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unicamente cognitiva, não existe culpa consciente. Se há a representação do resultado, invariavelmente existirá dolo eventual. 12. Na conduta do agente identificamos o: dolo direto quando no tocante a consciência o autor da pratica do ato lesivo prevê o resultado e, na esfera volitiva o almeja. (CAIP- IMES - CRAISA de Santo André - SP - Advogado). Observação: São espécies de dolo: a) Dolo direto: é aquele em que o agente tem a vontade dirigida a determinado resultado. b) Dolo indireto: é aquele em que o agente não tem a vontade dirigida a determinado resultado (se divide em dolo alternativo e eventual): b.1) Dolo alternativo: é aquele em que o agente deseja, indistintamente, um ou outro resultado. b.2) Dolo eventual: é aquele em que o agente não deseja o resultado por ele previsto, mas mesmo assim assumi o risco de produzi- Lo. c) Dolo genérico: é aquele em que a vontade do agente se limita à prática do tipo penal, sem qualquer finalidade específica. d) Dolo específico: é aquele em que a vontade do agente é dirigida a uma finalidade específica. e) Dolo de 1º grau: é aquele em que a vontade do agente é dirigida a determinado resultado, englobando os meios necessários para tanto. f) Dolo de 2º grau (consequências necessárias): é aquele em que a vontade do agente é dirigida a determinado resultado, efetivamente pretendido, em que a utilização dos meios para atingi- Lo, inclui, por consequência natural, a superveniência dos efeitos colaterais.