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Proteção contra ruídos e uso de EPIs 2025 UNIVERSIDADE FEDERAL DO PARÁ GRADUAÇÃO EM ENGENHARIA MECÂNICA PREVENÇÃO DE ACIDENTES NO TRABALHO 2 Organização da Apresentação • Introdução • O fenômeno acústico • Os limites da audição • Classificação e Medição • Medidas de prevenção • Equipamento de Proteção Individual • Classificação dos EPI’s • Obrigações definidas na NR06 • Referências 3 4 Introdução • Os sons são parte de nossa vida. 5 Introdução • Som x ruído: 6 Introdução • Som x ruído: • Ruído: som indesejável. • Som desejável. 7 Introdução • É possível estabelecer um consenso de quando os sons são indesejáveis para todos, ou seja, de quando haverá ruído? • R – Sim. Quando passarem a ser agressivos em termos da incapacidade orgânica do ser humano para suportar o barulho, podendo trazer prejuízos à saúde. 8 Introdução • Quando não for possível agir tecnicamente sobre a fonte, por meio de isolamento ou correção e não existirem medidas administrativas cabíveis, resta apenas proteger àqueles cuja atividade os leve a estar próximos de um local ruidoso por meio de medidas de proteção. 9 Introdução • Para entender melhor essas opções, serão discutidos os seguintes tópicos: • O fenômeno acústico • Os limites da audição • Classificação e Medição • Medidas de prevenção 10 11 O fenômeno acústico • O som advém do choque entre moléculas. • Moléculas em repouso e em movimento browniano forçado: • As partículas se movem em trajetórias aleatórias e mudam de direção e velocidade a todo momento 12 O fenômeno acústico • Assim, todo som advém de uma vibração que provoca, no meio em que se insere, uma onda de pressão. Em termos simplificados, pode-se dizer que, se algo vibra, produz um som, mesmo que seja inaudível. 13 Intensidade sonora • Vamos imaginar que um vibrador molecular agitará uma haste movimentadora de moléculas, executando um movimento definido de forma constante e controlada em um tubo cilíndrico. 14 Intensidade sonora Valores dessa curva são denominados intensidade sonora 15 Intensidade sonora • Se supormos que todas as moléculas são expulsas do interior do tubo: 16 Intensidade sonora • Em suma, um fenômeno acústico é um evento de pressão (a energia decorrente das colisões nas áreas mais concentradas), de natureza ondulatória (que se mede por amplitude e frequência). • Na vida real, porém dificilmente são encontrados sons puros. • O que se tem é uma mistura de variados sons, fortemente agudos, entremeados com tonalidades graves estremecedoras, compostos de diversos outros sons médios. 17 18 Os limites da audição • A intensidade do som é medida em decibel – dB. • Para que o som não coloque em risco a integridade do trabalhador, as intensidades e frequências têm valores máximos e mínimos, que formam o assim chamado campo auditivo. 19 Os limites da audição 20 Consequências Surdez temporária ou permanente • Temporário, reversível ou permanente • Acima de 85 dB • Frequência, intensidade, tempo de exposição • Efeito cumulativo Influência do ruído no desempenho • Estresse e fadiga • Comunicação verbal • Concentração mental, velocidade ou precisão dos movimentos • A influência pode variar com a frequência, intensidade, duração, timbre, nível de pico, horário, etc. 21 Limites toleráveis Tempo de exposição • Nível de ruído • Frequência 22 Limites toleráveis Tempo de exposição • Nível de ruído • Frequência Nível de ruído contínuo dB(A) Exposição máxima permissível por dia 85 8h 90 4h 100 1h 105 30 min 110 15 min 115 7 min NR 15 23 Os limites da audição • Como para todos os sentidos, tem-se uma progressiva perda de audição de acordo com a idade. • Se essa perda for combinada com a perda auditiva de natureza profissional, surge um quadro gravíssimo de saúde do trabalhador. 24 Os limites da audição • Perda de audição com a idade: 25 Os limites da audição • Audiometria realizada com pessoas que permaneceram por longo tempo em um ambiente ruidoso: 27 Os limites da audição • Assim que a audição se perde paulatinamente, vários problemas profissionais e sociais surgem: a comunicação fica prejudicada, há perda de atenção, de memória. • Como é progressiva e imperceptível, muitas vezes nem os próprios familiares se dão conta da lesão, mas se queixam das alterações comportamentais de seu familiar em processo de surdez. A seguir são mostrados mais alguns efeitos do ruído no indivíduo. 28 Efeitos diretos e indiretos da exposição 29 30 Classificação • Nos ambientes de trabalho é encontrada uma superposição de sons e ruídos de naturezas e origens diversas, alguns de fontes distantes, outros de origem mais próxima ao lugar da audição, todos eles com as características de sons complexos. • Além disso, possuem intensidades e duração variadas, podendo ser irregulares ou constantes. 31 Classificação Tipos de ruídos • Longa duração • Curta duração • Curtíssima duração Longa duração • Contínuos • Queda de desempenho – acima de 85dB • Aumento dos erros 32 Classificação Curta duração • 1 ou 2 min • Queda de desempenho no início e final do ruído • Intermitência leva a alterações do desempenho 33 Classificação Curtíssima duração • Impacto • Prejudiciais – 110 a 135 dB • Dificuldade de adaptação do organismo 34 Medição • Como fazer para lidar com tamanha diversidade? • R – Pode-se calcular o nível médio de pressão sonora por meio do ruído equivalente (Leq). • Para isso, utiliza-se um decibelímetro para estimar sua intensidade média em um intervalo de tempo que se desejar fixar. • Esse aparelho pode, mediante o uso de filtros de bandas de oitava, informar sobre a intensidade de frequências dentro de uma faixa. 35 Medição • Normalmente, o limite inferior da faixa correspondente a voz humana (500 Hz) é escolhido para a tipificação da intensidade. • Exemplo de decibelímetro e perfil sonoro obtido com o aparelho: 36 Medição • Nível recomendado de ruído em alguns ambientes típicos (NBR 10152): 37 Medição • Obviamente, o levantamento de ruídos é uma atividade técnica que deverá ser realizada por profissional capacitado, empregando equipamento calibrado e com certificação desta calibração, para que tenha valor legal. 38 39 Medidas de prevenção • As linhas de defesa do trabalhador: 40 Ações sobre a fonte • Em teoria, a maneira de evitar a produção de ruídos é eliminar os processos vibratórios em suas origens. • Aplicando esta teoria na prática, busca-se fazer um criterioso e aprofundado processo de manutenção preventiva, examinando cada equipamento e cada instrumento de trabalho no sentido de eliminar atritos e vibrações. • A produção de ruídos é dificilmente eliminada do ambiente industrial, mas seus níveis podem ser reduzidos com certas medidas de manutenção. 41 42 Ações sobre a fonte • O uso de amortecedores: 43 Ações sobre a fonte • Muitas operações de eliminação de ruídos são simplesmente inviáveis do ponto de vista financeiro, seja porque se trataria de uma reinstalação total de um ativo, seja porque implicaria uma mudança de maquinário impensável ou tecnicamente impossível numa dada conjuntura. • Tal questão deve ser examinada com o bom-senso típico de engenharia. Normalmente, uma apreciação custo-benefício é a melhor forma de encaminhar esse debate. 44 Isolamento da fonte • Este tipo de providência é a modalidade mais frequente. • A seguir são mostrados vários exemplos de sistema de enclausuramento de máquinas e dispositivos ruidosos inteiramente desenvolvidos no Brasil. 45 Isolamento da fonte • Projetos das empresas: Ruidomenor (SP); Isar (SP)e Prasecta (RS), respectivamente 46 Isolamento da fonte • O isolamento acústico se obtém pelo emprego de materiais adequados para as paredes do ambiente ou do equipamento enclausurado. • O comportamento acústico de um material varia de acordo com a faixa de frequência a que está exposto. • A seguir são exibidos valores normalizados de isolamento acústico (NBR 12179) para vários materiais. 47 48 Controle da trajetória • É possível estabelecer um grupo de ações que funcionam como um direcionamento das ondas sonoras para lugares onde sejam de menor efeito deletério. • Alguns exemplos são mencionados a seguir. 49 Controle da trajetória 1. Estabelecer um distanciamento físico entre a fonte e o receptor; 2. Isolamento parcial por meio de biombos acústicos, por exemplo; 3. Condução geométrica do som por meio de refletores/condutores de sons. 50 Correção arquitetônica de ambientes • Recorre-se a correção acústica, que busca o estabelecimento do tempo ótimo de reverberação, segundo a metodologia preconizada pela NBR 10151. • A reverberação é o efeito combinado da fonte primária com as secundárias. Num recinto fechado, a intensidade do som produz a superposição de ondas sonoras diretas e indiretas. 51 Correção arquitetônica de ambientes • O tratamento dos efeitos de reverberação consiste no isolamento da fonte e do revestimento das paredes com materiais que reduzam e controlem a intensidade das fontes secundárias. • Esses materiais apresentam faixas de desempenho acústico normalizado por faixas de frequência, pois em geral as características de cada um não são uniformes. • Assim, existem materiais mais adequados para absorção em frequências mais baixas (som grave), assim como existem materiais cuja performance é mais notável na faixa de frequências mais altas (som agudo). 52 Proteção • As ações finais compreendem as proteções individuais e o treinamento da força de trabalho no que tange aos riscos e medidas de proteção, visando evitar exposições desnecessárias. 54 55 Equipamento de Proteção Individual • Considera-se Equipamento de Proteção Individual (EPI) todo dispositivo ou produto, de uso individual, utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. 56 Equipamento Conjugado de Proteção Individual • É todo aquele composto de vários dispositivos que o fabricante tenha associado contra um ou mais riscos que possam ocorrer simultaneamente e que sejam suscetíveis de ameaçar a segurança e a saúde no trabalho. 57 Equipamento de Proteção Individual • Os EPI’s não previnem os acidentes, mas evitam lesões ou atenuam a sua gravidade, protegendo o organismo do trabalhador contra acidentes e a agressividade de substâncias ou agentes que provocam doenças ocupacionais. 58 Os passos para definir os EPI’s 1. Avaliação dos riscos; 2. Avaliado e caracterizado o risco, este deve ser encarado em sua origem, tentando-se eliminá-lo ou minimizá-lo; 3. Persistindo a situação de risco, recorre- se as proteções coletivas; 4. Por fim, seleção médica de pessoal qualificado, limitação da exposição ao risco, indicação do EPI adequado etc. 59 Quando usar EPI’s? • a) sempre que as medidas de ordem geral não oferecerem completa proteção ao trabalhador contra as consequências dos riscos de acidentes de trabalho ou de doenças profissionais e de trabalho; • b) enquanto as medidas de proteção coletiva estiverem sendo implantadas; • c) para atender a situações de emergência. 60 Quem define os EPI’s? • A NR06 estabelece que a seleção do EPI deve ser realizada pela organização com a participação do Serviço Especializado em Engenharia de Segurança e em Medicina do Trabalho - SESMT, quando houver, após ouvidos empregados usuários e a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes e de Assédio - CIPA ou nomeado. 61 Como escolher os EPI’s? • Para indicar o EPI adequado, torna-se necessário conhecimento técnico sobre como proceder para escolher corretamente o tipo e o modelo que reúnam segurança, para neutralizar a agressividade do risco e o conforto para o usuário. • Por isso acaba sendo imprescindível conduzir o processo de avaliação de riscos previamente. 62 Aspectos educacionais • Os trabalhadores devem possuir a consciência da finalidade, da importância e das maneiras corretas de uso e de conservação. • Todos estes itens devem ficar bem claros e devidamente demonstrados aos trabalhadores por meio de treinamento e palestras contínuas. 63 Aspectos educacionais • Quando do fornecimento de EPI, a organização deve assegurar a prestação de informações, observadas as recomendações do manual de instruções fornecidas pelo fabricante ou importador do EPI, em especial sobre: • a) descrição do equipamento e seus componentes; • b) risco ocupacional contra o qual o EPI oferece proteção; • c) restrições e limitações de proteção; • d) forma adequada de uso e ajuste; • e) manutenção e substituição; e • f) cuidados de limpeza, higienização, guarda e conservação. 64 Aspectos educacionais • Antes de fornecer o EPI ao trabalhador, a empresa deve fazer um trabalho de conscientização sobre os motivos que justificam o uso do equipamento e a sua real utilidade. • A finalidade dessa conscientização é estabelecer uma condição psicológica positiva em relação à utilização do equipamento pelo trabalhador, como algo intrínseco à sua atividade. Acidentes de trabalho Lesões Corporais Doenças Ocupacionais Multas Prejuízos Financeiros Responsabilidade Civil e Criminal Demissões voluntárias e desmotivação 65 66 Classificação • EPI para proteção da cabeça • EPI para proteção dos olhos e face • EPI para proteção auditiva • EPI para proteção respiratória • EPI para proteção do tronco • EPI para proteção dos membros superiores • EPI para proteção dos membros inferiores • EPI para proteção do corpo inteiro • EPI para proteção contra quedas com diferença de nível 67 Proteção da cabeça • Capacete de segurança para proteção contra impactos de objetos sobre o crânio. • Capacete de segurança para proteção contra choques elétricos. • Capacete de segurança para proteção do crânio e face contra riscos provenientes de fontes geradoras de calor nos trabalhos de combate a incêndio. 68 Proteção da cabeça • Capuz de segurança para proteção do crânio e pescoço contra riscos de origem térmica. • Capuz de segurança para proteção do crânio e pescoço contra respingos de produtos químicos. • Capuz de segurança para proteção do crânio em trabalhos onde haja risco de contato com partes giratórias ou móveis de máquinas. 69 Proteção dos olhos e face • Óculos e protetores faciais para: • proteção dos olhos contra impactos de partículas volantes. • proteção dos olhos contra luminosidade intensa. • proteção dos olhos contra radiação ultravioleta. • proteção dos olhos contra radiação infravermelha. 70 Proteção dos olhos e face • Máscara de solda de segurança para: • proteção dos olhos contra impactos de partículas volantes. • proteção dos olhos contra luminosidade intensa. • proteção dos olhos contra radiação ultravioleta. • proteção dos olhos contra radiação infravermelha. 71 Proteção auditiva • Protetor auditivo: • circum-auricular • de inserção • semiauricular 72 Proteção respiratória • Respirador purificador de ar para proteção das vias respiratórias contra: • poeiras, névoas, fumos e radionuclídeos. • Partículas e gases emanados de produtos químicos. 73 Proteção respiratória • Respirador purificador de ar motorizado para proteção das vias respiratórias contra poeiras, névoas, fumos e radionuclídeos. • Respirador de adução de ar tipo linha de ar comprimido para proteçãodas vias respiratórias em atmosferas com concentração Imediatamente Perigosa à Vida e à Saúde e em ambientes confinados. 74 Proteção respiratória • Máscara autônoma de circuito aberto ou fechado para proteção das vias respiratórias em atmosferas com concentração Imediatamente Perigosa à Vida e à Saúde e em ambientes confinados. • Respirador de fuga para proteção das vias respiratórias contra agentes químicos em condições de escape de atmosferas Imediatamente Perigosas à Vida e à Saúde ou com concentração de oxigênio menor que 18% em volume. 75 Proteção para tronco • Vestimentas de segurança que ofereçam proteção ao tronco contra riscos de origem térmica, mecânica, química, radioativa e meteorológica e umidade proveniente de operações com uso de água. • Colete à prova de balas para proteção do tronco contra riscos de origem mecânica. 76 Proteção para membros superiores • Luvas contra: • agentes abrasivos e escoriantes. • agentes cortantes e perfurantes. • choques elétricos. • agentes térmicos. • agentes biológicos. • agentes químicos. • vibrações. • radiações ionizantes. 77 Proteção para membros superiores • Mangas contra: • agentes abrasivos e escoriantes. • agentes cortantes e perfurantes. • choques elétricos. • agentes térmicos. • agentes biológicos. • agentes químicos. 78 Proteção para membros inferiores • Calçados contra: • impactos de quedas. • agentes cortantes e perfurantes. • choques elétricos. • agentes térmicos. • umidade proveniente de operações com uso de água. • agentes químicos. 79 Proteção para membros inferiores • Perneiras contra: • impactos de quedas. • agentes cortantes e perfurantes. • choques elétricos. • agentes térmicos. • umidade proveniente de operações com uso de água. • agentes químicos. 80 Proteção do corpo inteiro • Macacão de segurança • Conjunto de segurança, formado por calça e blusão ou jaqueta ou paletó • Vestimenta de segurança para proteção de todo o corpo 81 Proteção contra quedas com diferença de nível • Dispositivo trava-queda. • Cinturão de segurança para proteção do usuário contra riscos de queda em trabalhos em altura. 82 83 Cabe ao empregador a) Adquirir o EPI adequado ao risco de cada atividade. b) Exigir seu uso. c) Fornecer ao trabalhador somente o EPI aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho. d) Orientar e treinar o trabalhador sobre o uso adequado, guarda e conservação do EPI. e) Substituir imediatamente o EPI quando danificado ou extraviado. f) Responsabilizar-se pela higienização e manutenção periódica do EPI. g) Comunicar ao Ministério do Trabalho e Emprego qualquer irregularidade observada no equipamento. 84 Cabe ao empregado a) Usar o EPI apenas para a finalidade a que se destina. b) Responsabilizar-se pela guarda e conservação do EPI. c) Comunicar ao empregador qualquer alteração que torne o EPI impróprio para uso. d) Cumprir as determinações do empregador sobre o uso adequado do EPI. 85 Cabe ao fabricante nacional e ao importador a) Cadastrar-se junto ao órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho. b) Solicitar a emissão do Certificado de Aprovação (CA). c) Solicitar a renovação do CA quando vencido o prazo de validade estipulado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho. d) Requerer novo CA quando houver alteração das especificações do equipamento aprovado. e) Responsabilizar-se pela manutenção da qualidade do EPI que deu origem ao CA. 86 Cabe ao fabricante nacional e ao importador f) Comercializar ou colocar à venda somente EPI portador de CA. g) Comunicar ao órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho quaisquer alterações dos dados cadastrais fornecidos. h) Comercializar o EPI com instruções técnicas no idioma nacional, orientando sua utilização, manutenção, restrição e demais referências ao seu uso. i) Fazer constar do EPI em caracteres indeléveis, o número do lote de fabricação, o nome comercial da empresa fabricante e o número do CA. 87 Cabe ao Ministério do Trabalho e do Emprego a) Cadastrar o fabricante ou o importador do EPI. b) Receber e examinar a documentação para emitir ou renovar o CA do EPI. c) Estabelecer, quando necessário, os regulamentos técnicos para ensaios do EPI. d) Emitir ou renovar o CA e o cadastro de fabricante ou importador. e) Fiscalizar a qualidade do EPI. f) Suspender o cadastro da empresa fabricante ou importadora e cancelar o CA. 88 89 1. Ubirajara Matos, Francisco Másculo (orgs.) Higiene e Segurança do Trabalho. Elsevier, 2011. 2. https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e- saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs Referências https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrshttps://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs https://www.gov.br/trabalho-e-emprego/pt-br/assuntos/inspecao-do-trabalho/seguranca-e-saude-no-trabalho/ctpp-nrs/normas-regulamentadoras-nrs 90