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PREVENÇÃO E URGÊNCIAS EM EDUCAÇÃO FÍSICA Rodrigo de Azevedo Franke Emergência × urgência; sinais × sintomas Objetivos de aprendizagem Ao final deste texto, você deve apresentar os seguintes aprendizados: � Identificar os sinais e os sintomas que indicam a urgência no atendi- mento de suporte básico de vida. � Enumerar as situações que podem gerar o atendimento de emergência ou de urgência. � Descrever as classificações de risco no atendimento de urgências e de emergências. Introdução Diversos eventos podem levar um indivíduo à necessidade de receber um atendimento de urgência ou de emergência. Esses eventos incluem desde acidentes de trânsito até lesões derivadas de práticas esportivas, como uma fratura ou um corte. É fundamental conhecer e saber distinguir os diferentes sintomas e sinais de cada quadro que pode levar a uma situação emergencial e de que forma estes são mais ou menos graves, para que assim possamos determinar que paciente deve receber prioridade de atendimento. A falta de conhecimento nesse campo pode fazer com que uma condição de maior gravidade não seja tratada da forma correta ou no tempo correto, gerando graves consequências e, em casos mais extremos, levando o paciente a óbito. Tendo em vista a importância dessa questão, foram desenvolvidos materiais e protocolos de atendimento em circunstâncias de urgência, como classificações de risco e situações de prioridade de atendimento. O profissional da área da educação física (oriunda da área da saúde) tem como obrigação conhecer esses conceitos e suas classificações e situações, pois possivelmente se deparará com casos de urgência em que seja necessário intervir. Neste capítulo, vamos identificar os sintomas e os sinais que indicam a necessidade de urgência no tratamento de um indivíduo, enumerar as situações de atendimento de urgência e de emergência e abordar as classificações de risco no atendimento desses quadros. Sinais e sintomas que indicam a urgência no atendimento de suporte básico de vida O Ministério da Saúde implantou, em 2003, por meio da portaria GM nº. 1.863, a Política Nacional de Atenção às Urgências (PNAU), normatizando a prestação de serviços de socorro em casos de urgência. Essa política foi atualizada em 2011 e instituída também no Sistema Único de Saúde (SUS), o que inclui: Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (SAMU), Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e salas de estabilização (SE) em hospitais, o que permite que o serviço seja mais amplo, qualificado e de fácil acesso à população (OLIVEIRA et al., 2019). O atendimento prestado nos serviços de urgência e de emergência é fun- damental e representa um componente importante na assistência à saúde da comunidade, uma vez que são serviços também prestados pelo SUS. Entretanto, existem questões que sobrecarregam esse serviço, já que a demanda é superior à capacidade de atendimento (SOUSA et al., 2019). Problemas estruturais, número reduzido de unidades de atendimento e de profissionais da área da saúde voltados para o serviço de pronto atendimento, defasagem ou falta de equipamentos e alta taxa de eventos violentos fazem com que esse cenário seja de difícil solução. Além disso, muitas vezes os usuários fazem uso inadequado dos espaços voltados para o pronto atendimento, uma vez que essas unidades se dedicam à prestação de socorro em casos de urgência e de emergência, ou seja, casos em que a gravidade é alta e demanda atendimento em curto período de tempo. Na prática, percebemos que a população busca esse serviço em casos que não se enquadram nesses critérios, o que contribui para a sobrecarga desses sistemas de atendimento (SOUSA et al., 2019). Portanto, é fundamental saber quais sinais e sintomas indicam a urgência no atendimento de um indivíduo. Emergência × urgência; sinais × sintomas2 Sinais e sintomas que indicam urgência no atendimento Existem sinais e sintomas que o profissional da área de saúde deve conhecer e saber reconhecer para que seja possível definir a necessidade de um aten- dimento de urgência para um indivíduo ou para outro. Podemos destacar os seguintes sinais e sintomas: � sangramento abundante; � diarreia e vômito por dias; � tosse persistente ou com sangue; � dificuldade para respirar; � dor ou pressão no peito e abdome; � fraqueza e tontura; � dores pelo corpo; � febre prolongada (especialmente em crianças). Um indivíduo que tenha sido vítima de ferimento por arma branca (uma faca de cozinha, por exemplo) em seu abdome apresenta sangramento abundante na chegada ao pronto atendimento. Este é um sinal claro e primário de urgência para o cuidado imediato desse indivíduo, já que em casos como este, a perda de sangue pode ser um fator agravante se não for interrompida em pouco tempo. A negligência neste tipo de situação pode acarretar em consequências sérias para a vítima e para os responsáveis por prestar socorro. Tendo isso em mente, é importante realizar uma análise de sinais e sin- tomas dentro de um quadro de possível atendimento emergencial, conforme determinado pelo Ministério da Saúde (BRASIL, 2006): � Análise de sinais ■ Dados objetivos (tudo aquilo que é verificado no paciente, por meio dos sentidos do informante). ■ Respiração (facilidade, dificuldade, ausência, ruídos). ■ Cor da vítima (cianose, palidez). 3Emergência × urgência; sinais × sintomas ■ Movimentos (espontâneos, restritos, involuntários). ■ Nível de consciência. ■ Estado geral (bom, regular ou mal). ■ Sudorese fria. � Análise de sintomas ■ Modo do aparecimento (súbito ou gradual). ■ Intensidade (forte, fraca, moderada). ■ Localização e irradiação da dor. ■ Fatores desencadeantes e concomitantes. – Queixa principal, história pregressa resumida, checar funções vitais (respiratórias, circulatórias, neurológicas). – Evolução, tratamentos iniciados. – Sexo, idade e antecedentes (tratamentos e hospitalizações anteriores). Tendo conhecimento de alguns dos sinais e sintomas referentes a quadros de emergência e de urgência, torna-se necessário distinguir a caracterização e os conceitos para identificar situações que podem levar à ocorrência desses quadros. Situações que podem gerar o atendimento de emergência ou de urgência Segundo o Ministério da Saúde (BRASIL, 2006), existem diferentes situações que podem necessitar de atendimento mais ou menos urgente. Uma possibi- lidade de avaliação é a análise por meio da fórmula de detecção do grau da urgência (a urgência é diretamente proporcional à gravidade, à atenção e ao valor social e inversamente proporcional ao tempo) e pelo diagnóstico sin- drômico, que pode se apresentar em até três categorias: síndrome de valência forte, síndrome de etiologia potencialmente grave e síndrome de semiologia potencialmente grave. � Síndromes de valência forte: são situações em que o valor social é muito alto e demanda atendimento imediato. Um exemplo seria um acidente com o presidente da república em que, mesmo que a gravidade seja nula, é urgente o atendimento pelo valor social da situação. � Síndromes de etiologia potencialmente grave: são situações em que a causa indica gravidade muito alta. Um exemplo seria um indivíduo Emergência × urgência; sinais × sintomas4 que foi vítima de uma explosão ou um indivíduo que foi atropelado por um trem. � Síndromes de semiologia potencialmente grave: são situações em que os sinais ou os sintomas alertam para gravidade alta. Um exemplo seria um indivíduo que não está respirando normalmente ou que foi encontrado inconsciente. Nesse contexto, existem situações em que devemos prestar atenção e buscar informações relevantes para o auxílio de vítimas por se tratarem de casos emergenciais. A seguir, vamos listar algumas situações de urgência e de emergência, observando questões relevantes para cada situação, conforme determinado pelo Ministério da Saúde (BRASIL, 2006). Situações de urgência e de emergência � Acidentes ■ De trânsito. ■ De trabalho. ■ Quedas.■ Agressões interpessoais, entre outros. � Quedas ■ Qual o tipo de queda? ■ Do mesmo nível. ■ De nível diferente. ■ Altura da queda. ■ Superfície sobre a qual o indivíduo caiu. � Ferimentos por arma branca/ de fogo ■ Qual o tipo de arma? ■ Presença de mais de um ferimento? ■ Orifício de entrada e saída de projétil? � Agressão ■ Agressão com socos? ■ Qual foi o instrumento? � Queimaduras ■ Qual o tipo de agente causador (calor, eletricidade, substâncias quí- micas) e o grau da queimadura (Figura 1)? ■ Regiões do corpo atingidas? ■ Atingiu a face? ■ Aspirou fumaça? 5Emergência × urgência; sinais × sintomas Figura 1. Grau de queimaduras, tipos de acidente e medidas cabíveis. Fonte: Anna Violet/Shutterstock.com. AjudaTipo Grau de queimaduras de pele Térmica Elétrica Radiação Analgesia Ambulância Resfriamento BandagemQuímica � Desabamento/soterramento ■ Tipo de material precipitado sobre a vítima? ■ Quantidade aproximada? � Outros traumatismos ■ Tipo de traumatismo? Um caso de urgência ou de emergência se refere a uma situação em que um episódio inesperado compromete a saúde de um indivíduo, com ou sem risco potencial de vida, além de uma possível condição que implique na complicação de um quadro clínico que possa determinar risco de vida a esse indivíduo (FREIRE et al., 2015). Emergência × urgência; sinais × sintomas6 Muitas vezes, dentro de espaços destinados ao atendimento de situações emergenciais, os casos mais graves demandam maior estrutura hospitalar e de equipe médica. No entanto, os profissionais encontram muitas dificuldades para conseguir deslocar e realocar esse paciente para outros locais. Isso faz com que as salas de observação sejam utilizadas como espaço de internação, já que o sistema é sobrecarregado. Nesse cenário, os pacientes ficam expostos a condições que podem agravar seu estado de saúde (GARLET et al., 2009). Uma das razões para a sobrecarga do sistema de pronto atendimento é o crescente número de usuários que procuram esse local sem necessitar de atendimento emergencial, gerando uma demanda muito grande para os profis- sionais (FREIRE et al., 2015). Os pacientes enxergam nos espaços de pronto atendimento um ambiente com alta capacidade de recursos e resolução de problemas (consultas, exames, procedimentos de enfermagem, internações, entre outros), independente da natureza do problema (GARLET et al., 2009). Muitos dos casos tratados em pronto atendimento poderiam ser solucionados em locais de atenção básica, como Unidades Básicas de Saúde (UBS), ou seja, não se tratam de casos urgentes. Se os pacientes fossem instruídos a buscar o local correto ou fossem remanejados para essas instituições, haveria menor sobrecarga no sistema de atendimento emergencial, menor custo para o estado e menor sobrecarga para os profissionais envolvidos (GARLET et al., 2009). É preciso refletir sobre o significado de urgência para profissionais da área da saúde e o significado de urgência para os pacientes. Segundo Garlet et al. (2009), para os profissionais, o conceito engloba uma condição patológica que pode comprometer a saúde e a vida de um sujeito, enquanto para a população em geral, urgência engloba as mais variadas necessidades que podem com- prometer seu estado emocional ou físico, sem necessariamente colocar em risco eminente sua saúde ou vida (miséria, ansiedade, angústia, problemas de atenção básica de saúde). Além disso, é importante conceituarmos urgência e emergência de forma apropriada. Diferença entre urgência e emergência A seguir, observamos os conceitos de urgência e de emergência encontrados na resolução nº. 1.451 de 10/03/1995, do Conselho Federal de Medicina (CFM). � Urgência: ocorrência imprevista de agravo à saúde com ou sem risco potencial de vida, cujo portador necessita de assistência médica imediata. 7Emergência × urgência; sinais × sintomas � Emergência: constatação médica de condições de agravo à saúde que impliquem em risco iminente de vida ou sofrimento intenso, exigindo, portanto, tratamento médico imediato. De forma complementar, também podemos observar a definição desses termos segundo o dicionário. Emergência se refere a emergir; em outras palavras, algo que passa a existir subitamente, representando qualquer novo sintoma que um paciente possa apresentar. Considerando essa definição de modo literal, uma emergência pode ser uma simples gastroenterite, afinal, é um sintoma que surge de forma inesperada, dentro do quadro de saúde do paciente. A definição do CFM se aproxima da definição de urgência, conforme o dicionário, que diz que algo urgente não pode esperar. Para que qualquer erro ou dificuldade de interpretação seja diminuído, o Ministério da Saúde optou por adotar o termo urgência para casos que demandam cuidados agudos e imediatos, buscando classificar uma urgência em diferentes níveis (BRASIL, 2006). Classificações de risco no atendimento de urgências e de emergências No Brasil, o sistema de atendimento de urgência e de emergência tem di- ficuldade em lidar com a demanda imposta. Partindo desse pressuposto, é imprescindível que esses lugares busquem adotar critérios de prioridade de atendimento, preconizando a justiça para os pacientes que buscam atendimento. Para isso, são adotados critérios de classificação que levam em conta o nível de gravidade e o tempo de espera que pode ser adotado em cada cenário. Dentre esses processos de triagem, como o protocolo de Manchester, por exemplo, os pacientes são avaliados na chegada ao pronto atendimento e recebem um identificador do grau de urgência e de necessidade de atendimento para seu caso (SOUZA, 2017). Alguns fatores devem ser considerados quando o paciente é alocado em um determinado grupo de prioridade de atendimento. Segundo Freire et al. (2015), além do problema de saúde do paciente e sua gravidade, deve ser levado em conta: � a tecnologia disponível; � as condições de acesso; � a agilidade no atendimento; Emergência × urgência; sinais × sintomas8 � a disponibilidade de exames de imagem; � a localização; � a possibilidade de encaminhar esse indivíduo para outro local; � as relações e vínculos desse cidadão com os profissionais e o próprio sistema de saúde. Avaliação multifatorial do grau de urgência A avaliação multifatorial do grau de urgência é representada pela seguinte fórmula: U = G × A × VS/T Nessa fórmula, U (urgência) é diretamente proporcional à G (gravidade), à A (atenção) necessária para atender o caso e ao VS (valor social) presente no caso do atendimento, além de ser inversamente proporcional ao T (tempo) necessário para iniciar o tratamento (BRASIL, 2006). A seguir, vamos abordar cada um desses critérios que influenciam na urgência. � Gravidade: é possível definir de forma simples a gravidade de cada caso por meio de algumas questões objetivas ou por observação. O médico ou o enfermeiro em um local de pronto atendimento deve ter experiência para lidar com os mais variados casos de urgência e sabe quanto tempo cada paciente pode aguardar para ser atendido. � Atenção: depende dos recursos necessários para o atendimento inicial e para o tratamento definitivo. Quanto mais recursos necessários, maior é a urgência do caso, sendo que situações que exigem muitos recursos podem necessitar de transferência do paciente. � Valor social: implica na análise do caso e do perfil do paciente, como crianças, idosos ou representantes de cargos importantes. Muitas vezes o aumento do grau de urgência de um caso pode ser alterado pelo valor social da situação ou do paciente. � Tempo: se refere a intervalos toleráveis de espera para que um paciente seja atendido. Casos de extrema urgência devem receber atendimento imediato, já que não há tempo tolerável de espera, pois cada minuto corresponde à diferença entre perder e salvar uma vida. Casos menos graves têm maior tolerância de espera, já que não colocam em risco a vida do paciente e são, inclusive, possíveisde se tratar em outras instituições de saúde que não um pronto atendimento. 9Emergência × urgência; sinais × sintomas Classificação das urgências em níveis O Ministério da Saúde estipula dois eixos de classificação de risco de um pa- ciente: o eixo vermelho, composto por três áreas (área vermelha, área amarela e área verde), e o eixo azul. Essa classificação é muito semelhante à adotada no protocolo de Manchester, que inclui apenas uma categoria a mais (laranja). No eixo vermelho, temos pacientes em estado clínico grave e risco de vida em diferentes magnitudes. A área vermelha prevê atendimentos imediatos para pacientes com risco de morte e a utilização das salas para procedimentos invasivos. A área amarela prevê o atendimento de pacientes menos graves e o acolhimento de indivíduos estabilizados que necessitem de cuidados. Por fim, a área verde prevê o atendimento de pacientes ainda menos graves e envolve as salas de observação, que devem ser divididas por sexo e idade. No eixo azul, temos a inserção dos pacientes de menor gravidade, que devem ocupar espaços próprios para o seu nível de urgência, como espaços para acolhimento, salas de recepção e espera, e locais para classificação de risco, além de salas de procedimentos médicos simplificados. Em muitos casos, os pacientes podem ser instruídos a procurarem outro local de atendimento específico para casos não graves, com o intuito de diminuir a demanda (que é muito alta) dentro de postos de pronto atendimento. No link a seguir, assista ao vídeo do canal Eu Saúde, que apresenta uma animação bastante objetiva sobre o funcionamento do protocolo de Manchester, além de informar quais instituições devem ser procuradas em diferentes casos de acometimento do estado de saúde de um indivíduo. https://qrgo.page.link/vb7r Por fim, observamos que existem diferentes conceitos dentro do campo do atendimento de urgências. É pertinente que o profissional de educação física conheça e se aproprie desses conceitos, para que assim seja possível enriquecer seu conhecimento e atuar de maneira correta quando se deparar Emergência × urgência; sinais × sintomas10 com uma condição de emergência, o que é relativamente comum na área. É preciso estar atento aos sinais e aos sintomas de quadros específicos que podem levar ao prejuízo da saúde de uma pessoa, bem como de que forma esse quadro é encarado dentro da classificação de risco no tratamento de urgências. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Departamento de Atenção Especializada. Regulação médica das urgências. Brasília: Ministério da Saúde, 2006. 126 p. Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/regulacao_medica_ur- gencias.pdf. Acesso em: 4 maio 2019. FREIRE, A. B. et al. Serviços de urgência e emergência: quais os motivos que levam o usuário aos pronto-atendimentos? Saúde (Santa Maria), Santa Maria, v. 41, n. 1, p. 195–200, jan./jul. 2015. Disponível em: https://periodicos.ufsm.br/revistasaude/article/ view/15061. Acesso em: 4 maio 2019. GARLET, E. R. et al. Organização do trabalho de uma equipe de saúde no atendimento ao usuário em situações de urgência e emergência. Texto & Contexto – Enfermagem, Florianópolis, v. 18, n. 2, p. 266–272, abr./jun. 2009. Disponível em: http://www.scielo. br/scielo.php?script=sci_abstract&pid=S0104-07072009000200009&lng=en&nrm=is o&tlng=pt. Acesso em: 4 maio 2019. OLIVEIRA, I. S. B. et al. Acolhimento com classificação de risco em serviço de urgência e emergência: percepção dos enfermeiros. Revista Atenas Higéia, Passos, v. 1, n. 1, p. 17–24, jan./jun. 2019. Disponível em: http://atenas.edu.br/revista/index.php/higeia/ article/view/7. Acesso em: 4 maio 2019. SOUSA, K. H. J. F. et al. Humanização nos serviços de urgência e emergência: contribui- ções para o cuidado de enfermagem. Revista Gaúcha de Enfermagem, Porto Alegre, v. 40, e20180263, 2019. Disponível em: https://seer.ufrgs.br/RevistaGauchadeEnfermagem/ article/view/89932. Acesso em: 4 maio 2019. SOUZA, C. C. Atuação do enfermeiro na classificação de risco em serviços de urgência e emergência e a segurança do paciente. Revista de Enfermagem do Centro-Oeste Mineiro, Divinópolis, v. 7, p. 1–2, 2017. Disponível em: http://www.seer.ufsj.edu.br/index.php/ recom/article/view/2552. Acesso em: 4 maio 2019. 11Emergência × urgência; sinais × sintomas Leituras recomendadas BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Coordenação-Geral de Urgência e Emergência. Política nacional de atenção às urgências. 3. ed. Brasília: Mi- nistério da Saúde, 2006. 256 p. (Série E. Legislação de Saúde). Disponível em: http:// bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/politica_nacional_atencao_urgencias_3ed.pdf. Acesso em: 4 maio 2019. BRASIL. Ministério da Saúde. Secretaria de Atenção à Saúde. Política Nacional de Humanização da Atenção e Gestão do SUS. Acolhimento e classificação de risco nos serviços de urgência. Brasília: Ministério da Saúde, 2009. 56 p. (Série B. Textos Básicos de Saúde). Disponível em: http://bvsms.saude.gov.br/bvs/publicacoes/acolhimento_clas- sificaao_risco_servico_urgencia.pdf. Acesso em: 4 maio 2019. Emergência × urgência; sinais × sintomas12