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GABARITO: ERRADA 
Código Penal: Art. 225. Nos crimes definidos nos Capítulos I e II deste Título, procede-se 
mediante ação penal pública incondicionada. (Redação dada pela Lei nº 13.718, de 2018). 
 
(2019 Banca: MPE-SP Órgão: MPE-SP Prova: MPE-SP - 2019 - MPE-SP - Promotor de Justiça 
Substituto) O crime de divulgação de cena de estupro ou de cena de estupro de 
vulnerável, de cena de sexo ou de pornografia, previsto no artigo 218-C do Código Penal, 
pode ser classificado como 
a) comum, material, comissivo, unissubjetivo, culposo, principal. 
b) comum, formal, comissivo, unissubjetivo, doloso, subsidiário. 
c) especial, formal, comissivo, plurissubjetivo, admite as formas doloso e culposo, 
subsidiário. 
d) especial, material, comissivo ou omissivo, unissubjetivo, doloso, principal. 
e) comum, material, comissivo, plurissubjetivo, admite as formas doloso e culposo, 
subsidiário. 
GABARITO: B 
 
O crime de divulgação de cena de estupro ou de cena de estupro de vulnerável, de cena de 
sexo ou de pornografia, previsto no art. 218-C, do CP, pode ser classificado como comum, 
formal, comissivo, unissubjetivo, doloso, subsidiário. O art. 218-C, do CP tipifica o crime 
de divulgação de cena de estupro ou de cena de estupro de vulnerável, de cena de sexo ou 
de pornografia. Segundo o referido dispositivo, é crime oferecer, trocar, disponibilizar, 
transmitir, vender ou expor à venda, distribuir, publicar ou divulgar, por qualquer meio - 
inclusive por meio de comunicação de massa ou sistema de informática ou telemática -, 
fotografia, vídeo ou outro registro audiovisual que contenha cena de estupro ou de estupro 
de vulnerável ou que faça apologia ou induza a sua prática, ou, sem o consentimento da 
vítima, cena de sexo, nudez ou pornografia. 
 JURISPRUDÊNCIA do STJ: 
O que você chamou de subsidiário como critério de classificação dos crimes é, na verdade, 
o que se chama crime acessório, parasitário, derivado ou de fusão (todos são a mesma 
coisa). Segundo Alexandre Salim, crime acessório "é aquele que depende da existência de 
outro crime. Ex.: o crime de receptação (art. 180 do CP) depende da existência de um crime 
anterior, do qual a coisa provém. A propósito: 'por se tratar de crime acessório, derivado 
ou parasitário, o crime de lavagem de dinheiro pressupõe a existência de infração anterior, 
que constitui uma circunstância elementar do tipo de lavagem' (STJ, 5ª Turma, HC 378.449, 
j. em 20/09/2018)". 
(2019 Banca: FCC Órgão: MPE-MT Prova: FCC - 2019 - MPE-MT - Promotor de Justiça 
Substituto – ADAPTADA) De acordo com o ordenamento jurídico e o posicionamento 
dos tribunais superiores sobre os crimes contra a dignidade sexual, a prática de passar 
as mãos nas coxas e seios da vítima menor de 14 anos, por dentro de sua roupa, não pode 
ser tipificado como crime de estupro de vulnerável (art. 217-A do Código Penal), haja vista 
que não houve a conjunção carnal. 
 
GABARITO: ERRADA 
Passar as mãos nas coxas e seios da vítima: O agente que passa as mãos nas coxas e 
seios da vítima menor de 14 anos, por dentro de sua roupa, pratica, em tese, o crime de 
estupro de vulnerável (art. 217-A do CP). Não importa que não tenha havido penetração 
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vaginal (conjunção carnal). STF. 1ª Turma. RHC 133121/DF, rel. orig. Min. Marco Aurélio, 
red. p/o acórdão Min. Edson Fachin julgado em 30/8/2016 (Info 837) 
 
 
(2019 Banca: CESPE Órgão: MPE-PI Prova: CESPE - 2019 - MPE-PI - Promotor de Justiça 
Substituto/ADAPTADA) A respeito de crimes contra a dignidade sexual, é correto 
afirmar que: 
Em regra, o crime de importunação sexual pode ter como agente passivo pessoa vulnerável, 
dados a especificidade da conduta e seu caráter de crime não subsidiário. 
GABARITO: ERRADA 
Neste caso, a conduta poderá configurar o crime do art. 218-A do CP: 
Praticar, na presença de alguém menor de 14 (catorze) anos, ou induzi-lo a presenciar, 
conjunção carnal ou outro ato libidinoso, a fim de satisfazer lascívia própria ou de outrem: 
Pena - reclusão, de 2 (dois) a 4 (quatro) anos 
Inclusive, há uma subsidiariedade expressa no preceito secundário do art. 215-A do CP 
(importunação sexual). Isso significa que, se a conduta praticada puder se enquadrar em 
um delito mais grave, não será o crime do art. 215-A do CP. No caso, o crime de “Satisfação 
de lascívia mediante presença de criança ou adolescente” é mais grave. 
 
 (2019 Banca: CESPE Órgão: MPE-PI Prova: CESPE - 2019 - MPE-PI - Promotor de Justiça 
Substituto/ADAPTADA) A respeito de crimes contra a dignidade sexual, é correto 
afirmar que: 
Em se tratando de crime de estupro em que a vítima seja maior de dezoito anos de idade 
e plenamente capaz, a ação penal é pública incondicionada, ainda que não tenha ocorrido 
violência real na prática do crime. 
GABARITO: CORRETA 
A Lei nº 13.718/2018 alterou a redação do art. 225 do CP e passou a prever que todos os 
crimes contra a dignidade sexual são de ação pública incondicionada. 
MuitaATENÇÃO  O art. 225 do CP alterado pela Lei nº 13.718/2018, trata-se de novatio 
legis in pejus, porquanto a ação passou de pública condicionada à representação para 
INCONDICIONADA, agravando a situação do réu, já que o indivíduo será privado de uma 
causa extintiva da punibilidade (decadência do direito de representação). Por conseguinte, 
não será aplicada aos crimes cometidos na vigência da lei anterior. 
(2019 Banca: VUNESP Órgão: TJ-RO Prova: VUNESP - 2019 - TJ-RO - Juiz de Direito 
Substituto) Tícia, de 16 anos, há dois anos namora Caio, de 19 anos. Tícia é virgem e 
está decidida a apenas manter relação sexual após o casamento, já marcado para ocorrer 
no dia em que ela completará 18 anos. Quando estavam sozinhos, na sala, assistindo 
TV, Caio, aproveitando-se que Tícia cochilava, masturbou-se e ejaculou no corpo da 
namorada que, imediatamente, acordou. Sentindo-se profundamente violada e agredida, 
Tícia grita e acorda os pais, que dormiam no quarto da casa. Os pais, vendo a filha suja 
e em pânico, impedem Caio de fugir e decidem chamar a polícia. Acionada a polícia, 
Caio é preso, em flagrante delito e, encerradas as investigações, denunciado pelo crime 
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sexual praticado. Diante da situação hipotética, Caio poderá ser processado pelo crime 
de 
a) corrupção de menores, tratando-se de ação penal pública incondicionada. 
b) violação sexual mediante fraude, haja vista que Tícia estava dormindo, sem 
possibilidade de resistir, tratando-se de crime de ação penal pública condicionada. 
c) importunação sexual, tratando-se de ação penal pública incondicionada. 
d) estupro de vulnerável, haja vista que Tícia é menor, tratando-se de crime de ação 
penal pública incondicionada. 
e) estupro, incidindo causa de aumento em virtude de a vítima ser menor de 18, 
tratando-se de ação penal pública condicionada. 
GABARITO: C 
Importunação sexual - Nos termos do artigo 215-A do CP - Praticar contra alguém e sem 
a sua anuência ato libidinoso com o objetivo de satisfazer a própria lascívia ou a de 
terceiro: 
Pena - reclusão, de 1 (um) a 5 (cinco) anos, se o ato não constitui crime mais grave. 
 Art. 225. Nos crimes definidos nos Capítulos I (DOS CRIMES CONTRA A LIBERDADE 
SEXUAL) e II (DOS CRIMES SEXUAIS CONTRA VULNERÁVEL) deste Título, procede-se 
mediante ação penal pública INcondicionada. 
NÃO houve ABOLITIO CRIMINIS da contravenção penal de IMPORTUNAÇÃO OFENSIVA 
AO PUDOR, previsto no art. 61 da Lei de Contravenções Penais (DL n.º 3.688/41) pela Lei 
n.º 13.718/2018, tendo ocorrido a continuidade normativo-típica, passando a constar 
como IMPORTUNAÇÃO SEXUAL, inserido no art. 215-A do Código Penal. 
 JURISPRUDÊNCIA: 
O PRINCÍPIO DA CONTINUIDADE NORMATIVA ocorre “quando uma norma penal é 
revogada, mas a mesma conduta continua sendo crime no tipo penal revogador, ou seja, a 
infração penal continua tipificada em outro dispositivo, ainda que topologicamente ou 
normativamentediverso do originário.” (Min. Gilson Dipp, em voto proferido no HC 
204.416/SP). 
(2019 Banca: FCC Órgão: MPE-MT Prova: FCC - 2019 - MPE-MT - Promotor de Justiça 
Substituto – ADAPTADA) De acordo com o ordenamento jurídico e o posicionamento 
dos tribunais superiores sobre os crimes contra a dignidade sexual, a conduta 
consistente em manter casa para fins libidinosos é suficiente para a caracterização do 
crime tipificado no art. 229 do Código Penal, sendo desnecessário, para a configuração do 
delito, que haja exploração sexual, assim entendida como a violação à liberdade das 
pessoas que ali exercem a mercancia carnal. 
 
GABARITO: ERRADA 
Consoante a JURISPRUDÊNCIA do STJ: [...] a conduta consistente em manter “Casa de 
Prostituição” segue sendo crime tipificado no art. 229 do Código Penal. Todavia, com a 
novel legislação, passou-se a exigir a “exploração sexual” como elemento normativo do 
tipo, de modo que a conduta consistente em manter casa para fins libidinosos, por si 
só, não mais caracteriza crime, sendo necessário, para a configuração do delito, que haja 
exploração sexual, assim entendida como a violação à liberdade das pessoas que ali

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