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QUESTIONÁRIO UNIDADE II - RELAÇÕES INTERNACIONAIS INTEGRADA - UNIP

Registro de envio do questionário da Unidade II do curso de Relações Internacionais integrada, com questões de múltipla escolha sobre impacto da crise de 2008 nas exportações dos BRICS e sobre refugiados/ACNUR, mostrando respostas selecionadas, comentários, fonte e pontuação (5/5).

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Questões resolvidas

Prévia do material em texto

Revisar envio do teste: QUESTIONÁRIO UNIDADE II
RELAÇÕES INTERNACIONAIS INTEGRADA 7341-30_54501_R_E1_20251 CONTEÚDO
Usuário MARIANA CUSTODIO VITALINO
Curso RELAÇÕES INTERNACIONAIS INTEGRADA
Teste QUESTIONÁRIO UNIDADE II
Iniciado 27/02/25 17:10
Enviado 27/02/25 17:12
Status Completada
Resultado da
tentativa
5 em 5 pontos  
Tempo decorrido 1 minuto
Resultados exibidos Todas as respostas, Respostas enviadas, Respostas corretas, Comentários, Perguntas
respondidas incorretamente
Pergunta 1
(ENADE, 2018) A crise de 2008 levou a economia mundial, além do colapso financeiro, a um
impacto generalizado no comércio internacional, com quedas das taxas de exportações e
de investimentos externos. Os países integrantes do Brics não ficaram excluídos dessas
estatísticas. Os resultados mostram que a queda no comércio teve a duração de dois anos e
as recuperações começaram a surgir após esse choque.
BANERJEE, R.; VASHISTH, P. The Financial Crisis: impact on BRIC and policy response. Revista
Tempo do Mundo, vol. 2, n. 2, 2010, p. 57-80.
 
O gráfico a seguir apresenta as variações das exportações de bens e serviços, em relação
ao Produto Interno Bruto (PIB), dos países integrantes do Brics, durante o período de 2005
a 2015.
 
UNIP EAD BIBLIOTECAS MURAL DO ALUNO TUTORIAISCONTEÚDOS ACADÊMICOS
0,5 em 0,5 pontos
http://company.blackboard.com/
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/execute/courseMain?course_id=_392979_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/blackboard/content/listContent.jsp?course_id=_392979_1&content_id=_4416665_1&mode=reset
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_10_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_27_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_47_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_29_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/portal/execute/tabs/tabAction?tab_tab_group_id=_25_1
https://ava.ead.unip.br/webapps/login/?action=logout
Resposta
Selecionada:
b.
Respostas: a.
b.
c.
d.
e.
Comentário
da resposta:
 
Fonte: WOLRDBANK DATA & STATISTICS, 2018. Disponível em: https://data.worldbank.org/in
dicator. Acesso em: 15 jul. 2018.
 
Com base no gráfico, é correto concluir que:
As exportações dos Brics sofreram rápida queda no ano seguinte ao da
crise de 2008, reflexo da vulnerabilidade das potências emergentes aos
fatores sistêmicos da economia política internacional.
A África do Sul foi uma exceção entre as nações emergentes ao atingir a
taxa de 35% do PIB com exportações de bens e serviços, demonstrando
maior dinamismo comercial que os demais países do Brics.
As exportações dos Brics sofreram rápida queda no ano seguinte ao da
crise de 2008, reflexo da vulnerabilidade das potências emergentes aos
fatores sistêmicos da economia política internacional.
A Rússia, a Índia e a China atingiram índices de exportações de bens e
serviços semelhantes entre si em 2013, após suas recuperações
econômicas influenciadas pelo baixo índice de investimento público.
A crise de 2008 afetou, de forma homogênea, as dinâmicas comerciais
dos países, que atingiram o menor índice nas taxas de exportação de
bens e serviços nesse mesmo ano.
As políticas de austeridade e o baixo índice de investimento nos setores
de bens manufaturados contribuíram para a estabilidade das taxas
brasileiras.
Resposta: B.
Comentário: A alternativa “b” é a correta. As exportações dos Brics
sofreram rápida queda no ano seguinte ao da crise de 2008, reflexo da
vulnerabilidade das potências emergentes aos fatores sistêmicos da
economia política internacional. A coordenação entre o Brasil, a Rússia, a
Índia e também a China tendeu a ter início de forma bastante informal no
ano de 2006, com reunião de trabalho entre os chanceleres dos quatro
países à margem da Assembleia Geral das Nações Unidas. Desde então, o
acrônimo, criado por alguns anos antes do mercado financeiro, não mais
se limitou a identificar quatro economias emergentes.
Pergunta 2
Resposta Selecionada: c. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e. 
Comentário
da resposta:
(ENADE, 2015) “Refugiados Rohingya abandonados no mar”, “A Itália se prepara para outra
onda de migrantes”, “Os turistas dizem que os solicitantes de asilo estão estragando suas
férias na Grécia”, “Cambodia concorda em aceitar refugiados recusados pela Austrália”. Nas
últimas semanas de julho de 2015, os nossos jornais foram dominados por essas
manchetes, cada uma delas testemunhando uma crise humanitária com dimensões
verdadeiramente globais. Segundo as Nações Unidas, o número de pessoas desraigadas
por perseguições e conflitos armados já ultrapassa 50 milhões, o maior número desde o
fim da Segunda Guerra Mundial.
I. O papel do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (ACNUR) é assegurar
proteção internacional aos refugiados e auxiliar os governos a facilitar o repatriamento
voluntário ou a integração dos refugiados em novos locais.
II. O conceito de non-refoulement, basilar da proteção internacional aos refugiados, consiste
no direito do indivíduo refugiado de não ser forçado a retornar, ou não ser expulso, para
uma condição em que a sua vida e/ou liberdade sejam ameaçadas.
III. Embora a proteção ao refugiado esteja prevista no ordenamento jurídico brasileiro, o
país não conseguiu se consolidar como acolhedor de refugiados, em razão de sua imagem
externa de Estado.
 
Está correto o que se afirma em:
I e II, apenas
II, apenas.
III, apenas.
I e II, apenas
I e III, apenas
I, II e III.
Resposta: C.
Comentário: De acordo com a Declaração Universal dos Direitos Humanos,
“todos têm o direito de procurar e de gozar asilo em outros países devido
à perseguição”. E de acordo com a Convenção dos Refugiados das Nações
Unidas, os Estados devem “não expulsar ou retornar um refugiado de
maneira alguma para as fronteiras dos territórios onde a sua vida ou
liberdade possam estar ameaçadas”.
A alternativa correta é a letra C. Somente as afirmações I e II estão
corretas.
A afirmação I está correta. O papel do ACNUR é assegurar proteção
internacional aos refugiados e auxiliar os governos a facilitar o
repatriamento voluntário ou a integração dos refugiados em novos locais.
O ACNUR não diz respeito a uma organização supranacional e, portanto,
não pode substituir a proteção dos países. Seu papel principal é garantir
0,5 em 0,5 pontos
que os países estejam conscientes das suas obrigações de dar proteção
aos refugiados.
A afirmação II também está correta. Segundo o princípio de non-
refoulement (“não devolução”), os países estão proibidos de expulsar uma
pessoa para um território onde a mesma possa estar exposta à
perseguição. A Convenção das Nações Unidas, no Estatuto dos
Refugiados, de 1951, teve como objeto a tutela dos refugiados europeus,
após a Segunda Guerra Mundial.
A afirmação III está incorreta. O Brasil vem concedendo refúgio. Um
exemplo disso é que desde o início da crise na Síria, o Brasil vem
concedendo refúgio a mais sírios do que os principais portos de destino
de refugiados na Europa. Segundo dados do Conare (Comitê Nacional
para os Refugiados), vinculado ao Ministério da Justiça, 2.077 sírios
receberam status de refugiados do governo brasileiro de 2011 até agosto
de 2015
Pergunta 3
Resposta
Selecionada:
a.
Respostas: a.
b.
c. 
d.
e.
Comentário
da resposta:
(ENADE, 2009) A crise financeira internacional que eclodiu nos Estados Unidos, em 15 de
setembro de 2008, com a falência do banco Lehman Brothers, com 158 anos de existência,
foi resultado de uma série de decisões de política econômica tomadas desde o início desta
década, que quase levaram ao colapso total o sistema financeiro internacional. Qual foi a
causa dessa crise?
A falha de regulamentação do sistema financeiro e a ampla circulação
dos chamados “papéis tóxicos”, que abalaram o mercado imobiliário
norte-americano.
A falha de regulamentação do sistema financeiro e a ampla circulação
dos chamados “papéis tóxicos”, que abalaram o mercadoimobiliário
norte-americano.
A política de equilíbrio orçamentário adotada pelo governo Bush, que
resultou na severa restrição do crédito nos Estados Unidos.
O câmbio sobrevalorizado da China.
O excesso de poupança interna nos Estados Unidos, que demonstrava a
desconfiança da população com a saúde financeira do país.
O pacote de ajuste estrutural aplicado pelo FMI aos Estados Unidos,
que levou a demandas por reformas nas instituições de Bretton Woods.
Resposta: A
Comentário: Tendo sido a principal causa da crise a popularização, entre
investidores, da compra de títulos lastreados (ou seja, fundamentados)
pelo pagamento de hipotecas. Estes títulos eram vistos historicamente
como muito seguros, já que o pagamento das hipotecas raramente é
suspenso (pois a pessoa que não paga pode perder a própria casa) e os
0,5 em 0,5 pontos
juros obtidos na modalidade são razoavelmente altos, com baixíssimo
risco. Devido à falta de supervisão governamental, o que acontecia é que
títulos deste tipo que continham hipotecas de altíssimo risco eram
agrupados como se fossem de baixo risco, criando uma bolha de crédito
que se tornou impossível de controlar quando as pessoas não pagaram as
suas hipotecas.
Pergunta 4
Resposta
Selecionada:
c.
Respostas: a.
b.
c.
d.
e.
Comentário
da resposta:
(ENADE, 2009) Um indivíduo, sob custódia policial, é torturado em um país da América do
Sul. O resultado de suas tentativas de utilizar o sistema jurídico doméstico para defender
seus direitos é negativo. De que forma o regime internacional de direitos humanos pode ter
um papel nesse contexto?
Como ser humano, normas estabelecidas no contexto do sistema
internacional limitam a ação do Estado. A tortura é regulamentada por
uma convenção da ONU contra a tortura. Essa é a base para movimentos
sociais, coalizões de Estados e organizações não governamentais
buscarem enfrentar o problema.
Como cidadão do país, a tortura é uma questão para ser resolvida pelas
instâncias que organizam a relação entre Estado e sociedade dentro do
território soberano do Estado. Não há relação com regimes
internacionais.
Como cidadão sul-americano, o indivíduo está protegido apenas pelo
sistema interamericano de direitos humanos.
Como ser humano, normas estabelecidas no contexto do sistema
internacional limitam a ação do Estado. A tortura é regulamentada por
uma convenção da ONU contra a tortura. Essa é a base para movimentos
sociais, coalizões de Estados e organizações não governamentais
buscarem enfrentar o problema.
Essa é uma questão a ser negociada no âmbito do sistema ONU. Cada
caso de desrespeito aos direitos humanos gera novas normas a serem
negociadas.
Se o indivíduo for um estrangeiro, ele estará protegido pelo regime
internacional de direitos humanos desenvolvido para proteger os que
não são cidadãos.
Resposta: C
Comentário: A prática da tortura é expressamente proibida pela
Declaração Universal dos Direitos Humanos e qualquer governo ou agente
público que a realize está sujeito a sanções internacionais e punições em
cortes internacionais. Deste modo, ele pode tanto servir de motivador
ideológico para grupos organizados da sociedade civil, como a Anistia
Internacional, que buscam defender o respeito a estes princípios como
0,5 em 0,5 pontos
fundamentais para a sociedade, como pode servir para que agentes
públicos sejam responsabilizados, de modo a coibir a prática.
Pergunta 5
Resposta Selecionada: a. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e. 
Comentário
da resposta:
Observe a charge a seguir:
 
 
LATTUF, Carlos. 24 jan. 2011. Fonte: https://upload.wikimedia.org/wikipedia/commons/1/11/
Hosni_Mubarak_facing_the_Tunisia_domino_effect.png. Acesso em: 27 set. 2022.
 
A charge acima, de Carlos Latuff, indica um “efeito dominó” propiciado pela Primavera
Árabe e a consequente derrubada do ditador Hosni Mubarak no Egito. Esse efeito em
cadeia que marcou a onda de protestos nos países árabes iniciou-se:
Na Tunísia, com a derrubada de Zine El Abidine Ben Ali.
Na Tunísia, com a derrubada de Zine El Abidine Ben Ali.
Na Lígia, com a morte de Muammar al-Gaddafi.
Em Israel, com a independência da Palestina.
Na Síria, na guerra civil contra Bashar al-Assad.
No Iêmen, com a renúncia de All Abdullah Saleh.
Resposta: A
Comentário: A chamada Primavera Árabe faz referência ao conjunto de
revoluções contra ditaduras em países árabes no norte da África e no
Oriente Médio. A primeira dessas revoluções e que desencadeou as
demais ocorreu na Tunísia, quando Zine El Abidine Ben Ali foi deposto
depois de apenas um mês de protestos.
Pergunta 6
0,5 em 0,5 pontos
0,5 em 0,5 pontos
Resposta
Selecionada:
e. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
d.
e. 
Comentário
da resposta:
(ENEM, 2011) No mundo árabe, países governados há décadas por regimes políticos
centralizadores contabilizam metade da população com menos de 30 anos; desses, 56%
têm acesso à internet. Sentindo-se sem perspectivas de futuro e diante da estagnação da
economia, esses jovens incubam vírus sedentos por modernidade e democracia. Em
meados de dezembro, um tunisiano de 26 anos, vendedor de frutas, põe fogo no próprio
corpo em protesto por trabalho, justiça e liberdade. Uma série de manifestações eclode na
Tunísia e, como uma epidemia, o vírus libertário começa a se espalhar pelos países
vizinhos, derrubando em seguida o presidente do Egito, Hosni Mubarak. Sites e redes
sociais – como o Facebook e o Twitter – ajudaram a mobilizar manifestantes do norte da
África a ilhas do Golfo Pérsico.
Fonte: SEQUEIRA, C. D.; VILLAMÉA, L. A epidemia da Liberdade. Istoé Internacional. 2 mar.
2011.
Considerando os movimentos políticos mencionados no texto, o acesso à internet permitiu
aos jovens árabes:
Difundir ideias revolucionárias que mobilizaram a população.
Reforçar a atuação dos regimes políticos existentes.
Tomar conhecimento dos fatos sem se envolver.
Manter o distanciamento necessário à sua segurança.
Disseminar vírus capazes de destruir programas dos
computadores.
Difundir ideias revolucionárias que mobilizaram a população.
Resposta: E
Comentário: A questão do Enem, de caráter puramente interpretativo,
solicita a identificação da ligação entre o acesso à internet e as revoltas no
mundo árabe. No caso, essa relação fez-se pela rápida difusão de
informações, quando a revolta na Tunísia inspirou as demais. Assim, as
redes sociais permitiram a propagação de ideais revolucionários de
caráter mobilizador.
Pergunta 7
(ENEM, 2019) A Declaração Universal dos Direitos Humanos, adotada e proclamada pela
Assembleia Geral da ONU na Resolução 217-A, de 10 de dezembro de 1948, foi um
acontecimento histórico de grande relevância. Ao afirmar, pela primeira vez em escala
planetária, o papel dos direitos humanos na convivência coletiva, ela pode ser considerada
um evento inaugural de uma nova concepção de vida internacional.
 
Fonte: LAFER, C. Declaração Universal dos Direitos Humanos (1948). In: MAGNOLI, D. (Org.)
História da paz. São Paulo: Contexto, 2008.
0,5 em 0,5 pontos
Resposta Selecionada: b. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e. 
Comentário
da resposta:
A declaração citada no texto introduziu uma nova concepção nas relações internacionais ao
possibilitar a:
Defesa dos grupos vulneráveis.
Superação da soberania estatal.
Defesa dos grupos vulneráveis.
Redução da truculência belicista.
Impunidade dos atos criminosos.
Inibição dos choques civilizacionais.
Resposta: B
Comentário: Elaborada após a Segunda Guerra Mundial e o Holocausto, a
Declaração Universal dos Direitos Humanos traz como pilar a defesa dos
grupos vulneráveis, algo inédito na relação entre os países. Entre seus
pilares estão: a autodeterminação dos povos, a condenação da
escravidão e a defesa de grupos minoritários
Pergunta 8
Resposta
Selecionada:
a. 
Respostas: a. 
b. 
c.
(UERJ) Rússia e China rejeitam ameaça de guerra contra Irã.
A Rússia e a China manifestam sua inquietude com relação aos comentários do chanceler
francês, Bernard Kouchner, sobre a possibilidade de uma guerra contra o Irã. Kouchner
acusoua imprensa de “manipular” suas declarações. “Não quero que usem isso para dizer
que sou um militarista”, disse o chanceler, dias antes de os cinco membros permanentes do
Conselho de Segurança da ONU – França, China, Rússia, Reino Unido e Estados Unidos – se
reunirem para discutir possíveis novas sanções contra o Irã por causa de seu programa
nuclear.
(Adaptado de www.estadao.com.br, 18/09/2007).
O Conselho de Segurança da ONU pode aprovar deliberações obrigatórias para todos os
países-membros, inclusive a de intervenção militar, como ilustra a reportagem. Ele é
composto por quinze membros, sendo dez rotativos e cinco permanentes com poder de
veto.
A principal explicação para essa desigualdade de poder entre os países que compõem o
Conselho está ligada às características da:
Geopolítica mundial na época da criação do organismo.
Geopolítica mundial na época da criação do organismo.
Parceria militar entre as nações com cadeira cativa no órgão.
Convergência diplomática dos países com capacidade atômica.
0,5 em 0,5 pontos
d.
e. 
Comentário
da resposta:
Influência política das transnacionais no período da globalização.
Pelo Conselho ser o organismo mais democrático da ONU.
Resposta: A
Comentário: A organização do Conselho de Segurança da ONU aconteceu
logo depois do final da Segunda Guerra Mundial e prestigiou aqueles
países que saíram fortalecidos ou vencedores desse conflito: EUA, França,
Reino Unido e União Soviética (atualmente, a Rússia). Além deles, também
integrou a China, que exercia um importante e crescente papel
geopolítico.
Pergunta 9
Resposta
Selecionada:
b.
Respostas: a.
(ENADE, 2018) Se a ascensão dos partidos da classe trabalhadora foi um importante
subproduto da democratização, a ascensão do nacionalismo na política foi outro. O
nacionalismo, em si, evidentemente não era novo. Todavia, no período de 1880 a 1914, ele
avançou dramaticamente e seu conteúdo ideológico e político transformou-se. Seu próprio
vocabulário indica a significação desses anos. A palavra nacionalismo apareceu pela
primeira vez em fins do século XIX, para descrever grupos de ideólogos de direita na França
e na Itália, que brandiam entusiasticamente a bandeira nacional contra os estrangeiros, os
liberais e os socialistas, e a favor daquela expansão agressiva de seus próprios Estados, que
viria a ser tão característica de tais movimentos. A palavra nacionalismo, embora
originalmente descrevesse apenas uma versão de direita do fenômeno, provou ser mais
conveniente do que o desajeitado princípio de nacionalidade, que fora parte do vocabulário
da política europeia desde 1830; e assim veio a ser utilizada igualmente para todos os
movimentos que consideravam a causa nacional como de primordial importância política:
mais exatamente, para todos os que exigiam o direito à autodeterminação, ou seja, em
última análise, o direito de formar um Estado independente, destinado a algum grupo
nacionalmente definido. O número de tais movimentos ou, pelo menos, dos líderes que
afirmavam falar por eles, e sua significação política aumentariam de modo impressionante
nessa época.
(HOBSBAWM, E. A era dos impérios. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988).
 
Sobre a importância política do vocábulo nacionalismo e suas consequências, assinale a
opção correta.
A autodeterminação dos povos, no contexto pós-Primeira Guerra
Mundial, tornou-se um referencial dos movimentos de libertação
nacional e de contestação dos tradicionais impérios europeus na África e
na Ásia.
Os fenômenos da xenofobia e da superioridade do homem branco
estavam ausentes na fundamentação do discurso nacionalista das
potências europeias na expansão do imperialismo do século XIX.
0,5 em 0,5 pontos
b.
c.
d.
e.
Comentário
da resposta:
A autodeterminação dos povos, no contexto pós-Primeira Guerra
Mundial, tornou-se um referencial dos movimentos de libertação
nacional e de contestação dos tradicionais impérios europeus na África e
na Ásia.
A efervescência nacionalista do período pré-Primeira Guerra Mundial
pode ser associada ao crescimento dos movimentos revolucionários de
esquerda na Europa, que culminaram na Revolução Russa de 1917.
O ciclo de revoluções europeias, definido pelo autor do texto como Era
das Revoluções, significou a evolução político-ideológica dos
nacionalismos no século XVIII, servindo de base para a unificação italiana
e alemã.
A crise do Império Otomano ao longo do século XIX e a disputa pela
zona de influência desse império diminuíram os impulsos nacionalistas
da direita europeia e os movimentos de trabalhadores de esquerda no
período pré-Primeira Guerra Mundial.
Resposta: B.
Comentário: A autodeterminação dos povos, no contexto pós-Primeira
Guerra Mundial, tornou-se um referencial dos movimentos de libertação
nacional e de contestação dos tradicionais impérios europeus na África e
na Ásia. O nacionalismo é uma tese ideológica, surgida após a Revolução
Francesa. Em sentido estrito, seria um sentimento de valorização do qual
foi marcado pela aproximação e a identificação com uma nação. O
nacionalismo é a ideologia fundamental da terceira fase da história, a fase
industrial, quando os estados nacionais se tornaram a forma da
organização político-cultural.
Pergunta 10
I. A ênfase à chamada “guerra ao terror” na agenda internacional
envolveu políticas de combate à lavagem de dinheiro em paraísos
fiscais.
II. Nos termos da Escola de Copenhague, a “securitização” do
fenômeno do terrorismo permite ações de intervenção em Estados
soberanos.
(ENADE, 2012) Os ataques aos Estados Unidos da América, em setembro de 2001, tiveram
impacto na agenda de segurança internacional. Devido a sua natureza e características
singulares em um contexto de globalização – mobilidade de capital, mobilidade de pessoas,
constituição de redes transnacionais –, tais ataques desafiam algumas concepções
anteriormente em voga a respeito do ordenamento das relações internacionais. A respeito
desse tema, avalie as afirmações abaixo.
 
0,5 em 0,5 pontos
Quinta-feira, 27 de Fevereiro de 2025 17h12min38s GMT-03:00
Resposta Selecionada: a. 
Respostas: a. 
b. 
c. 
d. 
e. 
Comentário
da resposta:
III. O fato de vários países concordarem que o terrorismo é um
problema real sugere que a definição do termo é inequívoca.
IV. Na “luta contra o terror”, as ações de combate ao terrorismo são
centradas em atores transnacionais.
É correto o que se afirma em:
I e II, apenas.
I e II, apenas.
II e IV, apenas.
III e IV, apenas.
I, II e III, apenas.
I, III e IV, apenas.
Resposta: A
Comentário: A afirmativa I está correta, uma vez que, após os atentados
terroristas de 11 de setembro de 2001 nos EUA, realizados pela rede Al
Qaeda, de Osama Bin Laden, ficou evidenciada a necessidade de um maior
e mais amplo monitoramento da origem dos recursos financeiros obtidos
pelas organizações terroristas internacionais. Isso porque tais recursos
representam a força vital para manter esses grupos atuantes, sendo um
fator determinante para a amplitude de suas ações.
A afirmativa II também está correta, pois, de acordo com a Escola de
Copenhague, a securitização seria uma forma extrema da politização,
sendo que qualquer assunto passa de não politizado (ou seja, o Estado não
discute e não busca lidar com o tema) para politizado, havendo a
construção de debates e políticas públicas para se aferir uma resolução
para a questão proposta. Transpondo essa análise para o cenário político
dos Estados Unidos pós 11 de setembro, é visível como o governo norte-
americano apresentou o terrorismo como uma ameaça existencial e fez
uso da securitização para justificar as guerras preventivas empreendidas
no Oriente Médio.
A afirmativa III está errada, porque o terrorismo, como uma ameaça
emergencial após os ataques de 2001 e as suas relações com as
percepções de ameaça no cenário internacional, dizem respeito
especialmente aos Estados Unidos e a alguns países da Europa, como a
Inglaterra, que também sofreram ataques da mesma origem e natureza
dos EUA, deixando inclusive vítimas.
A afirmativaIV está errada, uma vez que a “luta contra o terror” teve o
Estado, especialmente o estadunidense, como agente da ação de combate
ao terrorismo.
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