Logo Passei Direto
Buscar
Material
páginas com resultados encontrados.
páginas com resultados encontrados.
left-side-bubbles-backgroundright-side-bubbles-background

Crie sua conta grátis para liberar esse material. 🤩

Já tem uma conta?

Ao continuar, você aceita os Termos de Uso e Política de Privacidade

Prévia do material em texto

Linhão
Córrego do Canivete
Diagnóstico
A área do nosso estudo compreende basicamente O bairro Jardim Damasceno, localizado na região noroeste de São Paulo, é delimitado por elementos naturais e urbanos, sendo parte do distrito Brasilândia, pertencente à Subprefeitura da Freguesia do Ó/Brasilândia. Os principais limites incluem:
Ao norte e noroeste: áreas próximas à Serra da Cantareira, uma reserva florestal que caracteriza a região.
A oeste: Jardim Brasília e Sítio Morro Grande.
A leste: proximidades do Jardim Peri e Cachoeirinha.
Ao sul: conexão com áreas do distrito Brasilândia, como a futura estação Brasilândia do Metrô​
Caracterização da Área
O Jardim Damasceno está localizado na região noroeste de São Paulo e apresenta um relevo acidentado, típico das áreas próximas à Serra da Cantareira. A região abriga importantes remanescentes do bioma Mata Atlântica, o que reforça sua relevância ambiental. Além disso, está inserida na Microbacia do Cabuçu de Baixo.
De acordo com o Plano Diretor Estratégico (Lei 16.050/2014), existem projetos previstos para a criação de parques lineares na área, como o Parque Linear do Canivete e o Parque Linear do Bananal/Itaguaçu. Contudo, esses parques ainda não foram implementados, deixando a região carente de áreas de lazer e preservação ambiental.
Ocupação e Áreas de Risco
A área do Jardim Damasceno, assim como outros bairros vizinhos, possui ocupações irregulares que se aproximam de áreas ambientais sensíveis, como o Parque Estadual da Cantareira e o entorno do Rodoanel. Entre as comunidades presentes, encontram-se localidades próximas ao bairro, como favelas nas adjacências da Rua Daniel Cerri e arredores, que pertencem ao Jardim Paraná e outras áreas limítrofes. Essas ocupações enfrentam infraestrutura precária, vulnerabilidade social e alta densidade populacional.
Infraestrutura Deficitária e Impactos Ambientais
Muitos moradores relatam a ausência de serviços básicos, como coleta de lixo, policiamento e atendimento de ambulâncias. Além disso, quase 30% das residências encontram-se em áreas de favela, índice que representa o terceiro pior cenário da capital paulista.
O Córrego do Bananal, que corta a região, está assoreado em diversos trechos, comprometendo sua função hídrica. Suas margens apresentam características distintas: a margem direita é ocupada por construções consolidadas que seguem em direção à Avenida Inajar de Souza, enquanto a margem esquerda ainda possui áreas não consolidadas, mas em processo de ocupação. O saneamento básico é inexistente, com o esgoto sendo despejado diretamente no córrego, e o abastecimento de água ocorre por meio de ligações clandestinas, o que agrava os problemas sanitários e ambientais.
Considerações Gerais
A área evidencia um grave cenário de ocupação desordenada, com impactos significativos tanto na qualidade de vida da população quanto no meio ambiente. A implementação dos parques lineares previstos pelo Plano Diretor é crucial para garantir não apenas a preservação dos remanescentes de Mata Atlântica, mas também para oferecer áreas de lazer, melhorar as condições urbanísticas e reverter parte dos problemas enfrentados pela comunidade local. Além disso, é necessário investir em ações de infraestrutura, regularização fundiária e serviços públicos essenciais para atender às demandas da população e mitigar os riscos socioambientais existentes.
A maioria das construções nas margens do córrego não tem tratamento de esgoto e despejam seus detritos diretamente no córrego, além do risco de inundações no período das chuvas, o risco de contrair doenças, é maior entre esses moradores. 
Aproximadamente 200 a 300 residências estão em áreas de preservação permanente, (APP) o que, além do risco de enchentes, configura irregularidade ambiental.
Na área de estudo, mais de 1.100 moradias são classificadas com risco de deslizamentos de terra. 
(Fonte: www.gazetazn.com.br )
Cenário comum no córrego do ,casas e barracos irregulares nas margens de córrego, que além de perigoso é crime ambiental podem A legislação brasileira proíbe a construção de edificações em faixas de 15 metros ao longo de águas correntes, como os córregos.
É comum as ruas estreitas e praticamente sem calçadas como essa(Av. Hugo ítalo Merigo, altura do numero 33).
 O terreno delimitado em torno da estrutura é uma faixa de segurança, Fica no limite do nosso perímetro, onde não são permitidas construções de qualquer tipo e para quaisquer fins: habitacionais (moradias), comerciais, industriais, recreativas ou culturais, mas na rua Euvaldo Augusto Freire 193, temos até uma escola publica de ensino infantil.
Pessoas com pouca ou nenhuma mobilidade sofrem por ter suas casas em ruas de escadões.
A nossa área de estudo é quase que totalmente o bairro Jardim Damasceno, que tem seus limites definidos por diversas características geográficas e urbanas. Ao norte, o bairro é delimitado pela Serra da Cantareira, .ao sul, o limite é o Córrego do Bananal, que atravessa a região em direção à Avenida Inajar de Souza. A leste, a Avenida Deputado Cantídio Sampaio serve como uma das principais vias de referência, funcionando como um limite aproximado. Já a oeste, o bairro é delimitado pelo Rodoanel Mário Covas, no trecho norte, separando-o de outras áreas do distrito..
A Avenida Deputado Cantídio Sampaio é uma importante ligação de vários bairros periféricos da Zona Norte começando na região de Vila Nova Cachoeirinha, seguindo em direção à Taipas. Por essa avenida passam importantes linhas de ônibus para Santana, Terminal de Vila Nova Cachoeirinha, centro e Pirituba, atendendo moradores de bairros como Jardim Damasceno, Jardim Guarani, Jardim Paraná, entre outros. Com trânsito intenso durante praticamente todo o dia, essa avenida começa na confluência da Avenida Inajar de Souza, próximo ao Terminal de Vila Nova Cachoeirinha. No seu trajeto apresenta muitos problemas como grande quantidade de pontos de acúmulo de lixo e entulho, asfalto com ondulações, calçadas irregulares (em alguns pontos até inexistentes), e trechos estreitos com estacionamento permitido nas duas mãos e grande quantidade de caçambas que acabam ocupando espaço das pistas. 
Fonte: www.gazetazn.com.br
Especificamente na nossa região de estudo,, tem uma população estimada em aproximadamente 32.000 habitantes, segundo os dados mais recentes coletados durante o Censo Demográfico de 2022. Esses números refletem as estimativas atualizadas do IBGE para essa região, um bairro caracterizado por sua densidade populacional e desafios urbanos comuns a áreas periféricas de grandes metrópoles​, o bairro possui uma Unidade Básica de Saúde (UBS), inaugurada em 2024, localizada na Rua Grumixá, 71.
EMEI Alexandre Gama: Escola Municipal de Educação Infantil que atende crianças na primeira infância, oferecendo estrutura de educação inicial.
EMEF Doutor Genésio de Almeida Moura: Escola pública estadual que atende alunos do ensino fundamental.
EMEF Jardim Damasceno I: Uma das principais instituições públicas do bairro para o ensino fundamental.
Outras escolas :
CEI Clube dos Leõezinhos;
Vale Verde II Creche Particular Conveniada; 
CEI Como Nossos Pais;
CEI Asa da Vida;
CEI Cantinho do Progresso
Essas escolas compõem a rede educacional do bairro, que enfrenta desafios para atender a toda a demanda local, especialmente nas instituições públicas, que atendem a maior parte da população residente
As informações sobre jovens em idade escolar e a capacidade das escolas ainda são limitadas nos dados disponíveis publicamente. 
De acordo com o Censo Escolar 2024, que fornece dados preliminares sobre matrículas na educação básica, a situação educacional no bairro reflete desafios encontrados em outras áreas periféricas de São Paulo, com possíveis problemas de capacidade e atendimento completo à demanda local​.
(Fonte: www.gazetazn.com.br e https://www.inep.gov.br )
Exemplos dos imóveis que devem ser removidos por apresentar riscos de desabamento.
image8.png
image9.png
image10.png
image11.png
image12.png
image13.pngimage14.png
image15.png
image16.png
image1.png
image17.png
image18.png
image19.png
image20.png
image21.png
image22.png
image23.png
image24.png
image25.png
image26.png
image2.png
image3.png
image4.png
image5.png
image6.png
image7.png

Mais conteúdos dessa disciplina