conferir-lhe peso político, pode-se atribuir força de lei ao planejamento, constituir fundos financeiros para garantir a estabilidade do fluxo de recursos e obter apoio da sociedade por meio de campanhas de comunicação social bem conduzidas. referências DRENAGEM SUPERFICIAL E PROTEÇÃO CONTRA EROSÃO; http://www.valec.gov.br/download/normastecnicas/normas_ambientais/Drenagem DRENAGEM SUPERFICIAL DA RODOVIA; http://wiki.urca.br/dcc/lib/exe/fetch.php?media=drenagem-superficial.pdf MANUAL DE DRENAGEM DE RODOVIAS; http://www1.dnit.gov.br/normas/download/Manual_de_Drenagem_de_Rodovias.pdf image3.jpeg image4.png image5.png image6.png image7.png image8.png image9.png image10.png image2.jpeg image11.png image12.jpeg image13.png image14.png image15.jpeg image16.jpeg image17.jpeg image18.gif image19.jpeg image20.jpeg image21.jpeg