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PROJETO ARQUITETÔNICO 
AULA 4 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
 
Prof. Felipe Trad 
 
 
 
 
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CONVERSA INICIAL 
No estudo preliminar, os croquis e as informações dos estudos se unem 
a fim de conceber um projeto inicial, criado sob ideias de tendências, tecnologias, 
questões conceituais, referências junto ao estilo dos envolvidos, clientes e 
projetista. 
 Após escolhido o projeto para estudo, mostraremos como conceber um 
projeto preliminar por meio de alguns temas importantes: 
• Novos estudos e aprimoramentos; 
• Cliente; 
• Desenho e representação; 
• Perspectivas; 
• Configuração do projeto. 
TEMA 1 – NOVOS ESTUDOS E APRIMORAMENTO DOS ANTERIORES 
Os estudos feitos nos levantamentos de dados serão usados nesta etapa 
para definir a posição de elementos projetuais. 
• Estudo de fluxo; 
• Estudo de insolação de ventos; 
• Estudo de setorização. 
1.1 Fluxo 
O estudo de fluxo anteriormente foi feito para entender por onde as 
pessoas devem transitar e o graus de privacidade que demandados. Para o 
projeto preliminar, este estudo será a base para a definição de acessos (portas) 
aos ambientes e como serão projetadas as transições entre eles. 
1.2 Insolação e ventos 
Este estudo nos proporciona compreender o trajeto do Sol e dos ventos. 
Com essas informações, podemos definir assertivamente onde locar as 
aberturas (janelas) para melhor aproveitamento do Sol por meio do uso dos raios 
diretos ou da luz natural que ele proporciona. E também para melhor 
aproveitamento dos ventos quanto à ventilação das edificações, tanto na 
 
 
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questão térmica quanto no direcionamento de odores. Por exemplo, o Sol nasce 
no Leste, logo, podemos entender que, ao nascer, o Sol está baixo, assim como 
ao se pôr, de modo que seus raios diretos adentram as edificações mais 
facilmente. O Sol da manhã é considerado antisséptico, informação que 
podemos utilizar para posicionar os quartos para esta orientação em uma 
edificação residencial, por exemplo; e para Oeste podemos posicionar um 
cômodo que possa guardar calor, pois as paredes desse ambiente receberão os 
últimos raios solares, absorverão o calor e, por meio da irradiação, deixarão o 
ambiente mais quente. Em uma edificação comercial, é interessante orientar as 
aberturas (janelas) das salas para o Sul, por receber uma grande quantidade de 
luz natural sem a presença de raios diretos. Caso sejam orientadas para Leste 
ou Oeste e se queira quebrar a entrada dos raios diretos, devemos utilizar brises 
verticais. 
1.3 Setorização 
O estudo de setorização, antes usado para definir setores, agora dá base 
para que possamos dividi-lo nos ambientes que ele comporta e suas transições, 
que seria a forma como ambientes de setores distintos se ligam. Desse modo, 
podemos criar as escalas de privacidade, definindo as circulações de um setor 
social sem invadir um setor privado, por exemplo. 
1.4 Novos estudos 
Para que possamos executar o projeto preliminar, devemos fazer mais 
alguns estudos para garantir que o projeto faça sentido e não necessite ser 
mudado por alguma variante ignorada no começo de sua concepção. Os novos 
estudos serão: 
• Estrutural; 
• Plantas; 
• Cortes e elevações; 
• Ruídos. 
 
 
 
 
 
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1.5 Estrutural 
Ao nos referirmos à estrutura como um estudo, isso significa que estamos 
abordando sua primeira fase, na qual será definido o material a ser utilizado. 
Para essa definição, deve-se levar em conta os objetivos a serem vencidos. 
Concreto 
• Robusto; 
• Custo-benefício; 
• Processo lento. 
Metálica 
• Esbelto; 
• Processo rápido; 
• Sem perda. 
Madeira 
• Estética/aconchegante; 
• Reflorestamento. 
1.6 Ruídos 
O estudo de ruídos é bastante importante e existem várias formas de lidar 
com ele. Por exemplo, em um prédio comercial localizado em uma grande 
avenida movimentada, o ruído emitido pelos carros e ônibus pode ser um grande 
problema, mas pode ser simples solucionar essa questão usando vidros duplos 
nas janelas das fachadas, ou isolamento acústico nas paredes. Outra opção 
interessante é usar árvores e vegetações para construir uma barreira sonora 
natural. 
1.7 Cortes e elevações 
Fazer um estudo de cortes e elevações garante uma visão diferente do 
projeto, mostrando alguns problemas que poderão vir a ser resolvidos logo de 
início, minimizando problemas futuros. Este estudo é bastante importante 
também para a resolução de telhados e locação de caixas d’água. 
 
 
 
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TEMA 2 – CLIENTE 
Satisfação! Na maioria das vezes, é isso que o cliente procura. Um bom 
projeto deve satisfazer o cliente por meio de uma boa resolução técnica 
juntamente com um estilo que agrade o cliente, porém, surpreender o cliente é 
o detalhe que pode destacar seu trabalho. É essencial, então, entender o cliente 
através do briefing e propor em projeto o que ele quer mais o que ele precisa, 
junto ao elemento que o represente. 
 É importante pensar em um objeto que chame a atenção assim que o 
cliente entrar no ambiente pela primeira vez, algo que remeta a ele, como se o 
arquiteto mostrasse, por meio do projeto, que aquilo foi feito pensando em seu 
cliente até nos pequenos detalhes. Seja por meio de esculturas, quadros de 
assuntos que o cliente gosta, carros, animais, viagens, elementos culturais ou 
abstratos, nesse momento, deve-se exprimir a identidade de seu contratante no 
espaço. 
Quando a conversa já está tomando um tom mais descontraído, tornando-
se uma conversa agradável, hora em que o sujeito tende a falar mais 
abertamente por estar se sentindo mais à vontade, é bom conseguir as seguintes 
informações: 
• Cultura; 
• Comida; 
• Lugar em que nasceu; 
• Lugar em que viveu; 
• Lembranças boas e ruins; 
• Dinâmica familiar atual; 
• Dinâmica familiar quando criança. 
Algumas informações irão agregar valor e tornar o projeto mais 
personalizado, mais próximo do perfil do cliente, mas existem outros meios de 
conseguir as informações que o cliente escolhe não falar. 
2.1 Comunicação não verbal 
Os seres humanos são propensos a mostrar como realmente são através 
de comunicação involuntária. Na comunicação não verbal, a linguagem corporal 
é uma expressão espontânea do ser humano. Quando falamos, temos o domínio 
 
 
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das palavras, mas na grande maioria das vezes, o corpo demonstra o que 
realmente estamos sentindo. 
O trabalho do arquiteto é projetar com a finalidade de agradar o cliente 
em níveis distintos, que é o que ele mostrou necessário para o projeto, 
juntamente com a análise profissional, quando o cliente e o profissional chegam 
a um consenso. O nível funcional será apenas compreendido pelo cliente quando 
ele viver no ambiente, e o nível subliminar é aquele em que estão os detalhes, 
pelos quais o cliente está definitivamente satisfeito, e provavelmente não 
entenderá o porquê ou como é possível algo o agradar tanto. Quando 
conseguimos compreender o cliente, juntando informações que não foram ditas 
por ele, mas sim percebidas pelo profissional, temos a chance de projetar um 
espaço aconchegante que proporcione uma experiência agradável ao cliente. 
TEMA 3 – DESENHOS E REPRESENTAÇÕES 
O desenho técnico é uma ferramenta usada pelos profissionais de 
arquitetura, engenharia, design, desenho industrial entre outras profissões que 
necessitam se expressar profissionalmente por meio de desenhos. Como já 
explícito em seu nome, o desenho é técnico, o que quer dizer que deve ser feito 
com regras, normas e convenções para que possa ser lido assertivamente. 
 A norma que rege o desenho arquitetônico é a NBR 6492 - Representação 
de projetos de arquitetura, validada em 1994. Nela, são tratados assuntos como 
a definição de plantas, cortes, elevações, dobramento corretos das folhas e 
como devem ser feitos os elementos nos desenhos. A espessura das linhas de 
contorno, por exemplo, deve ser mais grossa que as linhas internas, ou linhas 
demaior valor mais grossas do que linhas de menor importância, as linhas 
tracejadas convencionadas como projeções ou tracejadas com pontos para eixo 
estrutural, hachuras, numerações, cotas entre outros elementos. Esta norma 
ampara os arquitetos para que o desenho técnico tenha um padrão a ser 
cumprido. 
3.1 Escala 
Este padrão varia conforme a escala em que o documento será feito. A 
questão de escalas também está nesta NBR, nela podemos ver no item A-3.1 - 
Escalas mais usuais como é representada a escala numericamente: 1/5, 1/50, 
 
 
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1/100. Quando faladas, nos referimos como: um para cinco (1/5), um para 
cinquenta (1/50) ou um para cem (1/100). E o que isso significa? Quando temos 
um projeto na escala 1/50, o desenho é 50 vezes menor do que o projeto que 
será construído. Temos também a escala gráfica, normalmente usada em 
mapas, pois essa escala é definida proporcionalmente ao desenho. 
3.2 AutoCAD 
Com objetivo de auxiliar os profissionais da área do desenho técnico, foi 
criada pela empresa Autodesk (1982) a ferramenta que na época era conhecida 
como MicroCAD e hoje chamamos de AutoCAD. O software permite construir o 
desenho técnico por meio de computadores, basicamente consiste em configurar 
e ordenar linhas, ajustar escalas e imprimir quantas vias se façam necessárias. 
Figura 1 – Software 
 
Créditos: FERNANDO BLANCO CALZADA/Shutterstock. 
3.3 SketchUp 
Quando falamos de softwares para projetar, o SketchUp também é 
bastante usado entre arquitetos e designers como uma ferramenta de 
modelagem 3D. Algumas de suas versões permitem que o usuário importe 
plantas em DWG geradas pelo AutoCAD e tenha uma base para essa 
modelagem. Assim sendo, os dois softwares funcionam muito bem juntos. 
 
 
 
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Figura 2 – Software 
 
Créditos: KITTIPONG KONGWATMAI/Shutterstock. 
3.4 Revit 
Software que revolucionou o olhar dos arquitetos, o Revit permite que o 
usuário construa o projeto todo ao mesmo tempo. Quando se desenha uma 
planta, automaticamente o programa modela em 3D. Desse modo, ele não é 
apenas uma ferramenta de desenho, visto que seu banco de dados permite 
edição de matérias, tipos de revestimentos, portas, janelas e todos os elementos 
que se encontram no projeto. Quando algum elemento é alterado em qualquer 
dimensão, seja planta, corte ou em 3D, tudo é alterado automaticamente, o que 
nos leva novamente a um grande ganho de tempo. 
3.5 Promob 
O Promob é um software bastante usado atualmente para construção de 
projetos de interiores. Com várias versões, ele atinge diferentes públicos 
especializados como arquitetos, designers e marceneiros. O programa trabalha 
com uma biblioteca de módulos prontos, sendo possível editá-los. Se 
configurado, pode nos apresentar orçamentos, planos de corte e várias 
informações pertinentes para seus usuários. 
3.6 Tecnologia BIM – Building Information Modeling 
A melhor tecnologia para construção civil atualmente é a BIM, tecnologia 
que consiste em construir o projeto completo a partir do arquitetônico, estrutural, 
topográfico até um orçamento bastante detalhado. 
 
 
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Figura 3 – Tecnologia BIM 
 
Créditos: KRAUCHANKA HENADZ/Shutterstock. 
A imagem anterior é um belo exemplo de como funciona a tecnologia, 
mostrando cada elemento de uma cor, cada um em seu devido lugar, 
exatamente como será construído. Por prover um projeto completo no qual todos 
os elementos estão compatibilizados e devidamente especificados, o interesse 
pelo uso dessa tecnologia vem crescendo muito no país. 
TEMA 4 – PERSPECTIVAS 
Segundo o dicionário Houaiss (2009, p. 1.480), perspectiva é a “técnica 
de representação tridimensional que possibilita a ilusão de espessura e 
profundidade das figuras”. Desse modo, as perspectivas são elementos de 
extrema importância por apresentarem o projeto por uma visão da escala 
humana, uma visão que nos coloca dentro do projeto, para que assim tenhamos 
a ilusão de experiência de viver o espaço projetado. 
4.1 Perspectivas internas 
Como a própria definição já diz, perspectivas internas são a ilusão que 
nos permite entrar no ambiente. Atualmente, com a tecnologia cada dia 
evoluindo mais, podemos imergir em ambientes por meio da realidade virtual. E 
quando nos sentimos dentro dos espaços projetados, temos o poder de avaliar 
como é estar neste ambiente, por exemplo, vendo perspectivas do interior de um 
 
 
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apartamento. Nesse caso, os elementos os elementos que podemos identificar 
são: 
Proporção dos elementos: 
• Tamanho dos elementos em relação a circulação; 
• Organização do layout. 
Paleta de cores: 
• Revestimentos; 
• Relação entre elementos. 
Acabamentos: 
• Transição de ambientes; 
• Limites de revestimentos. 
Iluminação: 
• Confortável; 
• Supre as necessidades. 
Figura 4 – Exemplo 
 
Créditos: ZHU DIFENG/Shutterstock. 
 
 
 
 
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Figura 5 – Exemplo 
 
Créditos: ADPEPHOTO/Shutterstock. 
Figura 6 – Exemplo 
 
Créditos: WHO IS DANNY/Shutterstock. 
Figura 7 – Exemplo 
 
Créditos: PAUL PRESCOTT/Shutterstock. 
 
 
 
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4.2 Perspectivas externas 
Para falarmos sobre perspectivas externas, suponha que estamos no 
jardim de uma edificação que será usado dia e noite. Deve-se levar em 
consideração os seguintes fatores: 
A proporção dos elementos: 
• Tamanho dos mobiliários em relação à circulação; 
• Áreas de permanência; 
• Elementos naturais. 
Paleta de cores: 
• Revestimentos; 
• Relação entre os revestimentos. 
Acabamentos: 
• Limites de revestimentos. 
Iluminação: 
• Confortável; 
• Supre as necessidades; 
• Segurança. 
Conforto: 
• Térmico; 
• Visual; 
• Segurança. 
Figura 8 – Exemplo 
 
Créditos: KORISBO/Shutterstock. 
 
 
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Figura 9 – Exemplo 
 
Créditos: ROMAN BABAKIN/Shutterstock. 
Por meio dessa constatação, o uso da perspectiva nos mostra o quanto 
de valor ela agrega e a importância da escala humana no projeto. A arquitetura 
é construída com base nas experiências que proporciona ao usuário, e só 
podemos ver isso quando nos colocamos dentro do projeto, de fato imergindo 
nesta ideia de edificação. 
TEMA 5 – CONFIGURAÇÃO DE PRANCHAS 
Após a conclusão de uma boa conversa com o cliente e depois de muitos 
estudos, finalmente temos a configuração inicial do projeto, que consiste 
basicamente em um projeto arquitetônico tecnicamente bem resolvido junto à 
resolução das necessidades do cliente. 
 
 
 
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Figura 10 – Planta baixa 
 
Créditos: SVJATOSLAV ANDREICHYN/Shutterstock. 
A imagem anterior ilustra como devem ser os desenhos ao fim da 
concepção inicial de um projeto: plantas baixas, um corte longitudinal. Assim 
como na imagem, é necessário que o corte passe pelas escadas ou rampas caso 
 
 
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esses elementos estejam no projeto, deixando evidente a resolução do 
elemento. As elevações são importantes para mostrar as aberturas e elementos 
externos que compõem o visual da edificação, e fachada é a elevação principal 
da edificação, normalmente a frontal, por onde se faz os acessos principais. 
Deste modelo, o projeto deve seguir evoluindo até que tenha todas as 
informações, especificações e detalhamentos necessários para a construção, o 
que significa que, após essa etapa, haverá o projeto executivo, a última fase do 
projeto, o qual instruirá os construtores a executar a obra. 
5.1 Pranchas 
 A apresentação do projeto arquitetônico pode ser feita de várias maneiras, 
cada qual para seu devido propósito. Caso seja a apresentação de um projeto 
executivo, esta deve ser feita conforme as normas, e no caso de um projeto 
arquitetônico para concurso, é provável que a diagramação da prancha seja 
completamente diferente. 
5.2 Apresentação do projeto executivo 
No projeto executivo, a apresentação é feita por meio de várias pranchas 
com desenhos em escala 1:50 para proporcionar boa leitura e entendimento do 
documento. Há em todas as pranchas o carimbo técnico repleto deinformações, 
acima dele as tabelas e observações do projeto. Por ser um projeto mais técnico, 
este não apresenta perspectivas, pois é um projeto com o objetivo de se fazer 
suficiente para a execução correta da obra. 
5.3 Apresentação concurso 
Em uma apresentação de concurso de projeto arquitetônico, este possui 
a diagramação de prancha de uma forma muito mais livre, o número de pranchas 
em um concurso normalmente é limitado a um número pequeno, às vezes em 
apenas uma grande prancha. 
Quando se necessita colocar todas as informações juntas, o que vale 
muito é a hierarquia de importância. Deve-se destacar principalmente os 
elementos que mostrem as resoluções das necessidades a serem cumpridas, os 
pontos positivos, uma bela perspectiva e plantas em tamanhos adequados para 
mostrar a parte funcional do projeto. 
 
 
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FINALIZANDO 
Após esta aula, aprendemos a importância de fazer o levantamento de 
dados, entender as necessidades do cliente e briefing. Vimos que só após 
termos todas as informações podemos propor um projeto adequado ao cliente. 
Por fim, tão importante quanto fazer um projeto excepcional é apresentá-lo de 
forma que o cliente também enxergue seu valor. 
 
 
 
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REFERÊNCIAS 
BUNDER, J.; ONO, R. Estudos da relação arquiteto-cliente em projetos de baixa 
complexidade. Gestão e tecnologia de Projetos, São Carlos, v. 14, n. 2, p. 34-
45, 2019. 
DAMASCENO, N. P. Importância do programa de necessidades (brifing) antes 
do desenvolvimento do projeto. Revista Especialize On-line IPOG, Goiânia, jul. 
2019. 
FARIA, C. S. O. O corpo: expressão da linguagem não-verbal nas organizações. 
Revista Panorama, v. 4, n. 1, 2014. 
HOUAISS, A. Dicionário eletrônico Houaiss da língua portuguesa. Versão 
3.0. São Paulo: Objetiva, 2009. 
SILVA, L. M. G. et al. Comunicação não-verbal: Reflexões acerca da linguagem 
corporal. Revista latino-am enfermagem, Ribeirão preto, v. 8, n. 4, p. 52-58, 
ago. 2000. 
 
 
 
	CONVERSA INICIAL
	FINALIZANDO
	REFERÊNCIAS