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Por: Engo Helton Santana, MSc.
SEMINSEMINÁÁRIO DE ANRIO DE ANÁÁLISE DE RISCOSLISE DE RISCOS
10 A 12 DE AGOSTO - EXPO CENTER NORTE - PAVILHÃO VERDE - SÃO PAULO/SP
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• Palestrante: 
– Helton Luiz Santana Oliveira, MSc.
• Qualificações acadêmicas:
– Graduado em Engenharia Mecânica pela Universidade de Brasília 
(UnB-DF);
– Pós Graduado Lato Sensu em Engenharia de Segurança pela 
Universidade de Alfenas (Unifenas - MG); 
– Especializado em Análise e Gerenciamento de Riscos Industriais 
pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ-RJ); 
– Mestre em Sistemas de Gestão de Segurança, Meio Ambiente e 
Saúde no Trabalho pela Universidade Federal Fluminense (UFF-RJ).
• Outras credenciais:
– Auditor Líder de Sistema de Gestão de Segurança e Saúde OHSAS-
18.001 (BVQI); 
– Auditor Credenciado de Segurança em Sistema Internacional de 
Classificação de Segurança (ILCI-DNV); 
– Auditor de SPIE- Serviço Próprio de Inspeção de Equipamentos 
(INMETRO/IBP); 
– Qualificado em Gestão de Segurança para Refinarias pela Japan
Cooperation Center Petroleum (JCCP). 
Sobre o palestrante...
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CONTECONTEÚÚDO PROGRAMDO PROGRAMÁÁTICOTICO
• Técnicas Qualitativas Análise de Riscos: 
APP & HazOp.
– Histórico;
– Conceituação;
– Principais eventos indesejáveis;
– Técnicas Selecionadas de análise 
qualitativa:
• APP – Análise Preliminar de 
Perigos;
• HazOp – Análise de Perigos e 
Operabilidade;
• FMEA – Análise de Modos de 
Falhas e Efeitos.
– Exemplos de Aplicação
• Técnicas Qualitativas Análise de Riscos: 
APP & HazOp.
– Histórico;
– Conceituação;
– Principais eventos indesejáveis;
– Técnicas Selecionadas de análise 
qualitativa:
• APP – Análise Preliminar de 
Perigos;
• HazOp – Análise de Perigos e 
Operabilidade;
• FMEA – Análise de Modos de 
Falhas e Efeitos.
– Exemplos de Aplicação
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EI, VOCÊ QUE ESTÁ AÍ ME 
OLHANDO:
̶ O QUE SABE DOS RISCOS A 
QUE ESTÁ EXPOSTO NO SEU 
AMBIENTE DE TRABALHO? E 
SOBRE OS RISCOS FORA DO 
TRABALHO?
SE NÃO TEM A MENOR IDEIA COMECE PERGUNTANDO A SI MESMO:
1) O QUE PODE DAR ERRADO ?
2) COM QUE FREQUÊNCIA PODE DAR ERRADO?
3) QUAL A CONSEQUÊNCIA DESSE ERRO?
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Você acha que
Risco é apenas 
uma questão de 
sorte ?
O QUE VOCÊ JÁ OUVIU FALAR SOBRE RISCO ?
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BLEVE em terminal de armazenagem de GLP- Feyzin – FRANÇA - 04/01/1966
Histórico de Grandes Acidentes
Instalação: Pátio de armazenagem de GLP.
Equipamentos: 04 esferas de 1200 m3 contendo Propano e 04 esferas de 2.000 m3
esferas contendo Butano 
Conseqüências: 18 mortes. 81 feridos. 5 esferas totalmente destruídas.
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UVCE em planta de ciclo-hexano - Flixborough – INGLATERRA – 01/06/1974
Instalação: Planta de ciclo-hexano.
Equipamentos: Tubulação de conexão de Reatores (Vasos de pressão).
Conseqüências: 28 trabalhadores mortos, 36 trabalhadores feridos. 53 feridos 
externos. Danos materiais generalizados nas casas vizinhas à planta.
Sala de 
controle 
destruída
Seção 25A
Planta de Hidrogênio
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Histórico de Grandes Acidentes
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. Histórico de Grandes Acidentes
Emissão tóxica de Isocianato de metila - Bhopal – ÍNDIA – 03/12/1984
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Em 1994, a Union Carbide vendeu toda a sua participação na UCIL para a Mcleod Russel India Limited, 
que renomeou a empresa para “Eveready Industries India, Limited” (Eveready Industries). Em 1998, o 
Governo do Estado de Madhya Pradesh, que era proprietário do terreno e tinha arrendado a 
propriedade onde situava-se a planta de Bhopal para a Eveready, cancelou o contrato de 
arrendamento, retomou a instalação e assumiu toda a responsabilidade sobre a localidade, incluindo a 
realização de quaisquer correções adicionais.
Histórico de Grandes Acidentes
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“Uma vez que a empresa é uma instituição da sociedade para a produção de 
riquezas, ela deve ser lucrativa. A maior das irresponsabilidades sociais seria 
dirigir a empresa de tal maneira que não se produzisse riqueza alguma para a 
construção de escolas, residências, ruas e etc. Isto é, reconhecido mesmo nos 
países onde a palavra lucro não é aceita e ela é substituída pela palavra 
excesso. Sem o lucro ou excesso nada podemos fazer, pois não teremos o que 
dividir. A responsabilidade que temos com a comunidade está diretamente 
relacionada com a rentabilidade conseguida. Ambas são inseparáveis.”
(HUMBLE, J. W. )
A dimensão SMS nos Negócios
SustentSustentáávelvel
JustoJustoVivVivíívelvel
ViViáávelvel
AMBIENTALAMBIENTAL ECONÔMICOECONÔMICO
SOCIALSOCIAL
The Triple Bottom LineThe Triple Bottom Line
O professor John Elkington formulou 
o conceito de “Triple Bottom Line”
ou tripé da sustentabilidade 
representado da seguinte forma: 
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. “Vencendo a crise” por Thom Peters & Bob Waterman
“Vencendo a crise” (cujo título original é: In search of excellence) é um livro best-seller internacional 
publicado pela primeira vez em 1982, foi um dos livros de negócios mais vendidos e mais 
amplamente lidos, alcançou a marca de 3 milhões de cópias vendidas nos primeiros quatro anos. O 
livro explora a arte e a ciência de gestão utilizados por grandes empresas com registros de 
rentabilidade a longo prazo e permanente inovação.
Aponta uma coletânea de 8 boas práticas de gestão econômico-financeira de um grupo de 45 
grandes organizações (predominantemente americanas) e que deveriam inspirar outras organizações 
que pretendessem ser bem sucedidas. 
Um fato concreto é que daquela lista original de empresas, cerca de 2/3 deixariam de existir (por 
falência ou aquisição por concorrentes) nos 20 anos que se seguiram à publicação do livro. O grande 
erro de estratégia do livro foi limitar a análise aos aspectos econômico-financeiros do ambiente de 
negócios. Outros fatores como os ambientais e sociais, que estavam naquela época apenas ganhando 
algum espaço, têm hoje outra visibilidade e se ignorados podem corroer a saúde financeira da mais 
robusta das organizações. 
Na atualidade o que vale é o seguinte: Organizações que almejem alguma possibilidade de existência 
no futuro deve acolher de forma veemente a sustentabilidade na sua estratégia, isto é, a busca da 
rentabilidade com perenidade operacional o ques 
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FMEA: Etapas de desenvolvimento
• Definição dos objetivos da análise, relatando as principais 
preocupações e os motivos que levaram a execução da FMEA. 
• Identificação dos componentes existentes no sistema, 
entendimento do seu funcionamento e definição dos eventos 
indesejáveis que podem vir a ocorrer.
• Escolha, dentre os diversos tipos de componentes do 
sistema, daqueles que deverão ser analisados (válvulas de 
controle, vasos, torres, bombas, compressores, etc.), 
justificando a escolha.
• Divisão do sistema em subsistemas e realização da FMEA 
através do preenchimento das planilhas.
• Elaboração, caso tenha sido estimadas a freqüência e/ou a 
criticalidade dos efeitos, das estatísticas dos modos de falhas 
classificados em cada categoria de freqüência e/ou de 
criticalidade.
• Análise das recomendações e preparação do relatório.
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. FMEA: Planilha
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. Falhas & Modo de falha: Conceituação.
• Falha: É o término da habilidade de um componente em 
realizar uma missão.
– Qualquer estado de um componente do sistema que possa 
contribuir para a operação degradada ou deficiente do sistema.
– Alternativamente, pode ser uma ação humana inadequada em 
um sistema homem-máquina.
• Modo de falha: É o efeito através do qual a falha é
observada.
– Cada um dos elementos deficientes de um componente ou então 
das ações inadequadas de um elemento humano.
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Exemplos de Falha e Modos de Falhas
• FALHA
– Bomba centrífuga inoperante
• MODOS DE FALHA
– Bomba centrífuga entupida
– Bomba centrífuga não dá partida
– Bomba centrífuga pára de girar
– Operador desliga bomba centrífuga inadvertidamente
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. Categorias de Falhas
• Quanto Quanto Quanto Quanto àààà rapidez de ocorrênciarapidez de ocorrênciarapidez de ocorrênciarapidez de ocorrência
– Falha gradualFalha gradualFalha gradualFalha gradual
– Falha sFalha sFalha sFalha súúúúbitabitabitabita
• Quanto ao grauQuanto ao grauQuanto ao grauQuanto ao grau
– Falha parcialFalha parcialFalha parcialFalha parcial
– Falha completaFalha completaFalha completaFalha completa
• Quanto a combinaQuanto a combinaQuanto a combinaQuanto a combinaçççção de rapidez e grauão de rapidez e grauão de rapidez e grauão de rapidez e grau
– Falha catastrFalha catastrFalha catastrFalha catastróóóóficaficaficafica
– Falha de degradaFalha de degradaFalha de degradaFalha de degradaççççãoãoãoão
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. Classificação das falhas quanto à rapidez
• Falha gradual
– Falha devido a uma mudança gradual 
com o tempo das características de uma 
entidade;
• Falha súbita
– Falha que não resulta em uma perda 
progressiva das características de 
desempenho e que não poderia ter sido 
antecipada por exame ou monitoração 
prévias.
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. Classificação das falhas quanto à extensão
• Falha parcial
– Resultante de um desvio das 
características além dos limites 
especificados, mas não suficiente para 
causar perda total da função requerida;
• Falha completa
– Resultante de um desvio das 
características além dos limites 
especificados, o qual ocasiona perda 
total da função exigida.
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Classificação das falhas quanto à extensão e 
rapidez simultaneamente.
• Falha catastrófica
– Falha que é, ao mesmo tempo, súbita e 
completa;
• Falha de degradação
– Falha que é gradual e parcial. Pode, com 
o tempo, tornar-se uma falha completa.
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. Classificação das falhas quanto à fase do 
ciclo de vida em que se dá sua ocorrência.
• Período inicial
– Falhas no período de mortalidade 
infantil, ou de amaciamento;
• Período de taxa de falhas constante
– Falhas aleatórias
• Período de desgaste
– Falhas de desgaste (envelhecimento).
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Classificação dos modos de falha.
• Crítico ou Catastrófico
– Falha repentina que causa a interrupção de uma ou 
mais funções principais.
• Degradado
– Falha repentina com interrupção parcial de uma ou 
mais funções principais.
• Incipiente
– Condição ou estado anormal de operação de um 
equipamento que, caso não seja iniciada ou 
programada uma ação corretiva a tempo, pode 
resultar em uma falha degradada ou crítica.
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. Mecanismo de Falha e Causa de Falha.
• Mecanismo de falha
–Processo(s) f ísico(s), qu ímico(s), etc. 
que resulta(m) na falha.
• Causa de falha
–Circunstância durante o projeto, 
constru ção, instala ção ou opera ção 
que induz ou ativa o mecanismo de 
falha.
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Falha primária → não é causada nem direta, nem indiretamente pela falha de 
outra entidade.
Ex.: ruptura de uma tubulação em seguida à sua pressurização abaixo da 
pressão de projeto.
Falha secundFalha secundááriaria → é causada direta ou indiretamente pela falha de outra 
entidade. Não há, por parte da entidade, qualificação ou defesa no projeto 
contra esta falha.
Ex.: ruptura de uma tubulação em seguida à sua pressurização acima da 
pressão de projeto, devido à falha de outro componente.
Falha de comandoFalha de comando → causada direta ou indiretamente pela falha de outra 
entidade. Não há, por parte da entidade, qualificação ou defesa no projeto 
contra esta falha.
Ex.: válvula normalmente fechada abre ao receber um sinal de controle 
inadvertido.
Ao contrário das falhas primárias e secundárias, as falhas de comando não 
implicam na necessidade da entidade ser reparada para retornar à condição 
normal.
Classificação das falhas quanto às suas causas
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. FMEA: Estimativa das freqüências
• A estimativa das freqüências de ocorrência 
de cada um dos modos de falhas pode ser 
feita através de:
– Consulta a bancos de dados de falhas de 
componentes similares,
– Históricos de ocorrências
– Avaliação de especialistas.
• Como exemplo, apresenta-se a seguir 
algumas taxas de falhas características.
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. FMEA:Bancos de dados
• A seguir apresenta-se uma relação de alguns bancos de dados de 
falhas:
• OREDA: Offshore reliability database
• PERD: Process Equipment Reliability Database
• IEEE Std-500
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OREDA
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CCPS-PERD
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. IEEE-Std.-500
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.
Fonte: Reactor safety study: An assessment of accident risks in U.S. Commercial
Nuclear Power Plants, NUREG 75/014 (Washington, DC: Nuclear Regulatory
Commission, 1975.
FMEA: Taxas de falhas humanas típicas
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. FMEA: Limitações.
• A principal limitação da FMEA é a consideração de uma falha por vez, 
não permitindo, por exemplo, a combinação das falhas dos 
componentes com erro humano cometido pelo operador. 
• A FMEA não permite analisar as combinações de falhas que 
normalmente podem ocorrer no sistema.
• A FMEA é uma técnica trabalhosa faz-se necessário a seleção dos 
componentes do sistema que deverão ser analisados, desse modo, 
pode-se considerar apenas os componentes que desempenhem 
alguma função de controle ou de segurança no sistema, não sendo 
analisados os componentes passivos (válvulas manuais, válvulas de 
retenção e instrumentos cuja finalidade seja apenas fornecer indicação 
para o operador).
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∫
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dtmm
Qm m
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Termos fonte
Dispersões
Incêndios
Explosões
C: Concentrações
∆t: Tempo de exposição
I: Intensidades de radiação térmica
te: Tempo de duração da exposição
à queima
po: Sobrepressão
J: Impulso mecânico
)(Pr fiPΦ=
Vulnerabilidade
Modelos de efeitos físicos
Ocupação 
demográfica Pp(x,y)
Estudo 
de ventos
Poc,i(x,y)
Estudo 
de freqüência
de cenário: ETA
Po,i(x,y)
Estudo 
de freqüência
de falha: FTA
Fi
Acidente Risco
Metodologia para análise quantitativa de riscos
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PERCEPÇÃO DE RISCO
Lições aprendidas = Lições aplicadas?
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.
Lições aprendidas = Lições aplicadas
Não adianta mudar o status da tecnologia se não houver 
correspondente assimilação de conhecimento. As lições precisam ser de 
fato aprendidas e aplicadas conforme as exigências do contexto!
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Não querer ouvir ou não querer ver ou nem querer falar sobre os riscos 
não nos torna em absoluto imunes aos seus efeitos. 
A condição de Homo sapiens não nos reserva o direito de ignorar a 
existência dos riscos. A ação realmente mais sensata que podemos fazer 
a respeito dos riscos é gerenciá-los é compartilhar o aprendizado obtido 
com os outros.
Aprendizado a partir de acidentes
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Aprendizado a partir de acidentes
May 2010
O único resultado positivo associado a um 
acidente é o aprendizado que pode ser obtido a 
partir dele.
Analisar todos os acidentes relacionados ou não com o 
negócio da empresa, com a finalidade de identificar 
como a conjunção de fatores de Pessoas, Equipamentos 
e Procedimentos levou à produção de determinada 
ocorrência acidental. A isto denomina-se Análise de 
Extensão, e constitui-se numa excelente prática de 
gestão, que deve ser estimulada e divulgada.
Ao contrário de investigação policial que busca identificar 
o culpado por uma dada ocorrência, as investigações de 
acidentes analisa evidência através de pessoas, partes, 
posições e papéis, mas não buscam culpados.
As investigações de acidentes devem sempre buscar 
responder às seguintes questões:
• Como o acidente ocorreu?
• Porque ele ocorrer? 
• O que pode ser feito para impedir sua reincidência?
PessoasPessoasPessoasPessoas
SoluSoluSoluSoluççççõesõesõesões
Partes
Posiçççções Papééééis
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. Acidentes não acontecem... São construídos a partir dos desvios.
A identificação dos desvios é fundamental 
para a prevenção dos acidentes, pois 
eles ocorrem diariamente nos 
ambientes de trabalho e a maioria, 
felizmente, não se transforma em 
incidentes ou acidentes.
• Se conseguirmos identificar e eliminar 
os desvios, estaremos agindo na 
origem da maioria dos acidentes e, 
portanto, estaremos trabalhando na 
prevenção de sua ocorrência.
• Muitas empresas empregam 
ferramentas de gestão para gerenciar 
riscos de acidentes, entre elas um 
programa eficaz é a conhecida de 
Auditoria Comportamental que 
identifica os desvios nas áreas de 
trabalho. 
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Menos de 1 semana depois outro torcedor quase repete tragédia no beisebol
Torcedor cai de arquibancada e morre em partida de beisebol nos EUA
Aprendizado a partir de acidentes
As pessoas parecem ter muita dificuldade para aprender a lição!!! 136
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Incêndio destrói tancagem de fábrica solventes em Em bu 
das Artes, na Grande SP – 29/07/2011
Pergunta: E fundamentalmente por que este acidente ocorreu?
Resposta: Muito simples. A despeito de só os gênios perceberem o óbvio, as 
lições de todos os acidentes anteriores ainda não foram aprendidas!!!
Aprendizado a partir de acidentes
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. Por que as lições ainda não foram aprendidas?
• Resposta dada pelo célebre Eng° Sérgio Dacorso: 
– “Ora, porque as lições são repetidas até que sejam aprendidas!”
Sobre lições aprendidas, existe um interessante pensamento trazido à
discussão num evento sobre lições aprendidas, realizado em agosto de 2003. 
Trata-se de um texto de Chérie Carter-Scott, PhD, uma profissional de 
treinamento corporativo, autora do ebook - If Life is a Game, These are the
Rules, onde ela desenvolve "As Dez Regras Para Ser Humano", mote de uma 
das suas várias oficinas. Dessas regras, destacam-se as três abaixo, sobre 
lições (não) aprendidas: 
– Uma lição é repetida até que seja aprendida. Será apresentada a você 
em várias formas, até que você enfim entenda. Poderá, então, passar 
para a próxima lição. 
– Se não aprender as lições fáceis, elas se tornam difíceis.Problemas 
externos são o preciso reflexo do seu estado interior. Quando você limpa 
obstruções, seu mundo exterior muda. A dor é o jeito do universo 
chamar a sua atenção. 
– Você saberá quando aprendeu uma lição quando suas ações mudarem. 
Sabedoria é prática. Um pouco de alguma coisa é melhor do que muito 
de nada.
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. Uma recomendação de leitura para reflexões...
Uma viagem através das influências psicológicas ocultas que despertam todas as 
nossas decisões, o livro A Força do Absurdo vai mudar a o que você pensa 
sobre a forma como você pensa.
1. Por que é tão difícil vender um estoque parado ou terminar um 
relacionamento condenado? 
2. Por que precisamos ouvir os conselhos de alguém "importante"? 
3. Porque estamos mais propensos a nos apaixonar quando há perigo envolvido? 
4. O que faz as pessoas tomarem atitudes irracionais no dia a dia? 
5. Que forças psicológicas estão por trás dos comportamentos irracionais? 
6. Como essas forças atuam na vida de cada um?
7. Quando se está mais vulnerável a elas? 
8. Como afetam a carreira, os relacionamentos pessoais e os negócios? 
9. Quando colocam em risco as finanças, e mesmo a vida? 
10. E por que as pessoas não percebem quando estão sendo desestabilizadas por 
essas forças? 
Em “A Força do Absurdo”, o ilustre pensador organizacional Ori Brafman e seu 
irmão, psicólogo Rom Brafman, vão responder a estas e muitas outras 
perguntas. 
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. E por falar em segurança.... Pense nisso:
Mensagem de segurança a bordo da plataforma de produção de gás Shah Deniz Alpha
da BP que opera no Mar Cáspio em território do Azerbaijão.
Fonte: http://www.bp.com/sectiongenericarticle800.do?categoryId=9036227&contentId=7066990
A segurança não acontece simplesmente, você tem que fazê-la acontecer.
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Referências Bibliográficas
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.
1) BJERKEVEDT, D.; BAKKE, J. R.; VAN WINGERDEN, K. – Gas 
explosion handbook. GexCon.
2) CASAL, J.; MONTIEL, H.; PLANAS, E.; VÍLCHES, J. A. – Análisis
del Riesgo en Instalaciones Industriales. Ediocions UPC. 
Barcelona: 1999.
3) CENTER FOR CHEMICAL PROCESS SAFETY – Guidelines for 
Chemical Process quantitative risk analysis. Second edition. 
AIChE. New York: 2000.
4) CENTER FOR CHEMICAL PROCESS SAFETY – Guidelines for 
evaluation process plant building for external explosions 
and fires. AIChE. New York: 1996.
5) CENTER FOR CHEMICAL PROCESS SAFETY – Guidelines for 
evaluation the characteristics of vapour cloud explosions, 
flash fires, and BLEVEs. AIChE. New York: 1994.
6) CENTER FOR CHEMICAL PROCESS SAFETY – Guidelines for use 
of vapour clouds dispersion models. Second edition. AIChE. 
New York: 1996.
Bibliografia consultada
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.
Engº Helton Santana
Fone:(21) 9923-9367
E-mail: helton_bsb@uol.com.br
Obrigado !Obrigado !obtém através do Triple Bottom Line.
Perguntado sobre o fiasco que se tornaram os ensinamentos de “Vencendo a Crise”, Thom Peters
afirma : “Hoje não me condeno. Creio que se uma pessoa lê um livro de negócios e começa a seguir 
tudo o que está escrito ali ao pé da letra só pode ser um perfeito idiota. Vencendo a Crise deve ser 
visto como uma garantia negativa, e não positiva. Uma garantia positiva faria a seguinte afirmação: 
siga estes oito princípios e você vencerá. Eu jamais diria isso - nem naquela época nem hoje. O que 
eu diria é o seguinte: se você ignorar estes oito princípios, jamais vencerá" 12
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. AINDA NÃO ACREDITA QUE IGNORAR BOAS PRÁTICAS DE SMS PODE 
IMPACTAR A CONTINUIDADE DOS NEGÓCIOS?
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. Deepwater Horizon: Por dentro de um BOP
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. AINDA NÃO ACREDITA QUE IGNORAR BOAS PRÁTICAS DE SMS PODE 
IMPACTAR A CONTINUIDADE DOS NEGÓCIOS?
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.
“O primeiro dever de uma empresa é sobreviver, e o guia principal dos 
negócios não é maximizar os lucros, e sim evitar as perdas.”
- Peter Drucker -
Peter Ferdinand Drucker
(*19/nov/1909 - †
11/nov/2005)
Filósofo e economista austríaco 
conhecido como pai da 
administração moderna 16
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. CONCEITUAÇÃO
• Acidente:
– “Evento não planejado e indesejável, ou uma seqüência de 
eventos que geram conseqüências indesejáveis.” (CETESB 
P4.261).
– “Um evento ou série de eventos resultando em morte, 
ferimentos, doenças ocupacionais, danos ou perdas em 
equipamentos ou propriedade, ou dano ao meio 
ambiente.” (MIL STD 882 D # 3.2.6)
– É um incidente que resultou em ferimento, doença ou 
fatalidade. (OHSAS 18001:2007 # 3.9 – Note 1).
Segurança
A segurança pode ser definida como a isenção de riscos inaceitáveis de danos 
(OHSAS, 1999).
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. “Incidente=Quase Acidente” uma nova jabuticaba
A jabuticaba (do tupi “iapoti kaba” que 
significa “frutas em botão”), para o 
orgulho dos brasileiros, é uma fruta 
silvestre 100% brasileira, típica da Mata 
Atlântica. É encontrada nas regiões 
tropicais, do Norte ao Sul do país. 
Na área de SMS há uma variedade muito 
cultivada de “jabuticaba” pelos 
prevencionistas brasileiros que é o 
emprego do termo Incidente como 
sinônimo de Quase-acidente. Na verdade, 
tratam-se de acidentes pura e 
simplesmente.Fonte: http://ceresverdade.blogspot.com/
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Perigo: 
– “É uma característica física ou química [ou biológica] associada a 
um sistema e que tem o potencial de causar dano (a pessoas, 
propriedade ou o meio ambiente).“ (CCPS:Guidelines for Hazard
Evaluation Procedures, 1992)
– “Uma ou mais condições, físicas ou químicas [ou biológica], com 
potencial para causar danos às pessoas, à propriedade, ao meio 
ambiente ou à combinação desses.”(CETESB P4.261).
– “Qualquer condição real ou potencial que possa causar ferimentos, 
doenças, ou morte de pessoas; dano ou perda a um sistema, 
equipamento ou propriedade; ou dano ao meio ambiente.” (MIL 
STD 882 D # 3.2.3)
– “Fonte, situação, ou ato com potencial de produzir danos em 
termos de ferimentos ou doenças, ou uma combinação desses”
(OHSAS 18001:2007 # 3.6)
CONCEITUAÇÃO
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• Risco: 
– “Medida de danos à vida humana, resultante da 
combinação entre a freqüência de ocorrência e a magnitude 
das perdas ou danos (conseqüências).” (CETESB P4.261)
– “Combinação de freqüência de ocorrência dos eventos 
perigosos ou exposições e a severidade do ferimento ou 
doença que pode ser causada pelo evento ou exposição.”
(OHSAS 18001:2007 # 3.21)
evento
Danos
C
tempo
Eventos
f
tempo
Danos
R ×=
CONCEITUAÇÃO
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DIFERENCIANDO PERIGOS & RISCOS
• A despeito de serem grandezas que se relacionam, perigo e risco 
não são iguais. Eis algumas propriedades que as diferenciam:
PERIGO: (equivalente ao inglês: Hazard)
1. Grandeza determinística;
2. Grandeza discreta ou binária (Zero ou Um/ Sim 
ou Não/ Tem ou Não tem);
3. Independe da existência de haver alguém ou 
alguma coisa exposta.
RISCO:(equivalente ao inglês: Risk)
1. Grandeza probabilística;
2. Grandeza contínua;
3. Requer que haja alguém ou alguma coisa 
exposta.
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PERIGO
RISCO
ACIDENTE CONSUMADO
Já que o ditado popular nos diz que imagens valem mais que mil palavras !
ASSIM, FICA MAIS FÁCIL ENTENDER?
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PERIGO RISCO ACIDENTE CONSUMADO
AGORA, VOCÊ ENTENDEU MESMO, NÃO FOI?
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AS NOÇÕES MAIS RUDIMENTARES DO RISCO
Ideogramas chineses que correlacionam risco, oportunidade e crise! 24
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Instalações Pessoas Comunidades
vizinhas
Meio ambiente
ALVOS DO RISCO
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Blaise Pascal
(*19/06/1623 – †19/08/1662)
Embora teorias relativas ao risco e incerteza, continuem a se 
desenvolver atualmente, a contribuição pioneira de Blaise
Pascal permanece crucial para nossa compreensão da noção 
de riscos. Em 1654 em troca de correspondências com 
Pierre Fermat sobre teoria da probabilidade, Pascal 
influenciava fortemente o desenvolvimento da noção 
matemática de risco.
Representação Matemática do Risco
∑
=
×=
×++×+×=
×=
k
i
ii
kk
iii
CfR
CfCfCfR
CfR
1
2211 ...
Atividade
C1
C3
Ck
C2
...
f1
f2
f3
fk
Ci: Conseqüência associada ao evento i
fi: Freqüência de ocorrência do evento i
Ri: Risco associado ao evento i
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O RISCO & SEUS ELEMENTOS
As estratégias de que se pode lançar mão para gerenciar os riscos, implicam 
em atuar em seus elementos constituintes, a saber:
Risco = Frequência × Consequência
Ao conjunto de estratégias
de gerenciamento de riscos
que atuam na frequência dos
eventos perigosos,com vistas
a torná-los cada vez mais raros
denominamos: PREVENÇÃO.
Ao conjunto de estratégias
de gerenciamento de riscos
que atuam na consequência dos
eventos perigosos, com vistas
a torná-los cada vez menos graves
denominamos: MITIGAÇÃO.
RISCO = EXPOSIÇÃO AOS PERIGOS
SALVAGUARDAS DO SISTEMA
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O RISCO & SEUS ELEMENTOS
Estratégias: Prevenção × Mitigação
Todos os sistemas tecnológicos desenvolvidos pela humanidade têm uma 
propriedade intrínseca denominada confiabilidade. 
A confiabilidade pode ser traduzida de forma simples como a probabilidade de 
um sistema qualquer operar sem falhas durante um tempo especificado.
Na prática, como sabemos, todos os sistemas acabam falhando, é só uma 
questão de mais ou menos tempo, isto é, na realidade nenhum sistema tem 
100% de confiabilidade. 
Então, apostar individualmente apenas na estratégia da prevenção ou apenas 
na da mitigação, pode resultar ainda num risco intolerável, portanto a solução 
mais efetiva é combinar estas duas estratégias.
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O RISCO & SEUS ELEMENTOS
Estratégias: Prevenção × Mitigação
Com o risco não se deve 
por todos os ovos num 
único cesto !!!
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Perdas associadas:
– Vidas;
– Danos 
ambientais;
– Equipamentos;
– Materiais;
– Imagem;
– Rentabilidade;
– Etc.
Perdas associadas:
– Vidas;
– Danos 
ambientais;
– Equipamentos;
– Materiais;
– Imagem;
– Rentabilidade;
– Etc.
PORQUE AVALIAR E GERENCIAR RISCOS?
Situação 
Anormal
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AÇÃO DE MEDIDAS PREVENTIVAS E MITIGATÓRIAS 
EM POSSÍVEIS ACIDENTES INDUSTRIAIS
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Fr
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ConseqüênciasConseqüências
Medidas 
Preventivas
Medidas 
Preventivas
Medidas
Protetoras
(Mitigadoras)
Medidas
Protetoras
(Mitigadoras)
0
R = F × C
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. CONCEITUAÇÃO
• Risco individual: Risco para uma pessoa presente na 
vizinhança de um perigo, considerando a natureza da 
injúria que pode ocorrer e o período de tempo em que o 
dano pode acontecer.
• Risco social: Risco para um determinado número ou 
agrupamento de pessoas expostas aos danos de um ou 
mais acidentes.
• Programa de gerenciamento de riscos (PGR): 
Documento que define a política e diretrizes de um 
sistema de gestão, com vista à prevenção de acidentes 
em instalações ou atividades potencialmente perigosas.
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1) Critério de Risco individual;
2) Critério de Risco social;
3) Critérios de Risco ambiental;
1) Modelos de fontes;
2) Modelos de dispersões;
3) Modelos de incêndios;
4) Modelos de explosões;
5) Previsão de danos;
1) Brainstormings;
2) Histórico de ocorrências
3) Listas de verificação;
4) APP/APR (PHA); 
5) HazOp;
6) FMEA/FMECA
1) Bancos de dados de falhas;
2) Árvore de falhas (FTA);
3) Análise de Confiabilidade;
4) Análise de Markov;
5) Árvore de Eventos (ETA)
1) Locação da instalação; 
2) Características construtivas
3) Ocupação demográfica;
4) Toxicidade;
5) Inflamabilidade;
6) Explosividade;
7) Condições atmosféricas;
Caracterização do local 
e do trabalho a executar
Estudo das freqüências 
de ocorrência das 
fontes de perigos
Determinação do risco 
da exposição às 
fontes de perigos
Identificação de todas 
as fontes de exposição a perigos
Estudo das conseqüências 
das exposições às 
fontes de perigos
Gerenciamento de Riscos
Avaliação do Risco
1) Tolerar;
2) Eliminar;
3) Tratar;
4) Transferir;
PROCESSO DE ANÁLISE, AVALIAÇÃO E GERENCIAMENTO DE RISCOS
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. CRITÉRIO DE RISCO INDIVIDUAL- HSE (UK)
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ALARP: As Low As Reasonable Practicable – Tão baixo quanto razoavelmente praticável
Região
Aceitável
Sem
Restrições
Região
Inaceitável
Região
Tolerável
Risco desprezível
10-3 p/ trabalhadores
10-4 p/ membros do público
10-6 p/ todos os expostos
ALARP
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Critérios de RISCO INDIVIDUAL pelo Mundo
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RISCO INDIVIDUAL: Curvas de Iso-risco
1,0 E -9
1,0 E -8
1,0 E -7
1,0 E -6
1,0 E -5
1,0 E -4
• Curva de iso-risco: Curva referente ao risco individual determinada pela 
intersecção de pontos com os mesmo valores de risco de uma mesma 
instalação industrial. Também conhecida como “contorno de risco”.
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COMPARAÇÃO ENTRE DIFERENTES RISCOS
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.
CONCEITUAÇÃO: RISCO SOCIAL
• Curva F-N: Curva referente ao risco social determinada pela plotagem
das freqüências acumuladas de acidentes com as respectivas 
conseqüências expressas em número de fatalidades. 38
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. COMPARANDO CRITÉRIOS DE RISCO SOCIAL
101 102 103 10410010-9
10-7
10-6
10-5
10-4
10-3
10-2
10-1
10-8
N
F
Vítimas fatais
ALARP
Intolerável
Tolerável
(Negligenciável)
101 102 103 10410010-9
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Vítimas fatais
CETESB (SP) INEA (RJ)
FEPAM (RS)
Intolerável
ALARP
O
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Tolerável
(Negligenciável)
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. CRITÉRIOS DE RISCO SOCIAL EM PAÍSES SELECIONADAS
101 102 103 104100
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10-6
10-5
10-3
10-2
10-1
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Nº fatalidades
VROM - Holanda
HSE – Reino UnidoHong Kong
10-10
10-11
10-4
Dinam
arca
Não existe norma internacional 
que defina limites unificados 
para a curva FN, pois seus 
limites dependem do escopo da 
atividade que está sendo 
avaliada.
A título de ilustração da 
diversidade de critérios de risco 
social pelo mundo, são 
apresentados os formatos das 
curvas FN dos seguintes 
países:
- Reino Unido;
- China (Hong Kong);
- Dinamarca;
- Holanda. 40
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. CRITÉRIO DE RISCO SOCIAL GENERALIZADO: CURVA FN SUÍÇAAmplitude de dano
Águas superficiais contaminadas (Volume m3)
Águas superficiais contaminadas (área km2)
Suprimento de água potável (pessoa.mês)
Solo fértil contaminado (área anual km2)
Danos à propriedade (Milhões de CHF – Indexstand 1996)
Mortes e feridos (1 Morto= 10 feridos)
O critério de risco social suíco, 
inclui não apenas as fatalidades, 
mas também: o número de 
pessoas feridas; a contaminação 
de águas superficiais; o 
suprimento de água potável; a 
contaminação de solos férteis; 
Danos à propriedade.
W-A-Diagramm mit Kriterien zur Beurteilung des Risikos
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Não aceitável
Aceitável
Região ALARP
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RISCOS AMBIENTAIS 
• Cálculo dos Riscos Ambientais � O risco ambiental deverá ser calculado por componente 
ambiental ameaçado e por faixa de volume, isto é, deverá ser calculado o risco de 
determinado componente ambiental sofrer danos por contato com determinado volume 
de óleo.
• A partir dos resultados da modelagem a empresa deverá identificar a probabilidade de 
cada componente ambiental ser atingido por faixa de volume. Deverão, então, ser 
identificados todos os cenários acidentais cuja conseqüência seja o vazamento de 
volumes na faixa considerada, e somadas as freqüências de ocorrência destes cenários. A 
multiplicação do somatório de freqüências pela probabilidade e o risco ambiental.
• O risco ambiental é expresso pela fórmula a seguir:
– RAcomp(x)� Risco ambiental de um componente ambiental “x” ser atingido;
– N� Número de cenários acidentais onde o óleo vazado atinge um dado componente 
ambiental;
– fi � Freqüência estimada do cenário acidental “i”;
– p(x)� Probabilidade do componente ambiental ser atingido por determinado volume 
de óleo.
)(
1
)( xpfRA
n
i
ixcomp ×




= ∑
=
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CRITÉRIO DE TOLERABILIDADE DO RISCO AMBIENTAL
• Ao final, os riscos calculados, por faixa de volume, deverão ser somados, a fim de 
exprimir o risco total de um componente ser atingido por qualquer volume de óleo.
• Para que um risco ambiental seja considerado tolerável, o tempo de recuperação do 
componente ambiental devera ser insignificante em comparação com o tempo de 
ocorrência do dano. A empresa deverá definir, em valores percentuais, o que 
considera insignificante dentro deste contexto. O critério proposto deverá ser 
justificado tecnicamente e terá sua pertinência avaliada pelo IBAMA.
• Estes componentes poderão ser comunidades biológicas (Ex: aves marinhas, 
mamíferos aquáticos, tartarugas marinhas, etc) ou ecossistemas (ex: mangues, 
recifes de corais, etc). Em adição aos critérios citados acima, deverão ser 
consideradas espécies endêmicas, ou ameaçadas de extinção (conforme portarias do 
IBAMA n˚1522/89, 45/92 e 62/97, 37-N /92 e IN IBAMA n˚ 03/03, IN MMA n˚o 
05/04, lista IUCN (2007), lista CITES – anexos I e II).
• A sensibilidade destes componentes devera ser avaliada em função do seu tempo de 
recuperação (ou seja, o tempo que o componente, apos ser atingido, levaria para se 
recompor aos níveis anteriores a exposição por óleo).
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TERMO DE REFERÊNCIA DO RISCO AMBIENTAL
• A empresa deverá elaborar estudos de modelagem para a simulação da 
trajetória e da dispersão das manchas de óleo oriundas dos cenários 
acidentais identificados, conforme as diretrizes estabelecidas no Termo de 
Referência. 
• Para simplificar, estes estudos deverão ser realizados por faixa de 
volumes, como proposto a seguir:
– Para cenários acidentais com volumes entre 0 e 8 m3: modelar o 
volume de 8m3.
– Para cenários acidentais com volumes entre 8 e 200 m3: modelar o 
volume de 200 m3.
– Para cenários acima de 200 m3: modelar o volume de pior caso, 
segundo a Resolução CONAMA 398/08. 
• Caso a diferença entre 200 m3 e a descarga de pior caso seja maior que 
várias ordens de grandeza, a empresa poderá propor faixas intermediárias, 
justificadas tecnicamente.
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. Risco Individual (RI) vs. Risco Social (RS)
Fonte de risco
RI(r0)
RI(rn)
Fonte de risco
RI(r0)
RI(rn)
Situação A - Densidade de ocupação: δA Situação B - Densidade de ocupação: δB
Considerando-se as mesmas fontes e intensidades de perigos tem-se:
Risco Individual →RI(rk)A= RI(rk)B; {kЄN} / Risco Social → RSAgrande parte da energia 
manifesta- se na forma de ondas de choque e quase nada na forma de 
energia térmica.
• Bola de fogo (fireball) Fenômeno que se verifica quando o volume de 
vapor inflamável, inicialmente comprimido num recipiente, escapa 
repentinamente para a atmosfera e, devido à despressurização, forma um 
volume esférico de gás, cuja superfície externa queima, enquanto a massa 
inteira eleva- se por efeito da redução da densidade provocada pelo 
superaquecimento.
• BLEVE: Do original inglês Boiling Liquid Expanding Vapor Explosion. 
Fenômeno decorrente da explosão catastrófica de um reservatório, quando 
um líquido nele contido atinge uma temperatura bem acima da sua 
temperatura de ebulição à pressão atmosférica com projeção de fragmentos 
e de expansão adiabática.
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Aspectos a considerar na identificação de perigos 
e avaliação de riscos
• Atividades rotineiras e não-rotineiras;
• Atividades de todas as pessoas no local de trabalho (inclusive 
contratados e visitantes);
• Comportamento humano, suas capacidades e outros fatores 
humanos;
• Perigos identificados fora do local de trabalho capazes de afetar 
negativamente a saúde e segurança das pessoas sob o controle da 
empresa dentro do local de trabalho;
• Perigos criados na vizinhança do local de trabalho por atividades sob 
controle da empresa;
• Infra-estrutura, equipamentos e materiais no local de trabalho, 
quando tiverem sido fornecidos pela empresa;
• Mudanças ou propostas de mudança na empresa;de atividades ou 
materiais
OHSAS 18001: 2007OHSAS 18001: 2007 50
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Aspectos a considerar na identificação de 
perigos e avaliação de riscos
• Modificações no sistema de gestão, inclusive mudanças 
temporárias, e seus impactos nas operações, processos 
e atividades;
• Quaisquer obrigações legais relacionadas à avaliação de 
risco e implementação dos controles necessários.
• O projeto das área de trabalho, processos, instalações, 
maquinaria, procedimentos de operação, incluindo sua 
adaptação
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. Aplicação de Técnicas de Risco segundo AIChE/CCPS
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. Limitações Intrínsecas da Análise de Riscos
A avaliação de risco, se utiliza de análises baseadas em 
experiência ou em métodos preditivos, e está sujeita a 
uma série de limitações teóricas e práticas.
Os gestores devem perceber que a qualidade de 
quaisquer decisões com base em estudos de risco 
terão resultados diretamente relacionados com a sua 
apreciação das limitações de tais estudos. 
Algumas destas limitações podem ser relativamente 
pouco importantes para um determinado estudo, 
dependendo de seus objetivos, enquanto outras 
podem ser minimizadas através de cuidados na 
execução e por uma limitação das expectativas sobre 
a aplicabilidade dos resultados. 
No entanto, profissionais e usuários destes estudos 
devem respeitar estas limitações quando contratando, 
executando, e utilizando os resultados de um estudo 
de análise de riscos.
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Analistas de risco devem utilizar o seu julgamento, quando 
extrapolando a partir de sua experiência para determinar se 
é um problema importante.
Subjetividade
Uma equipe de análise de risco pode não ter uma adequada 
base de experiências a partir das quais possa avaliar a 
importância de certos acidentes potenciais.
Experiência
A natureza intrínseca de algumas técnicas de estudo de risco 
pode tornar os resultados de difícil compreensão e utilização.
Inescrutabilidade
Diversos aspectos dos estudos de análise de riscos são sensíveis 
aos pressupostos do analista. Diferentes especialistas, 
utilizando informações idênticas, podem gerar resultados 
diferentes quando analisando o mesmo problema.
Reprodutibilidade
Não se pode ter uma garantia absoluta de que todas as 
situações de acidentes, causas e efeitos tenham sido 
considerados.
Completeza
DescriçãoTema
Limitações Intrínsecas da Análise de Riscos
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A existência dessas limitações não deve ser motivo para 
rejeitar o uso de técnicas avaliação de risco. 
Aprender com a própria experiência pode ser aceitável se as 
conseqüências de um acidente são pequenas. Porém, 
como as conseqüências de eventuais acidentes nem 
sempre são pequenas, dar uma perspectiva empírica ao 
risco tendo que experimentar acidentes de alta 
conseqüência não é uma decisão aceitável.
As técnicas de análise de risco podem ajudar os analistas a 
encontrar formas de reduzir tanto as causas quanto as 
conseqüências de ocorrências que ameacem a vida. 
Desta forma, as técnicas de análise de risco podem 
constituir a base para uma boa relação custo-eficácia e 
de gestão de risco de programa.
Limitações Intrínsecas da Análise de Riscos
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. Técnicas de Identificação de Perigos
Principais técnicas de 
análise qualitativa:
• APP – Análise Preliminar de 
Perigos;
• HazOp – Estudo de Perigos e 
Operabilidade;
• FMEA – Análise de Modos de 
Falhas e Efeitos;
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. Técnicas Qualitativas de Análise de Risco
Segurança 
de 
Processo
Operabilidade da planta 
de processo
Segurança 
Ocupacional 
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APP: Análise
Preliminar de Perigos
APR: Análise
Preliminar de Riscos
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. APP - Análise Preliminar de Perigos
• Técnica estruturada para identificar os 
perigos potenciais decorrentes da instalação 
de novas unidades e/ou sistemas ou da 
operação de unidades e/ou sistemas 
existentes que utilizam materiais perigosos.
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APP - Análise Preliminar de Perigos
Detecção
Perigos
Causas
Efeitos
Trabalhadores
e Instalação
População e
Meio Ambiente
Recomendações
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. APP - Análise Preliminar de Perigos
Escopo:
�Todos os eventos perigosos cujas causas tenham 
origem no interior da instalação analisada, 
englobando tanto as falhas intrínsecas de 
componentes ou sistemas, como eventuais erros 
operacionais ou de manutenção (erros humanos). 
� Podem ser incluídos eventos perigosos causados 
por agentes externos, tais como: sabotagem, 
queda de balões, de aviões, de helicópteros ou de 
meteoritos, terremotos, maremotose inundações.
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PERIGOS
CAUSAS
EFEITOS
Todas as causas levam a perigos que produzem efeitos. Esses 
efeitos, por sua vez, dão causa a outros perigos que resultarão em 
outros efeitos e assim sucessivamente.
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. APP - Análise Preliminar de Perigos
APLICAAPLICAÇÇÃOÃO:
�Revisão geral de segurança de sistemas e/ou 
instalações já em operação 
�Desenvolvimento inicial de projeto em Sistemas.
�O uso da APP ajuda a selecionar as áreas da 
instalação nas quais outras técnicas mais 
detalhadas de análise de riscos ou de 
confiabilidade devam ser usadas posteriormente. 
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Região 
• Dados meteorológicos � direção e velocidade dos ventos, 
classe de estabilidade atmosférica e aos demais parâmetros 
ambientais de interesse: temperatura ambiente, umidade 
relativa, pressão atmosférica, temperatura do solo e outros. 
 
• Dados demográficos � dados gerais sobre a região, incluindo 
mapas e plantas de localização, em escala, indicando todas as 
instalações próximas e, em especial, as ocupações sensíveis 
(residências, creches, escolas, cadeias, presídios, 
ambulatórios, casas de saúde, hospitais e afins). 
 
 
 
Instalações 
• Premissas de projeto; 
• Especificações técnicas de projeto; 
• Especificações de equipamentos; 
• Arranjo (layout) das instalações; 
• Fluxogramas de processo (PFD’s); 
• Fluxogramas de Engenharia (P&ID’s); 
• Manual de Operação. 
 
InformaInformaçções necessões necessáárias para realizarias para realizaçção da APPão da APP
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Substâncias 
• Nome ou marca comercial, composição (quando o produto for 
constituído por mais de uma substância), designação química, 
sinonímia, fórmula bruta ou estrutural; 
• Número da ONU (UN number) e do CAS (Chemical Abstracts 
Service dos EUA); 
• Reatividade: (instabilidade, incompatibilidade com outros 
materiais, condições para decomposição e os respectivos produtos 
gerados, capacidade para polimerizar descontroladamente); 
• Propriedades toxicológicas: (ação sobre o organismo humano 
pelas diversas vias - respiratória, cutânea, oral; atuação na forma 
de gás ou vapor, névoa, poeira ou fumo; IDLH, LC50; LD's; 
potencial mutagênico, teratogênico e carcinogênico). 
• Propriedades físicas: (massa molecular, estado físico, aparência, 
odor, ponto de fusão, ponto de ebulição, pressão de vapor, 
densidade relativa ao ar e à água, solubilidade em água e em 
outros solventes); 
• Propriedades relativas a incêndio ou explosão: (ponto de fulgor, 
ponto de auto-ignição, limites de inflamabilidade, atuação como 
agente oxidante); 
 
InformaInformaçções necessões necessáárias para realizarias para realizaçção da APPão da APP
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APP - Perfil desejado na equipe
• A APP deve ser realizada por uma equipe 
estável, contendo entre 05 (cinco) e 08 
(oito) pessoas no máximo. 
• 01 (um) profissional com experiência em 
segurança de instalações industriais e 
conhecedor do processo envolvido. 
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. APP: Composição Recomendável numa Equipe.
Pessoa conhecedora da técnica, sendo responsável por:
•Explicar a técnica a ser empregada aos demais 
participantes;
•Conduzir as reuniões e definir o ritmo de andamento das 
mesmas;
•Cobrar dos participantes as pendências de reuniões 
anteriores.
Líder
Pessoa responsável pelo evento que tem por competências:
•Reunir a equipe;
•Reunir informações atualizadas, tais como: PFD’s / P&ID’s, 
especificações técnicas de projeto, etc.
•Distribuir material para a equipe;
•Programar as reuniões;
•Encaminhar aos responsáveis as sugestões e modificações 
oriundas da APP.
Coordenador
AtribuiçãoFunção
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. APP: Composição Recomendada numa Equipe
Pessoa que tenha poder de síntese para 
fazer anotações, preenchendo as colunas da 
planilha de APP de forma clara e objetiva. 
Relator
Pessoas que estarão ou não ligadas ao 
evento, mas detêm informações sobre a 
unidade ou o sistema a ser analisado ou 
experiência adquirida em sistemas e/ou 
unidades similares. 
Por exemplo: projetistas, engenheiros de 
processo, operadores, instrumentistas, 
engenheiros de segurança, técnicos de 
segurança, técnicos de manutenção etc. 
Especialista
AtribuiçãoFunção
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.
APP - Estimativa de Tempo e Custo Requeridos
• Duração de cada reunião: 03 (três) horas no 
máximo. 
• Periodicidade: 02 à 03 vezes por semana.
• Tempo total necessário: 03 (três) horas para cada 
grande equipamento da instalação
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. APP: Natureza dos resultados.
• Os resultados obtidos são qualitativos, não 
fornecendo estimativas numéricas. 
• Ordenação qualitativa dos cenários de 
acidentes identificados.
PriorizaPriorizaçção das medidas propostas para reduão das medidas propostas para reduçção dos riscos da ão dos riscos da 
instalainstalaçção analisada.ão analisada.
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.
ANÁLISE PRELIMINAR DE PERIGOS (APP)
Unidade: Subsistema: Referência: Data Revisão:
Perigo Causas Modos de Detecção Efeitos Cat. freq. Cat. Sev. Cat. Risc. Recomendações/Observações Cenário
APP - Análise Preliminar de Perigos
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. APP: Categorias de freqCategorias de freqüüênciaência
Conceitualmente possível, mas 
extremamente improvável de ocorrer 
durante a vida útil do 
empreendimento. Não há referências 
históricas de que isto tenha ocorrido.
f/ mortes de empregados ou de 
terceiros (não empregados); e/ou de pessoas 
extra-muros (indústrias e comunidade); o máximo 
que pode ocorrer são casos de primeiros socorros 
ou tratamento médico menor.
DesprezívelI
Lesões leves em empregados e terceiros.MarginalII
Lesões leves em pessoas extra-muros. Lesões de 
gravidade moderada em empregados, terceiros 
e/ou em pessoas extra-muros (probabilidade 
remota de morte de empregados e/ou de 
terceiros).
CríticaIII
Provoca morte ou lesões graves em uma ou mais 
pessoas (empregados, terceiros e/ou pessoas 
extra-muros)
CatastróficaIV
Características em termos de danos 
pessoais
Categoria de 
severidade
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. APP - Categorias de severidade, em termos de danos às instalações.
Sem danos ou danos insignificantes aos 
equipamentos ou instalações.
DesprezívelI
Danos leves aos equipamentos ou 
instalações (ou danos são controláveis 
e/ou de baixo custo de reparo).
MarginalII
Danos severos a equipamentos ou 
instalações.
CríticaIII
Danos irreparáveis a equipamentos ou 
instalações (reparação lenta ou 
impossível).
CatastróficaIV
Características em termos de danos 
às instalações
Categoria de 
severidade
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. APP - Categorias de severidade, em termos de danos ambientais*.
Sem danos ao meio ambiente.DesprezívelI
Danos ao meio ambiente devido a 
emissões diretas de até 8 m3 de óleo em 
corpos d’água.
MarginalII
Danos ao meio ambiente devido a 
emissões diretas entre 8 m3 e 200 m3 de 
óleo em corpos d’água.
CríticaIII
Danos ao meio ambiente devido a 
emissões diretas maiores que 200 m3 de 
óleo em corpos d’água.
CatastróficaIV
Características em termos de danos 
ao meio ambiente
Categoria de 
severidade
* Atualmente só tem-se definida a severidade de danos ambientais provocados por derrames de óleo.
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. APP – Matriz de tolerabilidade de riscos
IVIIIIII
SEVERIDADE
MNCNCNCA
MMNCNCB
CMMNCC
CCMNCD
CCMMEF
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.
APP – Descrição das categorias de risco.
O risco é considerado tolerável. Não há necessidade 
de medidas adicionais.
Não
Crítico
(Aceitável)
NC
O risco é considerado tolerável quando mantido sob 
controle. Controles adicionais devem ser avaliados e 
implementados aplicando-se uma análise para 
avaliar as alternativas disponíveis, de forma a se 
obter uma redução adicional dos riscos.
Moderado
(Tolerável 
com 
restrições)
M
O risco é considerado não tolerável com os 
controles existentes. Métodos alternativos devem 
ser considerados para reduzir a probabilidade de 
ocorrência e, adicionalmente, as conseqüências.
Crítico
(Não 
Tolerável)
C
DescriçãoCategoria 
de risco
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Estudos de Risco da Deepwater Horizon
Fonte: 78
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. Tabelas de severidade utilizadas no estudo da 
Deepwater Horizon
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. Tabelas de frequência utilizadas no estudo da 
Deepwater Horizon
CATEGORIAS DE RISCO UTILIZADAS NO ESTUDO DA DEEPWATER HORIZON
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.
Estudos de Perigos & 
Operabilidade
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. HazOp: Primórdios
• As bases para o estudo HazOp remontam ao ano 
de 1963 quando o grupo industrial britânico ICI 
(Imperial Chemical Industries) iniciou suas 
primeiras aplicações.
• O primeiro artigo científico sobre a técnica foi 
“Operability studies and hazards analysis” de 
autoria de H. G. Lawley publicado em 1974 no 
periódico Chemical Engineering Progress.
• O primeiro guia de aplicação da técnica foi 
intitulado: “A Guide to Hazard and Operability
Studies”e foi publicado no Reino Unido em 1977 
pelo Chemical Industries Association Ltd;
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. HazOp: Por que & Quando fazer.
Objetivos:
• Identificar como o sistema pode sofrer desvios em 
relação aos objetivos do projeto. 
• Identificar problemas de segurança ou problemas 
operacionais (mesmo que não sejam perigosos para o 
sistema) que possam comprometer seu desempenho.
Condução do estudo:
• Melhor ocasião quando o projeto já está bem 
consolidado; 
• Definição do projeto permite respostas compreensivas às 
perguntas; 
• Alterações do projeto sem custo maior.
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. HazOp: Aplicação.
• Fase de projeto de novos sistemas e/ou unidades de processo 
(Fluxogramas de Tubulações e Instrumentação – P&ID’s e 
Fluxogramas de Processo – PFD’s). 
• Modificações ou ampliações de sistemas e/ou unidades de 
processo já em operação.
• Revisão geral de segurança em unidades de processo já em 
operação.
Útil em qualquer fase da vida de unidades de processo!!
• As instalações podem melhorar seus sistemas de 
instrumentação e controle baseando-se em resultados obtidos 
nos estudos HazOp.
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. HazOp: Variações
São conhecidas as seguintes variantes da metodologia HazOp:
1) HazOp de palavras-guia (Guide word based HazOp);
2) HazOp baseado em conhecimento (Knowledge Based
HazOp);
3) HazOp de checklist criativo (Creative Checklist Hazop);
Quanto à aplicação tem-se os seguintes tipos:
a) HazOp de processo � Foco em plantas de processo;
b) HazOp humano � Foco em erros humanos;
c) HazOp de procedimento � Foco em revisão de 
procedimentos e seqüências operacionais;
d) HazOp de software � Foco na identificação de erros no 
desenvolvimento de softwares.
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• A técnica é baseada em procedimento que 
gera perguntas de maneira sistemática em 
determinados pontos específicos do sistema 
(Nós de estudo).
• As perguntas levam à análise de desvios nos 
parâmetros nesses “nós de estudo” através 
de palavras-guia.
• O método assume que um problema 
operacional ocorre quando há um desvio dos 
propósitos do projeto ou operação. 
• A técnica objetiva examinar cada segmento 
de uma planta e listar todos os possíveis 
desvios em relação às condições normais de 
operação analisando suas causas e 
conseqüências.
HazOp de palavras-guia: Diretrizes
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. HazOp: Palavras-Guia Básicas.
Substituição completa. Outra ação ocorre no lugar da 
original. (Outro que ar)
Outro que
Oposição lógica ao propósito de projeto. (Ex.: Fluxo 
reverso).
Reverso
Acréscimo qualitativo. Ocorrência de alguma ação adicional. 
(Ex.:Também contaminação).
Também 
(Bem como)
Decréscimo qualitativo. Somente parcela dos objetivos de 
projeto é atingido. (Ex.: Parte da concentração).
Parte de
Acréscimo quantitativo no parâmetro. (Ex.: Mais pressão).Mais
Decréscimo quantitativo no parâmetro. (Ex.: Menos 
temperatura).
Menos
Nenhum dos propósitos do projeto é atingido. (Ex.: 
Nenhuma vazão).
Não (Nenhum)
SignificadoPalavras-Guia
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. HazOp: Palavras-Guia & Desvios.
Temperatura baixa
Temperatura alta
Menos
Mais
Temperatura
Pressão baixa
Pressão alta
Menos
Mais
Pressão
Nenhum fluxo
Menos fluxo
Mais fluxo
Fluxo reverso
Contaminação
Nenhum
Menos
Mais
Reverso
Também
Fluxo (vazão)
DesvioPalavra-GuiaParâmetro
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.
Nenhuma reação
Reação incompleta
Reação descontrolada
Reação reversa
Reação secundária.
Nenhum
Menos
Mais
Reverso
Também
Reação
Viscosidade baixa
Viscosidade alta
Menos
Mais
Viscosidade
Nível baixo
Nível alto
Menos
Mais
Nível
DesvioPalavra-GuiaParâmetro
HazOp: Palavras-Guia & Desvios.
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. HazOp: Procedimento
1) Dividir o sistema em sub-sistemas relativamente mais 
simples, a fim de facilitar a realização do HazOp;
2) Escolher as seções dos sub-sistemas a serem analisadas 
(“nós de estudo).
3) Descrever os propósitos de projeto;
4) Selecionar um parâmetro de processo;
5) Aplicar as palavras-guia aos parâmetro de processo, 
identificando os desvios possíveis para cada um dos “nós 
de estudo”.
6) Determinar as possíveis causas e conseqüências;
7) Emitir recomendações, estabelecendo: “O que deve ser 
feito.”; “Quando deve ser feito.”; “Quem deve fazê-lo”;
8) Registrar as informações;
9) Repetir o procedimento a partir do passo 2. 90
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. HazOp: Modos de operação considerados.
• Os seguintes modos de operação devem ser considerados 
em cada “nó de estudo”:
– Operação normal;
– Operação em regime reduzido;
– Rotina de partida (start-up);
– Rotina de parada (shutdown);
– Parada de emergência;
– Comissionamento;
– Modos especiais de operação.
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.
HazOp: Critérios de Seleção dos “Nós de Estudo”.
•“Nós de estudo” são seções representativas do processo 
onde os desvios são analisados. 
Não se trata de um ponto, mas sim de um trecho extenso!
•Uma das questões mais complexas, para iniciar o estudo 
HazOp a partir de um P&ID de uma instalação, é
determinar a quantidade e a extensão dos “nós de 
estudos”.
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. HazOp: Critérios de Seleção dos “Nós de Estudo”.
Seguem alguns parâmetros que auxiliam nessa definição:
a) Se ocorrer mudança relevante na composição ou estado 
termodinâmico do fluido contido;
b) Grandes equipamentos separados, com parâmetros de processo 
distintos (Pressão, Temperatura, Vazão, Concentração, etc); 
c) Interfaces com outros sistemas que possam interferir ou sofrer 
interferência do sistema em estudo;
d) Linhas e equipamentos relacionados aos maiores inventários de 
produtos perigosos;
e) Reatores de processo;
f) Caldeiras e fornos;
g) Equipamentos sujeitos a pressurização excessiva (vasos de pressão);
h) Interface com sistemas de tochas e abatimento de gases tóxicos.
Observação: As causas dos desvios devem ser identificadas 
dentro da seção em estudo (a montante), mas as 
conseqüências desses desvios devem ser verificadas o mais 
extensamente possível (a jusante e a montante).
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HazOp: Planilha usual.
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. HazOp: Planilha conforme IEC 61882.
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.
HazOp: Dados necessários.
Além da participação de especialistas experientes, são 
necessárias informações precisas, detalhadas e atualizadas a 
respeito do projeto e operação da instalação analisada.
•P&ID's (os chamados: Diagramas de Engenharia ou Diagrama 
de Tubulações e Instrumentação) atualizados;
•PFD’s (Fluxogramas de processo);
•A instrumentação e a operação da instalação (obtenção através 
de):
•Especificações técnicas (Diagramas de controle);
•Procedimentos de operação e de manutenção;
•Pessoas com qualificação técnica e experiência.
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. HazOp: Informações necessárias
•PFD’s (Diagramas de fluxo de processo) Diagramas de 
intertravamento;
•P&ID’s (Diagramas de tubulação e instrumentação ou 
Fluxogramas de Engenharia);
•Balanço de Massa & Energia;
•Diagramas de layout;
•Diagrama unifilar elétrico;
•Instruções de operação;
•Memoriais descritivos;
•Folha de dados de equipamentos;
•Ficha de informações de segurança de produtos químicos (MSDS)
•Dados de projetos de instrumentos, válvulas de controle, válvulas 
de shut-down (ESDV), etc;
•Dados de projeto e set-points de válvulas de alívio (PSV), discos 
de ruptura, etc;
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Exemplo de
P&ID :
Destilação
Atmosférica
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. HazOp: Natureza dos resultados.
Os principais resultados de um estudo HazOp são:
1-Identificação de todos os desvios acreditáveis que possam 
conduzir a eventos perigosos ou a problemas operacionais;
2-Uma avaliação de conseqüências (efeitos) destes desvio sobre 
o processo;
3-Exame dos meios disponíveis para se detectar e corrigir ou 
mitigar os efeitos de tais desvios. Podem ser recomendadas 
mudanças no projeto, estabelecimento ou mudança nos 
procedimentos de operação, teste e manutenção.
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. HazOp: Conseqüências
As seguintes conseqüências devem ser sempre 
consideradas:
• Segurança dos trabalhadores;
• Segurança da população circunvizinha;
• Impactos ambientais;
• Perda da instalação ou equipamento;
• Perda de produção;
• Disponibilidade da instalação.
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.
HazOp de palavras-guia para processos em batelada.
• Além dos dados normalmente exigidos para a aplicação 
às plantas de processo contínuo, faz-se necessário: 
informações detalhadas da seqüência de operações do 
processo cíclico. Estas informações podem estar nas 
seguintes formas:
– Procedimentos operacionais para uma planta operada 
manualmente;
– Fluxograma da seqüência de operações, para uma 
planta controlada por instrumentos ou computadores.
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AMFE:
Análise de Modos de 
Falhas e Efeitos
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. FMEA: Conceitos
• A FMEA Failure Mode and Effect Analysis (Análise de 
Modos de Falha e Efeito) foi desenvolvida na década de 
50, tendo sido um dos primeiros métodos usados na 
análise de falhas em sistemas técnicos. 
• É uma técnica indutiva, onde se investigam os efeitos da 
falha de cada componente do sistema. 
• O Objetivo é identificar todos os modos de falhas 
significantes e verificar a importância da atuação de cada 
componente para o sistema. 
• Somente um componente é considerada por vez, enquanto 
os demais são admitidos em funcionamento normal.
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FMEA: Fundamentos
• A FMEA fornece uma compreensão de toda 
a seqüência dos eventos desde a causa 
inicial, que pode ser uma componente da 
falha. 
• A base do método consiste em examinar 
todos os componentes de um sistema e 
fazer as seguintes perguntas:
– a) Como um dado componente pode falhar?
– b) O que ocorrerá se esse dado componente 
falhar?
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FMEA: Aplicações
• A FMEA pode ser aplicada em vários níveis, isto é, 
componentes, equipamentos ou sistemas, dependendo do 
grau de detalhamento desejado. Esta técnica pode ser 
usada:
– Na fase de projeto de sistemas objetivando detectar possíveis 
falhas e melhorar a confiabilidade do sistema;
– Na revisão de segurança de sistemas/unidades em operação para 
verificar a propagação das falhas sobre os outros componentes do 
sistema e as implicações para a segurança das instalações;
– Numa análise global de riscos, tanto de sistemas na fase de 
projeto, como de sistemas em operação ou em fase de ampliação.
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FMEA: Fontes de dados.
• Para a realização de uma FMEA ou FMECA deve-se dispor 
de informações que permitam entender claramente o 
funcionamento do sistema, a função que cada componente 
desempenha no sistema e dados específicos de cada um 
dos componentes que permitam a verificação de todos os 
mecanismos pelos quais o componente possa falhar. 
• Uma das fontes de dados essenciais que podem auxiliar na 
realização de uma FMEA é a área de manutenção 
(equipamentos mecânicos e instrumentação) em virtude do 
seu conhecimento sobre os detalhes inerentes a cada 
componente. 
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. FMEA: Dados necessários
• Alguns documentos importantes na realização da FMEA:
– Dados de projeto e pressões de ajuste de todas as válvulas de 
alívio, discos de ruptura, etc.
– Desenhos de engenharia dos equipamentos, incluindo detalhes 
de projeto;
– Desenhos mostrando interfaces e conexões com outros 
equipamentos na fronteira do sistema analisado. 
– Diagrama lógico de inter-travamento (com descrição completa).
– Diagramas de Tubulação e Instrumentação – P&ID’s;
– Especificações e padrões dos materiais das tubulações.
– Folhas de dados dos equipamentos, instrumentos, válvulas de 
controle, etc. da instalação;
– Lista de equipamentos do sistema;
– Memorial descritivo do sistema (incluindo-se a filosofia de 
projeto);
– Relatórios de manutenção de equipamentos similares aos 
analisados.
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. FMEA: Pessoal necessário
• A FMEA é uma análise de componentes e portanto requer 
que os seus executores tenham bom conhecimento dos 
componentes e sistema analisados a fim de que possam 
examinar todos os modos de falhas possíveis e os seus 
efeitos. 
• A composição da equipe pode variar de acordo com o tipo de 
equipamento que esteja sendo analisado, por exemplo: 
Na análise de componentes eletro-mecânicos, pelo menos um 
técnico experiente na manutenção destes equipamentos deve 
participar da análise. 
Na análise de instrumentação e controle, um especialista nesta 
área deve participar da análise. 
• Caso a FMEA seja executada individualmente por 
especialistas nos diversos tipos de equipamentos, ela deverá
ser revisada pelos demais membros da equipe a fim de 
verificar a coerência e se a análise está adequadamente 
completa.
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. FMEA: Perfil dos integrantes
Este membro deve participar quando da análise de componentes que 
envolvam instrumentação e/ou controle.
Especialista em
Instrumentação e
Controle
Pessoa que conhece os componentes e os problemas ocorridos com os 
mesmos a nível de detalhes e/ou dispõe do histórico de 
manutenção de componentes similares ao analisado.
Representante da 
Manutenção
Pessoa que entenda a operação do sistema, as funções de cada um 
dos componentes do sistema e os efeitos que as falhas acarretam 
sobre os demais componentes e sobre o sistema.
Representante da 
Operação
Pessoa responsável pelo preenchimento da planilha, devendo ser 
capaz de sintetizar de forma clara e objetiva os resultados das 
discussões do grupo.
Relator
Profissional com domínio da técnica de FMEA, cabendo-lhe as 
seguintes atividades:
Providenciar a documentação necessária; Convocar os especialistas de 
acordo com o tipo de equipamento que estiver sendo analisado; 
Planejar a análise; Conduzir a análise; Divulgar os resultados; 
Acompanhar a execução das recomendações.
Coordenador & 
Líder da 
Equipe
PERFILFUNÇÃO
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. FMEA: Resultados fornecidos
• Os principais resultados fornecidos por uma FMEA são:
– Identificação de todos os modos de falhas de cada um dos 
componentes do sistema que possam afetar a segurança da 
instalação, a continuidade operacional do sistema e/ou a qualidade 
da atividade fim do sistema.
– Avaliação dos efeitos imediatos e subseqüentes de cada um dos 
modos de falhas sobre os demais componentes, sobre o sistema ou 
demais sistemas afetados.
– Verificação dos meios disponíveis no projeto do sistema para se 
detectar a ocorrência de cada modo de falha do componente.
– Estimativas qualitativas da freqüência de ocorrência de cada modo 
de falha e dos seus efeitos.
– Recomendação de medidas destinadas a eliminar/reduzir os efeitos 
de cada modo de falha ou que auxiliem na sua detecção.
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