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2 UNIVERSIDADE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE CENTRO DE CIÊNCIAS DA SAÚDE DEPARTAMENTO DE SAÚDE COLETIVA CURSO DE GRADUAÇÃO EM SAÚDE COLETIVA SULAMITA PEREIRA DA SILVA LIMA POLÍTICAS DE DROGAS NO BRASIL: da Guerra às drogas à Redução de Danos NATAL - RN NOVEMBRO/2022 SULAMITA PEREIRA DA SILVA LIMA POLÍTICAS DE DROGAS NO BRASIL: da Guerra às drogas à Redução de Danos Trabalho realizado para fins de avaliação da disciplina Saúde Mental em Saúde Coletiva por orientação da prof. Isa M. Hetzel de Macedo/Maurício R.C de Macedo NATAL - RN NOVEMBRO/2022 RESUMO Palavras chaves: SUMÁRIO 1. INTRODUÇÃO 5 2. REFERENCIAL TEÓRICO 6 2.1. Modelo biomédico 6 3. CONCLUSÕES 6 REFERÊCIAS 7 1. INTRODUÇÃO O uso de drogas não é um acontecimento considerado como novo na nossa sociedade moderna. Passa de um evento que vem sendo realizado a milhares de anos, por inúmeras razões seja para uso cultural, religioso e outras formas, de acordo com a evolução da humanidade (MACHADO, BOARINE, 2013). A partir da Revolução Industrial as técnicas de aperfeiçoamento de tecnologias aprimoraram algumas drogas principalmente o álcool, considerada a droga mais consumida. Consequentemente a partir dessas evoluções houve o agravamento sobre a o uso e abuso de drogas, envolvendo questões judiciais, e abandonando o pensamento de algo cultural e religioso. Baseado nisso, inicia a Estratégia do proibicionismo e da guerra às drogas, ideia essa que tinha o intuito de redução de acesso e oferta de drogas e evitar o uso, no qual segundo Alves (2009) afirmou que esta estratégia possui pilares de modelo moral e criminal, com o encarceramento de usuários com o intuito de pôr medo e repressão, sendo o principal objetivo construir uma sociedade sem drogas. Essas táticas de repressão construída nos Estados Unidos, foram adotadas em vários países, incluindo o Brasil. Porém os resultados dessa estratégia não foram positivos, os casos de dependência em drogas cresciam e não havia nenhuma assistência a esses dependentes, essas pessoas eram totalmente negligenciadas. Com essa crítica foi desenvolvida uma reformulação da estratégia de saúde denominada redução de danos. Porém na década de 80 vários movimentos sociais dos usuários de drogas ao redor do mundo foram criados, e com a epidemia de AIDS que repercutiu em modificações e avanços no âmbito da saúde pública no Brasil. A estratégia de redução de danos pode ser definida como mais uma maneira de se abordar o usuário de drogas, descentrando o foco do problema da erradicação e da abstinência e privilegiando o direito à saúde de todos e o respeito à liberdade individual daquele que não deseja ou não consegue interromper o uso da droga. Como a história indica, essa estratégia surgiu como uma medida de prevenção em resposta à epidemia do contágio por HIV, às doenças sexualmente transmissíveis (DSTs) e a hepatites. (MACHADO, BOARINE, 2013) Com a grande repercussão, o Ministério da Saúde em cooperação com o Programa das Nações Unidas para o Controle Internacional de Drogas, reconheceu a importância de uma estratégia de Redução de Danos na saúde publica do Brasil, ainda tendo como meta a prevenção da AIDS, das DSTs e de hepatites entre usuários de drogas injetáveis. 2. REFERENCIAL TEÓRICO Mas afinal, do que realmente se trata Redução de Danos? Ela especificamente não tem o objetivo principal de abolição ao uso de drogas, pois existe usuários , e sim a busca por minimizar as consequências dos danos, onde certamente irá ocorrer. 3. CONCLUSÕES REFERÊCIAS Machado, Letícia Vier e Boarini, Maria Lúcia.Políticas sobre drogas no Brasil: a estratégia de redução de danos. Psicologia: Ciência e Profissão [online]. 2013, v. 33, n. 3 [Acessado 16 Fevereiro 2022] , pp. 580-595. Disponível em: . Epub 29 Out 2013. ISSN 1982-3703. https://doi.org/10.1590/S1414-98932013000300006. Alves, V. S. (2009). Modelos de atenção à saúde de usuários de álcool e outras drogas: discursos políticos, saberes e práticas. Cadernos de Saúde Pública, 25(11), 2309-2319. image1.png