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PRÓTESE PARCIAL FIXA 
 
Componentes: 
- Dentes Suporte: Dentes que irão receber um preparo para suportar a prótese 
- Terminal: Localizados nas extremidades do espaço protético 
- Intermediário: Localizados entre o dente suporte terminal 
- Retentor: Restaura o dente suporte e permite a substituição do elemento ausente 
- Pôntico: Elemento que substitui o elemento natural 
- Conector: União entre o retentor e o pontico 
 
Materiais: 
- Metálicas 
- Mista: Metaloplástica ou Metaloceramicas 
- Porcelana 
- Resina composta 
 
Passo a passo confecção PPF 
- Exame do paciente 
- planejamento 
- Preparo dos dentes suporte 
- Confecção do provisório 
- Moldagem de trabalho 
- Prova da infra-estrutura 
- Aplicação da porcelana 
- Cimentação 
 
 
→ DENTES SUPORTE - ASPECTOS BIOLÓGICOS 
 
 
PREPAROS DENTAIS: → Forma, função e estética 
 
Finalidades: 
 
- Terapeutica: 
Visando a restauração de um dente cariado ou fraturado 
 
- Protética: 
Objetivo de uma retenção de uma PPF: 
→ Preparo extracoronário 
- Totais (ex. coroa total) 
- Parciais (ex. Faceta) 
→ Preparos Intracoronários 
- INlay 
- Onlay 
- Overlay 
→ Preparos Intrarradiculares 
- dentes unirradiculares 
- dentes multirradiculares 
→ Preparo para Próteses Adesivas Indiretas 
 
 
 
● PRINCÍPIOS PARA UM BOM PREPARO 
→ Biológico 
→ Estético 
→ Mecânico 
 
● Aspectos Biológico 
 
O Sucesso no tratamento depende de: 
 
Longevidade 
estética 
Saúde gengival 
Satisfação do paciente 
 
→ Suporte Ideal: 
 
- Relação coroa/ raiz 
- Forma e volume coronário 
- Periodonto saudável 
- Vitalidade Pulpar 
 
 
→ Relação Coroa Raiz *PROVA* 
Proporção Ideal = 2:3 (Coroa = Raíz) → R>=P 
No máximo 1:1 (Coroa = Raíz) 
 
Resistência: O quanto a raiz vai suportar as forças (aquilo que está implantado no tecido 
osseo) 
Potência: Aquilo que exerce força sobre a raiz ( resistencia) 
 
→ Pq ocorre uma falha caso não tenha uma proporção Coroa/ Raiz adequada ? 
A coroa vai exercer uma força sobre a raiz, logo a coroa atua como potência e tudo que 
está dentro do tecido ósseo atua como resistência. Para que não ocorra a falha a 
Resistência deve ser igual ou maior que a Potência. 
 
→ FORMA E VOLUME CORONÁRIO 
- Proporção (Lei de proporção aurea) 
- Variação anatomica 
- Arquitetura gengival ( Zenite, papila interdental, ameias interdentárias) 
- inclinações dentarias 
- espaço interdental 
- contatos entre os dentes 
 
→ Conceitos 
Sobrecontorno: Excesso de material em relação a margem do dente preparado 
Subcontorno: Falta de material em relação a margem do dente preparado 
 
→ PERIODONTO SAUDÁVEL 
A saúde periodontal pode ser alterada durante o posicionamento subgengival do termino 
cervical. Devemos preservar o espaço biológico( ep. juncional e inserção conjuntiva) 
Para NÃO gerar inflamação, o termino deve estar localizado no inicio do sulco gengival com 
aproximadamente 0,5- 0,7mm, preservando o E. Biológico 
 
→ Formas de RECUPERAR o espaço biológico perdido por CÁRIE: 
- Aumento da coroa clínica 
- tracionamento ortodôntico 
 
→ EXTENSÃO DO TÉRMINO CERVICAL: 
→Supra- gengival: Ideal do ponto de vista periodontal (max. 2mm aquém do sulco) 
- Anti estético 
- Dentes Posteriores 
 
→ Sub gengival: 0,5 - 1mm de profundidade 
- Estético 
- Dentes Anteriores 
- microorg. da carie x calculo disputam, então é dificil ter carie 
 
→ Nível gengival: área crítica 
- local onde as placas se depositam mais 
- local onde se acumula o biofilme, que por sua vez é ácido e degrada o cimento 
resinoso. 
 
Ponto de vista periodontal → Supra gengival é o ideal para o periodonto 
Vantagens: 
- Preparo mais facil 
- - Melhor higienização com a escova 
- Localização do termino do esmalte 
- Simplificação nas etapas de confecção da prótese 
Sempre que a estética permitir, fazemos SUPRA 
 
Ponto de vista estético → Sub Gengival é o ideal 
Vantagens: 
- Quando a carie ja estiver a nível gengival ou sub gengival 
- Obtém retenção adicional (+ extensão do preparo, + retenção) 
- Estética 
- Sensibilidade dentinária 
 
→ VITALIDADE PULPAR 
Nem sempre que realizar o preparo do dente devemos preparar o canal radicular! 
A vitalidade é importante, pois a sensibilidade pode alertar de possíveis inflamações, caries, 
fraturas, etc. 
→ MÉTODO DE PROTEÇÃO DO COMPLEXO DENTINA-POLPA: 
 
- Durante o preparo: 
Refrigeração 
Brocas novas 
Movimentos intermitentes 
 
- Após o preparo: 
Usar OTOSPORIN - 5min → Ação anti inflamatória 
Usar ÁGUA DE CAL → Formação de dentina esclerosada, tec. ósseo mineralizado, ação 
anti inflamatória 
Confecção de RESTAURAÇÕES PROVISÓRIAS → Devolver a função e proteger o 
remanescente dental 
Usar Cimento a base de Hidróxido de Cálcio em PROVISÓRIOS → Estimula a formação de 
dentina esclerosada e é anti inflamatório 
 
 
→ DENTES SUPORTE - ASPECTOS MECÂNICOS 
 
ASPECTOS MECÂNICOS 
 
→ Preservação da estrutura dentária: 
Preparos conservadores 
- É possivel preparar um dente com 0,5mm, varia de acordo com o material 
- Desgaste a nível de esmalte → Melhor adesão da peça por ser mais poroso e não 
ser úmido igual a dentina 
 
● TIPOS DE TÉRMINO 
Coroa Metálica → CHANFERETE → Desgaste 0,8 a 1mm 
Coroa Metalocerâmica → CHANFRADO → 1,5 a 2,0mm 
Cerâmica Pura → Ombro arredondado → 1,2 a 1,5mm 
Coroa Metal free → CHANFRADO → 1,5 a 2,0mm 
 
→ RETENÇÃO 
Capacidade do dente preparado de impedir o deslocamento da prótese ao longo eixo do 
dente quando submetido às forças de tração 
 
O que confere a retenção? 
Inclinação das paredes 
Área de superfície do preparo 
 
→ Fatores que influenciam a retenção 
- RETENÇÃO FRICCIONAL (associada ao contato da retenção da superfície do dente 
preparado e superfície interna da prótese) 
- ALTURA DAS PAREDES AXIAIS DO PREPARO (Quanto MAIOR a parede, MAIOR 
a retenção) 
- INCLINAÇÃO DAS PAREDES AXIAIS (Quanto MAIS paralelas, MAIS retenção) 
Entretanto parede 100% paralela não tem retenção. as paredes DEVEM ter uma leve 
inclinação !!! 
- MEIOS ADICIONAIS DE RETENÇÃO (Canaletas, sulcos e caixas) 
 
→ Estabilidade ou Resistência 
Capacidade do dente preparado impedir o deslocamento da prótese em relação ao longo 
eixo quando submetida às forças oblíquas 
 
- ZONA Z ( Área de resistência que impede o deslocamento rotacional da prótese) 
Quanto MENOR a INCLINAÇÃO da parede preparada, MAIOR a ZONA Z→ MAIOR 
A ESTABILIDADE 
Paredes CURTAS → Sulcos e canaletas para melhor estabilidade 
 
→ RIGIDEZ ESTRUTURAL 
Espessura necessária para transmitir a carga oclusal para as demais estruturas sem 
deformações 
 
- O que confere CONSERVAÇÃO DAS ESTRUTURAS DA PRÓTESE ? 
Seleção de material adequado 
Espessura adequada do preparo 
 
→ SELAMENTO MARGINAL 
Para que haja uma adequada adaptação da coroa no dente pilar, a configuração do término 
cervical deve ser nítido e bem definido (para não haver sobrecontorno ou subcontorno). 
Além disso, a linha de cimentação deve ser micrométrica/reduzida para que haja uma 
longevidade da peça protética, pois margens inadequadas facilitam a instalação do 
processo patológico periodontal e cárie. 
 
 
→ NÚMERO DE DENTES SUPORTE 
 
→ SELEÇÃO DOS PILARES POLÍGONO DE ROY 
- Quando MAIS número de planos envolvidos pela prótese, MAIS estabilidade e ação 
ferulizante 
 
O NÚMERO DE DENTES SUPORTE DEPENDE DE QUAIS FATORES? 
- Extensão do aparelho 
- Localização 
- Arco antagonista 
- natureza dos dentes suporte 
- estado periodontal 
- forma e implantação das raízes 
 
→ Quantos elementos ausentes consecutivos é permitido?? 
3, com exceção dos 4 incisivos anteriores 
 
 
 
→ É possível realizar uma PPF sem um dente suporte terminal? 
SIM. Pôntico CANTILEVER, (não tem suporte em um dos lados). O cantilever DEVE estar 
sempre na MESIAL, na distal a força mastigatória é maior, logo é contraindicado 
 
● LEI DE ANTE (área da RAIZ = + área do dente q vai ser substituido pelo pôntico) 
Retentores += Ausente(s) → Favorável 
 
● LEI DE VEST (A resistencia de cada dente, equivale ao dobro da força que recebe) 
R= 2F 
R= 2x Dentes suporte 
F= Soma do valor de todos osdente 
● R+= F → Favorável 
 
ANTE: 
 ÁREA TOTAL DA MEMBRANA PERIODONTAL DOS DENTES SUPORTE DEVE SER 
MAIOR OU IGUAL A ÁREA DOS DENTES AUSENTES 
 
VEST: 
A RESISTÊNCIA DE CADA DENTE EQUIVALE AO DOBRO DA FORÇA QUE SUPORTA. 
A RESISTÊNCIA DEVE SER MAIOR OU IGUAL A FORÇA 
 
 
 
 
—-----------//—-------- 
P2 - PPF 
 
→ MOLDAGEM EM PPF 
 
Sucesso do tratamento 
- Integridade Pulpar e periodontal 
- Estética 
- Função mastigatória e Fonética 
- Resistencia mecânica 
- Longevidade da prótese 
 
● PASSO A PASSO MOLDAGEM 
- Exame clínico do paciente 
- Preparo Dental 
- Confecção do provisório 
- MOLDAGEM de trabalho 
- Prova da infra-estrutura 
- Aplicação de porcelana 
- Cimentação 
 
→ MOLDAGEM: 
Conjunto de operações clínicas objetivando a reprodução negativa(molde ou impressão) 
dos tecidos bucais, utilizando técnicas adequadas 
→ MOLDE: 
Impressão ou cópia em negativo das estruturas que se quer reproduzir 
 
→ MODELOS: 
Reprodução positiva obtida pelo vazamento do molde, geralmente de gesso, a partir do qual 
se tem inicio a fase laboratorial 
 
 
● OBJETIVO DA MOLDAGEM: 
Obtenção do Modelo de estudo e Obtenção do modelo de trabalho 
 
● Requisitos de uma boa moldagem: - 6 
 
- Preparo gengival terminado 
- Ausência de inflamação gengival 
- Estabilidade gengival 
- Exposição total do preparo 
- Conhecimento do material 
- Domínio da técnica empregada 
 
 
● Características dos materiais de moldagem: 
- Atóxico, evitando reações com a mucosa na moldagem 
- Apos polimerização, sua cor deve facilitar a identificação dos detalhes do molde 
- Tempo de trabalho satisfatório 
- Consciência adequada para reprodução 
- Não deve se deformar após remoção 
- Estabilidade dimensional diante das variações de umidade e temperatura 
- Ser compatível com materiais de modelo (ex. Gesso, revestimento, metalização) 
- Não distorcer durante o vazamento 
- Ser passível de desinfecção 
 
 
→ CARACTERÍSTICAS GERAIS DOS MATERIAIS DE MOLDAGEM 
 
- GRAU DE HIDROFILIA 
- VISCOSIDADE 
- TEMPO DE PRESA 
- CUSTO BENEFÍCIO 
 
→ Grau de Hidrofilia 
facilidade de vazamento com gesso 
Quanto menor o angulo de contato, menor a probabilidade da formação de bolhas 
Quanto maior o angulo de contato, mais dificil pois são repelidos por hemorragia ou 
umidade presente na gengiva 
 
POLIÉTERES e SILICONES DE ADIÇÃO, tem pequenos ângulos de contato, o que os 
tornam ideais para esse tipo de moldagem pela menor probabilidade de bolhas ( são 
hidrófilos) 
 
 
→ VISCOSIDADE 
Viscosidade x fluidez 
- Os materiais devem ser TIXOTRÓPICOS (Não escorrer) 
- Importante pro material não escorrer na hora da moldadem 
 
→ PRESA RÁPIDA 
- Os materiais devem ser totalmente PLÁSTICOS, e com a polimerização irem ficando 
totalmente ELÁSTICOS (após deformação, voltam a sua forma original) → PRESA RÁPIDA 
muda rapido de um para o outro 
 
→ CUSTO 
 
 
→ MATERIAIS DE MOLDAGEM 
● Materiais Anelásticos: 
- Gesso 
- Godiva 
- Pasta Zinco-Eugenólica 
 
● Materiais Elásticos 
- Hidrocolóide Reversível 
- Hidrocolóide Irreversível 
 
● Elastômero → MEMÓRIA DE FORMA 
- Mercaptanas ou Polissulfetos 
- Poliéteres 
- Silicona de Condensação e ADIÇÃO 
 
 
→ POLIÉTERES 
- Alto Custo 
- Exige moldeira individual e adesivo próprio sobre a moldeira para facilitar o material 
- RÍGIDO - Alto módulo de elasticidade 
 
→ SILICONE DE ADIÇÃO 
 
Se apresenta de acordo com a consistência em forma de: 
 
- MASSA (DENSA): 
- Consistência densa, Regular, Leve 
 
- PASTA (FLUIDA): 
- Consistência fluida extra leve, leve e média 
● No manuseio, NÃO usar LUVAS DE LATEX, o ENXOFRE presente no material 
REAGE com os SULFATOS FÉRRICOS da luva o que INIBE A REAÇÃO DE 
POLIMERIZAÇÃO 
 
● O fio deve ser embebido por algum material q não tenha enxofre 
 
● A reação entre base e catalizador não produz subprodutos, é um material 
EXCEPCIONALMENTE ESTÁVEL 
 
● Apos colocar o gesso, esperar 1 HORA PARA VAZAR, pois pode produzir 
hidrogênio produzindo bolhas no vazamento imediato 
 
→ AFASTAMENTO GENGIVAL - OBJETIVOS: 
1. Afastamento HORIZONTAL dos tecidos gengivais dos dentes para permitir a 
ENTRADA DO MATERIAL de moldagem 
2. Afastamento VERTICAL para expor as MARGENS 
3. ELIMINAR HEMORRAGIAS 
4. Campos SECOS E LIMPOS: Tecidos duros e moles 
5. GENGIVA fique AFASTADA do TERMINO CERVICAL até que tome PRESA, e não 
possa mais ser expulsa 
6. Retração gengival prolongada pode gerar danos irreparáveis 
 
→ TIPOS DE AFASTAMENTO GENGIVAL 
- MECÂNICO 
- QUÍMICO 
- MECÂNICO-QUÍMICO 
- CIRURGICO 
- CURETAGEM GENGIVAL ROTATÓRIA 
 
 
→ AFASTAMENTO GENGIVAL MECÂNICO 
Afastamento gengival pelo alongamento das fibras circunferenciais periodontais 
 
Usamos FIOS 
 
Vantagens: 
- Mais confortável para o paciente 
- Atraumático (pressão biofisiológica) melhor pro periodonto 
- Menor recessão gengival permanente 
- Permite múltiplas moldagens 
- fácil manipulação 
- mais barato 
 
DESVANTAGENS: 
- Maior número de etapas clínicas 
- Possível movimentação durante a moldagem 
- Confecção de moldeira individual 
 
→INDICAÇÃO: 
- Paciente com menos de 2mm de gengiva inserida 
- Falta de domínio para inserir fio afastador em moldagens de vários elementos 
 
→ AFASTAMENTO QUÍMICO 
 Uso de drogas para expor e secar as margens subgengivais 
 
Traumático, 
pode causar descamação epitelial, recessão gengival 
 
→ AFASTAMENTO MECÂNICO/ QUÍMICO 
FIO + SOLUÇÃO VASOCONSTRITORA (epinefrina) ou ADISTRIGENTES (sulfato de 
alumínio) 
-2 FIOS 
1° Fio- FINO- embebido em hemostop - afastamento VERTICAL 
2° Fio- Espesso- Afastamento HORIZONTAL 
o 2° fio é retirado na hora da moldagem 
 
- Afastamento eficiente, entretanto pode causar danos locais irreparáveis e 
sistêmicos (aumento da pressão e frequência cardíaca) 
O grau de DANO está na dependência da EXTENSÃO SUBGENGIVAL, do AGENTE 
QUÍMICO empregado, TEMPO DE PERMANÊNCIA e PRESSÃO exercida para colocar e 
 
 
→ AFASTAMENTO CIRÚRGICO 
Termocautério, bisturi eletrico, cirurgia periodontal, curetagem gengival, laser 
 
→ Afastamento com curetagem gengival rotatória 
penta diamantada cônica 
 
 
● TÉCNICAS DE MOLDAGEM 
 
- TÉCNICA DE IMPRESSÃO 
- TÉCNICA DA DUPLA MISTURA 
- TÉCNICA DA DUPLA IMERSÃO OU EMBASAMENTO 
 
→ TÉCNICA DE MOLDAGEM SIMPLES 
ALGINATO- PROCEDIMENTO PARA MOLARES 
 
→ Preparação do paciente 
- posição- arco paralelo ao chão 
- controle da saliva 
- profilaxia 
 
→ Seleção de moldeira 
se a moldeira não envolver toda a superfície, usamos cera utilidade para aumentar sua 
altura 
● TÉCNICA DE MOLDAGEM DUPLA MISTURA OU INSERÇÃO ÚNICA 
- Material denso e fluido são manipulados ao mesmo tempo 
 
→ o fluido é injetado no sulco gengival, sob o preparo 
→ O Denso é colocado na moldeira e levado à boca, fazendo com que o fluido penetre no 
sulco gengival do preparo afastado anteriormente 
 
● TÉCNICA DE MOLDAGEM DE DUPLA IMPRESSÃO OU REEMBASAMENTO 
Moldagem realizada em DUAS ETAPAS: Fazer 1 moldagem com o MATERIAL DENSO e 
em seguida 1 moldagem com o material FLUIDO 
 
→ Antes da segundo moldagem com material fluido fazemos um alívio no material pesado- 
RECORTES 
 
 
● AVALIAÇÃO DO MOLDE 
- AUSENCIA de áreas de COMPRESSÃO 
- AUSENCIA de BOLHAS 
- AUSENCIA de áreas LISAS E BRILHANTES (indica q entrou em contato com a 
saliva) 
- AUSENCIA de áreas ESBRANQUIÇADAS (Deformação plástica) 
- CONSEGUIR diferenciar as RANHURAS da broca para o PREPARO E 
SUPERFÍCIE DO DENTE 
 
● DESINFECÇÃO DO MOLDE 
alginato, silicona, poliéter- imersão 10 min em hipoclorito 1% 
silicona, polissulfero, poliéter- imersão 10 minutos glutaraldeído 2% 
 
 
● PRINCIPAIS PROBLEMAS EM MOLDAGENS 
- Rasgamento das margens 
- falta de adesão entre densa e fluida 
- Gaps nas margens 
- Falta de pasta fluida 
- Bolha nas margens 
- Exposição da moldeira 
- Falta de adesão na moldeira 
- Polimerização incompleta 
- Bolhas no modelo 
 
 
 
 
→ METAL FREE 
 
→ CERÂMICAS 
→ CERÔMEROS 
 
→ CERÂMICAS 
 
VANTAGENS: 
- Boa ESTÉTICA 
- Estabilidade de COR 
- BIOCOMPATIBILIDADE 
- Resistência à COMPRESSÃO E DESGASTE 
- EstabilidadeQuímica 
- CET semelhante ao do dente 
DESVANTAGENS: 
- FRIÁVEL 
- BAIXA RESISTENCIA A TRAÇÃO 
 
 
 
Composição: VÍTREAS, POLICRISTALINAS, HÍBRIDAS 
 
● VÍTREAS 
Alta translucidez= BOA ESTÉTICA 
ÁCIDO SENSÍVEL 
ADESIVAS 
 
 
→ FELDSPÁTICAS 
 BOA ESTÉTICA 
BAIXA resistência MECÂNICA - 75-120 
 
- Cerâmica de cobertura, laminados, microlâminas 
 
→ SINTÉTICAS 
BOA ESTÉTICA 
Resistência MECÂNICA VARIA 
 
- Cerâmica de cobertura, laminados, microlâminas, inlay, onlay, overlay, etc. 
 
● Leucita 
Boa estética 
BAIXA resistência mecânica (+ q feldispáticas) - 180 
 
● Fluoropatitas 
Boa estética 
Resistência mecânica RUIM - 120 
 
● DISSILICATO DE LÍTIO → ESTÉTICA, laminados, anteriores sem N. metálico 
BOA estética 
Resistencia MECÂNICA BOA - 380-400 
 
 
● POLICRISTALINAS 
- INFRAESTRUTURA DE PFF PONTE 
 
→ Infiltradas por vidro 
ESTÉTICA RUIM 
Resistencia mecânica ALTA- 450-800 
 
→ ALUMINA 
ESTÉTICA RUIM 
Resistência MECÂNICA ALTA - 650-800 
 
→ ZIRCÔNIA → Parafunção e núcleo metálico 
ESTÉTICA RUIM 
Resistência MECÂNICA ALTA - +900 
- São opacas o que afeta a estética 
→ ZIRCÔNIA ULTRA TRANSLÚCIDA 
BOA ESTÉTICA 
Resistência Mecânica BOA - 500-800 
Inlay, Onlay, laminados, Ponte de 3 elementos 
 
 
 
● HÍBRIDAS 
- INLAY, ONLAY 
 
→ Infiltradas por polímeros 
ESTÉTICA BOA 
Resistência MECÂNICA RUIM - 160 
 
→Resinas Nanocrâmicas 
ESTÉTICA BOA 
Resistência MECÂNICA RUIM - 200 
 
 
→ CERÂMICAS ÁCIDO SENSÍVEIS 
- FELDSPÁTICA 
- DISSILICATO DE LÍTIO 
- LEUCITAS 
(VÍTREAS) 
 
→ Condicionamento com ácido fluorídrico 
 
→ Fragmento cerâmico, Lente de Contato, Laminados cerâmicos, Inlay, onlay, overlay, 
Coroas Unitárias Anteriores e Posteriores, PPF com 3 elementos 
 
 
→ CERÂMICAS ÁCIDO RESISTENTES 
Usadas quando a adesão não é o fator prepotente para o sucesso 
 
→ Coroa total, Infraestrutura d PPF de posteriores ou sob implante, PPF com mais de 3 
elementos 
 
 
 
 
→ TÉCNICAS DE CONFECÇÃO MONOLÍTICAS 
 
COROAS MONOLÍTICAS= Peças feitas a partir de um único tipo de cerâmica e ao mesmo 
tempo. 
-Vantagens: Com a camada de revestimento ou cobertura eliminada, dá mais resistencia à 
peça, menor tempo de confecção, menor desgaste dentário. 
-Desvantagens: Menos estética e menor diversidade de cores 
 
 
→ TÉCNICA DE INJEÇÃO ou PRENSAGEM 
 
 a peça é encerada sobre o modelo mestre e incluída em revestimento específico para o 
sistema cerâmico utilizado 
→ TÉCNICA DE FRESAGEM 
 
A peça é projetada pelo CAD e fresada pela fresadora, geralmente um “bloco” e a peça é 
esculpida. 
Depois temos uma “maquiagem” 
 
→ cerâmicas vítreas e híbridas 
 
 
 
→ CERÔMEROS 
 
Vantagens: 
- Margens bem adaptadas (técnica indireta) 
- contração antes da cimentação 
- baixa absorção de água 
- redução no tempo de acabamento e água 
Desvantagens: 
- Requer restaurações provisórias 
- Restaurações sem reforço de fibra devem ser colocadas com cimento resinoso 
- Custo laboratorial 
 
 
baixa resistência a flexão (60 a 80MPa) 
- baixa resistência à abrasão 
- baixo módulo de elasticidade 
- tendência à fratura 
- instabilidade de cor e desgaste acentuado 
- alternativa ao uso restrito de cerâmicas 
 
● Indicação: 
 
→ inlays e onlays 
→ laminados cerâmicos 
→ coroas totais 
→ reparos de restaurações diretos em boca 
→ restaurações provisórias de longa duração 
 
 
 
→ RETENTORES INTRA RADICULARES 
 
Função: Retenção, estabilidade e resistência (resistência é questionável), dissipação de 
carga 
 
Quando indicar? 
 
→ MOLARES 
Força AXIAL (ao longo eixo do dentes/raiz). Indicado núcleos metálicos fundidos, pinos 
cerâmicos, pinos de fibra de vidro 
 
→ ANTERIORES E PRÉ-MOLARES 
Anteriores tem Força OBLÍQUA, (fora do longo eixo do dente), que é mais susceptível de 
fratura, logo o pino deve ter características de anisotropia. 
Os pré-molares participam da desoclusão em grupo, por isso não é indicado o uso da 
fundição metálica 
 
● NÚCLEO METÁLICO FUNDIDO 
Fundição laboratorial (técnica indireta) → Moldado o canal radicular com duraley 
 
→ VANTAGENS: 
- Mais resistentes, rígido e radiopaco 
- melhor adaptação ao canal com MENOR LINHA DE CIMENTAÇÃO 
 
→ Desvantagens: 
- Maior número de sessões clinicas (indireto→ lab) 
- Estética ruim 
- pode causar efeito de cunha 
- Corrosão 
- Propriedades físicas e mecânicas diferentes dos dentes 
- MAIOR DESGASTE DO CANAL RADICULAR PARA OBTENÇÃO DE 
CONFORMAÇÃO CÔNICA 
- Característica isotrópica= Tensão passa de metal para o dente, mais facil de 
fraturar por não absorver nenhum tipo de força 
 
→ PREPARO DO CONDUTO 
- 2/ 3 do comprimento radicular ou 4mm aquém do selamento apical (por causa da 
presença de deltas) 
- Metade da raíz com implantação ossea 
- Conformidade CÔNICA do canal radicular → broca largo 
→ DENTES POSTERIORES MULTIRRADICULARES → Raiz mais VOLUMOSA e 
RETA 
● PINOS DE FIBRA DE VIDRO, CARBONO E QUARTZO 
 
-Pino de fibra de vidro→ NECESSIDADE da criação de um NÚCLEO DE 
PREENCHIMENTO CORONÁRIO, com resina composta. 
-Se aderem a estrutura dental a partir do uso de SISTEMA ADESIVO E CIMENTOS 
RESINOSOS 
 
→ VANTAGENS: 
- Estética 
- Resistência 
- Elasticidade 
- Menor desgaste 
- Característica ISOTRÓPICA= Absorve a tensão, NÃO transfere para o dente 
- Diferentes formatos, tamanhos, etc 
- Não sofre corrosão 
- Núcleo de preenchimento de resina composta 
- Fácil remoção 
- Radiopacidade 
 
→ INDICAÇÃO 
Pelo menos 2mm de REMANESCENTE CORONÁRIO 
 
→ PREPARO DO CONDUTO: 
- 2/ 3 do comprimento do conduto radicular 
- Pelo menos 4mm de selamento apical (deltas) 
- Metade da raiz com implantação ossea 
 
→ CIMENTAÇÃO 
- Cimento resinoso DUAL 
- Pegar o pino e passar alcool 
- Limpar canal com Alcool ou EDTA 
- Passar silano 
 
–//- 
● QUANDO USAR NÚCLEO FUNDIDO? 
QUANDO NÃO HOUVER REMANESCENTE DE PELO MENOS 2MM 
 
● QUANDO USAR NÚCLEO DE PREENCHIMENTO? 
QUANDO HOUVER PELO MENOS 2MM DE REMANESCENTE CORONÁRIO 
 
 
→ ENDOCROWN 
COROA E UNIDADE CENTRAL DA CAMARA PULPAR EM MONOBLOCO FRESADA, 
SEM A NECESSIDADE DE PREPARO RADICULAR 
 
 
→ INDICAÇÃO: 
- Dentes severamente comprometidos, com canais radiculares calcificados, muito 
tortos ou finos 
- Espaço interoclusal insuficiente para restauração pelo método covencional (retentor 
+ coroa) 
- Dentes com canais atrésicos 
 
→ CONTRA-INDICAÇÃO: 
- Dentes que apresentam ausencia das paredes circundantes 
- Dentes com ausencia de profundidade de câmara pulpar 
- Limite cervical em dentina onde a cimentação NÃO apresenta bom prognóstico 
- Dentes que serão usados como pilar de pônticos 
 
● Preparo com paredes EXPULSIVAS 
 
Características de preparo: 
→ CLASSE 1: Remanescente de pelo menos 2 paredes da cúspide tem altura superior a 
metade da coroa original 
→ CLASSE 2: Apenas UMA parede da cúspide tem sua altura superior a metade da coroa 
original 
→ CLASSE 3: Quando TODAS as paredes são reduzidas a menos da metade de sua altura 
original 
 
—---------------//—-------------- 
P3 - PPF 
 
→ Exames clínicos, radiográficos, diagnóstico e planejamento, consideração sobre 
montagem em ASA 
 
elementos para o diagnóstico 
● Anamnese 
● Avaliação de DTM 
● Exame extra e intra bucal 
● Exame de imagem 
● Protocolo fotográfico/ vídeo 
● Modelo de estudo montado em ASA → se necessário 
● Ensaio estético ou mack- up 
 
1- Anamnese 
coleta de dados 
2- Avaliação de DTM 
anamnese: avaliar local, inicio, duração, intensidade, fatores de melhora, fatores de piora, 
sintomas associados, característica da dor 
Buscar hábitos como: mascar chiclete, distúrbios do sono, paciente com má postura 
mandibular, estresse emocional, etc. 
Exame clínico: 
- cor 
- limitação de movimento, travamento ou dificuldade de abertura, incoodenação de 
movimentos, desvios maxilares, deflexão, abertura exagerada 
- ruidos articulares 
Palpação da ATM: posicionar o indicador 1cm do tragus e pedir para o paciente abrir e 
fechar a boca e realizar movimentos de lateralidade 
 
3- Exame extra e intrabucal 
analise estética 
macro: sorriso, face, periodonto 
micro: cor, formato,alinhamento 
- Dimensão vertical de oclusão: 
Diminuída: queilite angular, protrusão mandibular, sulcos faciais pronunciados, 
diminuição do ângulo labial horizontal 
Exame clínico - intra bucal: Nesta fase deve ser inspecionado tecidos moles, músculos, dentes, 
periodonto e as relações oclusais 
● Mucosas 
● Lábios, bochechas, assoalho de boca, palato 
● Lesões 
● Saliva: tipo e quantidade 
● Cáries e restaurações 
● Higienização 
● Avaliar adaptação: perfil de emergência, estética e oclusão das próteses existentes 
● Verificar o número, disposição, inclinação, tamanho da coroa clínica e vitalidade pulpar dos 
dentes remanescentes 
● Determinar o risco do periodonto do paciente 
● Presença de mobilidade, migração, tecido gengival flácido, quantidade de gengiva inserida 
coloração e perda óssea 
● Controle de placa 
● Sondagem, índice de sangramento, exsudato, recessão gengival, envolvimento de furca 
● Análise da área edêntula 
● Exame radiográfico 
 
4- Exame de imagem: 
- Se tem lesão óssea 
- raiz residual 
- quantidade óssea 
- anatomia radicular 
- qualidade do tratamento endodôntico 
 
5- MODELO DE ESTUDO 
● Análise das condições iniciais do paciente 
● observar inclinações e migrações dentárias 
● confecção de restaurações provisórias 
● enceramento diagnóstico 
● dialogo com o paciente 
 
- Montagem do modelo em ASA: reproduzir o relacionamento oclusal do paciente em 
duas finalidades 
● ESTUDO OCLUSAL: patologias e planejamentos de prótese 
● CONFECÇÃO: Próteses Ou aparelhos interoclusais 
 
 
- QUANDO FAZER MONTAGEM EM ASA? - Quando o plano oclusal está modificado 
fatores que justificam o uso do aticulador: 
- Ganho de tempo clinico 
- melhor visualização 
- explicação para o paciente 
- ajuste oclusal fora da boca 
- diagnosticar condições oclusais 
Arco Facial 
- Transferir a relação Côndilo-incisivo 
- Posicionamento (altura e inclinação) da maxila 
 
Sequência Clínica: 
1. Exame clinico 
2. Exames complementares (saude geral, imagens fotos e videos) 
3. Moldar/ escanear 
4. Montagem em ASA? qual a posição? RC ou MIH? 
5. Diagnóstico, prognóstico e planejamento 
6. Ação multidisciplinar (endo, orto, perio) 
7. Ensaio estético e preparos 
8. provisório 
9. moldar/ escanear 
10. Estratégia de registro maxilar/ mandibular 
11. seleção de cor 
12. prova e ajuste 
13. cimentação 
14. Dispositivo intra oral 
 
→ REMOÇÃO DE PRÓTESES, NÚCLEOS E PINOS 
Quando remover uma PPF? 
- Desadaptação ou excesso marginal 
- Estética 
- Fratura 
- Cárie secundária 
- Problemas endodônticos 
- Pinos curtos 
- Falha na cimentação 
 
 
→ Técnicas de Remoção 
Retentores intrarradiculares 
● Fundidos 
● Preenchimento 
 
Retentores intrarradiculares, quando remover? 
● Características não ideais 
● Tratamento endodôntico inadequado 
● Lesão periapical 
● Fratura radicular 
● Supra-ósseo (pino não está na porção intra-óssea da raiz) ou está CURTO 
● Espesso ou fino demais 
 
Instrumentos usados na remoção? 
● Broca esférica de haste longa (1011) 
● Fio ortodentico 
● Aparelho de apreensão( tracionamento) 
● Ponta de ultra-som específica para a remoção de prótese 
- É FEITO UM DESGASTE NA LINHA DO CIMENTO DO RETENTOR E 
POSICIONADO A PONTA DE ULTRASSOM, A VIBRAÇÃO DESCOLA O 
RETENTOR DA PORÇÃO INTRA RADICULAR DO DENTE 
Técnicas: 
 
- ACESSO CORONÁRIO: Promove melhor visualização do retentor, facilita o acesso ao 
mesmo e reduz sua retenção. A parte coronária deve ser completamento exposta com o 
auxilio de brocas de alta rotação e pontas de ultrassom cortantes 
 
- BROCAS: Usadas para a exposição da parte coronária e o desgaste é feito seguindo a 
inclinação do pino, para isso é necessário avaliar cuidadosamente o comprimento, diametro 
e inclinação do pino, através do exame radiográfico. 
- Exposição da parte coronária 
- Desgaste seguindo a inclinação do pino 
- Pontas diamantadas esféricas (boa visibilidade) 
O objetivo é expor a camada de cimento 
 
- ULTRASSOM 
 
A. Desgaste da porção coronária do núcleo até a linha de cimentação 
B. Desgaste aprofundado com ponta diamantada ponta de lápis 
C. Desgaste mais profundo com BROCA NL 
D. Aplicação ultrasônica na porção coronária do núcleo 
E. Aplicação do ultrassom sobre alinha de cimento remanescente (induz microfraturas no 
cimento) 
F. Tração 
 
 
 
- COROAS DEFINITIVAS - Quando remover? 
● Estética 
● Fratura 
● Tratamento endodôntico 
● Exposição da porção metálica 
● Recessão gengival 
● Desadaptação marginal 
● Alteração cromática 
 
INSTRUMENTAIS: 
- Brocas transmetálicas 
- Saca Prótese elétrico 
- saca prótese convencional 
- laser 
 
COROAS PROVISÓRIAS- quando remover? 
● Intervalo entre sessões clínicas 
- a remoção do provisório ocorre antes de se iniciar a sessão clínica 
● Substituição pela prótese definitiva 
 
Remoção deve ser feita com pinça goiva ou hemostática com movimentos para a vestibular 
e lingual para fratura do cimento 
 
ACIDENTES 
- Trapanação 
- Fratura radicular 
- luxação 
- lesão de tecido mole 
 
→ CIMENTAÇÃO DE PROVISÓRIO 
Sequencia clinica da PPF 
1. Exame clínico, radiográfico, fotográfico e video 
2. Moldagem/ escaneamento 
3. Preparo dental com registro oclusal 
4. Moldagem/ escaneamento digital/ seleção de cor 
5. Provisório 
6. Prova das peças 
7. Cimentação 
8. Ajuste oclusal 
CIMENTAÇÃO PROVISÓRIA → alto grau de solubilidade 
 
- Agentes cimentantes temporários: 
● Cimento de Óxido de Zinco 
● Cimento de hidróxido de cálcio 
● Cimento resinoso temporário 
todos esses cimentos funcionam para a resina acrílica 
 
 
● CIMENTO DE ÓXIDO DE ZINCO → (Temp bond) 
 
- MENOR RESISTÊNCIA 
- Resistência → SOLUBILIDADE do material, já que ele NÃO apresenta 
ADESIVIDADE 
- Quando usar? POUCO TEMPO de uso e Próteses Fixas EXTENSAS 
 
 
● CIMENTO DE HIDRÓXIDO DE CÁLCIO → (Hydro C) 
 
- MAIOR resistência, ALTA solubilidade, EFEITO BIOLÓGICO como ação 
antibacteriana e remineralização dental 
- Quando usar? PREPAROS CURTOS, POUCOS princípios de retenção e 
estabilidade, dentes vitais com sensibilidade, provisório com MAIOR período de 
tempo 
 
● Cimento Resinoso Temporário 
Criado para ter uma melhor coloração levando mais estética 
- Dificil de encontrar, CARO 
- Vantagens: Maior estética, facil utilização, boa retenção 
- Desvantagens: Dificulta a remoção do provisório e adesão de núcleos 
- INDICAÇÃO: Cimentação de PROVISÓRIO SOBRE IMPLANTE 
 
PROTOCOLO DA CIMENTAÇÃO DE PROVISÓRIOS 
1. Limpo (com pedra pomes) e seco 
2. Dente seco com jatos de ar e algodão 
3. Selecionar e manipular corretamente o cimento provisório até obter uma mistura 
homogênea (1:1) 
4. Aplicar sobre as estruturas internas da prótese e assentar no preparo fazendo 
pressão 
5. segurar com pressão bidigital 
6. Após a presa do cimento, esperar 2 minutos para remoção do isolamento relativo e 
realizar a limpeza do cimento com sonda exploradora 
7. Ajuste oclusal 
 
→ RESINA BISACRÍLICA (Técnica direta) 
Colocação do guia de silicone com a resina, esperar 4 minutos, retirar e fazer o acabamento 
- pouca sensibilidade 
 
→ CIMENTAÇÃO DEFINITIVA 
- É dividida em CONVENCIONAL e RESINOSA: 
 
Cimentação definitiva convencional: (Vantagem: custo) 
- Cimento de fosfato de Zinco 
- Cimento de ionômero de vidro convencional 
- Ionômero de vidro modificado por resina (mas não se encaixa em cimentação 
resinosa) 
 
Esses cimento NÃO promovem adesão, estabilidade, retenção e são altamente solúveis → 
Retenção vem do PREPARO. 
→ Por NÃO prover retenção, próteses que PRECISAM de retenção, como: Inlay, Onlay, 
Overlay, PRÓTESES ADESIVAS, lente lâminas. NÃO É INDICADO 
 INDICAÇÃO: Preparos de Coroa Total (dependendo do material) 
- CERÂMICAS ÁCIDO SENSÍVEIS EM COROA não se enquadram pois PRECISAM 
de cimentação adesiva 
 
→ Cimento de Fosfato de Zinco 
● disponível em 5 cores 
● Pó + líquido 
● INDICAÇÕES: 
- Coroas Totais METALOCERÂMICAS ou METÁLICAS 
- NÚCLEOS METÁLICOS FUNDIDOS 
- PPFs CONFECCIONADAS EM CERAMICA REFORÇADAS EM ZIRCÔNIA 
 
● PREPARO DA PEÇA 
1. Retirar provisório2. lavar e escovar a peça em água corrente + secagem 
3. Limpar o preparo com pedra pomes e aua para retirar tido o cimento provisório + 
secagem 
4. Bloqueio anestésico o proteção pulpar em dentes com vitalidade 
5. Isolamento relativo 
6. Espatulação do cimento e colocação na peça 
7. Posicionar a peça e pressionar por 5 minutos 
8. Retirar o excesso do cimento que extravasou apos seu tempo de presa 
9. esperar de 6 a 12 minutos para retirar o isolamento relativo para não entrar umidade 
e o cimento poder estabilizar e não solubilizar 
10. Orientar paciente para não comer nada pegajoso por 1h 
 
→ CIMENTO DE IONÔMERO DE VIDRO 
Mesmo protocolo do Fosfato de Zinco 
● INDICAÇÕES: 
- Metalocerâmicas 
- Coroas metálicas 
- Pinos pré fabricados e fundidos 
- Bandas ortodônticas 
- Pode ser usada para Inlay e Onlay EM ZIRCÔNIA (Única ceramica que posso 
cimentar com convencional) 
 
→ CIMENTAÇÃO ADESIVA 
Eu tenho que entender como e faço o tratamento do me substrato dental e substrato 
restaurador. O tipo de peça que será cimentada dita o protocolo pela sua sensibilidade na 
cerâmica 
 
CIMENTOS RESINOSOS: 
● INDICAÇÃO: PPF com e sem metal, inlay, onlay, faceta, e Pinos Intra Radiculares 
 
→ CERÂMICAS ÁCIDO SENSÍVEIS: 
O ácido fluorídrico degrada a superfície cerâmica viabilizando união micromecânica com 
cimentos resinosos e união química pelo emprego de silano → Aceita ser condicionada, 
resultando na união adesiva 
 
Única coisa que vai mudar no preparo das peças é o tempo de condicionamento de cada 
cerâmica ácido sensível 
● Feldspática/Fluorapatita e Leucíticas → condicionamento ácido fluorídrico 8-10% por 1-2 
minutos + silano 
● Feldspática reforçadas por alumina → condicionamento ácido fluorídrico 8-10% por 2-4 
minutos + silano 
● Dissilicato de lítio → condicionamento ácido fluorídrico 10% por 20-30 segundos + silano 
Preparo do dente 
(protocolo de dentística) 
Pedra pomes e agua 
acido fosfórico 
Adesivo 
 
O que ira determinar o protocolo a se seguido? 
A ESPESSURA DA PEÇA 
Quando cimentar peças de 1- 1,2mm de espessura, podemos usar cimentos 
fotopolimerizáveis (em peças finas a luz passa pela peça e não precisa de catalizador 
conseguindo mais estabilidade de COR. NÃO POLIMERIZA O ADESIVO. Carrego a peça 
com cimento, levo em posição, tiro o excesso e depois polimerizo 
PEÇAS ESPESSAS usamos o CIMENTO DUAL - base e catalizador 
 
→ Cerâmicas ÁCIDO RESISTENTES- ZIRCÔNIA 
Sofrem pouca ou nenhuma degradação superficial pelo uso do AFL, que causa uma 
limitação mecânica 
Pode ser cimentada convencionalmente 
 
Preparo da peça: 
Limpeza com Álcool 
Aplicar primer para zircônia com microbrush 
 
Preparo do dente 
Pedra pomes e agua 
aplicação do adesivo autocondicionante 
Evaporação do solvente 
 
Pode ser cimentada com cimento Convencional ou DUAL, no Dual fotopolimerizamos 
 
 
PREPARO DA PEÇA ADESIVA 
Acido fluoridrico → Cuba ultrasonica 3 min → Silano 
 
Resumo PPF P4 
 
MOLDAGEM 
Objetivo: Obtenção do modelo de estudo e do modelo de trabalho 
 
Quais os requisitos para uma boa moldagem? → 6 
 
- Preparo gengival terminado 
- Ausência de inflamação gengival 
- Estabilidade Gengival 
- Exposição total do preparo 
- Conhecimento do material 
- Domínio da técnica empregada 
 
Quais as Características gerais do material de moldagem? 
 
- Grau de hidrofilia 
- Viscosidade 
- Tempo de presa 
- Custo benefício 
 
→ AFASTAMENTO GENGIVAL MECÂNICO 
Vantagens: 
- Mais confortável para o paciente 
- melhor para o periodonto 
- menor recessão gengival permanente 
- permite múltiplas moldagens 
- mais barato 
- facil manipulação 
 
Desvantagens: 
- Mais etapas clinicas 
- possivel movimentação durante a moldagem 
- confecção de moldeira individual 
 
→INDICAÇÃO: 
- Paciente com menos de 2mm de gengiva inserida 
- Falta de domínio para inserir fio afastador em moldagens de vários elementos 
 
● TÉCNICAS DE MOLDAGEM 
 
- TÉCNICA DE IMPRESSÃO 
- TÉCNICA DA DUPLA MISTURA 
- TÉCNICA DA DUPLA IMERSÃO OU EMBASAMENTO 
 
→ TÉCNICA DE MOLDAGEM SIMPLES 
ALGINATO- PROCEDIMENTO PARA MOLARES 
 
 
● TÉCNICA DE MOLDAGEM DUPLA MISTURA OU INSERÇÃO ÚNICA 
- Material denso e fluido são manipulados ao mesmo tempo 
 
→ o fluido é injetado no sulco gengival, sob o preparo 
→ O Denso é colocado na moldeira e levado à boca, fazendo com que o fluido penetre no 
sulco gengival do preparo afastado anteriormente 
 
● TÉCNICA DE MOLDAGEM DE DUPLA IMPRESSÃO OU REEMBASAMENTO 
Moldagem realizada em DUAS ETAPAS: Fazer 1 moldagem com o MATERIAL DENSO e 
em seguida 1 moldagem com o material FLUIDO 
 
→ Antes da segundo moldagem com material fluido fazemos um alívio no material pesado- 
RECORTES 
 
→ METAL FREE 
 
VANTAGENS: 
- Boa ESTÉTICA 
- Estabilidade de COR 
- BIOCOMPATIBILIDADE 
- Resistência à COMPRESSÃO E DESGASTE 
- Estabilidade Química 
- CET semelhante ao do dente 
 
Desvantagens: 
- Friável 
- Baixa resistência à tração 
 
→ COM PARAFUNÇÃO 
- Com Núcleo METÁLICO: ZIRCÔNIA 
- Sem núcleo: Dissilicato de lítio 
 
→ SEM PARAFUNÇÃO: 
- Com núcleo metálico: Zircônia 
- Sem núcleo: Dissilicato de lítio

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