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Questão original: A legítima defesa de outrem independe da vontade de defesa, expressa ou presumida, do agredido. Observação: Em regra, no que diz respeito à legítima defesa de terceiro, não se exige o consentimento da vítima para a proteção de uma agressão injusta. Contudo, tal afirmação não é absoluta, pois em se tratando de bem jurídico disponível, é necessário o consentimento do ofendido (se for possível a sua obtenção) para que o agente possa atuar em sua defesa. 24. A ação ou a omissão de ação, determinante de agressão injusta, atual ou iminente, a bem jurídico próprio ou de terceiro, autoriza a legítima defesa, E a ação imprudente, determinante de igual agressão, TAMBÉM AUTORIZA a legítima defesa, NÃO PODENDO, eventualmente, autorizar causa de justificação diversa. (MPE- PR - MPE- PR - Promotor de Justiça). Questão original: A ação ou a omissão de ação, determinante de agressão injusta, atual ou iminente, a bem jurídico próprio ou de terceiro, autoriza a legítima defesa, mas a ação imprudente, determinante de igual agressão, não autoriza a legítima defesa, podendo, eventualmente, autorizar causa de justificação diversa. Observação: É perfeitamente possível a legítima defesa contra ação imprudente (ação culposa), pois o importante para a sua configuração é o caráter injusto da agressão, pouco importando se esta agressão ocorreu de forma dolosa ou culposa. 25. A legítima defesa é causa de exclusão da ilicitude da conduta, mas É APLICÁVEL AINDA QUE o agente tenha tido a possibilidade de fugir da agressão injusta e tenha optado livremente pelo seu enfrentamento. (CESPE - AGU - Advogado da união). Questão original: A legítima defesa é causa de exclusão da ilicitude da conduta, mas não é aplicável caso o agente tenha tido a possibilidade de fugir da agressão injusta e tenha optado livremente pelo seu