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AMBIENTE VIRTUAL DE APRENDIZAGEM, 
COMUNICAÇÃO E TICs 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
AULA 1 - 
A MODALIDADE DE 
EDUCAÇÃO A 
DISTÂNCIA 
Prezado(a) aluno(a), 
A modalidade de educação a distância (EAD) vem se consolidando como 
uma alternativa flexível e acessível para a formação acadêmica e profissional. A 
educação a distância é caracterizada pela separação física entre educadores e 
educandos, utilizando tecnologias digitais para mediação do ensino e da 
aprendizagem. Ao longo dos anos, diferentes gerações de ensino a distância foram 
desenvolvidas, começando com a correspondência, passando pelo uso de rádio e 
TV, até chegar às plataformas digitais contemporâneas. 
 Cada geração trouxe avanços significativos na interação, nos recursos 
didáticos e na interatividade, permitindo uma experiência educacional mais rica e 
integrada, atendendo às demandas de um público cada vez mais diversificado e 
familiarizado com as tecnologias. A EAD, portanto, não só ampliou o acesso à 
educação, mas também transformou as formas de ensinar e aprender no século 
XXI. 
Bons estudos! 
 
 
 
1 EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 
Conforme Moore e Kearsley (2013), a educação a distância caracteriza-se por 
um aprendizado planejado que geralmente ocorre em um local distinto do ensino 
tradicional, exigindo comunicação por meio de tecnologias e uma organização 
institucional específica. No Brasil, o caput do artigo 80 da Lei 9.394, de 20 de 
dezembro de 1996 (BRASIL, 1996), que estabelece as Diretrizes e Bases da 
Educação (LDB), afirma que "o Poder Público incentivará o desenvolvimento e a 
veiculação de programas de ensino a distância, em todos os níveis e modalidades de 
ensino, e de educação continuada". Além disso, o § 4º do mesmo artigo especifica 
que "a educação a distância gozará de tratamento diferenciado, que incluirá". 
I - custos de transmissão reduzidos em canais comerciais de radiodifusão 
sonora e de sons e imagens e em outros meios de comunicação que sejam 
explorados mediante autorização, concessão ou permissão do poder 
público; (Redação dada pela Lei n.º 12.603, de 2012); II - concessão de 
canais com finalidades exclusivamente educativas; III - reserva de tempo 
mínimo, sem ônus para o Poder Público, pelos concessionários de canais 
comerciais (BRASIL, 1996. Documento online). 
Já o artigo 1º do Decreto 9.057, de 25 de maio de 2017, que regulamenta o 
artigo 80 da LDB, diz que: 
Considera-se educação a distância a modalidade educacional na qual a 
mediação didático-pedagógica nos processos de ensino e aprendizagem 
ocorra com a utilização de meios e tecnologias de informação e comunicação, 
com pessoal qualificado, com políticas de acesso, com acompanhamento e 
avaliação compatíveis, entre outros, e desenvolva atividades educativas por 
estudantes e profissionais da educação que estejam em lugares e tempos 
diversos (BRASIL, 2017. Documento online). 
De acordo com Moran (2015), a educação a distância é caracterizada como um 
processo de ensino-aprendizagem mediado por tecnologias, no qual professores e 
alunos se encontram separados, seja espacial ou temporalmente. Esse modelo de 
ensino/aprendizagem envolve a ausência física dos educadores e estudantes, que 
podem, no entanto, manter-se conectados por meio de tecnologias, especialmente as 
telemáticas, como a Internet. Além disso, podem ser utilizados recursos como correio, 
rádio, televisão, vídeo, CD-ROM, telefone, fax e tecnologias similares. Na terminologia 
"ensino a distância", destaca-se o papel do professor como aquele que ensina à 
https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/_Ato2011-2014/2012/Lei/L12603.htm#art1
 
 
 
distância. Contudo, prefere-se utilizar o termo "educação", por ser mais abrangente; 
embora nenhuma das expressões seja completamente satisfatória (MORAN, 2015). 
Conforme Mello, Neto e Costa (2023), EaD, que significa Ensino a Distância, 
refere-se a uma modalidade de ensino realizada em ambiente virtual, dispensando a 
presença física em uma universidade para a aprendizagem. Nessa modalidade, a 
maioria das interações necessárias para o processo educacional ocorre online, 
utilizando atividades e avaliações semelhantes às dos cursos presenciais. Contudo, 
por se tratar de um modelo online, o aluno tem a liberdade de organizar sua própria 
rotina e horários de estudo, sem a obrigatoriedade de cumprir horários específicos de 
aula. A recente popularização do EaD resultou no surgimento de diversos formatos de 
ensino. 
Atualmente, as instituições que oferecem formação na modalidade de 
Educação a Distância (EaD) disponibilizam diversas opções, incluindo graduação em 
tecnologia, licenciatura e bacharelado, além de pós-graduação, cursos técnicos e 
cursos livres. O Ministério da Educação (MEC), que é o órgão incumbido da 
regulamentação e supervisão do ensino no Brasil, analisa todos os cursos disponíveis 
no país com critérios uniformes e rigorosos, independentemente de serem presenciais 
ou a distância. Isso implica que os diplomas obtidos em programas EaD em 
instituições regulamentadas pelo MEC têm a mesma validade que os diplomas de 
cursos presenciais. Portanto, no âmbito do mercado de trabalho, não há distinção 
entre os profissionais formados em cursos a distância e aqueles que se graduaram 
em modalidades presenciais (MELLO; NETO; COSTA, 2023). 
É importante ressaltar que as atividades presenciais, tais como tutorias, 
avaliações, estágios, práticas profissionais e laboratoriais, bem como a defesa de 
trabalhos, que estão previstas nos projetos pedagógicos ou de desenvolvimento da 
instituição de ensino e do curso, ocorrerão na sede da instituição, nos polos de 
educação a distância ou em ambientes profissionais, conforme as Diretrizes 
Curriculares Nacionais, conforme estipulado no artigo 4 do Decreto 9.057, de 25 de 
maio de 2017 (BRASIL, 2017). 
O polo de educação a distância é uma unidade descentralizada de uma 
instituição de educação superior, seja no país ou no exterior, dedicada ao 
desenvolvimento de atividades presenciais relacionadas aos cursos oferecidos na 
modalidade a distância, conforme disposto no artigo 5º do Decreto 9.057, de 25 de 
 
 
 
maio de 2017. Esses polos devem contar com infraestrutura física, tecnológica e de 
pessoal que seja adequada aos projetos pedagógicos dos cursos ou ao 
desenvolvimento da instituição de ensino. É proibida a oferta de cursos superiores 
presenciais nas instalações dos polos de educação a distância, assim como a oferta 
de cursos de educação a distância em locais não previstos na legislação (BRASIL, 
2017). Conforme apontam Moore e Kearsley (2013), a educação a distância deve ser 
encarada de maneira séria por diversos motivos: 
✓ Ampliar o acesso à educação e capacitação como um tema de equidade; 
✓ Criar oportunidades para a atualização das habilidades da força de 
trabalho; 
✓ Aumentar a eficiência na redução de custos dos recursos educacionais; 
✓ Aperfeiçoar a qualidade das instituições educacionais existentes; 
✓ Fortalecer a formação do sistema educacional; 
✓ Diminuir desigualdades entre diferentes faixas etárias; 
✓ Focar campanhas educacionais em públicos-alvo específicos; 
✓ Oferecer treinamento de emergência para grupos-alvo relevantes; 
✓ Expandir as habilidades para a educação em novas áreas do 
conhecimento; 
✓ Proporcionar uma integração entre educação, trabalho e vida familiar; 
✓ Incorporar uma perspectiva internacional à experiência educacional. 
Segundo Mello, Neto e Costa (2023), a modalidade de Ensino a Distância (EaD) 
atende às necessidades de dois perfis bastante comuns, que frequentemente se 
sobrepõem: 
✓ Aqueles que não têm muito tempo livre durante o dia para assistir a aulas, 
seja devido à rotina profissional ou compromissos pessoais; 
✓ Aqueles que consideram o fator financeiro como o principal obstáculo para 
realizar uma graduação. 
No primeiroperfil, a flexibilidade proporcionada pelo EaD possibilita que o 
estudante ajuste sua rotina para incluir os estudos de maneira ideal. Com um bom 
nível de disciplina e organização, essa modalidade se revela uma excelente 
alternativa para alcançar a graduação. 
 
 
 
 
Em relação ao segundo perfil, uma simples pesquisa pode demonstrar que os 
cursos a distância são significativamente mais acessíveis em comparação aos cursos 
presenciais de instituições privadas, sem comprometer a qualidade, desde que a 
escolha recaia sobre uma instituição séria e devidamente reconhecida pelo MEC. 
1.1 As gerações do Ensino a Distância 
Segundo Mello, Neto e Costa (2023), observa-se que, no contexto pedagógico, 
a Educação a Distância (EaD) tem conquistado um espaço significativo, interligando-
se ao avanço tecnológico. Ao longo dos anos, muitos educadores concentraram 
esforços em criar oportunidades de aprendizagem para aqueles que não podiam 
frequentar uma escola ou universidade de forma presencial. O emprego de 
tecnologias de comunicação foi essencial para reduzir a distância entre alunos e 
professores. Nesse sentido, é possível afirmar que se percorreu, aproximadamente, 
três séculos com diferentes gerações de modelos de ensino, desde o ensino por 
correspondência no século XIX até a sala de aula virtual no século XXI. 
De maneira geral, podem ser identificadas seis gerações na EaD, que incluem: 
Ensino por Correspondência; Tele Ensino; Multimédia; E-Learning; M-Learning; e 
Mundos Virtuais. 
O ensino por correspondência, de acordo com Menezes (2001), representa a 
primeira geração da educação a distância, caracterizando-se pela utilização de textos 
impressos enviados pelo correio aos alunos. Essa modalidade visava atender 
especialmente os estudantes em situação de desvantagem social, com um foco 
particular nas mulheres. O modelo educativo estava baseado em guias de estudos e 
na autoavaliação, promovendo assim uma forma de aprendizado autônomo. 
Esse tipo de educação se desenvolveu no período de 1840 a 1970 e teve uma 
importância significativa no Brasil, especialmente na primeira metade do século XX. 
O Instituto Universal Brasileiro, fundado em 1941, destacou-se como a primeira 
instituição privada a oferecer ensino por correspondência no país, possibilitando que 
jovens em busca de ascensão profissional se qualificassem para diversas profissões. 
Esse modelo não apenas abriu portas para o acesso à educação para aqueles que 
não tinham oportunidades em instituições tradicionais, mas também estabeleceu as 
bases para o desenvolvimento futuro da educação a distância, que continuaria a 
evoluir com a introdução de novas tecnologias e metodologias de ensino. 
 
 
 
A segunda geração é conhecida como Tele Ensino. Surgiu nos anos 60, 
principalmente com o uso de rádio e televisão, como nos telecursos. O rádio continua 
sendo amplamente empregado em iniciativas de alfabetização e na educação básica 
para adultos. A UNESCO colabora com o Programa TV Escola para investigar a 
convergência das mídias digitais, visando aumentar a interatividade dos conteúdos 
televisivos empregados na educação, tanto presencial quanto a distância. 
A terceira geração, conhecida como Geração Multimídia, teve sua origem com 
a disseminação global da internet, o que possibilitou uma comunicação mais próxima 
e frequente entre professores e estudantes, além da interação entre os próprios 
estudantes. Surgida em 1985, essa geração se caracterizou pelo uso intenso de 
correio eletrônico, papel impresso, DVDs, computadores, internet, chats e 
videoconferências. Esses recursos proporcionaram um novo formato para o processo 
de ensino e aprendizagem, que passou a ser considerado aberto, centrado no 
estudante, orientado para resultados, interativo, participativo e flexível em relação ao 
currículo e às estratégias, promovendo a autoaprendizagem. 
A quarta geração é conhecida como E-learning, que significa "aprendizado 
eletrônico". Segundo Rodrigues (2020), essa modalidade de ensino à distância é 
inteiramente oferecida por meio do computador. Como as informações estão 
disponíveis na internet, podem ser acessadas a qualquer momento e de qualquer 
lugar do mundo. Assim, o e-learning também pode ser visto como um importante 
impulsionador da disseminação do conhecimento e da democratização do saber. Com 
o e-learning assíncrono, cada aluno tem a liberdade de realizar o curso no seu próprio 
tempo e ritmo. 
A quinta geração, conhecida como M-Learning, surgiu com o uso de 
dispositivos móveis, como celulares e computadores pessoais de tecnologia 
avançada. É importante ressaltar a relevância das tecnologias integradas a esses 
aparelhos móveis. À medida que as tecnologias móveis se tornam centrais na 
educação, os professores assumem um papel fundamental para o êxito das 
tecnologias da informação e comunicação (TIC) no processo de ensino-
aprendizagem. Embora não sejam uma solução mágica, as tecnologias móveis 
oferecem uma via clara para aprimorar a eficiência educacional. A aprendizagem 
móvel caracteriza-se por atributos exclusivos em comparação com a aprendizagem 
tecnológica convencional: é pessoal, portátil, colaborativa, interativa, contextual e 
 
 
 
situada. Essa abordagem valoriza a "aprendizagem instantânea", permitindo que a 
instrução ocorra em qualquer lugar e a qualquer momento. Ademais, a aprendizagem 
móvel pode complementar tanto o ensino formal quanto o informal, destacando seu 
vasto potencial para revolucionar a forma como a educação e o treinamento são 
oferecidos. 
Os dispositivos móveis são reconhecidos como a tecnologia da informação e 
comunicação (TIC) mais disseminada e bem-sucedida da história. Esses aparelhos 
estão amplamente disponíveis em regiões onde livros e escolas são raros. Em um 
período inferior a uma década, as tecnologias móveis alcançaram os locais mais 
remotos do planeta. Da população global, estimada em cerca de 8 bilhões de pessoas, 
aproximadamente 7 bilhões têm acesso a um telefone móvel funcional. A África, que 
registrava, na década de 1990, uma taxa de penetração da telefonia móvel de apenas 
5%, atualmente se destaca como o segundo maior e mais dinâmico mercado dessa 
tecnologia, apresentando uma taxa de penetração superior a 60%, a qual continua em 
crescimento (UNESCO, 2023). 
A escassez de professores, tanto no presente quanto no futuro, limita uma série 
de esforços de desenvolvimento, pois impede que os jovens tenham acesso a uma 
educação de alta qualidade, essencial para se destacarem nas sociedades do 
conhecimento. Essa falta de educadores qualificados e motivados é especialmente 
crítica em regiões do mundo onde há uma demanda urgente por instrução de melhor 
qualidade. 
Diante da crise mundial de professores, a UNESCO pretende entender melhor 
como as tecnologias móveis podem auxiliar na formação de novos educadores e 
oferecer desenvolvimento profissional aos docentes já em exercício, além de 
investigar formas de utilizar essas tecnologias para garantir a educação para todos. 
Com esse intuito, a UNESCO busca expandir parcerias e fomentar atividades e 
debates sobre temas contemporâneos, como Recursos Educacionais Abertos (REA), 
aplicativos de sala de aula para smartphones e dispositivos simples, conteúdos para 
tablets e notebooks, métodos pedagógicos voltados para a aprendizagem móvel, 
desenvolvimento de aplicativos para essa abordagem, mídias sociais e outros 
assuntos relevantes. 
A aprendizagem móvel emerge como uma das alternativas para os obstáculos 
que a educação enfrenta. A melhoria no acesso e na qualidade do ensino demanda 
 
 
 
liderança política, planejamento e ação. As tecnologias móveis possuem o potencial 
de converter a exclusão digital existente em oportunidades digitais, promovendo uma 
educação inclusiva e de qualidade para todos. Nesse contexto, destaca-se a 
importância do papel da UNESCO na promoção da inclusão digital.A sexta geração é marcada pelos Mundos Virtuais, que simulam a realidade, 
além de incluir ciberespaço, inteligência artificial, robôs, assistentes de ensino, 
simuladores, e tecnologias de realidade virtual (VR) e aumentada (AR). Portanto, as 
tecnologias emergentes, como a Inteligência Artificial, a Realidade Virtual e 
Aumentada, a robotização e a Internet das Coisas, tornam as tecnologias digitais cada 
vez mais relevantes e essenciais. 
A análise das diferentes gerações do Ensino a Distância revela a evolução 
significativa das metodologias educacionais ao longo do tempo. Desde o Ensino por 
Correspondência, que marcou o início da educação a distância, até o Tele Ensino, 
que introduziu a transmissão de aulas por meio de meios tecnológicos, cada etapa 
trouxe inovações que ampliaram o acesso ao conhecimento. Com o advento da 
Multimédia, houve uma maior interatividade, permitindo o uso de recursos visuais e 
auditivos para facilitar o aprendizado. O E-Learning, por sua vez, consolidou o uso da 
internet como plataforma central para a educação, possibilitando uma experiência 
mais dinâmica e personalizada. O M-Learning, focado no uso de dispositivos móveis, 
ampliou ainda mais o alcance do ensino, permitindo que o aprendizado ocorresse em 
qualquer lugar e a qualquer momento. 
Por fim, os Mundos Virtuais representam uma nova fronteira, onde a imersão e 
a interação social se tornam elementos-chave na experiência educativa. Em suma, 
essas gerações evidenciam como o Ensino a Distância se transformou e se adaptou 
às necessidades contemporâneas, promovendo um ambiente educacional mais 
acessível e interativo (MELLO; NETO; COSTA, 2023). 
 
 
 
 
 
 
 
REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS 
BRASIL. Lei n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996. Estabelece as diretrizes e bases 
da educação nacional. Brasília–DF: Presidência da República, 1996. Disponível em: 
http:// www.planalto.gov.br/ccivil_03/leis/L9394compilado.htm. Acesso em: 03 jul. 
2024 
BRASIL. Decreto n.º 9.057, de 25 de maio de 2017. Regulamenta o art. 80 da Lei 
n.º 9.394, de 20 de dezembro de 1996, que estabelece as diretrizes e bases da 
educação nacional. Câmara dos Deputados - Palácio do Congresso Nacional. Brasília: 
DF. 2017. Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/2017/decreto-
9057-25-maio-2017-784941-publicacaooriginal-152832-
pe.html#:~:text=4%C2%BA%20As%20atividades%20presenciais%2C%20como,edu
ca%C3%A7%C3%A3o%20a%20dist%C3%A2ncia%20ou%20em. Acesso em 25 nov. 
2024. 
MELLO, C. M.; NETO, J. R. M. A.; COSTA, M. M. Educação Digital em um Mundo 
Transformado. Rio de Janeiro. Editora Processo. 2023. 
MENEZES, E.T. Verbete ensino a distância de primeira geração. Dicionário 
Interativo da Educação Brasileira - Educa Brasil. São Paulo: Midiamix Editora, 2001. 
MORAN, J. M. Educação a distância. São Paulo. Summus Editorial. 2015. 
MOORE, M.G.; KEARSLEY. Educação a Distância: Sistema de aprendizagem 
online. 3° ed. São Paulo. 2013. p. 12. 
RODRIGUES, I. A. N. Teorias da Aprendizagem e Gerações da Educação a Distância: 
Reflexões para um Processo de Hibridização na Educação Superior. In: SEMINÁRIO 
DE EDUCAÇÃO A DISTÂNCIA 3. Diálogos sobre EaD e uso das TDIC na 
educação: regulamentação em tempos recentes: Brasília. 3 a 6 novembro, 2020. 
UNESCO. Organização das Nações Unidas para a Educação, Ciência e Cultura. 
Brasília: DF. 2023. Disponível em: https://www.unesco.org/pt. Acesso em: 25 nov. 
2024.

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