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PRATICA II ELETRÔNICA II PRATICA II ELETRÔNICA II Lista de ilustrações Figura 1 Circuito FPB Butterwoth em topologia Salen-Key . . . . . . . . . . . . 6 Figura 2 Circuito FPB Butterwoth em topologia Multiple Feedback. . . . . . . . 6 Figura 3 Circuito montado na prática do filtro PB - Salen-Key e Multiple Feedback. 8 Figura 4 FFT do filtro Salen-Key. Entrada em vermelho e saída em azul . . . . 9 Figura 5 Fase do filtro Salen-Key. Entrada em verde e saída em roxo . . . . . . . 10 Figura 6 Mostra o gráfico obtido na prática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 10 Figura 7 Mostra o gráfico obtido na prática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 Figura 8 Mostra o gráfico obtido na prática. . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 Sumário 1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 1.1 Introdução . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 4 2 Desenvolvimento . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 2.1 Filtro passa baixas Salen-key . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 2.2 Filtro passa baixas Multiple-Feedback . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 5 3 Ensaios . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 3.1 Materiais . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 3.2 Métodos . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 3.2.1 Filtro passa baixas Salen-key . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 7 3.2.2 Filtro passa baixas Multiple-Feedback . . . . . . . . . . . . . . . . . 8 4 Resultados Analíticos e Discussão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 4.1 Simulação . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 4.1.1 Filtro passa baixas Salen-key . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 9 4.1.2 Filtro passa baixas Multiple feedback . . . . . . . . . . . . . . . . 10 4.2 Implementação prática . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 11 5 Conclusão . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 12 Referências . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . . 13 4 1 Introdução 1.1 Introdução Os filtros são circuitos eletrônicos compostos por resistências e capacitores capazes de deixar passar ou atenuar determinadas frequências. Os filtros ativos são um tipo especí- fico de filtros, chamados assim porque em seus circuitos são compostos por amplificadores operacionais realimentados. Esse tipo tem sido muito utilizado devido a sua facilidade de projeto, possibilidade de amplificar um sinal baixo e grande flexibilidade de realizar-se mudanças no projeto sendo muito aplicado no ramo de telecomunicações. Estes podem ser classificados de três formas: quanto a sua função, tecnologia utilizada e á função-resposta. O filtro implementado em sala de aula foi um do tipo Butterworth, de ordem 4, topologia Sallen – Key e Multiple-Feedback. O objetivo principal da atividade foi avaliar o comportamento Fase x Frequência do filtro. 5 2 Desenvolvimento 2.1 Filtro passa baixas Salen-key Filtros passa-baixa são utilizados para permitir que valores de entrada de tensão "passem"quando o circuito é alimentado por uma tensão variável de baixa frequência, enquanto que tensões variáveis de alta frequência são atenuadas. A frequência de corte ωc é usada para distinguir a banda passante (ωc ω ). O filtro Butterworth é o melhor compromisso entre atenuação e resposta de fase. Ele não tem ondulações na banda de passagem ou na banda de parada e, por isso, às vezes é chamado de filtro maximamente plano. O filtro Butterworth atinge seu nivelamento às custas de um região de transição relativamente ampla da faixa de passagem para a banda de corte. Nesse contexto, a prática consiste em montar um filtro butterworth passa baixas. A topologia implementada para esse caso foi a topologia Salen-key. O Filtro foi projetado no software Filter-Pro para se comportar como um filtro passa baixas, sendo forçado a ter uma ordem 4 como pré-requisito de projeto, 1kHz a sua frequência de corte e por fim um ganho de 100x ou 40dB nessa frequência de corte. Dessa forma os outros parâmetros ficam com certo grau de liberdade para ser possível construir o circuito. O resultado gerado pelo software pode ser visto na Figura 1. E esse circuito que será implementado e simulado para verificação de suas características. 2.2 Filtro passa baixas Multiple-Feedback O Filtro Butterworth de ordem 4, projetado no software Filter-Pro para se com- portar como um filtro passa baixas, com especificações de projeto, 1kHz a sua frequência de corte e por fim um ganho de 100x ou 40dB nessa frequência de corte. Também foi implementado na topologia Multiple Feedback (figura 2) e como visto no relatório 1 a análise em frequência para ambas era a mesma. Porém, agora estaremos analisando a fase dos filtros nas duas topologias e o que se espera é algo diferente pois, a topologia MFB causará um inversão de fase já que estamos usando os Amp.Op com a realiementação negativa. Vale também ressaltar que a topologia MFB é mais robusta a variações de temperatura sendo menos sensível á variações da mesma. Capítulo 2. Desenvolvimento 6 Figura 1 – Circuito FPB Butterwoth em topologia Salen-Key Figura 2 – Circuito FPB Butterwoth em topologia Multiple Feedback. 7 3 Ensaios 3.1 Materiais Os itens usados nas práticas para implementação dos filtros são os componentes comerciais dos filtro e equipamentos de medição descritos a seguir • Osciloscópio; • Pontas de prova e cabos de conexão; • Multímetro; • Gerador de sinais; • Duas fontes DC de pelo menos 15V; • 4 x Amp. Op. KF351; • 4 x 33KOhms, 20%, Resistor; • 4 x 47KOhms, 20%, Resistor; • 4 x 10nF, 20%, Capacitor; • 4 x 1,5nF, 20%, Capacitor; • 4 x 2,2KOhms,20%, Resistor; • 4 x 22KOhms, 20%, Resistor. 3.2 Métodos 3.2.1 Filtro passa baixas Salen-key Inicialmente posicionou-se os dois Amp.Op’s na protoboard para em seguida organizar os componentes ao redor dos mesmos. O sinal aplicado foi um sinal de excitação senoidal de 0.1V Pico a Pico e o sinal foi coletado na saída do segundo Amp.Op. através do osciloscópio. Para realizar as medidas dos valores de amplitude e fase foi selecionado o referido tipo de medição no osciloscópio. As medidas foram anotadas para algumas variações de Capítulo 3. Ensaios 8 frequência como solicitado pelo professor varrendo de 1 até 5kHz. Com no mínimo 10 medições. 3.2.2 Filtro passa baixas Multiple-Feedback Para a configuração multiple-feedback montou-se o circuito usando dois Amp.Op’s KF 351. Na entrada do circuito foi colocado um sinal de excitação de amplitude 0.1V e para a alimentação dos amplificadores usou-se uma fonte simétrica de +15V e -15V com limitação de 200mA. Conectou-se o sinal de excitação na entrada variando-o de 1 a 5kHz, fazendo-se a medição da saída e entrada com o osciloscópio pode-se analisar o comportamento da Fase X Frequência. A figura 3 mostra os circuitos do filtro passa baixa nas duas topologias montado na prática. Figura 3 – Circuito montado na prática do filtro PB - Salen-Key e Multiple Feedback. 9 4 Resultados Analíticos e Discussão A seguir serão apresentados os resultados medidos em simulação e produzidos no circuito final montado. 4.1 Simulação 4.1.1 Filtro passa baixas Salen-key O circuito utilizado foi projetado no software Filter Pró para ter um ganho de 100 vezes ou 40dB na frequência de 1KHz. Para isso a ordem predefinida foi a ordem 4 e a topologia Salen-key. Na entrada do circuito foi aplicada uma tensão de 1V de amplitude, correspondendo a 2V de Pico a Pico e, a tensão aplicada aos amplificadores operacionais foi de 15V e -15V. Na Figura 4 a FFT do filtro é mostrada para o sinal de entrada e para o sinal de saída do filtro, como a entrada e saída estão representando o mesmo sinal na frequência de corte que é 1KHz a única componente que é visível é a própriafrequência de excitação do circuito que é 1KHz. Isso vale tanto para a entrada como para saída pois o filtro não altera a frequência do sinal. Figura 4 – FFT do filtro Salen-Key. Entrada em vermelho e saída em azul Capítulo 4. Resultados Analíticos e Discussão 10 O resultado da simulação realizada está descrito na figura 5 mostrando a relação fase x frequência do circuito simulado. No primeiro gráfico a entrada do circuito está representada na cor verde e a saída representada na cor roxa. No segundo gráfico ilustra-se a relação da fase da saída pela fase da entrada. Figura 5 – Fase do filtro Salen-Key. Entrada em verde e saída em roxo 4.1.2 Filtro passa baixas Multiple feedback A simulação foi desenvolvida utilizando o software altium, no mesmo é possível levantar o diagrama de bode do sistema, porém, por se tratar de uma simulação, os diagramas levantados, não consideram a sensibilidade dos sistemas montado. a seguir temos as analises de fase x frequencia. Figura 6 – Mostra o gráfico obtido na prática. Capítulo 4. Resultados Analíticos e Discussão 11 (1).PNG Figura 7 – Mostra o gráfico obtido na prática. 4.2 Implementação prática Durante a montagem prática do circuito, variou-se os valores de frequência e coletou-se os dados referentes à fase e frequência variada da entrada e saída do circuito. Sob posse dos dados, utilizou-se o software MatLab para plotar um gráfico que expressasse essa relação obtida. A figura 8 mostra o gráfico obtido com esse processo. Figura 8 – Mostra o gráfico obtido na prática. Comparando o gráfico da figura 8 com o gráfico da figura 5 percebe-se que este possui algumas variações, sendo que estas se mostram muito altas para frequências a partir da frequência de corte que é 1KHz. 12 5 Conclusão Observados os resultados apresentados na seção anterior e comparando com os dados esperados de acordo com a teoria, podemos concluir que o circuito implementado de fato responde como um filtro passa-baixas. Foi possível também compreender que quanto maior a ordem do filtro, mais não linear a sua fase se torna. Que é um preço a se pagar por tornar o seu filtro mais seletivo. Então a implementação de tal circuito deve ser avaliada com cautela, visto que um atraso pode ser indesejado como por exemplo em um equipamento de som que um atraso hora muito grande hora muito pequeno seria ruim e de difícil correção. Sobretudo em virtude dessas análises e dos resultados obtidos, é notória a impor- tância de tais circuitos para o estudo de filtros e tratamento de sinais, bem como para a engenharia elétrica em si. 13 Referências JR, A. P. Amplificadores Operacionais e Filtros Ativos-8 . [S.l.]: Bookman Editora, 2015. 6, 10, 17 MALVINO, A. P.; BATES, D. J. Eletrônica . [S.l.]: AMGH, 2011. 4 Folha de rosto Lista de ilustrações Sumário Introdução Introdução Desenvolvimento Filtro passa baixas Salen-key Filtro passa baixas Multiple-Feedback Ensaios Materiais Métodos Filtro passa baixas Salen-key Filtro passa baixas Multiple-Feedback Resultados Analíticos e Discussão Simulação Filtro passa baixas Salen-key Filtro passa baixas Multiple feedback Implementação prática Conclusão Referências