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FLORENCE NIGHTINGALE
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Abordagem da Enfermagem por Nightingale
Enfoque sobre o controle do ambiente dos indivíduos e das famílias, tanto sadios como enfermos
Discutiu a necessidade de ventilação e luz nos quartos dos doentes
Disposição adequada dos esgotos
Nutrição adequada
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Notes on nursing
Foi escrito no intuito de dar indicação ás mulheres pessoalmente encarregadas da saúde de outros (Nightingale,1859)
Não teve objetivo de ser manual
Objetivo era “conhecimento sanitário do dia-a-dia ou o conhecimento da enfermagem ou, em outras palavras,como colocar o corpo em tal estado que não tenha mais doença ou que possa recuperar-se da doença”
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Notes on hospitals e Introductory notes on lyingin-institutions
Não encarava a gestação como doença
Recomendou a existência de instituições para as mulheres darem a luz afastadas das que tratavam doentes
Analisou a taxa de mortalidade no parto do Hospital de King’s College 
Recomendou modificações ambientais e lavagem das mãos para a diminuição da febre puerperal (Nightingale, 1871)
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Modelo ambiental de Nightingale
Visa a manipulação do ambiente físico como principal componente do atendimento de enfermagem
Identificou a ventilação e o aquecimento, a luz, o ruído, a variação,a cama e a roupa de cama,a limpeza dos quartos e paredes, e a nutrição como as áreas mais importantes do ambiente que a enfermagem podia controlar
Desequilíbrio do ambiente → maior energia do paciente → contrabalançar estresse ambiental → menos energia para cura
Aspectos do ambiente físico influenciados pelo ambiente social e psicológico (Cap. “Conversando sobre esperança e conselhos” e “Variação”)
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Saúde das Casas
Relação com presença de ar puro, água pura, esgoto eficiente e luz (“casas mal construídas fazem com os saudáveis o que os hospitais mal construídos fazem com os doentes...”)
Limpeza no exterior da casa afeta o interior
Notou a contaminação pelos montes de esterco
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Ventilação e Aquecimento
“Essencial manter o ar que a pessoa respira tão puro quanto o ar externo, sem resfriá-la”
Acreditava que a pessoa que respirasse o seu próprio ar repetidas vezes ficaria ou permaneceria doente (relação com a doença de construção)
Preocupação com o “ar nocivo” ou os “eflúvios” (comadres...)
Importância da temperatura do quarto do paciente
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Luz
Observou que as pessoas não consideravam a diferença entre luz necessária em um quarto de dormir e a luz necessária para um quarto de doente
Percebeu que os pacientes raramente encaravam a parede, preferindo o lado da janela
Falta de estímulos ambientais apropriados (psicose do atendimento intensivo ou confusão do ciclo habitual do dia e da noite)
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Ruído
Era uma severa crítica dos ruídos que provocavam incômodos
Considerava responsabilidade das enfermeiras investigar e interromper os ruídos
Considerava a primeira parte do sono 
Ruído desnecessários (roupas femininas, jóias, chaves,conversas sussurradas sobre o paciente, alarmes, celulares)
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Variação
Acreditava que variação afetava a recuperação do paciente 
Defendia mudanças na cor e na forma (flores ou plantas de cores fortes, rodízio de quadros
Defendia a leitura, o bordado, a escrita e a limpeza ara reduzir o aborrecimento
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Cama e Roupas de Cama
Percepção de umidade nos colchões (pele e pulmões) 
Cama localizada em local iluminado e próximo a janela
Cuidado de não inclinar, sentar ou sacudir a cama
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Limpeza pessoal
Acreditava que muitas doenças “desorganizavam” ou provocavam o rompimento da pele
Poros desobstruídos pela limpeza
Lavagem das mãos das enfermeiras
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Nutrição e Ingesta de Alimentos
Defendeu a variedade de alimentos
Atenção ao paciente influenciava no modo como ele comia
Alimentos diferentes e fracionados
Evitar distrações durante as refeições
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Conversando sobre Esperanças e Conselhos
Não mencionou o ambiente social e psicológico como o físico
Discutia o que é dito ao paciente
Era contra :animar o paciente, diminuir a importância e o perigo da doença 
Atentava sobre o que era dito nas visitas 
Acreditava que as pessoas enfermas deveriam ouvir boas notícias
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Considerações Sociais
Sustentava a importância de olhar o ambiente social do indivíduo
Observou que as família viviam e morriam na pobreza e a relação de moradia com as doenças
Usou da sua influência e escreveu cartas ao governo para melhorar as condições de vida indesejáveis
Foi um modelo de ativismo político 
Foi uma excelente administradora e pregava a “administração subordinada”
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METAPARADIGMA
Um metaparadigma é um abrangente conjunto de conceitos que identificam os fenómenos de interesse para uma determinada disciplina, bem como as propostas globais, afirmando as relações entre eles. Estas relações são estabelecidas em uma forma abstracta. 
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MODELO AMBIENTAL E METAPARADIGMA DE ENFERMAGEM DE NIGHTINGALE
Enfermagem: 
“o que a enfermagem tem a fazer... é colocar o paciente na melhor condição para que a natureza aja sobre ele”
“deveria significar o uso apropriado de ar fresco, luz, aquecimento, limpeza, silêncio e dieta adequada... Tudo com o menor gasto de energia vital para o paciente”
Manifestou a arte da enfermagem...”como agora praticada, parece constitui-se expressamente de desfazer o que Deus fez a doença ser... Um processo reparador”
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Ser humano:
São definidos em relação ao seu ambiente e ao impacto do ambiente sobre eles
Ambiente:
Muito salientado em toda a sua obra
Refletem um modelo de saúde comunitária
Saúde:
Acreditava que a patologia ensina o dano que a doença fez 
Declarou:” nada sabemos sobre a saúde, o positivo do qual a patologia é o negativo, exceto pela observação e a experiência”
Defendia a promoção da saúde
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 Modelo Ambiental de Nightingale
Cliente
Ventilação
Ruído
Nutrição
Conversando
Sobre esperança
Limpeza
Cama
Luz
Variação
Saúde das 
casas
Ar
Enfermeira Observadora e Prática
Enfermeira
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 Modelo Ambiental de Nightingale
Cliente
Ventilação
Ruído
Nutrição
Conversando
Sobre esperança
Limpeza
Cama
Luz
Variação
Saúde das 
casas
Ar
Enfermeira Observadora e Prática
Enfermeira
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Aplicação do trabalho de Nightingale
Nancy, uma menina de 10 anos, proveniente da zona rural,foi ferida em um acidente relacionado com maquinaria agrícola. Ela teve um ferimento na cabeça e, apesar de estar “consciente”, não estava orientada quanto ao lugar e ao tempo. Tinha contusões múltiplas, múltiplos hematomas e um ferimento profundo na perna contendo terra e resíduos do equipamento que a feriu. Foi transportada para um hospital infantil regional por helicóptero. A pós a triagem no setor de emergência e a cirurgia, foi admitida em uma unidade pediátrica de atendimento intensivo, lotada.Nesse local as luzes permaneciam acesas durante 24 hs, os ruídos dos equipamentos penetravam na unidade, e as visitas eram restritas.A pós dois dias e noites de sono interrompido. Nancy tornou-se mais confusa, entretanto sem apresentar evidências fisiológicas e aumento da pressão intracraniana. Sua perna infectou, exigindo antibióticos endovenosos e trocas de curativo dias vezes por dia.
Diagnóstico de enfermagem: Perturbação do sono relacionado com a luz e o ruído ambiental e a separação da família.
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