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Questão original: Consoante a teoria extremada da culpabilidade, configura- Se erro de tipo permissivo quando o agente, por erro plenamente justificado pelas circunstâncias, supõe situação de fato que, se existisse, tornaria a ação legítima. Nesta hipótese, admite- Se a punição a título de culpa se o fato for punível a título culposo. Observação: Apesar de não haver consenso entre os doutrinadores, já que alguns entendem que o erro sobre as discriminantes putativas excluem a tipicidade (teoria limitada da culpabilidade) e outros a culpabilidade (teoria normativa extrema da culpabilidade), considerando- Se que o CP – item 19 da Exposição de Motivos da Nova Parte Geral – acolheu a teoria limitada da culpabilidade, muitos concursos inclinam- Se pela posição de que tal erro exclui a tipicidade, denominando- Se, deste modo, de erro de tipo permissivo (invencível). ATENÇÃO: Em relação aos concursos (sobre esse tema em específico), é importante analisar o perfil da respectiva banca examinadora. 5. A legítima defesa putativa própria caracteriza- Se por uma intepretação equivocada do agente em relação às circunstâncias reais de uma determinada situação fática, fazendo- O acreditar que está sofrendo (ou na iminência de sofrer) uma agressão injusta, e seu reconhecimento tem como consequência legal o afastamento da TIPICIDADE, QUANDO tal equívoco interpretativo NÃO DECORRA de culpa do próprio agente. (FAURGS - TJ- RS - Juiz de Direito). Questão original: A legítima defesa putativa própria caracteriza- Se por uma intepretação equivocada do agente em relação às circunstâncias reais de uma determinada situação fática, fazendo- O acreditar que está sofrendo (ou na iminência de sofrer) uma agressão injusta, e seu reconhecimento tem como consequência legal o afastamento da ilicitude da conduta, ainda que tal equívoco interpretativo decorra de