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Profª Enfª Keilane Hipólito 
Curso Prático 
 
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Injetáveis 
Dependendo da composição, os medicamentos injetáveis podem 
possuir uma ação mais rápida, mais duradoura ou mais localizada do que 
os medicamentos orais, propriedades essas que são essenciais em 
diversos momentos da medicina, seja durante uma emergência médica 
ou uma pequena cirurgia. 
 
Como escolher a agulha? 
As agulhas são classificadas quanto ao diâmetro e ao comprimento e a 
partir dessas medidas sua função é determinada. 
 
Como o medicamento deve ser preparado? 
Antes de começar a preparação verifique o aspecto do produto, 
notando quaisquer alterações de cor, precipitados e fragmentos de vidro 
ou de rolhas que possam estar no medicamento devido a erros de 
fabricação ou de armazenamento. Uma vez que esses aspectos são 
checados, o medicamento deve ser preparado de acordo com as 
instruções do fabricante, sendo comum a necessidade de diluir o 
medicamento. 
 
Onde é possível injetar o medicamento? 
Os medicamentos injetáveis intramusculares, intravenosos, intradérmicos 
representam as vias de administração mais comuns. Mas eles podem ser 
intratecais, intraósseos e até intraarticulares. 
 
Como diferenciar essas vias na hora da aplicação? 
Todo ano diversas mortes ocorrem pela administração de medicamentos 
pela via errada, com medicamentos intramusculares, com dosagens 
altas de liberação lenta, sendo aplicados diretamente na veia por 
exemplo. Por isso, é sempre muito importante ter certeza de qual a via 
adequada para aquele medicamento. 
O jeito mais fácil de diferenciar a injeção intramuscular da subcutânea é 
o ângulo de aplicação. Na intramuscular a injeção deve estar 
perpendicular à pele, penetrando profundamente o tecido. Já a 
intradérmica é feita com a injeção quase paralela à pele, bem 
superficial, atingindo apenas o tecido subcutâneo. 
 
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A intravenosa deve considerar a anatomia dos vasos e a distribuição das 
veias. Para se certificar basta puxar o êmbolo da injeção antes de aplicar 
o medicamento. Se isso provoca a mistura de sangue com o 
medicamento, indica que a agulha está dentro do vaso e o 
medicamento pode ser aplicado. 
Após a aplicação, é só pressionar o local com um algodão por alguns 
minutos, favorecendo a coagulação e descartar a agulha, sem 
reemcapá-la, no local destinado a objetos pérfuro-cortantes. 
É claro que é só com muita prática que você se tornará um expert em 
aplicar medicamentos injetáveis, mas o conhecimento teórico também 
é essencial. 
 
Injeção Intramuscular 
A injeção intramuscular pode ser aplicada no glúteo, no braço ou na 
coxa, e serve para administrar vacinas ou remédios 
Para aplicar uma injeção intramuscular deve-se seguir os seguintes 
passos: 
1. Posicionar a pessoa de acordo com o local de aplicação da 
injeção, por exemplo, se for no braço, deve estar sentada, 
enquanto se for no glúteo, deve estar deitada de barriga para 
baixo ou de lado; 
2. Aspirar o remédio para a seringa esterilizada, com a ajuda de uma 
agulha também esterilizada; 
3. Passar uma gaze com álcool na pele do local de aplicação da 
injeção; 
4. Fazer uma prega na pele com o polegar e o indicador, no caso do 
braço ou da coxa. Não é necessário fazer a prega no caso do 
glúteo; 
5. Inserir a agulha num ângulo de 90º, mantendo a prega. No caso 
da aplicação da injeção no glúteo, deve-se inserir primeiro a 
agulha e só depois juntar a seringa; 
6. Empurrar o êmbolo da seringa lentamente enquanto se mantém a 
prega na pele; 
7. Remover a injeção, desfazer a prega na pele e pressionar com 
uma gaze limpa durante 30 segundos; 
8. Colocar um band-aid no local da aplicação da injeção. 
Se ao aplicar a injeção surgir sangue na seringa deve-se retirá-la e voltar 
a inseri-la um pouco mais ao lado, pois a presença de sangue indica que 
 
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um vaso sanguíneo foi atingido e que a injeção não será feita no 
músculo. 
As injeções intramusculares, especialmente em bebês ou crianças 
pequenas, só devem ser aplicadas por um enfermeiro ou farmacêutico 
treinados para evitar complicações graves, como infeção, abcesso ou 
paralisia. 
Como escolher o melhor local 
A injeção intramuscular pode ser aplicada no glúteo, no braço ou na 
coxa, dependendo do tipo de medicamento e da quantidade a 
administrar: 
1. Injeção no glúteo 
Para saber qual o local exato da aplicação da 
injeção intramuscular no glúteo deve-se dividir 
o glúteo em 4 partes iguais e colocar 3 dedos, 
na diagonal, no quadrante superior direito, 
junto à interseção das linhas imaginárias, 
como mostra a primeira imagem. Desta forma 
é possível evitar ferir o nervo ciático que pode 
causar paralisia. 
 
 
 
2. Injeção no braço 
O local da injeção intramuscular no braço é o 
triângulo assinalado na imagem: 
 
 
 
 
3. Injeção na coxa 
Para a injeção na coxa, o local de aplicação 
situa-se na parte lateral externa, um palmo 
acima do joelho e um palmo abaixo do osso 
da coxa, como mostra a imagem: 
 
 
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O que acontece se a injeção for mal aplicada? 
A injeção intramuscular mal aplicada pode causar: 
➢ Dor intensa e endurecimento do local da injeção; 
➢ Vermelhidão da pele; 
➢ Diminuição da sensibilidade no local da aplicação; 
➢ Inchaço na pele no local da injeção; 
➢ Paralisia ou necrose, que é a morte do músculo. 
Desta forma, é muito importante que a injeção seja aplicada, de 
preferência, por um enfermeiro ou farmacêutico treinado, de forma a 
evitar estas complicações que, em casos graves, podem colocar em 
perigo a vida da pessoa. 
Administração de Medicamentos por via Subcutânea 
Na administração subcutânea (SC), é injetada pequena quantidade de 
medicamento líquido (0,5 a 1,0 ml) no tecido subcutâneo abaixo da pele 
do paciente. Indicada para administrar anticoagulantes (heparina, 
clexane), hipoglicemiantes (insulina) e vacinas (antirrábica e anti-
sarampo). O medicamento é absorvido lentamente para dentro dos 
capilares próximos, conferindo efeito prolongado do medicamento. 
Vantagens: 
➢ Provoca pouco trauma tecidual; 
➢ Baixo risco de atingir vasos sanguíneos e nervos. 
Contra indicação: 
➢ Nas áreas que estejam inflamadas, edemaciadas, endurecidas, 
cicatrizadas ou cobertas por uma mancha, marca de nascença 
ou outra lesão; 
➢ Não administrar quando a pele ou tecido subjacente estiver muito 
adiposo; 
➢ Pacientes com coagulação comprometida como doença 
vascular oclusiva e má perfusão – retarda a absorção. 
Locais recomendados para aplicação: 
➢ Face externa do antebraço; 
➢ Face externa ou anterior da coxa; 
➢ Parede abdominal; 
➢ Introduzir apenas 2/3 da agulha em pacientes magros. 
Agulhas utilizadas: 
➢ Aspiração 25 x 7 ou 25 x 8; 
➢ Aplicação 13 x 3,8, 13 x 4,5 ou 10 x 5. 
 
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Angulações da agulha: 
➢ Indivíduos magros: ângulo de 30°; 
➢ Indivíduos normais: ângulo de 45°; 
➢ Indivíduos obesos: ângulo de 90º. 
Executando a técnica - Providenciar: 
➢ O medicamento preparado com uma seringa apropriada; 
➢ Uma agulha de tamanho apropriado; 
➢ Luvas; 
➢ Duas compressas de gaze com álcool. 
 
 
 
 
 
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Administração de Medicamentos por Via Intradérmica (ID) 
O medicamento é aplicado entre a derme e a epiderme e sofre pouca 
absorção sistêmica. Por esta via é utilizado pequenos volumes (0,5 ml ou 
menos), para processos que envolvem reações imunológicas (exemplo: 
testes de sensibilidade ou alergia e tuberculose), aplicação de vacinas e 
anestésico local. 
Locais mais comuns para injeção ID: 
➢ Parte ventral do antebraço e ventral superior do tórax; 
➢ Parte superior das costas; 
➢ Parte superior dorsal dos braços. 
Executando a ação: 
➢ Verifique a prescrição médica; 
➢ Lave as mãos; 
➢ Explique o procedimento ao paciente, e permaneça por perto 
durante cerca de 30 minutos depois da injeção, para o caso de 
apresentar uma reação alérgica grave; 
➢ Escolha o local de injeção; 
➢ Para usar a parte ventral do antebraço, faça com queo paciente 
se sente e estenda um braço. Certifique-se de que o braço esteja 
apoiado; 
➢ Calce as luvas, em seguida, embeba a compressa com álcool e 
limpe a parte ventral do antebraço em uma área 2 a 3 dedos distal 
 
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ao espaço antecubital. Avalie se o local está livre de pelos e 
manchas. Deixe a pele secar naturalmente; 
➢ Segure o antebraço do paciente com a mão não-dominante e 
estique a pele; 
➢ Com a mão dominante, segure a agulha em um ângulo de 10 a 15 
graus com o braço do paciente, com o bisel da agulha voltado 
para cima; 
➢ Introduza a agulha por cerca de 3 mm abaixo da epiderme. Pare 
quando a extremidade do bisel estiver sob a pele; 
➢ Injete suavemente o antígeno. Você deve sentir alguma resistência 
e ver a formação de uma pápula, conforme mostra a figura; 
➢ Retire a agulha no mesmo ângulo em que a inseriu; 
➢ Atenção: Quando não se forma pápula, é provável que você 
tenha injetado o antígeno em um local muito profundo. Ministre 
outra dose pelo menos a 5 cm do primeiro local; 
➢ Quando você está administrando mais de uma injeção ID, espace-
as com um intervalo de cerca de 5 cm; 
➢ Faça um círculo e rotule cada local do teste com uma caneta 
marcadora, de modo que você possa rastrear a resposta a cada 
substância administrada; 
➢ Descarte as luvas, agulhas e seringas em local apropriado; 
➢ Anote o nome do medicamento ou antígeno administrado, a 
quantidade administrada, o local ou locais utilizados, e a resposta 
do paciente. Ao registrar os resultados do teste, faça-o para cada 
local de injeção. Notifique imediatamente ao médico quando 
ocorre uma reação alérgica. 
 
Observações de Enfermagem: 
➢ Atenção: O paciente hipersensível ao antígeno do teste pode 
ter uma reação anafilática a ele. Deve-se estar preparado para 
realizar o procedimento de reanimação de emergência, 
preparar o material e deixar os medicamentos (exemplo: 
epinefrina) disponíveis, antecipadamente; 
➢ Não friccione o local depois que administrou uma injeção ID, 
pois, poderá irritar o tecido subjacente e alterar os resultados do 
teste; 
➢ Avalie a resposta do paciente ao teste cutâneo em 24 a 48 
horas; 
➢ Quando interpretar a resposta do paciente, tenha em mente 
que o eritema sem induração (uma área elevada e 
endurecida) não é significativo. Quando a área do teste estiver 
endurecida, meça o diâmetro em milímetros; 
 
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➢ A induração superior a 5 mm depois de um teste tuberculínico 
pode indicar resultado positivo. Após os testes alérgicos, a 
induração e o eritema superior a 3 mm podem indicar resultado 
positivo. Quanto maior for a área afetada, mais forte será a 
reação alérgica. 
Orientações ao paciente: 
➢ Que não retire os rótulos da pele até que o período de teste 
termine e não cubra os locais com bandagem; 
➢ não arranhar os locais de injeção; 
➢ quando sentir prurido, aplique compressas frias para 
amenizar; 
➢ não friccionar a área enquanto seca. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Via Tópica 
A medicação pode ser aplicada de forma Tópica, diretamente no 
local onde deverá agir: via dérmica, espalhada na pele; via ocular ou 
oftálmica, diretamente no globo ocular; via auricular ou otológica, na 
cavidade do ouvido; via nasal, através de gotas ou spray nasal 
diretamente no nariz; e vaginal e anal através de pomadas, cremes e 
clisteres medicamentosos, diretamente na cavidade. 
A via dérmica, pode ainda ser utilizada para aplicação de 
adesivos transdérmicos, cuja liberação do fármaco é feita de forma 
programada. Adesivos de nicotina são auxiliares no tratamento da 
dependência pelo tabaco (tabagismo), anticoncepcionais em forma de 
adesivos facilitam a administração, pois, depois de aderidos à pele, 
permanecem pelo período do ciclo menstrual liberando doses 
constantes dos hormônios, uma facilidade para quem esquece a pílula 
 
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com freqüência. Esses são apenas dois exemplos de adesivos 
transdérmicos medicamentosos disponíveis no mercado mas podemos 
encontrar analgésicos, antiinflamatórios, para tratamento de 
calosidades, tratamento de reposição de hormônios para a menopausa 
e até adesivos para o tratamento da Doença de Alzheimer. 
Medicamentos via endovenosa 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
A administração de medicamento por via endovenosa (EV) permite a 
aplicação de medicações diretamente na corrente sanguínea através 
de uma veia, obtendo assim resposta do pacientecliente imediata do 
medicamento. A administração pode variar desde uma única dose até 
uma infusão continua. 
Locais mais indicados para punção endovenosa 
➢ Região cefálica – utilizada com frequência na Pediatria, quando 
não há possibilidade de realizar a punção em região periférica. 
(veia temporal superficial, veia jugular externa e interna). 
 
 
 
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➢ Região dos membros superiores – área em que encontramos vários 
locais disponíveis para realizar a punção, como: veia cefálica, veia 
basílica, veia mediana do cotovelo, veias da fossa antecubital. A 
fossa cubital é veias periféricas de maior calibre e melhor 
visualização, bem utilizada em coleta de exames ou punções de 
emergências. 
 
 
 
 
 
 
 
 
➢ Região do dorso da mão – área em que encontramos veias 
superficiais de fácil acesso, porém atenção à punção de longa 
duração nesse local, pois pode limitar os movimentos: veia basílica, 
veia cefálica, veias metacarpianas dorsais. 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Vantagens: 
➢ Absorção rápida; 
➢ Rapidez e eficiência na absorção; 
➢ Administração de grandes volumes; 
➢ Administração de drogas que são contra-indicada nas demais vias; 
➢ Ministrar fluídos no pré, trans e pós-operatório; 
➢ Transfusões sanguíneas; 
 
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➢ Uso em emergências, quando o medicamento deve ser aplicado 
com rapidez, para efeito imediato; 
➢ Reposição hidroeletrolítica; 
➢ Amostra de sangue para exame laboratorial; 
➢ Esta via permite soluções hipertônicas, hipotônicas e isotônicas; 
➢ Ela não tolera drogas em suspensão, oleosas ou ar; 
➢ Injeção direta através de um acesso venoso; 
➢ Infusão intermitente por meio de um acesso secundário; 
➢ Indicada quando um medicamento deve ser aplicado como 
injeção em bollus, para que tenha efeito terapêutico; 
➢ Possibilita a manutenção do acesso venoso, em caso de reações 
adversas; 
➢ Usada com frequência para terapêutica medicamentosa 
aplicadas em curtos períodos, a intervalos variáveis; 
Desvantagens: 
➢ Se alguma droga for injetada por engano exerce efeito de 
imediato. Da mesma forma se o paciente for alérgico à substância, 
a repercussão será imediata e muitas vezes fulminante. 
➢ Risco potencial de infecção, pois cada aplicação rompe as 
defesas da pele íntegra. 
➢ Medicamentos administrados com muita rapidez, quando a 
velocidade do fluxo não for monitorada com o cuidado suficiente 
ou quando medicamentos incompatíveis forem misturados... 
Observações: 
➢ A utilização de luvas é obrigatória ao realizar punção venosa 
devido ao risco de extravasamento de sangue. 
➢ A medicação deve ser cristalina, não oleosa e não conter flocos 
em suspensão. 
➢ Retirar o ar da seringa. 
➢ Aplicar lentamente observando as reações do paciente. 
➢ Verificar se a agulha permanece no interior da veia durante todo 
o procedimento, puxando o êmbolo (retorna sangue); 
➢ Retirar a agulha na presença de hematoma e dor. A nova punção 
deverá ser em outro local, de preferência em outro membro. 
➢ Se o paciente possui veias calibrosas distendidas e facilmente 
visíveis, executar a punção sem colocar o garrote, para minimizar 
os riscos de formação de hematomas. 
➢ Em caso de hemofobia, pedir ao paciente que desvie o olhar da 
seringa. 
 
 
 
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Procedimento da punção periférica 
➢ Higienizar as mãos antes e após o procedimento; 
➢ Reunir o material para punção; 
➢ Explicar ao pacientecliente o que será realizado; 
➢ Deixar o pacientecliente em posição confortável com a área de 
punção apoiada; 
➢ Escolher o local da punção; 
➢ Calçar luvade procedimento; 
➢ Garrotear o local para melhor visualização da veia; 
➢ Realizar antissepsia do local; 
➢ Realizar a punção com o cateter escolhido, sempre com o bisel 
voltado para cima, introduzir a agulha no ângulo de 45º; 
➢ Após a punção, realizar fixação adequada com adesivo 
disponível; 
➢ Identificar o adesivo com data, nome do profissional que realizou 
a punção e hora, para controle de uma nova punção ou troca da 
fixação do cateter; 
➢ Reunir o material e organizar o ambiente; 
➢ Realizar higiene das mãos e anotação de enfermagem do 
procedimento, descrevendo local e intercorrências. 
 
 Vamos praticar! 
 
Tenham todos um excelente aproveitamento deste curso! 
Profª Enfª Keilane Hipólito

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