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abundante) de origem (apesar de ser um padrão comum na perimenopausa, outras causas precisam ser excluídas), o que configura contraindicação ao uso do DIU de cobre. Alternativa C: INCORRETA. O diagnóstico de menopausa é essencialmente clínico (12 meses de amenorreia), não havendo necessidade de dosagem hormonal para tal, exceto quando se suspeita de menopausa precoce, isto é, em mulheres abaixo de 40 anos. Além disso, a orientação contraceptiva é medida primordial nesse caso considerando-se sobretudo o risco da idade materna sob uma possível gestação não planejada. Alternativa D: CORRETA. Sangramento uterino anormal de origem desconhecida é contraindicação para o uso de qualquer método hormonal, como também para o DIU de cobre. Sendo assim, até que se exclua outras causas de SUA (que não somente a perimenopausa), a recomendação é utilizar métodos de barreira, como o preservativo. ▶ ��������: D 28 (FUNDEP – Prefeitura de Ervália/MG – 2019) A função ovariana é elemento fundamental na sequência de eventos fisiológicos que, por meio de interação com o hipotálamo e a hipófise, resultará na ovulação. Tendo em vista o sinergismo entre o hormônio foliculoestimulante (FSH) e os ovários, assinale a alternativa incorreta. A. Com o aumento dos níveis de estrogênio, ocorre um feedback negativo na produção de FSH, o que auxilia na seleção do folículo ovariano dominante. B. O FSH age em sinergia com o estrogênio na proliferação das células da granulosa durante a primeira fase do ciclo menstrual. C. O nível de FSH circulante é crucial para o resgate folicular de uma coorte de folículos ovarianos, entre os quais um se tornará dominante. D. Para que um novo ciclo se inicie, na ausência de gravidez, os níveis de FSH apresentam expressiva queda na véspera e nos dias inicias da menstruação. ���������: Fisiologia do ciclo menstrual. ���� �� �����������: ���� �� �����: Essa dica não é sobre o tema da questão em si, mas é muito importante. Na hora da prova, tenha muita atenção com as questões que solicitam a alternativa incorreta! Grife, sublinhe, circule (chame a atenção de alguma forma!) a palavra incorreta no enunciado para não esquecer o que realmente pede a questão. ���������: Alternativa A: CORRETA. Na fase folicular tardia, ocorre aumento dos níveis de estrogênio produzido pelos próprios folículos em desenvolvimento, exercendo assim feedback negativo sobre o FSH. Essa redução nos níveis de FSH permite que somente o folículo mais sensível a esse hormônio (isto é, com maior número de receptores) seja selecionado como folículo dominante. Alternativa B: CORRETA. Na primeira fase do ciclo menstrual, FSH e Estrogênio atuam aumentando o número de receptores de FSH no folículo e proliferando as células da granulosa, as quais vão produzir estradiol a partir dos androgênios sob estímulo da enzima aromatase. (Esse mecanismo se chama “Teoria das duas células – duas gonadotrofinas”). Alternativa C: CORRETA. Conforme comentado nas alternativas anteriores, os altos níveis de FSH no início do ciclo promovem o recrutamento e desenvolvimento dos folículos. À medida que a fase folicular avança e o estrogênio exerce feedback negativo sobre o FSH, os seus níveis mais baixos permitem que apenas um folículo (aquele com maior número de receptores) se torne o dominante. Alternativa D: INCORRETA. Os níveis de FSH começam a se elevar ainda no final do ciclo anterior (devido à regressão do corpo lúteo e queda da progesterona) e continuam em ascensão durante a fase folicular inicial, atingindo seu pico na metade do ciclo. ▶ ��������: D 29 (FUNDEP – Prefeitura de Ervália/MG – 2019) A imunização é considerada um dos marcos históricos da Medicina que impactam coletivamente o cuidado em saúde, sendo estratégia responsável pela erradicação de muitas doenças. No entanto, sua disseminação tem sido prejudicada por uma onda “antivacinas”. Em relação aos cuidados de imunização previstos para a mulher, considerando o calendário vigente de vacinação no Brasil recomendado pelo Ministério da Saúde, é correto afirmar: A. A vacina contra febre amarela deve ter um reforço na gravidez, considerando-se a epidemia recente da doença. B. A vacina contra hepatite B deve ter seu esquema de 3 doses finalizado antes que a mulher engravide, dada suas restrições de uso na gestação. C. A vacina dTpa deve ser utilizada em todas as gestações, mesmo que já administrada em gravidez anterior. D. A vacina HPV deve ser utilizada logo após o início da atividade sexual da adolescente. ���������: Assistência pré-natal/ imunizações na gestação. ���� �� �����������: ���� �� �����: Vacinas de vírus/bactérias vivos são contraindicadas na gestação! ���������: Alternativa A: INCORRETA. Trata-se de uma vacina de vírus vivo atenuado, portanto, não deve ser administrada na gestação. Alternativa B: INCORRETA. Mulheres com esquema incompleto para Hepatite B não só podem como devem completar o esquema na gestação, visto que essa vacina contém apenas o antígeno de superfície HbsAg. Alternativa C: CORRETA. A cada gestação deverá ocorrer nova imunização com a vacina dTpa a partir da 20ª semana de gestação (preferencialmente entre 27 e 36 semanas), para fornecer o componente pertussis e evitar coqueluche no recém- nascido. Alternativa D: INCORRETA. A vacina do HPV deve ser administrada preferencialmente antes de se iniciar a vida sexual, por isso a faixa etária escolhida pelo Ministério da Saúde para distribuição gratuita da vacina são meninas entre 9 e 14 anos e meninos entre 11 e 14. ▶ ��������: C 30 (FUNDEP – Prefeitura de Lagoa Santa/MG – 2019) Segundo o Ministério da Saúde do Brasil (2016), assinale a alternativa que não apresenta uma recomendação para conduta inicial frente aos resultados alterados de exames citopatológicos do colo uterino. A. Se presentes células escamosas atípicas de significado indeterminado (ASCUS), possivelmente não neoplásicas, em menores de 25 anos de idade, deve-se repetir a citologia em 3 anos. B. Se presente lesão de baixo grau (LSIL), em menores de 25 anos de idade, deve-se repetir a citologia em 3 anos. C. Se presente lesão intraepitelial de alto grau não podendo excluir microinvasão, deve-se repetir a citologia imediatamente. D. Se presente carcinoma escamoso invasor, independentemente da idade, encaminhar para colposcopia. ���������: HPV e câncer de colo uterino. ���� �� �����������: ���� �� �����: Veja que a questão cobra especificamente as recomendações do Ministério da Saúde em 2016 (mesmo sendo uma prova de 2019), as quais diferem das recomendações mais atuais do INCA, por exemplo. Por isso é tão importante conhecer quais as referências cobradas na sua prova. ���������: Alternativa A: CORRETA. Segundo as Diretrizes Brasileiras para o Rastreamento do Câncer do Colo do Útero divulgadas pelo Ministério da Saúde em 2016, mulheres menores de 25 anos (que por algum motivo foram submetidas à citologia oncótica, pois elas se encontram fora da faixa etária recomendada para rastreio) com resultado do exame citopatológico ASC-US deverão repetir a citologia em 3 anos. Alternativa B: CORRETA. Segundo as mesmas diretrizes, resultado LSIL em menores de 25 anos também requer repetição da citologia somente com 3 anos. Essas recomendações partem do princípio que nesta faixa-etária há maior incidência de resolução espontânea das lesões e baixíssima taxa de neoplasias, justificando assim condutas mais conservadoras.