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DA EXECUÇÃO FISCAL EXECUÇÃO FISCAL Lei 6.830/1980 - LEF; Art. 1º. A execução judicial para a cobrança da Dívida Ativa da União, dos Estados, do Distrito Federal, dos Municípios e respectivas autarquias será regida por esta Lei e, subsidiariamente, pelo Código de Processo Civil. A jurisprudência do STF equipara as fundações públicas a autarquias. Assim, também são incluídas no procedimento processual previsto na citada Lei. (RE 183188MS, Plenário). EXECUÇÃO FISCAL Aplica-se tanto aos créditos tributários, como os não tributários (ex: multas pelo exercício do poder de polícia) – Art. 2º da LEF. A Dívida Ativa da União será apurada e inscrita na PFN. (§ 4º, do Art. 2º da LEF). EXECUÇÃO FISCAL É uma espécie de processo de execução por quantia certa, fundado em título executivo extrajudicial; O título extrajudicial é obtido por meio da certidão de dívida ativa (art. 201 a 204 do CTN); A dívida regularmente inscrita goza da presunção de certeza e liquidez e tem o efeito de prova pré-constituída; Art. 202, CTN. O termo de inscrição da dívida ativa, autenticado pela autoridade competente, indicará obrigatoriamente: I - o nome do devedor e, sendo caso, o dos co-responsáveis, bem como, sempre que possível, o domicílio ou a residência de um e de outros; II - a quantia devida e a maneira de calcular os juros de mora acrescidos; III - a origem e natureza do crédito, mencionada especificamente a disposição da lei em que seja fundado; IV - a data em que foi inscrita; V - sendo caso, o número do processo administrativo de que se originar o crédito. Parágrafo único. A certidão conterá, além dos requisitos deste artigo, a indicação do livro e da folha da inscrição. Art. 203. A omissão de quaisquer dos requisitos previstos no artigo anterior, ou o erro a eles relativo, são causas de nulidade da inscrição e do processo de cobrança dela decorrente, mas a nulidade poderá ser sanada até a decisão de primeira instância, mediante substituição da certidão nula, devolvido ao sujeito passivo, acusado ou interessado o prazo para defesa, que somente poderá versar sobre a parte modificada. REDIRECIONAMENTO DA EXECUÇÃO FISCAL CONTRA AS PESSOAS FÍSICAS Quando a Fazenda Pública ajuíza uma execução fiscal contra a empresa e não consegue localizar bens penhoráveis, o CTN prevê a possibilidade de o Fisco REDIRECIONAR a execução incluindo no polo passivo como executadas algumas pessoas físicas que tenham relação com a empresa, desde que fique demonstrado que elas praticaram atos com excesso de poderes ou infração de lei, contrato social ou estatutos. É o que prevê o art. 135 do CTN. REDIRECIONAMENTO DA EXECUÇÃO FISCAL CONTRA AS PESSOAS FÍSICAS Art. 135. São pessoalmente responsáveis pelos créditos correspondentes a obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei, contrato social ou estatutos: I - as pessoas referidas no artigo anterior; II - os mandatários, prepostos e empregados; III - os diretores, gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado. Assim, por exemplo, em uma execução fiscal, caso não se consiga fazer a citação da empresa porque ela não mais está funcionando no endereço indicado como seu domicílio fiscal, será possível concluir que ela foi dissolvida irregularmente, ensejando o redirecionamento da execução. Súmula 435-STJ: Presume-se dissolvida irregularmente a empresa que deixar de funcionar no seu domicílio fiscal, sem comunicação aos órgãos competentes, legitimando o redirecionamento da execução fiscal para o sócio-gerente DOS EMBARGOS À EXECUÇÃO FISCAL NOÇÕES GERAIS Natureza Jurídica: ação autônoma; Objetivo: impugnar a ação de execução; Apresentados os embargos há um novo processo; EMBARGOS À EXECUÇÃO FISCAL É o meio processual adequado para que o executado possa apresentar sua “defesa” no processo de execução fiscal; Trata-se de uma ação de conhecimento autônoma que, pressupõe a existência de uma execução; EMBARGOS À EXECUÇÃO FISCAL Objetivo: é de obter a invalidação, total ou parcial, do título executivo, e, por conseguinte, obter a extinção da execução por ele aparelhada; O juízo competente para o processamento e julgamento é o mesmo perante o qual tramita a execução. Nomenclatura: embargante (executado), embargado (exequente); Requisitos da P.I. Valor da Causa. Provas: os meios de provas mais usuais nos embargos são a prova documental e pericial, por vezes, pode ser necessário a oitiva de testemunhas, neste caso, recomenda-se a apresentação do rol de testemunhas com os próprios embargos à execução (art. 16, §2º da LEF). CITAÇÃO: O executado será citado para, no prazo de 05 DIAS: a) pagar a dívida, acrescida dos juros, multa de mora e encargos; ou, b) garantir a execução. REQUISITO: Segurança do juízo (art. 16 LEF). A questão à luz do atual CPC: Art. 914, CPC. O executado, independentemente de penhora, depósito ou caução, poderá se opor à execução por meio de embargos. A apresentação dos embargos à execução, em regra, independem da denominada segurança do juízo. PRAZO: 30 dias. Art. 16. LEF. O executado oferecerá embargos, no prazo de 30 (trinta) dias, contados: I- do depósito; II- da juntada da prova da fiança bancária ou do seguro-garantia; III- da intimação da penhora. O termo inicial para a oposição de embargos à execução fiscal é a data da efetiva intimação da penhora, não da juntada do mandado aos autos. (Tese julgada sob rito do art. 543-C do CPC/73 - Tema 131) Acórdãos: AgRg no REsp 1566508/SP, Rel. Ministro HUMBERTO MARTINS, SEGUNDA TURMA, julgado em 24/11/2015, DJe 01/12/2015; AgRg no AREsp 613798/SC, Rel. Ministro BENEDITO GONÇALVES, PRIMEIRA TURMA, julgado em 24/02/2015, DJe 04/03/2015 AgRg nos EDcl no AREsp 524189/MG, Rel. Ministro MAURO CAMPBELL MARQUES, SEGUNDA TURMA, julgado em 14/10/2014, DJe 20/10/2014. DOS EMBARGOS À EXECUÇÃO: MATÉRIA DE DEFESA Cognição nos embargos/Amplitude da matéria de defesa; Vedações: Não será admitida reconvenção, nem compensação, e as exceções, salvo as de suspeição, incompetência e impedimentos, serão arguidas como matéria preliminar e serão processadas e julgadas com os embargos. (§ 3º, art. 16, LEF) IMPUGNAÇÃO: A Fazenda Pública será intimada para impugnar os embargos no prazo de 30 DIAS; Prazo de 30 dias x Art. 183, CPC. PRONUNCIAMENTOS JUDICIAIS NOS EMBARGOS; RECURSOS CABÍVEIS. DOS EMBARGOS À EXECUÇÃO: EXCEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE PETIÇÃO NOS AUTOS; MATÉRIA DE ORDEM PÚBLICA/OBJEÇÕES PROCESSUAIS; DILAÇÃO PROBATÓRIA; Pode ainda ser ajuizada Ação Impugnativa Declaratória ou Desconstitutiva Autônoma. EXCEÇÃO DE PRÉ-EXECUTIVIDADE: ENTENDIMENTO STJ É cabível a fixação de honorários de sucumbência quando a exceção de pré-executividade for acolhida para extinguir total ou parcialmente a execução fiscal. EDcl no REsp 1533217/DF, Rel. Ministro NAPOLEÃO NUNES MAIA FILHO, PRIMEIRA TURMA, julgado em 01/09/2015, DJe 14/09/2015 DOS EMBARGOS À EXECUÇÃO: EFEITO SUSPENSIVO Em regra, os embargos NÃO possuem efeito suspensivo. Este foi o entendimento firmado pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), nos autos do REsp 1272827/PE (2013). Art. 919 § 1º O juiz poderá, a requerimento do embargante, atribuir efeito suspensivo aos embargos quando verificados os requisitos para a concessão da tutela provisória e desde que a execução já esteja garantida por penhora, depósito ou caução suficientes. DOS EMBARGOS À EXECUÇÃO: EFEITO SUSPENSIVO REQUISITOS P/CONCESSÃO REQUISITOS P/ CONCESSÃO DA TUTELA PROVISÓRIA GARANTIA DO JUÍZO DOS EMBARGOS À EXECUÇÃO: EFEITO SUSPENSIVO A decisão relativa à concessão de efeito suspensivo pode ser modificada ou revogada, a qualquer tempo. Decisão FUNDAMENTADA Pode ser PARCIAL ou TOTAL. RECURSO cabível. DOS EMBARGOS À EXECUÇÃO: DA DISTRIBUIÇÃO Deve ser distribuído por DEPENDÊNCIA; Autuado em APARTADO; EMBARGOS À EXECUÇÃO FISCAL: PROCEDIMENTO P.I. Execução Fiscal Prazo de 05 dias PAGAMENTO GARANTIR A EXECUÇÃOEXTINÇÃO DA EXECUÇÃO PRAZO P/EMBARGOS OUTRAS QUESTÕES: CONTEÚDO COMPLEMENTAR EXECUÇÃO FISCAL E REUNIÃO DE PROCESSOS Art. 28, LEF. - O Juiz, a requerimento das partes, poderá, por conveniência da unidade da garantia da execução, ordenar a reunião de processos contra o mesmo devedor. Parágrafo Único - Na hipótese deste artigo, os processos serão redistribuídos ao Juízo da primeira distribuição. REDIRECIONAMENTO DA EXECUÇÃO FISCAL CONTRA AS PESSOAS FÍSICAS Art. 135. São pessoalmente responsáveis pelos créditos correspondentes a obrigações tributárias resultantes de atos praticados com excesso de poderes ou infração de lei, contrato social ou estatutos: I - as pessoas referidas no artigo anterior; II - os mandatários, prepostos e empregados; III - os diretores, gerentes ou representantes de pessoas jurídicas de direito privado. A dissolução irregular da empresa caracteriza infração à lei Uma das situações mais comuns em que ocorre o redirecionamento da execução fiscal é quando a empresa é dissolvida irregularmente. Se isso acontece, a jurisprudência entende que houve infração à lei (art. 135 do CTN), já que o procedimento para a extinção de sociedades empresárias é disciplinado em lei, devendo ser cumpridas uma série de formalidades, de sorte que se essa dissolução ocorre de forma irregular, a legislação está sendo desrespeitada. Assim, a dissolução irregular constitui, por si só, ato de infração à lei e autoriza o redirecionamento (para a cobrança da dívida ativa tributária e da não tributária). Assim, por exemplo, em uma execução fiscal, caso não se consiga fazer a citação da empresa porque ela não mais está funcionando no endereço indicado como seu domicílio fiscal, será possível concluir que ela foi dissolvida irregularmente, ensejando o redirecionamento da execução, conforme entendimento sumulado do STJ: Súmula 435-STJ: Presume-se dissolvida irregularmente a empresa que deixar de funcionar no seu domicílio fiscal, sem comunicação aos órgãos competentes, legitimando o redirecionamento da execução fiscal para o sócio-gerente STJ: PRESCRICIONAL E REDIRECIONAMENTO i) o prazo de redirecionamento da Execução Fiscal, fixado em cinco anos, contado da diligência de citação da pessoa jurídica, é aplicável quando o referido ato ilícito, previsto no art. 135, III, do CTN, for precedente a esse ato processual; ii) a citação positiva do sujeito passivo devedor original da obrigação tributária, por si só, não provoca o início do prazo prescricional quando o ato de dissolução irregular for a ela subsequente, uma vez que, em tal circunstância, inexistirá, na aludida data (da citação), pretensão contra os sócios-gerentes (conforme decidido no REsp 1.101.728/SP, no rito do art. 543-C do CPC/1973, o mero inadimplemento da exação não configura ilícito atribuível aos sujeitos de direito descritos no art. 135 do CTN). O termo inicial do prazo prescricional para a cobrança do crédito dos sócios-gerentes infratores, nesse contexto, é a data da prática de ato inequívoco indicador do intuito de inviabilizar a satisfação do crédito tributário já em curso de cobrança executiva promovida contra a empresa contribuinte, a ser demonstrado pelo Fisco, nos termos do art. 593 do CPC/1973 (art. 792 do novo CPC - fraude à execução), combinado com o art. 185 do CTN (presunção de fraude contra a Fazenda Pública); e, STJ: PRESCRICIONAL E REDIRECIONAMENTO iii) em qualquer hipótese, a decretação da prescrição para o redirecionamento impõe seja demonstrada a inércia da Fazenda Pública, no lustro que se seguiu à citação da empresa originalmente devedora (REsp 1.222.444/RS) ou ao ato inequívoco mencionado no item anterior (respectivamente, nos casos de dissolução irregular precedente ou superveniente à citação da empresa), cabendo às instâncias ordinárias o exame dos fatos e provas atinentes à demonstração da prática de atos concretos na direção da cobrança do crédito tributário no decurso do prazo prescricional. STJ. 1ª Seção. REsp 1.201.993-SP, Rel. Min. Herman Benjamin, julgado em 08/05/2019 (recurso repetitivo - Tema 444) (Info 662). ATUAL POSIÇÃO DO STJ: SEGURANÇA DO JUÍZO PROCESSUAL CIVIL. EXECUÇÃO FISCAL. EMBARGOS DO DEVEDOR. EXECUTADO.BENEFÍCIO DA JUSTIÇA GRATUITA. PATRIMÔNIO. INEXISTÊNCIA. HIPOSSUFICIÊNCIA. EXAME. GARANTIA DO JUÍZO.AFASTAMENTO.POSSIBILIDADE. (...)2. Os embargos são o meio de defesa do executado contra a cobrança da dívida tributária ou não tributária da Fazenda Pública, mas que "não serão admissíveis ... antes de garantida a execução" (art. 16, § 1º, da Lei n. 6.830/80). 3. No julgamento do recurso especial n.1.272.827/PE, Rel. Min. Mauro Campbell Marques, submetido ao rito dos recursos repetitivos, a Primeira Seção sedimentou orientação segunda a qual, (...) a nova redação do art. 736 do CPC dada pela Lei n. 11.382/2006 - artigo que dispensa a garantia como condicionante dos embargos - não se aplica às execuções fiscais diante da presença de dispositivo específico, qual seja o art. 16, § 1º, da Lei n. 6.830/80, que exige expressamente a garantia para a apresentação dos embargos à execução fiscal." A Constituição Federal de 1988, por sua vez, resguarda a todos os cidadãos o direito de acesso ao Poder Judiciário, ao contraditório e à ampla defesa (art. 5º, CF/88), tendo esta Corte Superior, com base em tais princípios constitucionais, mitigado a obrigatoriedade de garantia integral do crédito executado para o recebimento dos embargos à execução fiscal, restando o tema, mutatis mutandis, também definido na Primeira Seção, no julgamento do REsp 1.127.815/SP, na sistemática dos recursos repetitivos. 5. Nessa linha de interpretação, deve ser afastada a exigência da garantia do juízo para a oposição de embargos à execução fiscal, caso comprovado inequivocadamente que o devedor não possui patrimônio para garantia do crédito exequendo. 6. Nada impede que, no curso do processo de embargos à execução, a Fazenda Nacional diligencie à procura de bens de propriedade do embargante aptos à penhora, garantindo-se posteriormente a execução. In casu, a controvérsia deve ser resolvida não sob esse ângulo (do executado ser beneficiário, ou não, da justiça gratuita), mas sim, pelo lado da sua hipossuficiência, pois, adotando-se tese contrária, "tal implicaria em garantir o direito de defesa ao "rico", que dispõe de patrimônio suficiente para segurar o Juízo, e negar o direito de defesa ao "pobre". (REsp 1487772/SE, Rel. Ministro GURGEL DE FARIA, PRIMEIRA TURMA, julgado em 28/05/2019, Dje 12/06/2019) STJ/ REDIRECIONAMENTO DA EXECUÇÃO FISCAL: IDPJ E DEFESA PRÉVIA A 1ª Seção do Superior Tribunal de Justiça (STJ) manteve decisão favorável à necessidade prévia de instituição do Incidente de Desconsideração da Personalidade Jurídica (IDPJ) para o redirecionamento de execuções fiscais para empresas integrantes de um mesmo grupo econômico. O mecanismo, previsto no Código de Processo Civil (CPC) de 2015, possibilita a apresentação de uma espécie de defesa prévia por sócio. A PGFN é contrária à aplicação do mecanismo em execução fiscal, por permitir a defesa do executado com produção de provas, sem a prévia apresentação de garantia. Além disso, uma vez instaurado, o IDPJ suspende a cobrança até ser resolvido. Ao analisar o caso na 1ª Turma, o relator, ministro Gurgel de Faria, citou a jurisprudência do STJ sobre desconsideração de personalidade jurídica e formação de grupos econômicos. De acordo com ele, se os nomes estão indicados na certidão de dívida ativa, seja o nome de sócio ou de grupo econômico, não é necessário o incidente, já que a parte sabe que poderá responder pela dívida. O mesmo, acrescentou, se aplica a hipóteses de solidariedade previstas no CTN e é necessário o “interesse comum” na época dos fatos que geraram o débito. Nos demais casos, o ministro entendeu que caberia a instalação do incidente. Com a decisão da 1ª Seção, o processo volta para o Tribunal Regional Federal (TRF) da 4ª Região (Sul do país), que não tinha instaurado o incidente por considerá-lo incompatívelcom a execução fiscal. Agora, o TRF deverá seguir a decisão da turma do STJ e possibilitar a defesa. Segundo o procurador Marcelo Kosminsky, o julgamento não tratou do mérito. Não ficou resolvida a divergência sobre caber ou não IDPJ na execução fiscal. Para ele, será difícil estabilizar a jurisprudência no STJ porque geralmente cada grupo econômico tem sua particularidade, o que faz com que não existam duas decisões contrárias em casos exatamente iguais. EMBARGOS À EXECUÇÃO FISCAL: PROCEDIMENTO Intimação da penhora Prazo de 30dias EMBARGOS À EXECUÇÃO IMPUGNAÇÃO DA FAZENDA PÚBLICA AUDIÊNCIA DE INSTRUÇÃO SENTENÇA GRANDES DEVEDORES A Portaria nº 320, editada pela Procuradoria Geral da Fazenda Nacional, prevê que os contribuintes que estão devendo acima de R$ 10 milhões são considerados “grandes devedores” e devem receber tratamento prioritário na atuação dos Procuradores. ATIVIDADE 01- Qual a natureza jurídica dos embargos à execução fiscal? 02- Qual é o prazo para o oferecimento dos embargos e a partir de que momento inicia a contagem? 03- Trace uma semelhança e duas distinções entre os embargos à execução e a exceção de pré-executividade. 04- Qual é o recurso cabível da decisão que julga improcedente o pedido constante nos embargos e qual o respectivo prazo? 05- Trace semelhanças e distinções entre os embargos do devedor e os embargos à execução fiscal. image5.png image6.png image3.png image4.png