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enfrentamento. Observação: Se o agente estiver em situação de legítima defesa, a lei não o obriga a fugir da injusta agressão (mesmo que haja essa possibilidade), visto que o direito não obriga ninguém a ser covarde. 26. Que NÃO É condição para o reconhecimento da legítima defesa que ao agente não seja possível furtar- Se à agressão ao seu direito. (FUNDEP - Gestão de Concursos - MPE- MG - Promotor de Justiça). Questão original: Que é condição para o reconhecimento da legítima defesa que ao agente não seja possível furtar- Se à agressão ao seu direito. 27. Não há que se falar em legítima defesa se uma pessoa se defende de um animal raivoso que a ataca na rua. (COPESE - UFPI - Prefeitura de Teresina - PI - Guarda Municipal). Observação: Se o perigo atual for originário da própria natureza ou de seres irracionais, não há que se falar em legítima defesa, mas sim em estado de necessidade. Entretanto, se o animal tiver sido provocado por alguém para atacar outra pessoa, estará caracterizada a legítima defesa, já que o animal serviu como um “mero instrumento” (pelo agressor) para a prática do crime. 28. A legítima defesa sucessiva é ADMISSÍVEL como causa excludente de ilicitude da conduta. (CESPE - TRE- MT - Analista). Questão original: A legítima defesa sucessiva é inadmissível como causa excludente de ilicitude da conduta. Observação: A legítima defesa sucessiva se verifica quando o sujeito reage contra alguém que, agindo (inicialmente) em legítima defesa, acaba atuando em excesso. Neste momento, como o excesso representa uma agressão injusta, a reação do agredido se torna