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O PROBLEMA DA MURMURAÇÃO “E o povo murmurou contra Moisés, dizendo: O que vamos beber?” (Ex 15.24) “No deserto, toda a comunidade murmurou contra Moisés e Arão” (Ex 16.2) “Mas o povo estava sedento por água e murmurou contra Moisés” (Ex 17.3) 2 Massá 3 O PROBLEMA DA MURMURAÇÃO É exatamente isso que fazemos com frequência. Imaginamos que a murmuração é um erro no qual apenas outras pessoas caem. O que nós expressamos são queixas justificadas ou críticas construtivas, mas não murmuramos. Consideramo-nos a exceção; na verdade, porém, a maioria de nós murmura, e alguns de nós o fazem a maior parte do tempo. CHESTER, Tim. Êxodo para você. São Paulo: Vida Nova, 2019. p.125 4 MARA – ÁGUA AMARGA 15:22-24 Em seguida, Moisés conduziu o povo de Israel do mar Vermelho para o deserto de Sur. Caminharam pelo deserto por três dias sem encontrar água. Quando chegaram a Mara, descobriram que a água era amarga demais para beber. Por isso chamaram aquele lugar de Mara. O povo começou a se queixar e se voltou contra Moisés. “O que beberemos?”, perguntavam. Os feitos de Deus foram grandiosos demais, mas isso foi apenas a três dias atrás. 5 MARA – ÁGUA AMARGA 15:25-27 Então Moisés clamou ao Senhor, e o Senhor lhe mostrou um pedaço de madeira. Moisés o jogou na água, e ela se tornou boa para beber. Foi em Mara que o Senhor instituiu o seguinte decreto como norma, para provar a fidelidade do povo. Ele disse: “Se ouvirem com atenção a voz do Senhor, seu Deus, e fizerem o que é certo aos olhos dele, obedecendo a seus mandamentos e cumprindo todos os seus decretos, não os farei sofrer nenhuma das doenças que enviei sobre o Egito, pois eu sou o Senhor que os cura”. Depois que saíram de Mara, os israelitas viajaram até Elim, onde encontraram doze fontes de água e setenta palmeiras, e acamparam ali, junto às águas. 6 O MANÁ 16:1-3 A comunidade de Israel partiu de Elim e chegou ao deserto de Sim, entre Elim e o monte Sinai, no décimo quinto dia do segundo mês, após a saída do Egito. Também ali, toda a comunidade de Israel se queixou de Moisés e Arão. “Se ao menos o Senhor tivesse nos matado no Egito!”, lamentavam-se. “Lá, nós nos sentávamos em volta de panelas cheias de carne e comíamos pão à vontade. Mas agora vocês nos trouxeram a este deserto para nos matar de fome!” 7 O MANÁ 16:4,5 Então o Senhor disse a Moisés: “Vejam, farei chover comida do céu para vocês. Diariamente o povo sairá e recolherá a quantidade de alimento que precisar para aquele dia. Com isso, eu os provarei para ver se seguirão ou não minhas instruções. No sexto dia, quando recolherem o alimento e o prepararem, haverá o dobro do normal”. 8 O MANÁ 16:12-15 “Ouvi as queixas dos israelitas. Agora diga-lhes: ‘Ao entardecer, vocês terão carne para comer e, pela manhã, pão à vontade. Assim, saberão que eu sou o Senhor, seu Deus’”. Ao entardecer, muitas codornas apareceram, cobrindo o acampamento. Na manhã seguinte, os arredores do acampamento estavam úmidos de orvalho. Quando o orvalho se evaporou, havia sobre o chão uma camada de flocos finos como geada. Quando os israelitas viram aquilo, perguntaram uns aos outros: “O que é isso?”, pois não faziam ideia do que era. Moisés lhes disse: “Este é o alimento que o Senhor lhes deu para comer. O maná era uma coisa fina, branca e doce (v. 31) e representava a humildade, perfeição, pureza e doçura de Cristo, o pão de Deus (Jo 6:48–51) O maná era como semente de coentro, branco e de sabor como bolos de mel. Podia ser cozido ou assado. 9 O MANÁ Uma semente pequena e fina parecida com a semente de coentro (uma planta cuja semente é usada como tempero) e, assim, fácil de ser colhida; Branco, portanto, fácil de ser visto; Limpo, uma vez que cai com o orvalho e é, assim, próprio para consumo; Doce ao paladar e, por isso, apetitoso (Êx 16.31, “seu gosto [era] como um bolo em mel”; Nm 11.8, “tinha gosto de bolo amassado com azeite de oliva”); Que podia ser comido crua ou cozida (Nm 11.8), oferecendo, assim, certa variação na forma de consumo diário. O maná era uma coisa fina, branca e doce (v. 31) e representava a humildade, perfeição, pureza e doçura de Cristo, o pão de Deus (Jo 6:48–51) O maná era como semente de coentro, branco e de sabor como bolos de mel. Podia ser cozido ou assado. 10 O MANÁ Uma das maneiras pelas quais demonstramos confiança em Deus é por nossa capacidade de descansar. Podemos descansar porque confiamos que Deus proverá. Deixe-me inverter. Se você não é capaz de descansar, se está sempre ocupado com seu trabalho, sua família ou seu ministério, é porque não está confiando em Deus. Está tentando garantir seu futuro, criar sua identidade ou prover sua justificação. Você pode inventar desculpas, mas serão apenas isso: desculpas. CHESTER, Tim. Êxodo para você. São Paulo: Vida Nova, 2019. p.129 11 O MANÁ “Portanto, não se preocupem com o amanhã, pois o amanhã trará suas próprias inquietações. Bastam para hoje os problemas deste dia.” Mateus 6:34 12 O MANÁ Deus não dá hoje a graça para amanhã. Não se preocupe com o que você faria se... Não fique imaginando situações. Você não recebe graça para "se" e "talvez". Recebe graça para hoje. Terá graça para o dia seguinte quando ele chegar, e ele só chegará amanhã. Não olhe para sua versão do pote de maná quando for para a cama à noite e não diga que conseguiu o que precisava. Em vez disso, olhe para o Deus que provê e diga que você confia que ele lhe dará o que você precisa. CHESTER, Tim. Êxodo para você. São Paulo: Vida Nova, 2019. p.130 13 A HISTÓRIA DE MASSÁ 17:1-4 Por ordem do Senhor, toda a comunidade de Israel partiu do deserto de Sim e andou de um lugar para outro. Por fim, acamparam em Refidim, mas ali não havia água para beberem. Mais uma vez, o povo se queixou de Moisés e exigiu: “Dê-nos água para beber!”. Moisés retrucou: “Por que brigam comigo? Por que põem o Senhor à prova?”. Afligido pela sede, o povo continuou a se queixar de Moisés. “Por que você nos tirou do Egito? Quer matar de sede a nós, nossos filhos e nossos animais?”. Então Moisés clamou ao Senhor: “O que devo fazer com este povo? Estão a ponto de me apedrejar!”. 14 O PERIGO DA MURMURAÇÃO 17:5-7 O Senhor disse a Moisés: “Passe à frente do povo. Leve sua vara, aquela que você usou para bater nas águas do Nilo, e chame alguns dos líderes de Israel para acompanhá-lo. Eu me colocarei diante de você sobre a rocha no monte Sinai. Bata na rocha e dela jorrará água que o povo poderá beber”. Assim, na presença dos líderes de Israel, Moisés fez conforme ordenado. Moisés chamou aquele lugar de Massá e Meribá, pois o povo de Israel discutiu com Moisés e pôs o Senhor à prova, dizendo: “O Senhor está conosco ou não?”. 15 O PERIGO DA MURMURAÇÃO A murmuração é contagiosa. Ela se desdobra em conversas cheias de reclamações, espelham descontentamento. Reforçamos as murmurações uns dos outros. Na murmuração de outros encontramos a desculpa que precisamos para nosso coração murmurar também. Precisamos cortar pela raiz, desafiar o outro: “Pare! Vá conversar direto com a pessoa! Converse com Deus. 16 O PERIGO DA MURMURAÇÃO A murmuração endurece nosso coração. Tem a presunção de por Deus a prova, examina e questiona a bondade de Deus. 17 O PERIGO DA MURMURAÇÃO “Portanto, irmãos, cuidem para que nenhum de vocês tenha coração perverso e incrédulo que os desvie do Deus vivo. Advirtam uns aos outros todos os dias, enquanto ainda é “hoje”, para que nenhum de vocês seja enganado pelo pecado e fique endurecido.” Hebreus 3:12,13 18 A SOLUÇÃO DA MURMURAÇÃO Sim, eu sou o pão da vida! Seus antepassados comeram maná no deserto, mas morreram; quem comer o pão do céu, no entanto, jamais morrerá. Eu sou o pão vivo que desceu do céu. Quem comer deste pão viverá para sempre; e este pão, que eu oferecerei para que o mundo viva, é a minha carne”. João 6:48-51 Jesus nos dá generosamente, graça eterna e provisão eterna. Ele nem sempre dá aquilo que queremos, mas ele supre nossas necessidades mais profundas. Jesus é suficiente: - Futuro, Doenças. 19BATER NA ROCHA Se o Senhor se coloca sobre a rocha e Moisés deve atingir a rocha com seu cajado, existe alguma possibilidade de o cajado atingir o Senhor? Algo semelhante a quando o martelo não acerta o prego. E será que há alguma ligação entre esse episódio em que o Senhor se coloca em uma situação de perigo para prover água e o ocorrido no relato da paixão, quando “um dos soldados feriu o lado de Jesus com uma lança, causando repentina vazão de sangue e água” (Jo 19.34)? Hamilton, V. P. (2017). Êxodo. (J. A. dos Santos, Trad.) (1a edição, p. 394). São Paulo: Editora Cultura Cristã. Jesus nos dá generosamente, graça eterna e provisão eterna. Ele nem sempre dá aquilo que queremos, mas ele supre nossas necessidades mais profundas. Jesus é suficiente: - Futuro, Doenças. 20 BATER NA ROCHA Todos comeram do mesmo alimento espiritual e todos beberam da mesma água espiritual, pois beberam da rocha espiritual que os acompanhava, e essa rocha era Cristo. 1 Coríntios 10:3,4 Jesus nos dá generosamente, graça eterna e provisão eterna. Ele nem sempre dá aquilo que queremos, mas ele supre nossas necessidades mais profundas. Jesus é suficiente: - Futuro, Doenças. 21 BATER NA ROCHA Quando a rocha foi ferida, a água não fluiu em medida escassa, mas em grande abundância. A torrente miraculosa não se esgotou, embora muitas centenas de milhares de pessoas, com seus rebanhos, tenham bebido dela. Nem tampouco os lugares secos daquele deserto arenoso puderam absorver a umidade copiosa. Igualmente inesgotável é a plenitude de Jesus Cristo, da qual gente de toda espécie, judeus, gentios, bárbaros, citas, escravos e livres, pode receber bênçãos de toda espécie. Vós não estais limitados nele, ó filhos dos homens; esse rio de Deus, repleto de água, jamais poderá secar ou se esgotar, por mais abundantemente que bebamos de suas torrentes refrescantes. William McEwen Jesus nos dá generosamente, graça eterna e provisão eterna. Ele nem sempre dá aquilo que queremos, mas ele supre nossas necessidades mais profundas. Jesus é suficiente: - Futuro, Doenças. 22 BATER NA ROCHA Moisés fez conforme o Senhor havia ordenado. Pegou a vara que ficava guardada diante do Senhor e, em seguida, ele e Arão mandaram chamar o povo para se reunir em frente da rocha. “Ouçam, seus rebeldes!”, gritou Moisés. “Será que é desta rocha que teremos de tirar água para vocês?” Então Moisés levantou a mão e bateu na rocha duas vezes com a vara, e jorrou muita água. Assim, toda a comunidade e todos os seus animais beberam até matar a sede. O Senhor, porém, disse a Moisés e a Arão: “Uma vez que vocês não confiaram em mim para mostrar minha santidade aos israelitas, não os conduzirão à terra que eu lhes dou!”. Números 20:9-12 Jesus nos dá generosamente, graça eterna e provisão eterna. Ele nem sempre dá aquilo que queremos, mas ele supre nossas necessidades mais profundas. Jesus é suficiente: - Futuro, Doenças. 23 image2.jpg image3.png image1.jpg