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UNIVERSIDADE REGIONAL INTEGRADA DO ALTO URUGUAI E DAS MISSÕES
PRÓ-REITORIA DE ENSINO, PESQUISA, EXTENSÃO E PÓS-GRADUAÇÃO
CAMPUS DE SÃO LUIZ GONZAGA
DEPARTAMENTO DE CIÊNCIAS SOCIAIS APLICADAS
CURSO DE SERVIÇO SOCIAL – BACHARELADO EAD
PLANO DE AÇÃO
VALORIZAÇÃO E CUIDADO NA INFÂNCIA: PERSPECTIVAS DE ENFRENTAMENTO À VIOLÊNCIA INFANTIL
SANTIAGO– RS
NOVEMBRO DE 2022
DADOS DE IDENTIFICAÇÃO
	Acadêmica Estagiária: Daniane Sinara dos Santos Antunes
	Supervisora de Campo: Francisca Nascimento de Souza
CRESS: 9186
	
	Supervisor Acadêmico: Letícia Juliana Machado 
CRESS: 12078
	
	Responsável pela Instituição: Isolete Jornada Martins
	Local de Estágio: CRAS Delci Viero Ruivo
	Endereço: Rua Tio Hidelbrando,100 Bairro Missões
	Horário de atendimento: 8h às 12h e 13h30 às 17h30
	Telefone: (55) 3249-9933
SUMÁRIO
INTRODUÇÃO ................................................................................................3
OBJETIVOS ....................................................................................................4
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES .................................................................5
REFERÊNCIAS ...............................................................................................7
INTRODUÇÃO
	Como parte integrante do processo de formação em Serviço Social, o estágio supervisionado se caracteriza como um momento em que o aluno munido do aprendizado acadêmico vai a campo aprender e conhecer a realidade da dinâmica social, e não menos importante reconhecer as expressões da questão social e suas manifestações nos contextos de vida dos sujeitos e as possibilidades de superação. 
	O estágio supervisionado dividiu-se ao longo de oito etapas modulares, sendo que as duas primeiras se caracterizaram pelo período de observação e elaboração do diagnostico institucional. Na sequencia apresenta-se o desenvolvimento do Projeto de Intervenção, Plano de Ação e relatório de estagio, aplicação do Projeto de Intervenção e relatório final. 
	O CRAS Delci Viero Ruivo está vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Social e o trabalho realizado visa amparar as famílias que se encontram em vulnerabilidade social, no espaço são expressas situações desafiadoras, onde se busca estimular e orientar os usuários na construção e reconstrução de suas histórias e vivências individuais e coletivas, na família e no território. Organiza-se de modo a ampliar trocas culturais e de vivências onde visa desenvolver o sentimento de pertencimento, de identidade fortalecendo vínculos familiares incentivando a socialização e a convivência comunitária.
	As atividades realizadas contribuem para ressignificar vivências de isolamento e de violações de direitos, vínculos afetivos propiciando experiências que favorecem no desenvolvimento de sociabilidades e na prevenção de situações de risco social, principalmente a violência infantil. Neste contexto é necessário compreender que a família é o primeiro núcleo de socialização dos indivíduos, quem primeiro transmite os valores, usos e costumes que irão formar as personalidades e a bagagem emocional das pessoas.
	A dimensão e a complexidade do problema colocam em alerta os profissionais que atuam diante das políticas de direitos, demandando do poder público e da sociedade em geral respostas mais abrangentes que combinem ações nas esferas da segurança pública, da saúde, da assistência social, da educação, dentre outras, em um plano nacionalmente articulado de enfrentamento a violência, desenvolvendo trabalhos com as crianças e estratégias locais de prevenção.
OBJETIVOS
OBJETIVO GERAL
	Aprender acerca da prática profissional do assistente social, reconhecendo as expressões da Questão Social.
OBJETIVOS ESPECÍFICOS
	
· Analisar a conjuntura social do município/território da unidade do CRAS;
· Identificar expressões da Questão Social com fundamentação teórica e critica;
· Reconhecer a Instrumentalidade do Serviço Social no cotidiano da Assistência Social;
· Planejar as atividades do estágio para melhor aproveitamento;
· Manter o registro em diário de campo e demais documentos do Estágio Supervisionado;
· Desenvolver ações que ampliam a participação do Serviço Social na Instituição;
· Elaborar e aplicar o Projeto de Intervenção com base em princípios éticos.
· 
CRONOGRAMA DE ATIVIDADES DETALHADO DO PROJETO
O Projeto deve-se iniciar na 1° semana de abril de 2023 com previsão de estender-se até meados de outubro de 2023. As ações terão periodicidade quinzenal, a depender da demanda dos usuários e demais atividades do calendário de eventos da instituição, bem como as condições climáticas adequadas às atividades. As ações do Projeto buscaram discutir práticas de atendimento das vítimas de violência infantil e enfrentamento da mesma. Os instrumentais utilizados serão através de reuniões e trabalhos de grupo. A reunião é um instrumento presente no cotidiano de trabalho do assistente social, seja na atuação com grupos, nos encontros com usuários das políticas públicas ou nas reuniões de equipe. A reunião tem como característica, promover e intervir em espaços coletivos provocando uma reflexão crítica. Organizar pessoas através do trabalho com grupos exige do profissional planejamento, e como mediador, o assistente social tem a possibilidade de contribuir para a construção do conhecimento, potencializando espaços de reflexão mediante análise conjunta do contexto das relações sociais na qual o grupo está inserido (formação da identidade e de pertencimento do grupo).
	SEMANA 1
	Acolhida inicial e apresentação do Projeto ao grupo. Escuta das demandas dos usuários.
	SEMANA 2
	Dinâmica de grupo para uma maior interação entre os usuários, após confecção de um cartaz que abordará a temática do uso do celular, pontuando o que posso e o que não posso fazer durante o uso do aparelho.
	SEMANA 3
	Apresentação da historinha “Derrotando a Violência”, após conversa com as crianças sobre o tema e pintura da gravura que representa a historinha.
	SEMANA 4
	Abordagem do tema, “18 de maio, Dia Nacional de Combate ao Abuso e à Exploração Sexual de Crianças e Adolescentes”. Em seguida será realizada a confecção da Flor Amarela, a qual simboliza esta data.
	SEMANA 5
	Confecção de plaquinhas com frases contra violência infantil, serão utilizados materiais recicláveis e tintas.
	SEMANA 6
	Instalação na pracinha do Bairro das plaquinhas confeccionadas no encontro anterior. Distribuição de panfletos para a comunidade local com objetivo de conscientizar a população sobre os cuidados com as crianças.
	SEMANA 7
	Apresentação do filme “Semáforo do Toque – Aprendendo a Proteger o Meu Corpinho”, em seguida confecção do Semáforo.
	SEMANA 8
	Assistir a História “João e Maria”, após colorir a gravura da Casa de Doces.
	SEMANA 9
	Roda de conversa acerca do tema “Bullyng não é brincadeira”. Após realização da atividade “Dado dos Cabelos”.
	SEMANA 10
	Receberemos uma profissional de saúde do ESF para dialogar com as crianças sobre assuntos pertinentes ao tema do Projeto.
	SEMANA 11
	Atividade “Como Estou Me Sentindo Hoje?”. Após será realizada atividade com tinta para representar como está o humor neste dia. A Psicóloga do CRAS falará sobre emoções.
	SEMANA 12
	Realização da atividade “Quem Cuida De Mim”, salientar junto às crianças a importância do tema proposto. Após será realizada a confecção de um cartão que a criança entregará à pessoa que cuida dela.
	SEMANA 13
	Receberemos uma profissional do Direito e Pedagogia, a qual versará a respeito do tema do Projeto. Neste dia os pais ou responsáveis serão convidados a participar da atividade.
	SEMANA 14
	Atividades ao ar livre. Local de realização: Pracinha do Bairro.
	SEMANA 15
	Encerramento do Projeto. Será oferecido lanche em comemoração ao Dia das Crianças.
 
 
REFERÊNCIAS
BRASIL. Constituição Federal (1988). Brasília, DF: Senado Federal, 1988. Online. Disponível em: . Acesso em 21. set. 2022.
BRASIL. Estatuto da Criançae do Adolescente (1990). Brasília, DF: Senado Federal, 1990. Online. Disponível em: . Acesso em 21. set. 2022.
BRASIL. Política Nacional de Assistência Social (2004). Brasilia, DF: Senado Federal, 2004. Online. Disponível em: . Acesso em 21. set. 2022.
CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL. Capacitação em Serviço Social e Política Social. Brasília. UnB Centro de Educação Aberta, Continuada, a Distância. 2001.
CONSELHO FEDERAL DE SERVIÇO SOCIAL. Programa de Capacitação Continuada para Assistentes Sociais. Brasília. UnB Centro de Educação Aberta, Continuada, a Distância. 2001.
NETTO, José Paulo. Capitalismo monopolista e serviço social 7.ed. São Paulo. Cortez, 2009.
RAICHELIS, Raquel. Intervenção profissional do assistente social e as condições de trabalho no Suas. 2010. Online. Disponível em: .Acesso em 21. set. 2022.
RIZZINI, Irene. PILLOTI, Francisco. A Arte de Governar crianças: a história das políticas sociais, da legislação e da assistência á infância no Brasil 3.ed. São Paulo. Cortez, 2011.

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